Dissertações/Teses

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2014
Descrição
  • FRANCISCO XAVIER DE OLIVEIRA FILHO
  • ANÁLISE ESPACIAL DA COMPACTAÇÃO DO SOLO EM ÁREA CULTIVADA COM CANA-DE-AÇÚCAR

  • Data: 07/02/2014
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  • O estudo, realizado nos anos de 2012 e 2013 em área pertencente à Usina Vale Verde, em Baía Formosa – RN, visou identificar regiões dentro do campo com diferentes níveis de compactação do solo, localizá-las no mapa da área e quantificá-las, além de viabilizar a adoção de manejo específico para cada situação. A área estudada possuía 113 hectares cultivados com cana-de-açúcar e foi dividida em 12 talhões. A malha amostral de 113 pontos possuía espaçamento de 100 m e era georreferenciada por meio de aparelho GPS. A partir dos dados coletados por penetrômetro dotado de sistema automático de medição foram determinados: resistência do solo à penetração (RSP) em diferentes camadas do solo, Índice de Cone (IC) e profundidade de ocorrência da máxima resistência do solo à penetração. Os dados foram analisados por meio da estatística descritiva e dos testes: Shapiro-Wilk, para verificar o ajuste dos dados à distribuição normal, t para dados pareados, para comparar a RSP entre as camadas amostradas e Scott-Knott, para comparar os teores de umidade entre talhões e entre profundidades. A estimativa de valores das variáveis para locais não amostrados foi realizada por meio de interpolação por krigagem, possibilitando confeccionar mapas de isovalores e quantificar as áreas com diferentes níveis de compactação. A metodologia empregada permitiu a localização de regiões do campo com diferentes intensidades de compactação, a qual era muito alta em 25,64% da área, alta em 55,56% e moderada em 18,80%. A partir dos mapas foram definidas quatro regiões do campo onde se pode aplicar a subsolagem de forma diferenciada.

  • GRAZIANNY ANDRADE LEITE
  • ADUBAÇÃO NITROGENADA E POTÁSSICA NA PRODUÇÃO E QUALIDADE DE FRUTOS DE SAPOTIZEIRO.

  • Data: 24/01/2014
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2013
Descrição
  • RANIERI PEREIRA DA SILVA
  • ANÁLISE E IMPLICAÇÃO DO USO DE AGROTÓXICO EM COQUEIRO NO PERÍMETRO IRRIGADO DE SÃO GONÇALO – SOUSA/PB

  • Data: 20/12/2013
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  • O uso indiscriminado de agrotóxicos provoca desequilíbrio no meio ambiente e coloca em risco a saúde dos agricultores e consumidores. O objetivo deste trabalho foi elucidar a realidade atual da utilização dos agrotóxicos em cultivos de coqueiro no Perímetro Irrigado de São Gonçalo, Sousa – PB. A pesquisa foi desenvolvida de março a dezembro de 2011, com 238 agricultores selecionados através de amostragem aleatória simples. Para coleta dos dados foi usado um formulário com questões relacionadas à identificação do agricultor e da propriedade, uso de agrotóxicos e saúde do agricultor. Foram feitas visitas de campo para observar como as pulverizações estavam sendo realizadas. A análise dos questionários forneceu os seguintes resultados: a idade dos agricultores variou de 20 a 67 anos; com relação à escolaridade 65,0% cursaram da 1ª a 8ª série e 20,6% são analfabetos; quanto à relação de trabalho 87,8% eram proprietários, 9,7% diaristas, 1,7% assalariados e 0,8% parceiros; as áreas das propriedades variaram de 1 a 10 ha, mas 71,4% têm de 3 a 4 ha; são usados 10 princípios ativos para o controle de pragas e 3 para o controle de plantas daninhas; todos os agricultores usam o pulverizador costal manual, mas apenas 9,7% recebia orientação técnica para o uso dos agrotóxicos; o Triazofós era usado a cada 15, 20 e 30 dias por 25,5%, 19,3% e 24,0% respectivamente; os agrotóxicos são armazenados em depósito ou escondidos no lote por 49,3% e 39,4% dos agricultores respectivamente; apenas 2,8% fazem a destinação correta das embalagens; a leitura da bula é feita por 42,9%; o significado das figuras e das faixas dos rótulos era entendido por cerca de 79%; com relação a práticas de trabalho, higiene e medidas de segurança na aplicação de agrotóxicos pelos agricultores, foi verificado que 27,2% pulverizam em mais de uma propriedade, 14,1% usavam a mesma roupa sem lavar quando pulverizavam, 9,2% fumavam ou ingeriam líquido ou sólido enquanto estavam pulverizando, 47,3% realizavam a tríplice lavagem e apenas 6,0% faziam uso de EPI; quanto a frequência de pulverização por mês, 62,5% trabalhavam de 1 a 3 dias pulverizando, mas 3,3% trabalhavam de 22 a 24 dias nessa atividade; os principais sintomas relatados pelos agricultores foram dor de cabeça (40,8%), diminuição da visão (34,2%), tontura (28,3%), enjoo (22,3%), irritação na pele (19,0%) e secura na garganta (19,0%), sendo pelo menos um desses sintomas relatado por 72,3% dos agricultores; foram referidas 6 doenças crônicas associadas aos agrotóxicos e 57 (24,0%) casos de intoxicações; não houve relato de óbito causado pelo trabalho com agrotóxicos, e dos agricultores intoxicados apenas 5,4% foram hospitalizados. A baixa escolaridade de 65% e 20,6% de analfabetos dificulta ou impossibilita o entendimento do uso correto dos agrotóxicos pelos agricultores. A falta de monitoramento do ácaro da necrose do coqueiro faz com que os agricultores usem agrotóxicos com mais frequência. Por falta de orientação técnica, 89,9% dos agricultores recorrem aos lojistas e amigos para orientação sobre o uso de agrotóxicos. Os agricultores estão constantemente expostos aos riscos de intoxicação, e, pelos sintomas informados, inferiu-se que os agricultores estão sendo contaminados por agrotóxicos.

  • ROBERTO PEQUENO DE SOUSA
  • TAMANHO DA PARCELA PARA EXPERIMENTAÇÃO COM GIRASSOL

  • Data: 29/11/2013
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  • O objetivo desse trabalho foi determinar o tamanho adequado de parcela para experimentação de campo com girassol. Foi realizado um experimento no delineamento em blocos completos casualizados com 14 cultivares de girassol e 10 repetições. As parcelas foram constituídas de quatro fileiras de seis metros de
    comprimento, espaçadas de 0,7 m e entre plantas de 0,3 m, com área total de 16,8 m2. A área útil da parcela (7,56 m2), composta das duas fileiras cenrais, foi dividida em 12 unidades básicas, cada uma constituída de três plantas na fileira (0,63 m2). A produção de grãos do girassol obtida nas unidades básicas foi agrupada de modo a formar sete tipos de parcelas de cinco tamanhos diferentes pré-estabelecidos. O tamanho adequado da parcela experimental foi estimado por meio dos seguintes métodos: a) Coeficiente de correlação intraclasse; b) Máxima curvatura modificado; c) Modelo linear segmentado com platô e d) Hatheway (1961). Estimaram-se também o coeficiente de heterogeneidade do solo (b) e a diferença detectável entre tratamentos (d). Ocorreu redução do coeficiente de variação com o aumento do tamanho da parcela. O solo do experimento apresentou alta heterogeneidade (b ˆ= 1,0585). Foram estimados pelos métodos do coeficiente de correlação intraclasse, máxima curvatura modificado e modelo linear segmentado com platô, respectivamente, os tamanhos ótimos de parcela correspondentes a 2,52, 3,74 e 2,48 m2. O método da máxima curvatura modificado apresentou estimativa do tamanho ótimo da parcela mais adequado, aliado à diferença detectável entre médias de cultivares para avaliar com precisão o rendimento de grãos do girassol. Parcela 3,74 m2 de área útil foi considerada adequada para avaliação do rendimento de grãos do girassol e foi menor que o tamanho geralmente usado nas pesquisas com o girassol. Pelo método de Hatheway (1961) estimaram-se diversos tamanhos de parcelas, muitos aplicáveis. Considerando todas as cultivares, para uma mesma diferença a ser detectada entre médias de cultivares, a utilização de parcela de menor tamanho com maior número de repetições requereu menos área experimental do que parcelas maiores com menor número de repetições.

  • FRANCISCO DAS CHAGAS GONÇALVES
  • PRODUTIVIDADE E QUALIDADE DE CULTIVARES DE MELANCIA EM FUNÇÃO DE DOSES DE FÓSFORO

  • Data: 23/10/2013
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  • O rendimento da produção agrícola brasileira em 2011 superou os 68 bilhões de reais e a melancia contribuiu com 0,5% desse valor (PAM 2011), mas seu potencial é bem superior a este, haja vista que em muitas regiões do Brasil ainda se cultivam materiais de polinização aberta em regime de sequeiro e, na maioria das vezes, desconhecem-se as reais necessidades nutricionais das cultivares utilizadas, como também a parcela de contribuição do solo para esta nutrição, fatores que contribuem para uma baixa produtividade (20 t ha-1). O fósforo, embora seja um dos macronutrientes menos exigidos pelas culturas, é sempre utilizado em grandes quantidades, devido tanto à sua deficiência nos solos brasileiros como ao seu alto grau de interação com o solo. O trabalho foi realizado no período de agosto a outubro de 2012, com o objetivo de avaliar o desempenho de duas cultivares de melancia em função de doses de fósforo nas condições de Mossoró-RN. O delineamento experimental utilizado foi de blocos casualizados completos em esquema fatorial 6 x 2 com quatro repetições. Os tratamentos consistiram de seis doses de fósforo (0, 45, 90, 135, 180 e 225 kg ha-1 de P2O5) e duas cultivares de melancia (Olímpia e Top Gun). As cultivares diferiram com relação à massa média total e comercial de frutos, sólidos solúveis totais e espessura de casca, de modo que a Olímpia superou a Top Gun para massa média total e comercial de frutos e espessura de casca, ocorrendo o inverso para sólidos solúveis totais. A dose de fósforo que proporcionou o maior número total (1,97) e comercial (1,70) de frutos por planta foi de 77,22 e 54,75 kg ha-1 de P2O5, respectivamente. A máxima produtividade total (80,14 t ha-1) e a máxima comercial (74,39 t ha-1) foram obtidas, respectivamente, com as doses de 54,3 e 49,4 kg ha-1 de P2O5. A adubação fosfatada não influenciou a qualidade dos frutos. As cultivares apresentaram diferenças quanto aos teores foliares de todos os nutrientes analisados e a adubação fosfatada teve influência nos teores foliares do nitrogênio, potássio, zinco e manganês.

  • HOMERO NOGUEIRA SAMPAIO
  • CAPINAS E CONSÓRCIO COM SABIÁ NO RENDIMENTO DO MILHO E CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS

  • Data: 19/09/2013
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  • Em função do elevado custo do controle de plantas daninhas na cultura do milho, novas alternativas estão sendo avaliadas, incluindo o consórcio com plantas arbóreas combinado com capinas. O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos da combinação da consorciação da sabiá com o milho e capinas sobre o crescimento das plantas daninhas e sobre os rendimentos de minimilho, milho verde e grãos do milho. Utilizou-se blocos completos casualizados com parcelas subdivididas e cinco repetições. Nas parcelas foram cultivados híbridos de milho (BR205 e AG1051) e, nas subparcelas foram aplicados métodos de controle de plantas daninhas: sem capinas, duas capinas (aos 20 e 40 dias após a semeadura, DAS), consorciação com a sabiá, consorciação com a sabiá + capina aos 20 DAS e consorciação com a sabiá + capina aos 40 DAS. A sabiá sofreu maior competição com o híbrido AG 1051 do que com o híbrido BR 205. Vinte e duas espécies de plantas daninhas ocorreram na área experimental. O híbrido BR 205 em geral foi superior ao híbrido AG 1051 quanto aos rendimentos de minimilho, espigas verdes e de grãos. Os maiores rendimentos do milho são obtidos com duas capinas. A consorciação com a sabiá controla parcialmente as plantas daninhas e traz benefícios ao milho no número e massa totais de espigas verdes, massa de 100 grãos e número de grãos por espiga, mas os efeitos dependem do híbrido. As combinações de capinas com a consorciação da sabiá trazem mais benefícios do que a consorciação isolada da sabiá. As combinações são superadas pela realização de duas capinas, mas em alguns casos são equivalentes, nos rendimentos do milho. A realização de uma capina aos 20 dias após a semeadura do milho (DASM) + consorciação com a sabiá é mais vantajosa do que a consorciação com a sabiá + capina aos 40 DASM.

  • JOSE GALDINO CAVALCANTE NETO
  • POTENCIAL DE GENITORES E HÍBRIDOS EXPERIMENTAIS DE MELÃO AMARELO AVALIADOS EM BARAÚNA-RN

  • Data: 30/08/2013
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  • O objetivo do presente trabalho foi avaliar a capacidade de combinação de linhagens de melão Amarelo com o intuito de identificar as melhores combinações híbridas. Foi conduzido um ensaio em blocos casualizados com três repetições para avaliar 24 híbridos gerados pelos cruzamentos entre três linhagens elites utilizadas como genitores femininos (AF 11265-2, AF 11425-1 e AF 11739) e oito linhagens utilizadas como genitores masculinos (AF 13068-5; AF 13070-3; AF 13072-4; AF 13077-7; AF 13078-2; AF 13078-4; AF 13084-4 e AF 13090-5) desenvolvidas pelo programa de melhoramento genético da Sakata Seed Sudamerica Ltda. Foram avaliadas características relacionadas à produção e a qualidade do fruto. Realizou-se a análise dialélica parcial conforme o modelo de Griffing (1956) para estimação das capacidades geral e específica de combinação. Observou-se efeitos aditivos e não aditivos para as características peso médio do fruto, diâmetro do fruto, espessura da polpa e rendimento de polpa. Todas as linhagens avaliadas são promissoras para obtenção de híbridos simples de melão amarelo. As combinações híbridas mais promissoras foram AF 11425-1 x AF 13070-3, AF 11425-1 x AF 13072-4, AF 11425-1 x AF 13077-7 e AF 11739 x AF 13078-4.

  • CLEOPATRA DO NASCIMENTO SARAIVA
  • AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA DAS PRINCIPAIS HORTALIÇAS COMERCIALIZADAS NOS MUNICÍPIOS DE JUAZEIRO DO NORTE E CRATO, NO CEARÁ.

  • Data: 29/08/2013
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  • Com o objetivo de avaliar a contaminação microbiológica de hortaliças comercializadas nas cidades de Crato e Juazeiro do Norte, no Ceará, durante os meses de maio a agosto de 2011, foram feitas análises de coliformes totais e fecais em 184 amostras de hortaliças, coletadas em feiras livres, supermercados e sacolões, provenientes de cultivo convencional e orgânico. Foram realizadas duas coletas em meses diferentes em cada local ou feirante visitado. Do total coletado, 90 amostras (60 de cultivo convencional e 30 de cultivo orgânico) foram de alface (Lactuca sativa L.) e 94 (84 de cultivo convencional e 10 de cultivo orgânico) foram de tomate (Lycopersicon esculentum Mill.). Das 144 amostras de cultivo convencional e das 40 de cultivo orgânico coletadas, 23,61% e 50% respectivamente, apresentaram-se fora dos padrões para coliformes fecais. A alface apresentou percentual de amostras impróprias para consumo humano maior que o do tomate em ambos os modos de cultivo. Dos locais citados pelos feirantes como produtores das hortaliças, a cidade de Jardim-CE obteve maior frequência de amostras impróprias de alface (65,31%) e Juazeiro da Bahia-BA obteve maior frequência de amostras impróprias de tomate (40%). As hortaliças comercializadas nas cidades de Juazeiro do Norte-CE e Crato-CE estavam contaminadas por coliformes totais e fecais. E em 23,95% das amostras analisadas, os níveis de contaminação por coliformes fecais estavam acima dos permitidos pela legislação brasileira em vigor.

  • VALDIVIA DE FATIMA LIMA DE SOUSA
  • EFICIÊNCIA NUTRICIONAL DE MACRONUTRIENTES EM MELOEIRO

  • Data: 30/07/2013
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  • O meloeiro é uma hortaliça de grande aceitação em todo o mundo, sendo exportado para grandes centros, como Europa e América do Norte. Apesar da importância de conhecimento da eficiência na aplicação de nutrientes e da cultura do meloeiro para a região do semiárido nordestino, ainda são escassos os trabalhos desenvolvidos para melhoria destes índices para a cultura do meloeiro. Com o objetivo de avaliar o crescimento e a eficiência de absorção, transporte e utilização dos macronutrientes em cultivares de melão, um experimento foi conduzido na Fazenda Experimental Rafael Fernandes, localizada no distrito de Lagoinha, zona rural de Mossoró-RN, no período de outubro de 2012 a janeiro de 2013. O delineamento utilizado foi em blocos casualizados completos, com quatro repetições, dispostos em parcelas subdivididas, sendo as parcelas as cultivares de melão: Goldex (Amarelo), Cariben Gold (Cantaloupe) e McLaren (Gália) e as sub-parcelas as épocas de amostragens das plantas: 14, 21, 28, 35, 42, 49, 56, 63 dias após o transplantio das mudas (DAT). Em função da massa seca das amostras, foi determinado o acúmulo de massa seca em cada época de coleta, sendo os resultados expressos em g planta-1. A partir da massa seca e dos conteúdos de nutrientes na planta, foram calculados os índices de eficiência: Eficiência de absorção = (conteúdo total do nutriente na planta)/(massa seca de raízes); Eficiência de transporte = ((conteúdo do nutriente na parte aérea)/(conteúdo total do nutriente na planta)) x 100; Eficiência de utilização = (massa seca total produzida)2/(conteúdo total do nutriente na planta). Os nutrientes mais acumulados pelas plantas na ordem de grandeza: K > N > P > Ca > Mg, para a cultivar Goldex e para as cultivares Caribbean Gold e McLaren foi K>N>Ca>P>Mg. Sendo N, P e K encontrados em maiores quantidades nos frutos, e Ca e Mg nas folhas. Para as três cultivares de melão Goldex, Caribbean Gold e McLaren, o crescimento da planta, expresso pelo acúmulo de massa seca ao longo do ciclo, foi lento até os 21 DAT. A eficiência de absorção dos nutrientes apresenta o mesmo comportamento do acúmulo dos nutrientes pelo melão, quanto aos nutrientes mais absorvidos. A cultivar Goldex foi a que apresentou maior eficiência de utilização para todos os nutrientes estudados.

  • GRACE KELLY LEITE DE LIMA
  • RESGATE E ESTUDO DE GERMOPLASMA DE Cucurbita spp. DO RIO GRANDE DO NORTE

  • Data: 13/05/2013
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  • O presente trabalho teve como objetivos o resgate de germoplasma de Cucurbita spp. da agricultura tradicional em municípios do estado do Rio Grande do Norte; realizar diagnóstico do sistema de cultivo nas áreas de produção visitadas; estudar a existência de variabilidade genética, a interação acesso x ambiente e a divergência genética em acessos de Cucurbita moschata coletados na agricultura tradicional do Rio Grande do Norte. O trabalho de resgate de germoplasma de Cucurbita spp foi organizado em expedições de coleta, contemplando os municípios de Rio do Fogo, Touros, Apodi, Baraúna, Caraúbas, Currais Novos, Cerro Corá e Lagoa Nova, estado do Rio Grande do Norte. Durante as expedições, foram obtidas amostras de sementes e frutos, quando disponíveis. Foram resgatados 138 acessos de Cucurbita spp., sendo 94 de C. moschata e 44 de C. maxima. Verificou-se predominância do cultivo da espécie C. moschata. Constatou-se variabilidade para formato, tamanho e casca dos frutos nos acessos coletados. Para o trabalho interação acesso x ambiente e a divergência genética em acessos de Cucurbita moschata, foram conduzidos dois experimentos, sendo o primeiro realizado em Petrolina-PE e o segundo em Mossoró-RN. Em ambos os locais, os experimentos foram conduzidos no delineamento de blocos casualizados, com 12 tratamentos e três repetições. Foram avaliados 19 descritores morfoagronômicos. Os dados foram submetidos à análise univariada e conjunta, teste de comparação de média e análise multivariada, utilizando métodos de agrupamento de Tocher e UPGMA e importância dos descritores com base nas distâncias generalizadas de Mahalanobis. Existe variabilidade genética entre os acessos de C. moschata da agricultura tradicional do RN. Não houve interação acesso x ambiente para a maioria dos descritores, exceto para diâmetro médio do caule, espessuras de casca, sólidos solúveis e acidez titulável e não houve convergência sobre a importância relativa dos descritores nos diferentes ambientes e também não ocorreu associação entre a origem geográfica dos acessos e a diversidade genética.

  • LUIS RODRIGUES DA SILVA
  • AVALIAÇÃO DOS TRATAMENTOS COM ÁGUA ELETROLISADA E ULTRAVIOLETA PULSADO NA QUALIDADE PÓS-COLHEITA DE ABACAXI 'PÉROLA‟.

  • Data: 12/04/2013
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  • O objetivo do presente trabalho foi avaliar as características físicas, físico-químicas e alterações morfológicas de abacaxi „Perola‟ tratado com água eletrolisada e ultravioleta pulsado. Foram realizados dois experimentos, o primeiro com água eletrolisada e o segundo com radiação ultravioleta pulsado. Após aplicação dos tratamentos, os abacaxis foram armazenados a 12 ± 1ºC, por 21 dias. A cada sete dias, as amostras foram retiradas para as análises de qualidade. Os experimentos foram instalados utilizando-se um delineamento inteiramente casualisado, em esquema fatorial 5 x 4, para o primeiro experimento, e 4 x 4, para o segundo experimento; ambos com três repetições. Os dados obtidos foram submetidos à análise de regressão, escolhendo-se as curvas que melhor explicavam os processos fisiológicos e teste de média. O experimento I com água eletrolisada e o experimento II com ultravioleta pulsado não exerceram efeito significativo nas características avaliadas. As alterações apresentadas podem ter sidos influenciadas pela temperatura e os tempos de armazenamentos, visto que ambos os tratamentos conservaram a integridade da parede celular das células do tecido, segundo a análise microscopia, realizada no Laboratório de Biologia Celular Vegetal, da Universidade Federal do Ceará (UFC), o que permite concluir que a qualidade pós-colheita dos abacaxis tratados com água eletrolisada e ultravioleta pulsado foi conservada, por 21 dias, em armazenamento refrigerado.

  • MARIA EDILEUZA LEITE DE ANDRADE
  • QUALIDADE PÓS-COLHEITA DE MANGA „TOMMY ATKINS‟ TRATADA COM ÁGUA ELETROLISADA 

  • Data: 12/04/2013
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  • A segurança biológica e química de frutas consumidas in natura está associada à eficácia das substâncias utilizadas na remoção de micro-organismos. A alternativa de controle proposta, nesse trabalho baseia-se em uma nova tecnologia: a água eletrolisada. O objetivo desse trabalho foi estudar a aplicação dessa tecnologia, de forma a possibilitar, no futuro próximo, a sua utilização pelas empresas exportadoras no tratamento pós-colheita de frutas. Mangas „Tommy Atkins‟,adquiridas na Central de Abastecimento do Ceará (CEASA),foram imersas, por cinco minutos,em solução de água eletrolisada contendo 0, 75, 150, 225 e 300 mg L-1 de cloro livre. Depois de tratadas, as mangas foram acondicionadas e armazenadas em câmara fria (11°C ±2), por 18 dias, e depois a temperatura ambiente (22°C ±2), por mais 8 dias, totalizando 26 dias de armazenamento. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado em esquema fatorial 5 (tratamentos) x 6 (períodos de armazenamento), com quatro repetições.Aos 0, 7, 14, 18, 22 e 26 dias de armazenamento, amostras foram retiradas e avaliadas quanto à perda de massa, aparência externa e interna, coloração da casca, firmeza da polpa, extravasamento de eletrólitos,pH, sólidos solúveis, acidez titulável, ácido ascórbico, açúcares solúveis totais, clorofila total, carotenoides totais, polifenóis extraíveis totais e morfológicas.A água eletrolisada, nas concentrações utilizadas nesse experimento, permitiu conservar a qualidade pós-colheita da manga „Tommy Atkins‟, conforme o esperado.Também não foram observadas as alterações morfológicas, uma vez que as mangas submetidas aos tratamentos conservaram íntegras as células do tecido.

  • GERÔNIMO FERREIRA DA SILVA
  • ADUBAÇÃO NITROGENADA E FOSFATADA PARA A PRODUÇÃO DE MILHO VERDE E DE GRÃOS NA CHAPADA DO APODI - RN 

  • Data: 23/03/2013
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  • O nitrogênio (N) e o fósforo (P) geralmente são os dois nutrientes que ocorrem em menores teores no solo em relação à necessidade da planta e são dois nutrientes dos mais exigidos pela cultura do milho. Com o objetivo de definir a melhor combinação das doses de N e P para produção econômica de milho verde e de grãos, assim como os níveis críticos desses nutrientes no solo e na planta, dois experimentos foram realizados em dois solos representativos da Chapada do Apodi-RN. Em ambos os experimentos, os tratamentos estudados foram resultantes da combinação entre quatro doses de N (30, 60, 90 e 120 kg ha-1) e de quatro doses de P2O5 (30, 60, 90 e 120 kg ha-1) mais um tratamento testemunha, no qual não se aplicou nenhuma dose desses nutrientes. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso com quatro repetições em esquema fatorial. A cultivar utilizada foi o híbrido duplo AG 1051 e as características avaliadas foram: número e peso total de espigas verdes, número e peso de espigas verdes comercializáveis, empalhadas e despalhadas, altura de plantas, diâmetro do colmo, número de espigas, altura da inserção de espigas, comprimento e diâmetro de espigas secas, número de fileiras nas espigas, matéria seca, massa de 100 grãos, produtividade de grãos, teor de nitrogênio e de fósforo no solo e na folha, receita bruta, custos com fertilizantes nitrogenados e fosfatados e receita líquida. Os resultados obtidos no Cambissolo indicaram que, a melhor combinação das doses de N e de P2O5 recomendadas para a produção de espigas verdes empalhadas comercializáveis é de 60 kg ha-1 de N combinado com 103 kg ha-1 de P2O5. Para produção de grãos essa combinação recomendada é de 70 kg ha-1 de N combinado com 120 kg ha-1 de P2O5. Para a produção de espigas verdes o nível crítico de N no solo é de 1,15 g kg-1, o nível crítico de P no solo pelo extrator Mehlich-1 é de 7,22 mg dm-3 e os níveis críticos de N e de P na folha são, respectivamente, de 33,54 g kg-1 e de 3,08 g kg-1. Para a produção de grãos o nível crítico de N no solo é de 1,17 g kg-1, o nível crítico de P no solo é de 7,97 mg dm-3 e os níveis críticos de N e de P na planta são, respectivamente, de 32,95 g kg-1 e de 3,11 g kg-1. No Argissolo os resultados obtidos indicaram que, a melhor combinação das doses de N e de P2O5 recomendadas para a produção de espigas verdes empalhadas comercializáveis é de 120 kg ha-1 de N combinado com 120 kg ha-1 de P2O5. Para produção de grãos essa combinação recomendada é de 120 kg ha-1 de N combinado com 95 kg ha-1 de P2O5. Para as produções tanto de espigas verdes quanto de grãos, o nível crítico de N no solo é de 0,43 g kg-1 e os níveis críticos de N e de P na folha são, respectivamente, de 17,17 g kg-1 e de 1,54 g kg-1. Os níveis críticos de P no solo para as produções de espigas verdes e grãos são, respectivamente, 8,21 e 6,9 mg dm-3.

  • PATRICIA KAMYLA ALVES TAVARES
  • TOXICIDADE DE INSETICIDAS UTILIZADOS NA CULTURA DO MELOEIRO A Chrysoperla externa (HAGEN, 1861) (NEUROPTERA: CHRYSOPIDAE)

  • Data: 19/03/2013
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  • A região Oeste do Estado do Rio Grande do Norte é a maior produtora e exportadora de melão (Cucumis melo L.) do Brasil, sendo responsável por uma parcela considerável da produção nacional, fazendo desse cultivo um dos principais segmentos da cadeia do agronegócio regional. No entanto, são vários os problemas fitossanitários enfrentados em áreas comerciais dessa olerícola, principalmente em decorrência de insetos-praga, sendo um fator limitante da produção, além de ser responsável pelo aumento expressivo no uso de agrotóxicos. Levantamentos da entomofauna realizados no semiárido Norte Rio Grandense constataram que a espécie Chrysoperla externa (Hagen, 1861) é um predador comum em cultivos de meloeiro, alimentando-se de larvas de mosca minadora e ninfas de mosca branca, tornando a sua preservação de extrema importância para o produtor. Desta forma, a presente pesquisa teve como objetivo, avaliar em condições de laboratório, o impacto de inseticidas utilizados em meloeiro sobre ovos e pupas de C. externa. Investigando, inclusive, os possíveis efeitos subletais nas fases subsequentes aos insetos contaminados. Para tal, utilizou-se de um delineamento experimental inteiramente casualizado, com dez tratamentos (nove produtos químicos: clotianidina [Focus WP – 0,1 g i.a./ L], pimetrozina [Chess 500 WG – 0,25 g i.a./ L], lambda-cialotrina [Karate Zeon 50 CS – 0,025 g i.a./ L], clorantraniliprole [Premio – 0,0025 g i.a./ L], indoxacarbe [Rumo WG – 0,036 g i.a./ L], piriproxifem [Cordial 100 – 0,1 g i.a./ L], beta-ciflutrina + imidacloprido [Connect – 0,0625 + 0,5 g i.a./ L], imidacloprido [Evidence 700 WG – 1,05 g i.a./ L], beta-cipermetrina [Akito – 0,04 g i.a./ L] e uma testemunha constituída de água destilada) e um variado número de repetições, de acordo com as fases dos insetos inicialmente intoxicadas. As pulverizações dos compostos foram realizadas diretamente sobre o crisopídeos por meio de pulverizador manual, calibrado para depositar 1,5±0,5 mg de calda química/ cm2. Após a pulverização, os espécimes foram mantidos em sala climatizada a 25±2°C, UR de 70±10% e fotofase de 12 horas. Avaliou-se duração, viabilidade dos ovos e sobrevivência das pupas, e viabilidade dos ovos produzidos pelos adultos provenientes dos insetos tratados. Com base na toxicidade obtida pelo cálculo do efeito total, os produtos foram enquadrados em classes de toxicidade conforme escala proposta pela IOBC. Clorantraniliprole e imidacloprido foram levemente nocivos, e os demais produtos inócuos aos ovos do predador. Para pupas, imidacloprido foi levemente nocivo e os outros compostos inócuos. Em função da baixa toxicidade para ovos e pupas, pimetrozina e piriproxifem podem ser recomendados em programas de manejo integrado de pragas do meloeiro, visando à conservação dessa espécie de predador.

  • CAIO CESAR PEREIRA LEAL
  • SUBSTRATOS, INTENSIDADES DE LUZ E RECIPIENTES NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE Cassia grandis L. f.

  • Data: 01/03/2013
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  • Cassia grandis L. f. É uma espécie pertencente à família Fabaceae (caesalpinoideae) e vulgarmente conhecida por canafístula, cássia grande ou geneúna. No processo de produção de mudas existem vários fatores para otimização da produção, entre eles podemos destacar a utilização de substratos, o nível de luminosidade e o tipo de recipiente. O presente trabalho teve como objetivo avaliar diferentes substratos, recipientes e intensidades de luz na produção de mudas de Cassia grandis. O estudo foi composto de dois experimentos, o primeiro constou da avaliação do desenvolvimento inicial de plântulas de Cassia grandis durante 20 dias, utilizando os substratos terra vegetal (testemunha), terra vegetal + palha de arroz (1:1); terra vegetal + palha de arroz (1:3); terra vegetal + palha de arroz (3:1); terra vegetal + pó de madeira (1:1); terra vegetal + pó de madeira (1:3); terra vegetal + pó de madeira (3:1); terra vegetal + fibra de coco (1:1); terra vegetal + fibra de coco (1:3); terra vegetal + fibra de coco (3:1); terra vegetal + casca de castanha (1:1); terra vegetal + casca de castanha (1:3) e terra vegetal + casca de castanha (3:1), sendo avaliadas as seguintes características: emergência de plantas , velocidade de emergência, altura de plantas, comprimento de raiz , massa seca da parte aérea e massa seca da raiz. Para este, utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado e as médias submetidas ao teste de Skot-knott (pr<0,05). De acordo com os resultados, os tratamentos terra vegetal + pó de madeira (1:1) e terra vegetal + fibra de coco (1:3) foram os que apresentaram melhores resultados na emergência, massa seca da parte aérea, comprimento da parte aérea, massa seca da raiz e comprimento da raiz de Cassia grandis. Por outro lado, verificou-se que no tratamento composto com casca de castanha de caju e areia (3:1) não ocorreu germinação. No segundo experimento, para a produção de mudas de Cassia grandis, utilizou-se a combinação de substrato pó de madeira e areia (1:1), que apresentou melhor resultado no primeiro experimento, tendo como recipientes tubetes (0,3 dm3) e vaso (1,0 dm3) e nas intensidades de luz de 50%, 25% e a pleno sol. A cada duas semanas, durante oito semanas, foram feitas as seguintes avaliações: altura de plantas, diâmetro do colo, área foliar, massa seca do caule, massa seca das folhas, massa seca da raiz, relação altura de planta e diâmetro do colo e índice de Dickson. O delineamento estatístico foi o inteiramente casualizado em sistema fatorial 3 x 2 (três luminosidades e dois recipientes), as médias foram submetidas ao teste de Tukey (pr<0,05), independentemente da época de avaliação e o procedimento de ajustamento de curvas de regressões não lineares e polinomiais foi usado para estimar o comportamento das características avaliadas em função do tempo. O ambiente com 25 e 50% de luminosidade se constituem em melhor alternativa para a produção de mudas de Cassia grandis de boa qualidade. Recomenda-se o uso de tubete, por ter menor custo e ser de mais fácil manuseio.

  • ADRIANO SOARES DE CARVALHO
  • LEVANTAMENTO DE ARTRÓPODES PREDADORES ASSOCIADOS À CULTURA DO MELOEIRO NO MUNICÍPIO DE BARAÚNA, RN

  • Data: 28/02/2013
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  • O meloeiro (Cucumis melo) atualmente é a cucurbitácea mais cultivada no Brasil, onde a região Nordeste é responsável pela maior parte da produção, principalmente nos estados do Ceará e Rio Grande do Norte. O polo agrícola Mossoró-Açu é a área do Rio Grande do Norte que mais produz essa olerícola, onde os municípios de Mossoró e Baraúna se destacam por possuírem as maiores áreas irrigadas com essa cultura. A intensificação no cultivo tende a causar uma maior incidência de problemas com insetos-praga. As informações sobre a diversidade desses insetos-praga e seus inimigos naturais (parasitóides, predadores e entomopatógenos) são importantes para implantação do Manejo Integrado de Pragas (MIP) na cultura do meloeiro. Os artrópodes predadores são importantes na regulação das populações de insetos fitófagos e consequentemente contribuem para redução no uso do controle químico. Por esse motivo, o objetivo deste trabalho foi conhecer a diversidade de famílias de artrópodes predadores que ocorrem naturalmente na cultura do meloeiro no município de Baraúna - RN. O levantamento foi realizado, semanalmente, numa área de produção comercial de melão de 2,5 ha, nos meses de agosto a setembro de 2012. Foram utilizadas coletas com armadilhas Pitfall e Moericke, e coletas com rede de varredura, aplicadas na cultura do meloeiro e na vegetação nativa adjacente à cultura. Foram coletados 6.235 artrópodes predadores, pertencentes a duas ordens de aracnídeos (Araneae e Scorpiones) e 16 famílias de insetos. As famílias com maiores frequências relativas na coleta passiva foram: Labiduridae (87,08%), Formicidae (6,72%), Phoridae (1,72%) e Sphecidae (1,55%), na coleta ativa foram mais frequentes as famílias: Formicidae, Chrysopidae, Staphylinidae e a ordem Araneae, que apresentaram respectivamente, as seguintes frequências relativas totais: 30,54%, 18,38%, 5,95% e 24,05%. Os resultados obtidos podem servir de subsídios para outras pesquisas, pois revelam importantes informações sobre a diversidade de predadores, destacando os insetos da família Labiduridae e Chrysopidae como os mais frequentes encontrados respectivamente, no solo e na parte aérea do meloeiro, e podem estar atuando no controle biológico natural das pragas dessa cultura em Baraúna – RN.

  • FRANCINEUDO ALVES DA SILVA
  • PRODUÇÃO DE MILHO PARA ENSILAGEM E ESPIGAS VERDES EM FUNÇÃO DE PERÍODOS DE VERANICO NOS SISTEMAS DE PLANTIO DIRETO E CONVENCIONAL

  • Data: 28/02/2013
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  • Foram conduzidos dois experimentos no campus da UFERSA, em Mossoró-RN, com objetivo de avaliar o efeito de períodos de veranicos sobre a produtividade e qualidade de espigas verdes e milho para ensilagem cultivado nos sistemas de plantio direto e convencional. Os experimentos foram conduzidos no esquema de parcelas subdividas, distribuídas no delineamento experimental em blocos casualizados, com quatro repetições. Nas parcelas, foram avaliados dois sistemas de plantio (direto e convencional) e nas subparcelas seis períodos de veranicos (2, 6, 10, 14, 18 e 22 dias). Em ambos experimentos a cultura foi irrigada por gotejamento, tendo sido efetuado controle individual do suprimento de água em cada subparcela, visando realizar as simulações dos períodos de veranicos, que foram iniciados a partir dos 34 dias após o plantio do milho. O manejo da irrigação, fora dos períodos de veranico, foi feito de modo diferenciado para cada subparcela, mantendo o solo com umidade superior a 75% de água disponível total. Com base no volume de água aplicado, obtido a partir da vazão dos gotejadores e do somatório do tempo das irrigações realizadas durante o ciclo da cultura, determinou-se o consumo de água para cada tratamento. No primeiro experimento, com cultivo de milho para produção de espigas verdes, avaliou-se as características: altura de plantas, estande, número de espigas totais, número de espigas comercializáveis, massa média de espigas com palha e despalhadas, comprimento de espigas, produtividade de espigas totais e comercializáveis, consumo de água no ciclo da cultura e eficiência do uso da água para produção de espigas totais com palha e comercializáveis despalhadas. À medida que se aumentou o período de déficit hídrico, ocorreu redução na produtividade e a qualidade das espigas verdes, com menores perdas verificadas no plantio direto, devido à cobertura do solo pela palhada, reduzindo a perda de água por evaporação, o que resultou na redução no consumo de água e aumento na eficiência do uso da água. No segundo experimento, com cultivo de milho para ensilagem, avaliou-se altura de plantas, estande, produtividade de massa fresca e massa seca de milho para ensilagem, consumo e eficiência do uso da água para produção de massa fresca de silagem (kg de silagem por m³ de água). Houve efeito do veranico nos dois sistemas de plantio, com maiores perdas verificadas no plantio convencional em relação ao plantio direto, à medida em que se aumentou o período de déficit hídrico. Períodos de veranico de 6, 10, 14, 18 e 22 dias reduziram a produtividade de matéria seca de milho para ensilagem em 8,74; 26,47; 42,5; 48,05 e 64,60% do plantio direto e em 16,42; 32,04; 47,38; 65,23 e 74,19% no plantio convencional.

  • JOAQUIM BRANCO DE OLIVEIRA
  • DESEMPENHO DE CULTIVARES DE MELANCIA EM DIFERENTES ÉPOCAS DE PLANTIO, NO MUNICÍPIO DE MOSSORÓ- RN

  • Data: 28/02/2013
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  • Apesar de ser uma cultura típica de clima tropical, nas regiões Sudeste e Sul do Brasil, o plantio concentra-se na primavera e no verão, e na região Nordeste, o plantio é realizado em qualquer época do ano, seja ele de sequeiro ou irrigado. No agropolo Assu-Mossoró, do Rio Grande do Norte, as variações dos elementos climáticos sugerem a possibilidade da época de plantio interferir sobre o comportamento da melancia. Com o objetivo de avaliar o desempenho de cultivares de melancia em diferentes épocas de plantio foi desenvolvido um experimento na horta didática do Departamento de Ciências Vegetais da UFERSA. O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados completos, com quatro repetições, no esquema de parcela subdividida 3x3, em cujas parcelas foram avaliadas as cultivares Crimson, Olímpia e Denver e nas subparcelas os plantios de junho, agosto e outubro. A análise do crescimento das cultivares nas três épocas de plantio foi realizado por meio de coletas aos 5, 15, 25, 35 45 e 55 DAT em função da massa seca total e massa seca da parte vegetativa, área foliar, índice de área foliar, taxa de crescimento absoluto, taxa de assimilação líquida, taxa de crescimento relativo e eficiência de conversão da PAR. O rendimento e qualidade dos frutos foram avaliados em função do: número médio de frutos totais, comerciais e não comerciais por planta, massa média de frutos totais, comerciais e não comerciais por planta, produtividade dos frutos totais, comerciais e não comercias, sólidos solúveis, acidez titulável, relação sólidos solúveis/acidez titulável e pH. A temperatura do ar e do solo e a umidade relativa não afetaram o crescimento e desenvolvimento das cultivares, e a disponibilidade de radiação ficou acima do mínimo necessário para a melancia. As épocas de plantio influenciaram no acúmulo de massa seca total e da parte vegetativa a área foliar, o índice de área foliar, a taxa de crescimento absoluto, a taxa de assimilação líquida e o uso eficiente da radiação fotossinteticamente ativa assim como a produtividade total, comercial e não comercial. A cultivar Olímpia em agosto foi a que acumulou mais massa seca total da parte vegetativa e eficiência de conversão. Os parâmetros de qualidade dos frutos sólidos solúveis, relação sólidos solúveis/acidez titulável e pH parecem sofrer influência somente das cultivares, enquanto a acidez titulável sofreu clara influência das épocas de plantio.

  • PATRICIA LIANY DE OLIVEIRA FERNANDES SIQUEIRA
  • FERTILIDADE DO SOLO SOB A COPA DE ESPÉCIES ARBÓREAS EM FUNÇÃO DE DENSIDADES DE PLANTIO

  • Data: 28/02/2013
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  • A Caatinga encontra-se em acentuado processo de degradação. O uso de leguminosas de rápido crescimento pode aumentar a disponibilidade de nutrientes no solo, contribuindo para a recuperação de áreas degradadas. O objetivo desse trabalho foi avaliar os teores de nutrientes da serapilheira e do solo sob a copa da gliricídia (Gliricidia sepium) e sabiá (Mimosa caesalpiinifolia) em densidades de plantio (400, 600, 800, 1000 e 1200 plantas ha -1 ). O experimento foi realizado em blocos ao acaso com três repetições e parcelas subdivididas. As espécies foram aplicadas nas parcelas e as densidades, nas subparcelas. As amostras da serapilheira e do solo foram coletadas três anos após o plantio das árvores. As amostras da serapilheira foram analisadas quanto aos teores de N, P, K, Ca, Mg e as do solo quanto aos teores de matéria orgânica (MO), P, K, Na, Mg e Ca e quanto ao pH, e acidez potencial. O teor de Mg na serapilheira da gliricídia foi superior à da sabiá. Não houve diferença entre espécies quanto aos demais elementos. O aumento da densidade de plantio diminuiu os teores de N e Mg, mas não alterou os teores de Ca e P na serapilheira. As quantidades dos teores dos nutrientes na serapilheira das duas espécies apresentou a sequência Ca > N > Mg > K> P. Não houve diferença entre solos cultivados com as duas espécies na fertilidade do solo. O aumento da densidade aumentou os teores de P e Mg no solo. Os teores de Ca e Na aumentaram e depois diminuíram, com o aumento da densidade. Não houve efeito de densidade na MO, K, pH e acidez potencial.

  • MARIA ISABEL DE LIMA SILVA
  • ALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS E BIOQUÍMICAS EM SEMENTES DE PIMENTA (Capsicum baccatum L.), cv. DEDO-DE-MOÇA EM FUNÇÃO DO ESTÁDIO DE MATURAÇÃO DOS FRUTOS

  • Data: 28/02/2013
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  • A determinação do ponto ou intervalo adequado à colheita dos frutos para a produção de sementes de pimenta é fundamental para garantir o sucesso da produção, bem como para a obtenção de sementes de qualidade. Desde a maturidade fisiológica até o momento de sua utilização na semeadura, as sementes estão sujeitas à perda de qualidade, em virtude das mudanças fisiológicas e bioquímicas que passam a ocorrer. Diante disso, esta pesquisa teve por objetivo avaliar as alterações fisiológicas e bioquímicas em sementes de pimenta, variedade Dedo-de-moça, obtidas de frutos colhidos em diferentes estádios de maturação, para determinação do momento mais adequado à colheita das sementes. Para tanto, foi conduzido o experimento em campo, onde foram colhidos frutos aos 10, 20, 30, 40, 50, 60, 70, 80 e 90 dias após a antese (DAA). Os frutos foram avaliados em relação ao peso, comprimento, diâmetro e espessura da polpa. A qualidade física, fisiológica e bioquímica das sementes foi avaliada pelos seguintes testes e determinações: grau de umidade, massas da matéria fresca e seca de 100 sementes, peso de mil sementes, condutividade elétrica, emergência, índice de velocidade de emergência e velocidade de emergência; foram quantificados, lipídios neutros, proteínas solúveis, aminoácidos livres totais, açúcares solúveis totais, açúcares não-redutores e amido. Foi determinado ainda o perfil eletroforético para estabelecer o padrão qualitativo das proteínas nas sementes de pimenta nos diferentes estádios de maturação. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado. Para as variáveis peso, diâmetro, comprimento e espessura da polpa dos frutos foram utilizadas 30 repetições. Para o peso de mil sementes e as determinações bioquímicas, foram utilizadas oito e cinco repetições, respectivamente e os dados foram submetidos às análises de variância e regressão. Os frutos de pimenta cv. Dedo-de-moça alcançam maiores valores em peso e comprimento entre 40 e 50 DAA. O máximo acúmulo em massa seca de 100 sementes ocorreu a partir dos 40 DAA,permanecendo estável a partir de então. O mesmo ocorreu para o peso de mil sementes. Menores valores de condutividade elétrica foram encontrados nos estádios entre 50 e 70 DAA, épocas onde ainda verificaram-se altos valores para grau de umidade (37%; 31% e 26%), o que é esperado por se tratar de uma espécie de frutos carnosos. Maiores valores de emergência de plântulas foram encontrados nos estádios de 50 e 60 DAA. O acúmulo de reservas nutritivas e conteúdo de metabólitos exibiu de modo geral maiores valores nos estádios de maturação entre 50 e 60 DAA. A análise do perfil eletroforético das proteínas evidenciou a presença de cadeias polipeptídicas provavelmente constituintes das globulinas. Desta forma, conclui-se que sementes de pimenta cv. Dedo-de-moça atingem a maturidade fisiológica entre 50 e 60 DAA, sendo este, o período recomendado para colheita dos frutos, visando a produção de sementes de alta qualidade fisiológica.

  • HELDER HORACIO DE LUCENA
  • QUALIDADE DA MANGA "TOMMY ATKINS" MINIMAMENTE PROCESSADA TRATADA COM ÁGUA ELETROLISADA

  • Data: 28/02/2013
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  • O consumo de frutas minimamente processadas é atribuído à conveniência e aos benefícios que proporcionam à saúde. Entretanto, relatos de doenças associadas aos micro-organismos têm despertado o interesse dos consumidores. O hipoclorito de sódio, que tem o cloro como princípio ativo, é um dos métodos clássicos de controle, mas pode levar à formação de compostos carcinogênicos indesejáveis. Com o objetivo de desenvolver tecnologia alternativa ao hipoclorito, este trabalho avaliou o tratamento com água eletrolisada na qualidade da manga minimamente processada. Manga „Tommy Atkins‟ (utilizada como modelo biológico de estudo) foi adquirida na Central de Abastecimento do Ceará (Ceasa), acondicionada em camada única dentro de caixas plásticas e transportada para a Embrapa Agroindústria Tropical, onde foi selecionada e resfriada (10±2 °C, 85-90% UR) por 24 horas. Após refrigeração, a manga foi imersa em soluções de água eletrolisada (0, 75, 150, 225 e 300 mg L-1 de cloro livre) ou do produto comercial Adheclor® (200 mg L-1 de cloro livre) e, na sequência, minimamente processada em cubos (15mm de aresta). Os cubos foram acondicionados (135g) em copos de polipropileno, com tampa, e armazenados em câmara fria (3±2°C, 85±5% UR) por 12 dias. A cada seis dias (0, 6 e 12), amostras foram submetidas às avaliações físicas (perda de massa, cor, sólidos solúveis e firmeza), físico-químicas (acidez titulável, vitamina C, relação SS/AT, açúcares redutores, açúcares totais, carotenóides e polifenóis extraíveis totais) e microbiológicas (Salmonella spp., coliformes termotolerantes e psicrotróficos); e a cada quatro dias (0, 4, 8 e 12), foram submetidas às análises sensoriais (aceitação da aparência, aceitação global e intensidade de gosto estranho). O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial (5+1) x 3 ((cinco concentrações de água eletrolisada + Adheclor®) x três tempos de armazenamento). Os dados foram analisados por regressão, com base na significância da curva, para cada uma das doses de aplicação, nos tempos de armazenamento. A manga minimamente processada e tratada com água eletrolisada apresentou qualidade equivalente àquela tratada com o produto comercial (Adheclor®), o que permite concluir, tendo a manga como modelo biológico, que a água eletrolisada poder ser utilizada como sanitizante em substituição aos produtos à base de cloro atualmente em uso na indústria de processamento mínimo.

  • JUSSIARA DE LIMA OLIVEIRA ARAÚJO
  • MOBILIZAÇÃO DE RESERVAS DURANTE O CRESCIMENTO PÓS-GERMINATIVO EM GIRASSOL SOB ESTRESSE SALINO E OSMÓTICO APLICADOS DE FORMA ISOLADA E COMBINADA.

  • Data: 28/02/2013
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  • Este trabalho teve como objetivo investigar as alterações no padrão de mobilização das reservas e partição dos produtos de mobilização em girassol durante o estabelecimento da plântula sob estresse salino e osmótico aplicados de forma isolada e combinada. Para tanto, sementes germinadas do híbrido Helio 253 foram cultivadas em meio ágar-água 4 g/L sem adições (controle) ou suplementado com agentes estressores sob condições controladas durante 72 h. Foram realizados três experimentos, verificando-se os efeitos de tratamentos salinos isolados (NaCl 0, 50 e 100 mM), tratamentos osmóticos isolados (D-manitol 0, 100 e 200 mM) ou tratamento controle, salino (NaCl 100 mM), osmótico (D-manitol 200 mM) e isosmótico combinado (NaCl 50 mM e D-manitol 100 mM). O estresse salino e o estresse osmótico aplicados de forma isolada afetaram diferencialmente a mobilização das diversas reservas. Tanto o estresse salino quanto o estresse osmótico retardou a mobilização dos lipídios e do amido, mas apenas o estresse osmótico acelerou a degradação das proteínas. O retardo da mobilização do amido e dos lipídios é acompanhado pela acumulação de açúcares não redutores nos cotilédones, os quais podem estar implicados em um mecanismo de regulação que envolve a relação fonte-dreno. A diminuição do conteúdo de proteínas e o aumento do conteúdo de aminoácidos livres no eixo em crescimento pode indicar a ocorrência de distúrbios no metabolismo das proteínas nas plântulas expostas ao estresse salino ou osmótico isolado. A exposição das plântulas ao estresse salino combinado ao estresse osmótico, sob condiçãoisosmótica em comparação com os estresses isolados, não afetou a mobilização das reservas de carbono e de proteínas. Os tratamentos salino isolado e o isosmótico combinado não afetaram o estado hídrico dos cotilédones e do eixo em crescimento, nem a distribuição do K+ entre estas partes. No entanto, o tratamento osmótico isolado afetou o estado hídrico dos cotilédones. Tomando os resultados em conjunto, é possível concluir que as respostas apresentadas pelas plântulas de girassol, em termos de mobilização de reservas, são características para o estresse salino combinado ao estresse osmótico e não podem ser extrapoladas a partir das respostas apresentadas para estes estresses aplicados de forma isolada.

  • ISAIAS PORFIRIO GUIMARÃES
  • SELEÇÃO DE LINHAGENS DE MELÃO AMARELO QUANTO A ASPECTOS PRODUTIVOS E QUALITATIVOS DO FRUTO E RESISTENTES A Myrothecium roridum E Podosphaera xanthii

  • Data: 28/02/2013
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  • O objetivo geral do presente trabalho foi avaliar linhagens de melão Amarelo quanto a aspectos produtivos e qualitativos do fruto e resistentes a Myrothecium roridum e Podosphaera xanthii. Foram avaliadas 98 linhagens e os híbridos „Vereda‟ e „AF-646‟ em dois municípios, Mossoró e Baraúna, em blocos casualizado com duas repetições. As características avaliadas foram: produtividade, peso médio do fruto, espessura da polpa, firmeza da polpa e teor de sólidos solúveis. Constatou-se efeito significativo de linhagens nos dois ambientes de avaliação e na análise conjunta para todas as características. A interação linhagens x locais foi acentuada, sendo a estimativa do componente de variância da interação superior àquele da variância genética entre linhagens. Ocorreu superioridade na contribuição da parte complexa em relação à simples da interação para todas as características. A interação linhagens x ambientes teve reflexo na seleção, pois a resposta correlacionada pela seleção em um ambiente e ganho em outro sempre foi inferior ao ganho da seleção direta. As estimativas da variância genética entre linhagens foram superestimadas pelo componente da interação linhagens x locais, sendo necessárias avaliações em ambientes diferentes. A seleção com base no comportamento médio das linhagens foi eficiente, pois proporcionou maiores ganhos de seleção do que aqueles obtidos com base na seleção no ambiente individual.Cinco linhagens selecionadas possuem boas características de qualidade de frutos e elevada produção, nos dois locais de avaliação. Também avaliou-se a reação de linhagens de diferentes cruzamentos aos patógenos M. roridum e P. xanthii. Inicialmente foram avaliadas 86 linhagens do cruzamento „AM-04‟ x „Goldex‟, 91 linhagens do cruzamento „AM-12‟ x „Rochedo‟ e 75 linhagens do cruzamento „ACP x AF-646‟, sendo os três experimentos conduzidos em casa de vegetação no delineamento em blocos casualizados com cinco repetições. Em cada experimento também foram avaliados os genitores resistentes e suscetíveis. Foram selecionadas dezessete linhagens medianamente resistentes, três, sete e sete linhagens dos cruzamentos „AM-04‟ x „Goldex‟, „AM-12‟ x „Rochedo‟ e „ACP‟ x „AF-646‟, respectivamente. As linhagens selecionadas, os genitores e sete cultivares diferenciadoras foram avaliadas para reação à P. xanthii em casa de vegetação em delineamento inteiramente casualizados com dez repetições. A inoculação foi realizada tocando a folha infectada com conídios do fungo sobre a parte adaxial da terceira folha verdadeira dos tratamentos. Dez linhagens de melão amarelo, selecionadas são medianamente resistentes (cancro de mirotécio) a M. roridum e resistentes a P. xanthii.

  • ÍTALO NUNES SILVA
  • BICULTIVO DE ALFACE CONSORCIADA COM BETERRABA SOB DIFERENTES QUANTIDADES DE JITIRANA INCORPORADAS AO SOLO E ARRANJOS ESPACIAIS

  • Data: 28/02/2013
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  • Este trabalho teve por objetivo avaliar o efeito da adubação com Jitirana em diferentes quantidades e arranjos espaciais na produtividade e rentabilidade do bicultivo da alface consorciada com beterraba, nas condições semiáridas de Mossoró. O trabalho foi conduzido na Fazenda Experimental Rafael Fernandes da Universidade Federal Rural do Semi-Árido - UFERSA, no período de setembro a dezembro de 2011. O delineamento experimental utilizado foi em blocos completos casualizados, com os tratamentos arranjados em esquema fatorial 4 x 3, com 4 repetições, sendo o primeiro fator constituído pelas quantidades de Jitirana incorporadas ao solo (6, 19, 32 e 45 t ha-1 em base seca) e o segundo fator pelos arranjos espaciais (2:2, 3:3 e 4:4). Os arranjos 2:2, 3:3 e 4:4 foram compostos por faixas de duas, três e quatro fileiras de alface alternadas com duas, três e quatro fileiras de beterraba. A cultivar de alface plantada foi a ´Tainá´ e a de beterraba foi ´Early Wonder´. As características avaliadas na alface foram: altura e diâmetro de plantas, número de folhas por planta, massa seca da parte aérea e produtividade, e na cultura da beterraba: altura de plantas, massa fresca e seca da parte aérea, produtividade comercial de raízes, massa seca de raízes e produtividade classificada de raízes. Índices de eficiência agronômica e econômica de sistemas consorciados, tais como: uso eficiente da terra, índice de eficiência produtiva, escore da variável canônica, renda bruta, renda líquida, taxa de retorno e índice de lucratividade também foram avaliados. Os arranjos espaciais entre as culturas componentes não influenciaram a performance agronômica do bicultivo de alface consorciada com beterraba. A otimização do desempenho agroeconômico do bicultivo de alface consorciada com beterraba foi obtida com a incorporação ao solo da quantidade de Jitirana de aproximadamente 38 t ha-1.

  • JOSÉ DIJALMA BATISTA DE FREITAS
  • DIVERSIDADE DE MOSCAS-DAS-FRUTAS E SEUS HOSPEDEIROS, NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

  • Data: 28/02/2013
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  • O presente estudo foi conduzido durante o período de janeiro de 2010 a dezembro de 2011, em municípios localizados no semiárido, na Região Oeste do Estado do Rio Grande do Norte. Objetivou-se conhecer a diversidade de espécies de moscas-das-frutas, bem como associá-las aos seus hospedeiros nativos e exóticos. As moscas-das-frutas foram coletadas através de armadilhas do tipo McPhail, contendo nelas uma proteína hidrolisada a 5% como atrativo alimentar. Elas foram instaladas nas áreas urbanas dos municípios. Com as armadilhas foram capturadas 1.185 moscas-das-frutas (476 machos e 709 fêmeas), sendo 616 Anastrepha e 569 Ceratitis capitata. Dessa forma, foram identificadas sete espécies: A. alveata, A. dissimilis, A. obliqua, A. pickeli, A. sororcula, A. zenildae e C. capitata. Para relacionar as espécies aos seus hospedeiros, coletaram-se frutos nativos e exóticos de maneira aleatória nas áreas urbanas e rurais dos municípios. Foram efetuadas 304 amostragens de frutos obtendo-se um total de 462,64 kg de frutos (161,26 kg provenientes do solo e 301,38 kg da copa das plantas). Desses frutos obtiveram-se 11.647 pupários, de onde emergiram 4.180 C. capitata, sendo 1.935 machos e 2.245 fêmeas e 3.133 de Anastrepha, com emergência de 1.615 machos e 1.518 fêmeas. Além das moscas-das-frutas, 425 parasitoides emergiram desses pupários. A viabilidade pupal das Anastrepha foi de 57,32% e C. capitata de 75,03%. A espécie C. capitata foi a mais polífaga, e verificou-se que a infestação ocorreu nove espécies vegetais (6 exóticas e 3 nativas). Já entre as Anastrepha, A. obliqua foi a que infestou o maior número de espécies. As maiores infestações de Anastrepha foram observadas em pitanga, macaxeira, mandioca e goiaba com 440,0; 75,56; 53,84 e 37,64 pupario. kg-1, respectivamente.

  • JOÃO PAULO BEZERRA SARAIVA
  • EFEITO DE FUNGOS MICORRÍZICOS ARBUSCULARES FRENTE À TOLERÂNCIA DE CUCURBITÁCEAS A Monosporascus cannonballus EM FUNÇÃO DO TEMPO DE CULTIVO

  • Data: 27/02/2013
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  • Neste trabalho, foram realizados um experimento e uma prospecção em áreas produtoras de melão e melancia e em áreas de mata nativa. A prospecção foi realizada com o objetivo de avaliar a ocorrência dos fungos micorrízicos arbusculares e do Monosporascus cannonballus nas áreas produtoras de melão e melancia em comparação com as áreas de mata nativa, visando à obtenção de informações sobre a interação destes dois fungos de forma natural. Definiram-se três áreas de produção para coletas de solos, nos municípios de Mossoró, Baraúna (RN) e Quixeré (CE). O solo foi coletado nas linhas de plantio e em áreas de mata nativa no entorno dos talhões, sendo estas escolhidas como referência e coletadas do solo aleatoriamente, todas as áreas foram georreferenciadas e cada ponto de coleta na mata nativa foi georreferenciado. As amostras foram levadas ao laboratório de Fitopatologia da UFERSA para quantificação dos ascósporos de M. cannonballus e em seguida levadas ao laboratório de Microbiologia do solo da UFC em Fortaleza para quantificação dos FMA e identificação em nível de gênero. Verificou-se que os solos de mata nativa da Caatinga bem como a diversidade florística servem como fonte de diversidade e quantidade de FMA para uso na agricultura, o manejo aplicado atualmente nas áreas de cultivo de melão e melancia pode estar reduzindo a multiplicação das espécies de FMA nativos da Caatinga, para os solos em questão, são necessárias mais prospecções, em mais épocas do ano, para verificar em mais detalhes a interação existente entre estes dois fungos. O Monosporascus foi identificado em todos os solos analisados e a densidade de ascósporos encontrados pode limitar a produção de cucurbitáceas nas áreas prospectadas caso não sejam tomadas medidas de controle. O experimento teve como objetivo de verificar o efeito dos FMA nativos no controle de diferentes isolados de M. cannonballus nas culturas do melão, da abóbora e da melancia. Com uma duração de 60 dias, utilizou-se um delineamento estatístico inteiramente casualizado, em esquema fatorial 3 x 2, que consistiu em seis tratamentos, 3 culturas (melancia, abóbora e melão) x 2 isolados de M. Cannonbalus (CMM2390, ‘’Brasil melon 7- BM7’’, e controle, sem inoculação), com seis repetições, totalizando 54 parcelas, cada uma contendo duas plantas. Concluiu-se que a variedade de melão Sancho é totalmente suscetível no mínimo aos dois isolados de M. cannonballus utilizados neste estudo, não conferindo tolerância às plantas, os fungos micorrízicos arbusculares mostraram-se eficientes na colonização das duas culturas; mesmo colonizadas com FMA, as plantas de melão não suportaram a virulência dos isolados; outros estudos devem ser desenvolvidos para buscar uma condição de equilíbrio entre os dois fungos, trazendo com isso benefícios para o agronegócio brasileiro.

  • ANA PAULA MEDEIROS DOS SANTOS RODRIGUES
  • OCORRÊNCIA DE PLANTAS DANINHAS COMO HOSPEDEIRAS ALTERNATIVAS DE FITOPATÓGENOS RADICULARES E AVALIAÇÃO DA PATOGENICIDADE SOBRE AS CULTURAS DO MELÃO E DA MELANCIA.

  • Data: 27/02/2013
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  • O estudo foi dividido em duas etapas. Na primeira foi realizado um levantamento em 16 áreas de produção de melancia no estado do Rio Grande do Norte, com o objetivo de detectar possíveis plantas daninhas como hospedeiras. As espécies daninhas de maior prevalência em cada área, foram coletadas, e os fungos
    associados ao sistema radicular foram isolados em culturas puras. Foram coletadas plantas daninhas pertencentes a 13 espécies e 9 famílias botânicas. Dentre os fungos causadores do declínio de ramas, foram isolados das raízes das plantas daninhas, Macrophomina phaseolina, Rhizoctonia solani e Monosporascus cannonballus, o primeiro isolado de 12 espécies em 14 áreas, o segundo isolado de 4 espécies em 4 áreas, e o último isolado de 2 espécies em 2 áreas, ressaltando que este ultimo está sendo relatado a primeira vez em espécies daninhas. Portanto, o controle dessas espécies daninhas hospedeiras na entressafra, é essencial para o sucesso no manejo de doenças radiculares na cultura da melancia, já que estas se mostram como fonte de inóculo de vários patógenos, dentre eles o Monosporascus Cannoballus principal agente do colapso das ramas em cucurbitáceas. Na segunda etapa, foi verificado a patogenicidade de dois novos isolados de M. cannonballus, CMM 3645 e CMM 3646, frente a cinco variedades de melancia e cinco variedades de melão, e a execução do Postulado de Koch para as duas novas hospedeiras desse fungo. A produção do inóculo dos isolados foi feita a partir do meio de cultura BDA, contendo micélios do fungo. As variedades de melão e melancia e as espécies de plantas daninhas, foram cultivadas em vasos, contendo uma mistura estéril de solo e substrado. Passado 50 dias de cultivo, os ensaios foram desmontados, e foi feito o reisolamento das raízes das plantas. Para o ensaio de execução do Postulado de Koch (Ensaio I), a patogenicidade foi concluída através do reisolamento do fungo inoculado, sendo as duas espécies de plantas daninhas constatadas como hospedeiras, já que o postulado foi comprovado para ambas. Para o ensaio de patogenicidade dos isolados de M. cannonballus , CMM 3645 e CMM 3646, a melão e melancia, foi constatado que o isolado CMM 3646 se mostrou como sendo o mais patogênico, já que o mesmo incidiu em todas as variedades de melão e melancia utilizadas, com médias de freqüência de reisolamento de 27,4 e 21,1, respectivamente. Em contrapartida o isolado CMM 3645 apresentou uma freqüência média de reisolamento de 2,3 e 10,8, respectivamente, além de ter sido reisolado de apenas três das cinco variedades de melão utilizadas. É expresso, portanto, a importância de se aplicar medidas de controle para essas espécies de plantas daninhas, ainda que no período da entressafra nas áreas de produção de cucurbitácea, com intuito de reduzir um possível reprodutório de M. cannonballus em campo.

  • JOSE DARCIO ABRANTES SARMENTO
  • CARACTERIZAÇÃO DE FRUTOS DE AMEIXA SILVESTRE NO SEMIÁRIDO DO NORDESTE BRASILEIRO

  • Data: 27/02/2013
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  • O trabalho teve como objetivo caracterizar a fração comestível (polpa e casca) e a semente do fruto da ameixa silvestre (Ximenia americana L.) proveniente de diferentes locais de ocorrência de produção no município de Mossoró-RN quanto aos aspectos físicos, químicos e o potencial antioxidante. Para caracterização da fração comestível foi conduzido um experimento em delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial 3 x 2 (locais de coleta x estádios de maturação), com 4 repetições, totalizando 25 frutos por parcela experimental. Já para caracterização das sementes o experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado, com 4 repetições, totalizando 25 sementes por parcela experimental. Os frutos foram coletados nas comunidades de Mulungunzinho, Pau Branco e Mata do Meio pertencente ao município de Mossoró-RN, nos estádios de maturação verde e maduro. Amostras foram conduzidas a laboratórios da Universidade Federal Rural do Semiárido – UFERSA, em Mossoró-RN, para a realização das análises: massa fresca do fruto; rendimento de polpa, semente e casca; diâmetro longitudinal e transversal; umidade; sólidos totais; sólidos insolúveis totais; acidez titulável; pH; sólidos solúveis; açúcares totais e redutores; amido; fibras; proteína; lipídio; cinzas; minerais; vitamina C; carotenoides totais; flavonoides amarelos; antocianinas totais; polifenóis extraíveis totais; e atividade antioxidante pelo método DPPH e ABTS. Para o experimento com a fração comestível do fruto da Ximenia americana conclui-se que é uma boa fonte de N, P, K, Cu e Mn, tendo os frutos provenientes da comunidade de Pau Branco extraído maior quantidade de macro e micro; contêm elevados teores de lipídio, proteínas, açúcares, fibras, amido, acidez titulável, vitamina C, flavonoides amarelos, polifenóis e atividade antioxidante; a fração comestível do fruto verde contêm maior conteúdo de polifenóis extraíveis totais, carotenoides totais, flavonoides amarelos e antocianinas; a fração comestível dos frutos provenientes da comunidade de Pau Branco contém menor conteúdo de polifenóis extraíveis totais, atividade antioxidante, acidez, e sólidos totais; e maior umidade, massa do fruto, rendimento de polpa, rendimento da fração comestível e conteúdo de proteína; a atividade antioxidante atribuída à fração comestível do fruto da Ximenia americana mostrou-se relacionada aos elevados conteúdos de polifenóis extraíveis totais e vitamina C. Para o experimento com semente conclui-se que a semente da Ximenia americana é uma boa fonte de N, P, K, Cu e Mn, sendo que as da comunidade de Pau Branco teve maior quantidade Na e Mn; contém elevados teores de lipídio, proteína, fibras, amido, polifenóis extraíveis totais e atividade antioxidante; as sementes provenientes da comunidade Pau Branco contêm menor rendimento de semente, conteúdo de polifenóis e atividade antioxidante e maior teor de amido e pH; a atividade antioxidante atribuída à semente da Ximenia americana deve-se aos elevados conteúdos de polifenóis extraíveis totais.

  • GABRIELLY PAULA DE SOUSA AZEVEDO HENRIQUES
  • DENSIDADES DE PLANTIO EM CEBOLA CULTIVADA SOB FERTIRRIGAÇÃO

  • Data: 27/02/2013
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  • A baixa densidade de plantio adotada pelos produtores de cebola do Rio Grande do Norte constitui-se como um dos principais fatores limitantes ao aumento da produtividade. A maioria dos produtores utiliza uma população média de 400.000 plantas ha-1, no sistema de transplantio de mudas com a cultivar IPA 11. Em muitas regiões brasileiras de plantio de cebola, as altas produtividades são obtidas com populações superiores a 800.000 plantas ha-1, chegando em alguns casos a ultrapassar 1 milhão de plantas. O objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho agronômico da cebola em diferentes densidades de plantio em Mossoró, RN. O experimento foi desenvolvido na horta didática do Departamento de Ciências Vegetais da UFERSA, Mossoró/RN. O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados completos em esquema fatorial 2 x 5, com quatro repetições. Os tratamentos consistiram da combinação de duas cultivares de cebola (Vale Ouro IPA 11 e Bella Dura) e cinco densidades de plantio (80; 120; 160; 200 e 240 plantas m-2). As características avaliadas foram: classificação de bulbos em função do diâmetro transversal; produtividade total, comercial e não comercial; massa média de bulbo; massa seca de bulbo e relação de formato de bulbos. A cultivar mais produtiva foi a IPA 11, com produtividade total de 26,76 t ha-1. A densidade que proporcionou maior produtividade total (30,48 t ha-1) foi a de 204 plantas m-2 e comercial (24,74 t ha-1) foi a de 161 plantas m-2. O incremento da densidade reduziu a massa média e seca de bulbo, assim com na percentagem de bulbos das classes 2 e 3. O incremento da densidade aumentou a produtividade não comercial, percentagem de bulbos classe 1 (refugo) e relação de formato de bulbo.

  • ANTONIO ROBÉRIO VIEIRA
  • PROPAGAÇÃO ASSEXUADA E QUALIDADE DE FRUTOS DE GENÓTIPOS DE UMBU-CAJAZEIRA DA MESORREGIÃO CENTRO-SUL DO CEARÁ.

  • Data: 22/02/2013
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  • Este trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar as características físicas, físico-químicas, químicas e minerais dos frutos visando à seleção de genótipos de umbu-cajazeira promissores para o mercado de fruta in natura e para o processamento agroindustrial e a propagação assexuada de tipos de estacas (grossas, medianas e finas) tratadas com AIB nas doses (0, 1000 e 3000 mg.L-1) no enraizamento e emissão de folhas. Foram avaliados 28 genótipos de umbu-cajazeira em sete municípios, nos quais foram coletados e selecionados 60 frutos por planta para serem analisados as seguintes variáveis físicas: comprimento (mm), diâmetro (mm), relação comprimento e diâmetro, volume (mL), massa do fruto (g), massa do caroço (g), massa da polpa (g), massa do resíduo (g), rendimento de polpa (%), índice tecnológico (%), e firmeza da polpa (kgf.cm-2); físico-químicas: os sólidos solúveis (SS), o potencial hidrogeniônico (pH), a acidez total titulável (ATT), a relação sólido solúveis/acidez titulável (Ratio), a vitamina C (vit. C), os açucares redutores (AR), a atividade de água (Wa) e químicas: fósforo (P), potássio (K), sódio (Na), cálcio (Ca), magnésio (Mg), cobre (Cu), ferro (Fe), manganês (Mn) e zinco (Zn). Foram adotadas análises estatísticas uni e multivariadas apropriadas ao estudo do potencial das plantas de genótipos de umbu-cajazeira avaliadas. Foram estimadas as variância residual e a variância genética, correlações fenotípicas, coeficiente de variação. As correlações fenotípicas foram estimadas entre todas as características físicas e físico-químicas. Posteriormente, foi aplicado o teste t para determinação do nível de significância das respectivas correlações estimadas adotando-se 5% de probabilidade. Estacas de umbu-cajazeira grossas (20-22 mm) apresentam maior capacidade de enraizamento. Estacas de umbu-cajazeira tratadas com AIB (1000 mg.L-1) são mais eficientes à emissão de raíz e ao enraizamento. As características físicas mostraram que os frutos apresentam variações entre os genótipos. O GC3 apresentou maior massa. Para todos os genótipos de umbu-cajazeira avaliados, observou-se que o comprimento é maior que o diâmetro caracterizando frutos arrendondados. Os genótipos que mostraram as melhores características para aproveitamento foram GC3,GVA2, GVA3, GJ3 e GO1 por apresentarem maiores massas. Nas características físico-químicas, os frutos apresentaram os seguintes valores médios: SS (12,80°Brix)AR (9,89%), ATT (1,14 mg.100g-1 de ácido cítrico), Ratio (11,76), Wa (0,973), pH (2,75) e Vit. C (38,56 mg.100g-1). A sequência dos macrominerais na polpa de genótipos de umbu-cajazeira foi K>Ca>Na>P>Mg e a distribuição dos microminerais foi na ordem Fe>Mn>Zn>Cu. De um modo geral, o fruto de umbu-cajazeira é ácido. Esses resultados indicam que existe variabilidade para os caracteres analisados, possibilitando a exploração econômica de umbu-cajazeira para o consumo in natura e industrialização.

  • MAURO DA SILVA TOSTA
  • MAMOEIRO FORMOSA ‘TAINUNG - 01’ SOB ADUBAÇÃO COM FOSFATO MONOAMÔNICO E ENXOFRE

  • Data: 22/02/2013
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  • A obtenção de alta produtividade e qualidade de frutos de mamoeiro está diretamente associada a uma adubação balanceada, onde os adubos fosfatados e sulfatados têm um papel importante no sistema de produção agrícola. Neste contexto, conduziu - se dois experimentos, um com adubação fosfatada e outro
    com enxofre para avaliar a produção, qualidade de frutos e rentabilidade de mamoeiro formosa “Tainung-01”, nas condições edafoclimáticas de Baraúna - RN. No experimento de adubação fosfatada foi utilizado o delineamento experimental em blocos casualizados completos, em esquema de parcela subdividida, tendo como fator principal quatro doses de adubação em fundação (0; 80; 160 e 250 kg ha-1 de fosfato monoamônico [MAP]) e como subparcela duas adubações em cobertura (“20 kg ha-1 de Cosmofert® + 45 kg ha-1 de MAP” e “90 kg ha-1 de MAP”). Enquanto no experimento com enxofre foi utilizado o delineamento experimental em blocos casualizados completos, com quatro repetições e cinco
    doses em fundação de enxofre (S) elementar (0, 250, 500, 1000 e 2000 kg ha-1). A adubação de fundação com fosfato monoamônico respondeu negativamente na produção destinada exclusivamente ao mercado interno. Quando a produção é destinada ao mercado externo pode ser utilizada uma dosagem de 74,0 kg ha-1 de fosfato monoamônico. A utilização de 126,0 kg ha-1 de fosfato monoamônico em fundação promoveu uma melhor qualidade média de frutos. A ausência de adubação de fundação com fosfato monoamônico promoveu a maior rentabilidade. O mamoeiro Formosa ‘Tainung-01’ responde a adubação com enxofre. A aplicação, em média, de 426 kg ha-1 de enxofre verificou-se os melhores resultados
    para a produção. Aplicando 313 kg ha-1 de enxofre foi verificado frutos com melhor qualidade. A utilização de 307 kg ha-1 de enxofre em adubação promoveu a maior rentabilidade.

  • ALINNE MENEZES SOARES
  • AVALIAÇÃO DE CULTIVARES DE ALHO NO MUNICÍPIO DE GOVERNADOR DIX-SEPT ROSADO-RN

  • Data: 20/02/2013
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  • O desempenho produtivo e qualitativo de alho pode ser influenciado pela interação genótipo e ambiente. Nesse contexto foi desenvolvido durante o período de junho a novembro de 2012 um experimento com o objetivo de avaliar onze cultivares de alho no município de Governador Dix-sept Rosado-RN. O delineamento experimental adotado foi o de blocos casualizados completos, com quatro repetições. As cultivares de alho: Amarante, Branco Mossoró, Cateto Roxo, Catiguá, Caturra, Centenário, Chileno PR, Chinês Real, Gravatá, Mexicano e Morano Arequipeno foram avaliadas pelas características percentagem de plantas emergidas, altura de plantas, número de folhas vivas, ciclo vegetativo, diâmetro de bulbos (DB), razão bulbar (RB), massa fresca total das plantas (MFTP), estande final de plantas (EF), massa média de bulbos diferenciados (MMBD), percentagem de bulbos diferenciados (PBD), produção total de bulbos (PTB), classificação dos bulbos, número de bulbilhos por bulbo (NBULB), classificação dos bulbilhos, índice de chochamento, acidez titulável (AT), pH, sólidos solúveis (SS), relação sólidos solúveis/acidez titulável (SS/AT), sólidos totais (ST), açúcares solúveis totais (AST), açúcares redutores (AR), pungência e índice industrial (Ii). As cultivares Branco Mossoró, Cateto Roxo, Caturra, Centenário, Chinês Real, Gravatá e Mexicano apresentaram maior percentagem de bulbos diferenciados com maior diâmetro, e razão bulbar igual ou menor que 0,20. As cultivares com melhor desempenho agronômico e, portanto, mais indicadas para plantio no município de Governador Dix-sept Rosado-RN são Branco Mossoró e Centenário. As cultivares Amarante, Cateto Roxo, Caturra, Gravatá e Morano Arequipeno foram as mais pungentes entre as cultivares analisadas. As cultivares Branco Mossoró e Morano Arequipeno apresentaram maiores teores de sólidos totais e índice industrial, sendo, portanto, as mais indicadas para o processamento industrial.

  • PEDRO AGUIAR NETO
  • CRESCIMENTO E ACÚMULO DE NUTRIENTES EM CEBOLA, MELÃO E MELANCIA NOS ESTADOS DO RIO GRANDE DO NORTE E PERNAMBUCO.

  • Data: 10/01/2013
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  • Com o objetivo de avaliar o crescimento e acúmulo de nutrientes em cebola, melão e melancia cultivados nos estados do Rio Grande do Norte e Pernambuco foram desenvolvidos experimentos com a cultura da cebola no ano de 2009 nos locais, Petrolina-PE (no período de maio a outubro) e em Baraúna-RN (junho a outubro), já com a melancia em Petrolina-PE (setembro a dezembro) e Mossoró-RN (agosto a novembro) e o melão em 2010 em Petrolina-PE (no período de agosto a outubro) e Baraúna-RN (setembro a novembro). O delineamento experimental utilizado foi em DBC completos com quatro repetições, com duas cultivares de cebola (IPA 11 e Texas Grano 502) e seis épocas de coletas (15, 30, 45, 60, 75 e 90 DAT), para o melão duas cultivares (Iracema e Gran Prix) e cinco épocas de coleta (15, 25 35, 45 e 55 DAT) e a para a melancia duas cultivares (Quetzale e Shadow) e cinco épocas de coleta (15, 25, 35, 45 e 55 DAT). A cebola, cvs. IPA 11 e Texas Grano 502 apresentaram crescimento inicial lento, intensificando a partir dos 30 dias após o transplantio, DAT. Maiores incrementos na massa seca total, da parte aérea e do bulbo ocorreram no período de 60 a 75 DAT. Os nutrientes foram absorvidos pela cebola na seguinte ordem: Ca>K>N>Mg>P>Fe>Mn>Zn e Ca>N>K>Mg>P>Mn>Fe>Zn para “Texas Grano 502” e “IPA 11” em Petrolina e K>Ca>N>Mg>P>Fe>Mn>Zn e N>K>Ca>Mg>P>Mn>Fe>Zn para “Texas Grano 502” e “IPA 11” em Baraúna. As cultivares Texas Grano 502 e IPA 11 exportaram mais nutrientes em Baraúna. As cultivares Iracema e Gran Prix apresentaram crescimento inicial lento, intensificando a partir dos 25 dias após o transplantio, DAT. Maior incremento na massa seca total ocorreu no período de 35 a 45 DAT, na parte aérea de 25 a 35 DAT e no fruto no período de 35 a 45 DAT para Iracema e 45 a 55 DAT para Gran Prix. As cultivares Iracema e Gran Prix apresentaram maior acúmulo de massa seca em Baraúna. Os macro e micronutrientes foram absorvidos pelo melão, cultivares Gran Prix e Iracema na seguinte ordem decrescente: Petrolina -PE K>N>P>Ca>Mg>Fe>Zn>Mn e Baraúna-RN K>N>Ca>P>Mg>Fe>Zn>Mn. A cultivar Gran Prix acumulou mais nutrientes em Baraúna. A melancia, cultivares Shadow e Quetzale apresentaram crescimento inicial lento, intensificando a partir dos 25 dias após o transplantio, DAT. Maiores incrementos na massa seca total, da parte aérea e do fruto ocorreram no período de 45 a 55 DAT. A cultivar Shadow apresentou maior acúmulo de massa seca independente da localidade. Os macro e micronutrientes foram absorvidos pela melancia na seguinte ordem: K>N>Ca>P>Mg>Fe>Zn>Mn, independente da cultivar e localidade.

2012
Descrição
  • PRISCILLA VANÚBIA QUEIROZ DE MEDEIROS
  • Épocas e intensidades de poda na produção e qualidade de frutos de goiabeira em Quixeré - CE

  • Data: 24/12/2012
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  • A goiabeira cultivada sob irrigação, em condições de clima semiárido, apresenta alto potencial de produção. Para que esse potencial seja completamente explorado torna-se necessário o aporte de manejo adequado de podas de frutificação. Com o objetivo de verificar os efeitos da época e intensidades de poda de frutificação sobre a produção e qualidade da goiabeira „Paluma‟, foi conduzido um experimento na Fazenda WG Fruticultura Ltda, em Quixeré-CE. Foram avaliadas as características produtivas e qualitativas das plantas podadas em três épocas (19/11/2010; 16/03/2011; 09/02/2012), e submetidas a três intensidades de poda (curta, média e longa) e a testemunha. Todos os ramos da planta foram podados de acordo com a distancia a partir da base, curta ou drástica (podados a 1 cm da base, média (podados a 1/3 de seu comprimento, a partir da base), e longa ou desponte (podados a 2/3 de seu comprimento, a partir da base). Todos os ramos das plantas foram podados de acordo com a intensidade da poda adotada, sem considerar seu diâmetro.Ao iniciar a produção, as goiabas foram colhidas no estádio de maturação 4, seguindo recomendações do mercado, pesadas e separadas. Avaliou-se o número dos frutos, peso médio dos frutos e produtividade/ha. A qualidade pós-colheita foi realizada no Laboratório de Pós-colheita da UFERSA, avaliando características químicas (pH, ºBrix, vit. C e acidez) e físicas (firmeza, diâmetro lateral e transversal) dos frutos. Os dados foram submetidos à análise de variância, e as médias foram comparadas pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade. Todas as análises foram feitas com o programa estatístico SISVAR. O maior número de frutos ocorreu para as plantas submetidas a poda longa em novembro. A poda conduzida como testemunha, apresentou a menor média para as características avaliadas: número de frutos, produção (kg), produtividade (ton/ha) e para todas as características pós-colheitas estudadas. As intensidades de poda de frutificação influenciaram significativamente os diâmetros laterais dos frutos, pH, acidez titulável e vitamina C.

  • MARCELO SOBREIRA DE SOUZA
  • NITROGÊNIO E FÓSFORO APLICADOS VIA FERTIRRIGAÇÃO EM MELANCIA HÍBRIDOS OLÍMPIA E LEOPARD.

  • Data: 18/12/2012
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  • No Brasil, a produção de melancia híbrida sem sementes ainda é incipiente tendo em vista o alto custo das sementes, entretanto, nos últimos cinco anos, a área cultivada com melancia no Estado do Rio Grande do Norte, mais especificamente na região de Mossoró, onde se encontra a maior área irrigada do Estado, tem aumentado significativamente, principalmente da melancia híbrida diplóide (com semente) e triplóide (sem semente), que vêm substituindo as cultivares tradicionais, visando ao aumento da uniformidade e produtividade, destinadas principalmente à exportação e ao fornecimento aos grandes centros consumidores brasileiros, como a Ceagesp/SP, de forma que, atualmente, o estado do Rio Grande do Norte é um dos principais produtores e exportadores de melancia híbrida do Brasil. Porém, os produtores da região não possuem informações sobre as doses necessárias de nutrientes para alcançar o máximo rendimento da melancia, principalmente em relação aos novos híbridos introduzidos na região. Por isso esses produtores estão aplicando altas quantidades de fertilizantes, maiores do que as necessárias para o rendimento máximo, aumentando dessa forma os custos de produção e os danos causados ao meio ambiente podendo tornar essa prática agrícola insustentável. Dentro deste contexto, objetivou-se avaliar o efeito da adubação com N e P2O5 na produção de frutos, absorção de nutrientes, crescimento das plantas, nos teores de cátions e ânions do solo e solução do solo e, na qualidade dos frutos da melancieira. O experimento foi realizado na Fazenda Santa Luzia, localizada no município de Baraúna – RN (5° 05‟ 57”S e 37° 33‟ 16”W). O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados em arranjo fatorial com cultivo em faixas 4 x 4 x 2, resultando em 32 tratamentos, com 3 repetições, totalizando 96 parcelas na área do experimento. Os tratamentos foram formados por quatro doses de nitrogênio – N (0; 48; 121; 218 kg ha-1) combinadas com quatro doses de fósforo – P2O5 (0; 88; 220; 397 kg ha-1) em esquema fatorial, com duas cultivares de melancia (Olímpia e Leopard) nas subparcelas em faixas. A cultivar Leopard atingiu a produção comercial máxima estimada de 21.515 kg ha-1 nas doses de 99,7 kg ha-1 de N e 219,4 kg ha-1 de P2O5 e para a cultivar Olímpia foi de 35.625 kg ha-1 nas doses de 110,9 kg ha-1 de N e 226,9 kg ha-1 de P2O5. Apesar de o nitrogênio e o fósforo afetarem a produtividade da melancia, o efeito do fósforo foi mais pronunciado que do nitrogênio. Em nenhum dos tratamentos foi encontrada deficiência de N, P, K, Ca Mg Fe e Mn nas folhas da melancia, com exceção de Cu e Zn. Os macronutrientes mais absorvidos pelas folhas de melancia foram N>Ca>K>Mg>P e para os micronutrientes Fe>Mn>Zn>Cu. As adubações com doses crescentes de N e de P2O5 aumentaram proporcionalmente a condutividade elétrica (CE), a concentração de íons nitrato (NO3-), amônio (NH4+), nitrogênio mineral e fósforo (P) na solução do solo. Os teores de cátions trocáveis do solo foram na seguinte ordem decrescente: Ca+2Mg+2K+>Na+>NH4+. Os tratamentos e as cultivares influenciaram no acúmulo de massa seca na parte vegetativa, frutos e área foliar, sendo que os tratamentos T6 (48 kg ha-1 de N; 88 kg ha-1 de P2O5) e T11 (121 kg ha-1 de N; 220 kg ha-1 de P2O5) promoveram as maiores médias, sendo que, os frutos da cultivar Olímpia se comportaram como dreno preferencial da melancieira. Os frutos de melancia das cultivares Olímpia e Leopard apresentaram os maiores teores de sólidos solúveis (11,05% e 10,10%, respectivamente), quando cultivadas nas doses combinadas de 218 kg ha-1 de N e 0 kg ha-1 de P2O5 (Tratamento 13).

  • FRANCISCO TOMAZ DE OLIVEIRA
  • Desenvolvimento de porta-enxertos de goiabeira sob influência de fontes orgânicas, recipientes e fosfato natural.

  • Data: 28/09/2012
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  • Três experimentos foram realizados no período de setembro de 2010 a dezembro de 2011 no viveiro de mudas do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba, localizado no Perímetro Irrigado de São Gonçalo, Sousa-PB, com o objetivo de avaliar o desempenho de fontes orgânicas, volumes de recipiente e doses de fosfato natural na produção de porta-enxertos de goiabeira Var. Paluma. Em todos os experimentos, foi adotado o delineamento experimental em blocos completos casualizados, com os tratamentos arranjados em esquema fatorial 3 x 4 e quatro repetições. No primeiro experimento foram avaliadas três fontes orgânicas (esterco bovino, esterco ovino e húmus de minhoca) e quatro proporções destes materiais no substrato (0, 20, 40 e 60% v v-1). No segundo experimento os tratamentos consistiram da combinação dessas três fontes orgânicas com quatro volumes de recipiente (sacos de polietileno) (635, 1285, 1800 e 3300 mL). No terceiro experimento, os tratamentos consistiram da combinação das três fontes orgânicas supracitadas com quatro doses de fosfato natural (0,0; 2,5; 5,0 e 7,5 kg m-3). Nos primeiro e segundo experimentos foram avaliados parâmetros morfológicos e nutricionais. No terceiro experimento foram avaliados apenas os parâmetros morfológicos. As fontes esterco ovino e húmus de minhoca proporcionaram os melhores resultados. A proporção de 40% de matéria orgânica, independentemente da fonte, favoreceu o crescimento dos porta-enxertos. As proporções orgânicas influenciaram o acúmulo de macronutrientes. Os porta-enxertos mostraram-se altamente responsivos ao fósforo existente nas fontes orgânicas utilizadas, o que pode acarretar economia para o produtor de mudas. O recipiente de 1285 mL, conforme avaliação feita aos 120 dias após a semeadura, contendo as fontes esterco bovino ou ovino pode ser recomendado para produzir os porta-enxertos. O volume dos recipientes proporcionou diferenças no crescimento dos porta-enxertos e no acúmulo de N, P, Ca e Mg na massa seca da parte aérea e N, K e S na massa seca das raízes. O comprimento radicular dos porta-enxertos respondeu positivamente às doses de fosfato natural. O substrato contendo húmus de minhoca, conforme avaliação feita aos 120 dias após a semeadura apresentou-se adequado na produção de porta-enxertos. A aplicação de doses de fosfato natural em torno de 5,3 kg m-3 proporcionou, nos porta-enxertos, maior desenvolvimento do sistema radicular.

  • EDNALDO BARBOSA PEREIRA JÚNIOR
  • Adubaçaõ nitrogenada e fosfatada na cultura do feijão caupi no munícipio de Sousa - PB

  • Data: 28/09/2012
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  • O nitrogênio (N) e o fósforo (P) geralmente são os dois nutrientes que ocorrem em menores teores no solo em relação à necessidade da planta e são dois nutrientes dos mais exigidos pela cultura do feijão caupi. Este trabalho objetivou estimar a melhor combinação de doses recomendadas de N e de P2O5, como também os níveis críticos de N e de P na planta, para a produção máxima econômica do feijão caupi irrigado. Para tanto, foi realizado um experimento em condições de campo no Instituto Federal da Paraíba, no município de Sousa-PB. Os tratamentos resultaram da combinação entre quatro doses de N (25, 50, 75 e 100 kg ha-1) e quatro doses de P2O5 (25, 50, 75, e 100 kg ha-1), mais um tratamento testemunha (dose zero de N e dose zero de P2O5), totalizando 17 tratamentos. O delineamento experimental foi o de blocos casualizados com quatro repetições. O cultivar utilizado foi o “costela-de-vaca”, plantado no espaçamento de 0,80 x 0,20 m, em condições de irrigação por microaspessores. Foram avaliados os teores de N e de P na folha diagnóstica do feijoeiro, o teor de P disponível no solo após a colheita, comprimento de vagem, matéria seca da parte aérea vegetativa, massa de 100 grãos, produtividade de grãos e teor de proteína bruta nos grãos. As análises estatísticas consistiram da realização de análises de variância e de regressão linear múltipla (superfície de resposta), considerando as doses de N e de P2O5 como variáveis independentes. A partir dessas equações, foi estimado o nível crítico de P disponível no solo e os níveis críticos de N e de P na planta. Foram estimadas as doses de N e de P2O5 associadas à produção máxima do feijoeiro e, com base na receita bruta e no preço dos adubos, foram estimadas as doses de N e de P2O5 recomendadas para a produção máxima econômica do feijoeiro irrigado. O aumento das doses de N e de P2O5 aplicadas ao solo aumentou a produção de matéria seca da parte aérea, a massa de 100 grãos, a produtividade de grãos e os teores de N e de P na folha diagnóstica do feijoeiro. Os níveis críticos de N e de P na planta foram 46,8 e 3,24 g kg-1, respectivamente. No solo, o nível crítico de P extraído com o extrator Mehlich-1 foi 48,2 mg dm-3. A aplicação de apenas 25 kg ha-1 de N + 75 kg ha-1 de P2O5 proporcionaria uma produção de 1.792 kg ha-1 de grãos, com uma receita líquida de R$ 5.809,11, valor correspondente a 94% da máxima receita líquida estimada.

  • CLEINIANE MARIA GUERRA DE SOUSA
  • Aplicação pré-colheita de bioestimulante na qualidade e conservação pós-colheita do melão amarelo.

  • Data: 20/09/2012
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  • A venda do bioestimulante Crop Set® pelo fabricante tem por finalidade aumentar o enraizamento bem como melhorar os sólidos solúveis do melão, entretanto não há uma avaliação cientifica do produto que comprove sua eficácia. Em virtude disso e da importância da cultura do melão para a economia brasileira, que exporta grande parte do volume produzido e para isso um tempo de transporte refrigerado é requerido para a sua comercilaização. Este trabalho teve por objetivo avaliar a influencia da aplicação pré-colheita do bioestimulante Crop Set® na qualidade e conservação de dois híbridos de melão Amarelo Goldex e Iracema, com boa aceitação no mercado. Para isto, foi implantado um experimento na Fazenda Jardim “Coopyfrutas”, localizada no município de Mossoró-RN, com o melão Amarelo, cultivares „Goldex‟ e „Iracema‟ no período de setembro de 2011. A aplicação foi realizada com auxílio de um pulverizador costal com capacidade de 20L, 8 mL de Crop Set® diluídos aos 18 DAT e 16 mL de Crop Set® aos 25 DAT, mantendo-se a uniformidade na aplicação. Os tratamentos consistiram da combinação de dois fatores: cultivares (Goldex e Iracema) e aplicação do bioestimulante Crop Set® (com e sem aplicação). Ao atingirem a maturidade comercial aos 65 dias após o tansplantio, os frutos foram colhidos e transportados para o Laboratório de Tecnologia de Alimentos do Departamento de Agrotecnologia e Ciências Sociais da UFERSA. Em seguida, uma amostragem dos frutos de cada tratamento foi caracterizada previamente e os demais frutos foram armazenados em câmara fria com temperatura regulada a 10±2ºC e 80% UR onde permaneceram por 14, 21, 28 e 35 dias, sendo avaliados quanto à qualidade em cada intervalo de tempo. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado em esquema de parcelas subdivididas, sendo as parcelas constituídas pelas cultivares e aplicação do bioestimulante Crop Set® e a subparcela com cinco tempos de armazenamento pós-colheita (0, 14, 21, 28 e 35 dias após a colheita), com oito repetições. As seguintes características foram avaliadas: peso, comprimento, diâmetro, cavidade interna, aparência externa (AE) e interna (AI), perda de massa (PM), firmeza da polpa (FP), sólidos solúveis (SS), acidez titulável (AT), pH, relação SS/AT e açúcares solúveis totais.Verificou-se interação significativa entre os fatores aplicação de bioestimulante e cultivar para o comprimento dos frutos. Verificou-se efeito isolado da aplicação de bioestimulante Crop Set® para diâmetro médio dos frutos e efeito de cultivar para a cavidade dos frutos. A interação entre os fatores tempo de armazenamento e cultivar foi significativa para as características aparência interna, firmeza de polpa, acidez titulável e relação SS/AT. Observou-se, também interação significativa de cultivar e aplicação de bioestimulante para firmeza de polpa e pH. Observou-se efeito de tempo de armazenamento, cultivar e aplicação de bioestimulante para os açúcares solúveis totais. Houve efeito isolado de tempo de conservação para perda de massa, aparência externa, sólidos solúveis e pH.

  • FRANCISCO CICUPIRA DE ANDRADE FILHO
  • Bicultivo de folhosas consorciadas com beterraba em função de adubação com flor-de-seda edensidades populacionais.

  • Data: 20/09/2012
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  • Este estudo teve o objetivo de avaliar a viabilidade agroeconômica do bicultivo de folhosas consorciadas com beterraba em função de quantidades de flor-de-seda adicionadas ao solo e diferentes combinações de densidades populacionais das culturas componentes. O estudo foi realizado durante o período de junho a novembro de 2011, na Fazenda Experimental „Rafael Fernandes‟ da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), localizada no distrito de Alagoinha, distante 20 km da cidade de Mossoró-RN. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos completos casualizados, com os tratamentos arranjados em esquema fatorial 4 x 4 com quatro repetições. Os tratamentos resultaram da combinação de quatro quantidades de flor-de-seda incorporadas ao solo (6, 19, 32 e 45 t ha-1 em base seca) com quatro combinações de densidades populacionais das culturas componentes (20C-50B-20R%, 30C-50B-30R%, 40C-50B-40R% e 50C-50B-50R% das densidades recomendadas em cultivo - DPCS, onde B = beterraba, C = coentro e R = rúcula). Nas culturas do coentro e da rúcula, foram avaliadas as seguintes características: altura de plantas, número de folhas por planta ou número de hastes por planta, rendimentos de massa verde e massa seca da parte aérea. Na cultura da beterraba, foram feitas avaliações de altura de plantas, número de folhas por planta, massa seca da parte aérea, produtividade total, produtividade comercial, massa seca de raízes e produtividade classificada de raízes. No consórcio, foram feitas avaliações da variável canônica, índice de eficiência produtiva, renda bruta, renda líquida, taxa de retorno e índice de lucratividade. A melhor performance produtiva do coentro (1,57 t ha-1) foi obtida na densidade populacional de 40C-50B-40R na quantidade de 18,60 t ha-1 de flor-de-seda adicionada ao solo. O melhor desempenho de rendimento de rúcula (8,21 t ha-1) foi obtido na densidade populacional de 40C-50B-40R na quantidade de 10,26 t ha-1 de flor-de-seda incorporada ao solo. As maiores produtividades comercial e total (18,41 e 16,97 t ha-1) de beterraba foram alcançadas na densidade populacional de 40C-50B-40R nas quantidades de 27,82 e 27,49 t ha-1, respectivamente, de flor-de-seda adicionadas ao solo. Tanto no método multivariado quanto no método univariado foram registradas interações significativas entre os fatores-tratamentos estudados. Otimização dos indicadores econômicos foi obtida na densidade de 30C-50B-30R na quantidade de flor-de-seda de 32 t ha-1 ou na densidade de 20C-50B-20R na quantidade de 45 t ha-1 de flor-de-seda incorporada ao solo.

  • ROSEANO MEDEIROS DA SILVA
  • Produção de mudas de maracujazeiro - amarelo com diferentes tipos de enxertia e uso da câmara úmida.

  • Data: 18/09/2012
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  •  

    O objetivo deste trabalho foi avaliar a combinação de três formas de realização da
    enxertia pelo método de garfagem e uso da proteção da enxertia com câmara úmida na
    a produção de mudas de maracujazeiro-amarelo. O delineamento experimental adotado
    foi o de blocos completos casualizados em esquema fatorial 3x2, com seis repetições,
    sendo cada parcela constituída de nove plantas, onde os fatores foram as combinações
    de três formas de realização da enxertia pelo método de garfagem (fenda cheia, fenda
    lateral e fenda simples) e utilização e não do uso da proteção da enxertia com câmara
    úmida. Para produção das mudas dos porta-enxertos e enxertos foram utilizadas
    sementes da cultivar FB 100 e redondo-amarelo da marca comercial Topseed®
    respectivamente. As enxertias foram realizadas aos 70 dias após a semeadura. Aos 21
    dias após as enxertias foram retiradas as proteções por câmara úmida e avaliado a
    porcentagem de pegamento. Aos 28, 42 e 56 dias após a enxertia foi avaliado a
    sobrevivência em porcentagem de plantas que permaneceram vivas. Aos 56 dias após a
    enxertia avaliou-se o número de folhas, diâmetro do enxerto e porta-enxerto, altura da
    planta e massa seca da parte aérea. Verificou-se interação significativa para os
    diferentes tipos de enxertia e uso da câmara úmida aos 21 dias após a enxertia, os tipos
    de enxertia que apresentaram as maiores porcentagem de pegamento foram: fenda
    cheia (94,45%) e fenda lateral (91,67%). Não houve influência do uso da proteção com
    câmara úmida para as enxertias tipo fenda cheia e lateral. Com a realização da enxertia
    do tipo fenda simples, verificou-se diminuição da taxa de pegamento quando não se
    utiliza a proteção. Os tipos de enxertia por fenda cheia e fenda lateral apresentaram os
    maiores índices de sobrevivência e permaneceram em 86,12% e 91,67%
    respectivamente para os 28, 42 e 56 dias após a enxertia. As plantas provenientes de
    enxertos protegidos com câmara úmida apresentaram a maior média de porcentagem
    de sobrevivência (79,63%) para os 28, 42 e 56 dias após a enxertia. O uso da câmara
    úmida promoveu um decréscimo no crescimento das plantas, sendo necessário um
    menor tempo de permanência da proteção sobre as plantas. As enxertias de garfagem
    tipo fenda cheia e lateral associadas ao uso da proteção com câmara úmida
    promoveram os melhores índices de pegamento e sobrevivência das mudas de
    maracujazeiro-amarelo.

    O objetivo deste trabalho foi avaliar a combinação de três formas de realização daenxertia pelo método de garfagem e uso da proteção da enxertia com câmara úmida naa produção de mudas de maracujazeiro-amarelo. O delineamento experimental adotadofoi o de blocos completos casualizados em esquema fatorial 3x2, com seis repetições,sendo cada parcela constituída de nove plantas, onde os fatores foram as combinaçõesde três formas de realização da enxertia pelo método de garfagem (fenda cheia, fendalateral e fenda simples) e utilização e não do uso da proteção da enxertia com câmaraúmida. Para produção das mudas dos porta-enxertos e enxertos foram utilizadassementes da cultivar FB 100 e redondo-amarelo da marca comercial Topseed®respectivamente. As enxertias foram realizadas aos 70 dias após a semeadura. Aos 21dias após as enxertias foram retiradas as proteções por câmara úmida e avaliado aporcentagem de pegamento. Aos 28, 42 e 56 dias após a enxertia foi avaliado asobrevivência em porcentagem de plantas que permaneceram vivas. Aos 56 dias após aenxertia avaliou-se o número de folhas, diâmetro do enxerto e porta-enxerto, altura daplanta e massa seca da parte aérea. Verificou-se interação significativa para osdiferentes tipos de enxertia e uso da câmara úmida aos 21 dias após a enxertia, os tiposde enxertia que apresentaram as maiores porcentagem de pegamento foram: fendacheia (94,45%) e fenda lateral (91,67%). Não houve influência do uso da proteção comcâmara úmida para as enxertias tipo fenda cheia e lateral. Com a realização da enxertiado tipo fenda simples, verificou-se diminuição da taxa de pegamento quando não seutiliza a proteção. Os tipos de enxertia por fenda cheia e fenda lateral apresentaram osmaiores índices de sobrevivência e permaneceram em 86,12% e 91,67%respectivamente para os 28, 42 e 56 dias após a enxertia. As plantas provenientes deenxertos protegidos com câmara úmida apresentaram a maior média de porcentagemde sobrevivência (79,63%) para os 28, 42 e 56 dias após a enxertia. O uso da câmaraúmida promoveu um decréscimo no crescimento das plantas, sendo necessário ummenor tempo de permanência da proteção sobre as plantas. As enxertias de garfagemtipo fenda cheia e lateral associadas ao uso da proteção com câmara úmidapromoveram os melhores índices de pegamento e sobrevivência das mudas demaracujazeiro-amarelo.

  • ARIANA RAQUEL DE FREITAS HONORATO
  • Avaliação de cultivares de alho na região de Mossoró - RN

  • Data: 12/09/2012
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  • O Rio Grande do Norte apesar de apresentar condições favoráveis para o cultivo do alho, atualmente depende da importação deste produto para atender a sua demanda interna. A avaliação de cultivares de alho disponíveis em outras regiões do país considerando as exigências em temperatura e fotoperíodo para a produção de bulbos comerciais foi determinada com o objetivo de verificar o comportamento desses materiais nas condições edafoclimáticos da região de Mossoró. O trabalho constou de um experimento desenvolvido no município de Mossoró de junho a novembro/2011. O delineamento experimental foi de blocos casualizados, com quatro repetições e onze tratamentos, constituídos das cultivares Amarante, Branco Mossoró, Caturra, Chinês Real, Chinês São Joaquim, Cateto Roxo, Gravatá, Gigante do Núcleo, Gigante Lavínia, Gigante Roxo e Hozan. As cultivares Branco Mossoró, Caturra, Cateto Roxo e Gravatá apresentaram maior percentagem de bulbos diferenciados e com maior diâmetro de bulbo, indicando adaptabilidade às condições de Mossoró. A maior produtividade total de bulbos diferenciados foi registrada pela cultivar Branco Mossoró, apresentando respectivamente, 65,22% e 11,53% de bulbos distribuídos nas classes 3 e 4.

  • LARISSA DE OLIVEIRA FONTES
  • Desempenho operacional de pontas de pulverização para aplicação de defensivos agrícolas na cultura do melão.

  • Data: 10/09/2012
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  • Este trabalho teve como objetivo avaliar o espectro de gotas de pontas de pulverização com indução de ar e defletoras em diferentes pressões de trabalho para aplicação de defensivos agrícolas na cultura do melão na região de Mossoró-RN. A primeira parte do trabalho foi conduzida no Laboratório de Aplicação de Defensivos Agrícolas do Departamento de Engenharia Agrícola da Universidade Federal de Viçosa - UFV, no delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 4 x 5, sendo quatro pontas de pulverização [duas com indução de ar (AVI 110-02 e AVI 110-03) e duas defletoras (TT 110-02 e TT 110-03)] e cinco pressões de trabalho (200, 300, 400, 500 e 600 kPa). Foi realizada análise do espectro de gotas, utilizando-se analisador a laser de partículas em tempo real (Spraytech, Malvern Instruments Co.), determinando-se o diâmetro de gotas tal que 10% do volume do líquido pulverizado é constituído de gotas menores que esse valor (Dv0,1), diâmetro mediano volumétrico (DMV), diâmetro de gotas tal que 90% do volume do líquido pulverizado é constituído de gotas menores que esse valor (Dv0,9), amplitude relativa (SPAN) e a porcentagem do volume pulverizado com gotas inferior a 100 μm; entre 100 a 200 μm, entre 200 a 300 μm, entre 300 a 500 μm e superior a 500 μm de diâmetro. Para uma mesma vazão nominal, as pontas com indução de ar, apresentaram maior DMV que as pontas defletoras em todas as pressões estudadas; A ponta de pulverização TT 110-02 apresentou menor vazão e maior DMV que a ponta TT 110-03 em todas as pressões de trabalho; Todas as pontas de pulverização operando abaixo de 300 kPa, apresentaram baixa percentagem de gotas com tamanho inferior a 100 μm, indicando baixo risco de deriva; O índice Span foi satisfatório em todas as combinações de pontas e pressões estudadas. A segunda parte do trabalho foi desenvolvida em lavoura comercial de melão na Fazenda Agrícola Famosa, Município de Tibau - RN, no delineamento experimental inteiramente casualizado em esquema fatorial 4 x 4 x 2, sendo quatro pontas de pulverização (AVI 110-02, AVI 110-03, TT 110-02 e TT 110-03), quatro volumes de calda (140, 200, 300 e 400 L ha-1) e duas formas de aplicação (com e sem assistência de ar). Foi avaliado o espectro de gotas por meio da deposição das mesmas em etiquetas de papel hidrossensível colocadas nas superfícies adaxial e abaxial das folhas do meloeiro. Após a aplicação, as etiquetas foram fotografadas e analisadas por meio do software para análise de imagens “Image Tool”. Para analisar a deposição de calda nas folhas de melão, foi adicionado na água corante azul brilhante na concentração de 3.000 mg L-1, após a pulverização, foram coletadas cinco folhas por tratamento, as quais foram levadas ao laboratório de Fitotecnia do Departamento de Ciências Vegetais da UFERSA, lavadas em 50 mL de água destilada para extração do corante que foi analisado em espectrofotômetro para determinação da absorbância. Após a lavagem as folhas foram passadas por um medidor Licor Equipamentos®, para determinação da área foliar. Os dados de absorbância foram transformados em concentração (mg L-1) para determinação do volume retido por unidade de área (obtendo-se μL cm-2) para cada tratamento. A assistência de ar junto à barra de pulverização melhorou a deposição de calda nas folhas de melão somente quando se utilizou a ponta TT 110-02; Houve incremento na cobertura e na deposição de calda na face adaxial das folhas de melão com o aumento do volume de aplicação em todas as pontas de pulverização; Houve efeito positivo da assistência de ar sobre a cobertura e densidade de gotas na superfície abaxial das folhas de melão para as pontas de pulverização TT 110-02 e TT 110-03; As pontas com indução de ar AVI 110-02 e AVI 110-03 apresentaram índices insatisfatórios de deposição de calda, cobertura e densidade de gotas na superfície abaxial, independente da utilização da assistência de ar.

  • SAMARA SIBELLE VIEIRA ALVES
  • Desempenho de culturas irrigadas com água de elevada salinidade em solos representativos do agropólo Mossoró-Assu.

  • Data: 30/08/2012
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  • A utilização de fontes de água salina na irrigação pode, dependendo de sua composição, alterar de forma negativa as propriedades físicas e químicas do solo e, dependendo da sua forma de aplicação, provocar alterações nos processos fisiológico, bioquímico e molecular das plantas no crescimento. Neste contexto, objetivou-se estudar os efeitos da irrigação com água salina (CEa) no desempenho de culturas, em solos representativos do Agropólo Mossoró-Assu. O primeiro Experimento foi conduzido em casa de vegetação do Departamento de Ciências Ambientais da UFERSA, Mossoró-RN, no período de maio a junho de 2010, utilizando-se o melão amarelo. O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado em esquema fatorial 5x6, com três repetições. Os fatores testados foram cinco tipos de solos: RQ, PVAe, CXve, RY e VX, e seis níveis de salinidade da água de irrigação (0,5; 1,0; 2,0; 3,0, 4,0 e 5,0 dS m-1). O segundo experimento foi realizado em esquema fatorial 2x3x5 com três repetições, utilizando-se dois tipos de solos (PVAe e CXve), três níveis de salinidade (0,5; 2,75 e 5,0 dS m-1) e cinco culturas: melão, feijão, sorgo, milho e pimentão. As características avaliadas foram: relação entre os dados da CEes e CE1:2,5, evolução na salinidade do solo, área foliar em diferentes fases de desenvolvimento, acúmulo de massa seca, condutância estomática em plena floração e teores foliares de elementos minerais. Verificou-se que os valores da CEes podem ser estimados a partir da CE(1:2,5) a partir de equações de regressão com boa precisão. Os valores de CEes cresceram com o aumento da salinidade aos 15 e 36 DAE, sendo esse efeito maior nos solos argilosos.Ocorreram reduções na matéria seca total da parte aérea (MSTPA) do meloeiro com o aumento da salinidade da água de irrigação para RQ, PVAe, CXve e RY . Para área foliar do meloeiro as maiores reduções foram verificadas no VX, RY e CXve. Aos 36 DAE os maiores valores de AF foram observados no RQ e menor valor em VX.Os maiores picos de condutância estomática ocorreram às 8h 00 min da manhã com redução mais significativa até às 12h 00min continuando a decrescer até as 16h 00min, porém com menor intensidade. Nos RY e VX foram observados maiores valores de condutância para irrigação de água com menor salinidade.Ocorreram reduções na matéria seca total da parte aérea (MSTPA) do meloeiro com o aumento da salinidade da água de irrigação para RQ, PVAe, CXve e RY . Para área foliar do meloeiro as maiores reduções foram verificadas no VX, RY e CXve. Aos 36 DAE os maiores valores de AF foram observados no RQ e menor valor em VX. Os maiores picos de condutância estomática ocorreram às 8h 00 min da manhã com redução mais significativa até às 12h 00min continuando a decrescer até às 16h 00min, porém com menor intensidade. Nos RY e VX foram observados maiores valores de condutância para irrigação de água com menor salinidade. Ocorreram reduções na MSTPA para as culturas do feijão, milho e sorgo com o aumento da salinidade, com maiores decréscimos observados para cultura do feijão e sorgo no CXve. A cultura do meloeiro apresentou redução de AF com o aumento da salinidade aos 33 DAE e para o feijão, milho, sorgo e pimentão aos 33 e 40 DAE. Ocorreram maiores reduções de AF em PVAe para o feijão, milho e sorgo; no CXve para o pimentão. Houve interação dos tipos dos solos com os níveis de salinidade para os elementos minerais em todas as culturas.

  • JOACI PEREIRA DE SOUZA
  • Congelamento, processamento e elaboração de molho e pasta de pequi (Caryocar cariaceum Wittm) oriundo da floresta nacional do Araripe.

  • Data: 28/08/2012
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  • Avaliou-se as características de qualidade de pequi (C. coriaceum) congelado e acondicionado em diferentes embalagens, armazenados a -18° C durante 300 dias. Os frutos foram coletados na safra 2009/2010, e a partir do caroço foram preparadas as amostras para obtenção dos pequis congelados. Os caroços foram sanificados submetidos a 3 tipos de embalagens: 1 – Cortados em lâminas de aproximadamente 2 mm de espessura, que imediatamente foram imersas em solução de ácido cítrico 10% durante 10 minutos para evitar escurecimento e seladas a vácuo em PEAD (polietileno de alta densidade); 2 – Caroços embalados e selados a vácuo em sacos de PEAD; 3 – Dispostos em bandejas de poliestireno expandido e envoltos por filme plástico. As amostras foram avaliadas aos 0, 60, 120, 180, 240 e 300 dias de armazenamento. Utilizou-se um delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial 3 X 6. Os resultados foram submetidos a análises de variância e regressão por meio de software SISVAR 3.01. O congelamento do pequi em diferentes tipos de acondicionamento foi eficiente na preservação das características de qualidade como: pH, acidez titulável, sólidos solúveis e açúcares totais durante 300 dias de armazenamento. Os teores de carotenóides e polifenóis extraíveis totais foram afetados pelos tipos de acondicionamento com redução mais acentuada no acondicionamento da polpa a vácuo. A forma mais indicada de congelamento do pequi para manutenção da luminosidade (L*) e do parâmetro de croma b* (coloração amarelada) é o acondicionamento do caroço a vácuo ou em bandeja com filme de PVC. Avaliou-se as características de qualidade de caroços e lâminas de pequi (C. coriaceum) minimamente processados sob condições de refrigeração (4° C ± 1° C/90-95% UR) em diferentes embalagens e armazenados durante 15 dias. Os frutos foram coletados na safra 2010/2011 e previamente lavados, selecionados e cortados. A partir do caroço foram preparadas as amostras para obtenção dos pequis minimamente processados. Os caroços foram sanificados submetidos a 3 tipos de embalagens: 1 – Cortados em lâminas de aproximadamente 2 mm de espessura que foram sanitizadas e seladas a vácuo em sacos de PEAD (polietileno de alta densidade); 2 – Caroços embalados e selados a vácuo em sacos de PEAD; 3 – Dispostos em bandejas de poliestireno expandido e envoltos por filme plástico. As avaliações foram realizadas aos 0, 3, 6, 9, 12 e 15 dias de armazenamento. Utilizou-se um delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial 3 X 6. Os resultados das características de qualidade foram submetidos a análises de variância e regressão por meio do software SISVAR 3.01. Os pequis (C. coriaceum) minimamente processados e armazenados em diferentes tipos de embalagens alcançaram 15 dias de vida útil com variação das suas características de qualidade como: pH, acidez titulável, sólidos solúveis, açúcares, carotenóides e polifenóis totais, além da luminosidade (L*) e parâmetro de croma b*. Contudo, as condições de anaerobiose ocasionadas pela embalagem do caroço e da polpa em lâminas a vácuo em sacos de PEAD, impermeáveis às trocas gasosas, provocaram o estufamento dos produtos, inviabilizando-os. Tendo em vista a escassez de estudos relacionados ao processamento e transformação de polpa de pequi (C. coriaceum), foi desenvolvida esta pesquisa com o objetivo de avaliar a estabilidade de um molho de pequi durante 300 dias armazenado em condições ambiente. Os frutos foram coletados na safra 2010/2011. O fluxograma de elaboração do molho de pequi teve as seguintes etapas: matéria-prima, seleção e lavagem, sanificação, lavagem, descascamento, seleção, cozimento, despolpamento, formulação, tratamento térmico, homogeneização, envase e armazenamento. Foi adotado o delineamento inteiramente casualizado com 3 repetições, sendo que os 6 (0, 60, 120, 180, 240 e 300 dias) períodos de armazenamento constituíram os tratamentos. Os resultados das avaliações das características de qualidade foram submetidos a análises de variância e regressão. Os dados da análise sensorial foram analisados de acordo com a distribuição de frequências. A formulação na proporção de 1:1 de cada ingrediente (polpa + água + ácido acético – vinagre) aliada a adição de sorbato de potássio e tratamento térmico foi eficaz na manutenção da estabilidade das características de qualidade de molho de pequi por pelo menos por 300 dias de armazenamento em condições ambiente. A aparência e o sabor foram os atributos de melhor aceitação do molho de pequi que também, obteve índice satisfatório de intenção de compra. A amostra de molho de pequi apresentou padrão microbiológico em conformidade com o estabelecido pela legislação, demonstrando que o processamento efetuado foi efetivo no controle aos microrganismos deteriorantes e patogênicos. Visando reduzir os custos com energia no armazenamento de pequi (C. coriaceum) e buscando tecnologia de processamento para disponibilizar um produto na entressafra, foi desenvolvida esta pesquisa com o objetivo de avaliar a estabilidade de uma pasta de pequi durante 180 dias em condições ambiente. Os frutos foram coletados na safra 2010/2011. O fluxograma de elaboração da pasta de pequi teve as seguintes etapas: matéria-prima, seleção e lavagem, sanificação, lavagem, descascamento, seleção, cozimento, despolpamento, formulação, tratamento térmico/homogeneização, envase e armazenamento. Foi adotado o delineamento inteiramente casualizado com 3 repetições, e os 7 períodos (0, 30, 60, 90, 120, 150 e 180 dias) de armazenamento constituíram os tratamentos. Os resultados das avaliações das características de qualidade foram submetidos a análises de variância e regressão. Os dados da análise sensorial foram analisados de acordo com a distribuição de frequências. A acidificação da polpa de pequi aliada ao uso de conservantes químicos e enchimento a quente foi eficaz na manutenção da estabilidade das características de qualidade da pasta de pequi por um período de 180 dias em condições ambiente. A aceitação global e o sabor foram os atributos de melhor aceitação da pasta de pequi que também, obteve índice satisfatório de intenção de compra. A amostra da pasta apresentou padrão microbiológico em conformidade como estabelecidos pela legislação, demonstrando que o processamento efetuado para obtenção da pasta de pequi foi efetivo no controle de microrganismos deteriorantes e patogênicos.

  • LAISE NASCIMENTO COSTA
  • Adubação e estádio de maturação na qualidade e atividade antioxidante do fruto de sapotizeiro.

  • Data: 17/08/2012
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  • Esse trabalho consiste em avaliar a influência da adubação e estádio de maturação na qualidade e atividade antioxidante do sapoti. Os experimentos foram conduzidos na fazenda Norfruit situada em Pau Branco - Mossoró/RN. Os frutos foram avaliados no Laboratório de Pós-colheita da UFERSA – Mossoró/RN. Cada experimento foi composto de cinco doses de nitrogênio (0; 300; 600; 900; 1200 g/planta) ou cinco de potássio (0; 200; 400; 600; 800 g/planta), em 5 estádios de maturação mais o armazenamento, em esquema fatorial 5x6 com parcelas perdidas, 5 repetições, 3 plantas centrais como parcela útil, usando para avaliação dois frutos por repetição de cada tratamento. Os frutos foram marcados com 10 a 15 mm de comprimento na planta; sendo colhidos e avaliados quanto a sua qualidade e composição química após 90, 120, 150, 180 e 200 dias de sua marcação. Os frutos foram armazenados (25 °C ± 2 °C e UR 58% ±1%) até completamente maduros e avaliados. As variáveis avaliadas foram: diâmetro transversal e longitudinal, massa do fruto, sólidos solúveis, pH, vitamina C, firmeza. Os frutos do tratamento controle, das doses de 600 g de N/planta e 400 g de K/planta nos estádios de maturação de 120, 180 e 208 dias foram avaliados ainda quanto aos teores de açúcares totais e redutores, flavonóides, antocianinas, pectina total e solúvel, polifenóis extraíveis totais e atividade antioxidante. Os resultados obtidos mostraram que a qualidade e composição química dos frutos foram influenciadas pela adubação e pelos estádios de maturação. A dose de 400 g de K/planta gerou frutos de maior massa, conteúdo de polifenóis e atividade antioxidante; a dose de 600 g de N/planta gerou frutos de maior massa e maiores teores de açucares. Nos estádios finais de maturação, os frutos estavam maiores, menos firmes, mais palatáveis, no entanto, com um menor conteúdo de compostos bioativos e atividade antioxidante, estando esta mais correlacionada ao conteúdo de polifenóis extraíveis totais.

  • LÚCIO JOSÉ DE OLIVEIRA
  • Viabilidade agroeconômica do bicultivo de rúcula e coentro consorciado com cenoura em função de quantidades de jitirana e densidades populacionais.

  • Data: 03/08/2012
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  • O experimento foi realizado no período de setembro de 2010 a fevereiro de 2011, na Fazenda Experimental Rafael Fernandes da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró – RN, com o objetivo de estudar a viabilidade agroeconômica do bicultivo de rúcula e coentro consorciado com cenoura em função de quantidades de jitirana incorporadas ao solo e de combinações de densidades populacionais entre as culturas componentes, nas condições do semiárido do Estado do Rio Grande do Norte. O delineamento experimental foi de blocos completos casualizados com quatro repetições, com os tratamentos arranjados em esquema fatorial 4 x 4. Os tratamentos consistiram da combinação de quatro quantidades de jitirana incorporadas ao solo (7,5; 15,0; 22,5 e 30,0 t ha-1 em base seca) com quatro densidades populacionais entre as culturas componentes (20-50-20%; 30-50-30%; 40-50-40% e 50-50-50% da população recomendada no cultivo solteiro – PRCS). As características avaliadas nas culturas foram: altura de plantas, número de folhas ou hastes, massa seca e verde da parte aérea, produtividade de raízes total, produtividade de raízes comerciais, massa seca de raízes, percentagem de raízes comerciais, percentagem de raízes refugo e produtividade classificada de raízes de cenoura. Os índices de eficiência biológico/agronômica avaliados foram: índice de uso eficiente da terra das culturas e do policultivo. Também foram avaliados os indicadores econômicos de renda bruta, renda líquida, taxa de retorno, índice de lucratividade e vantagem monetária corrigida. O uso da jitirana como adubo verde mostrou-se viável no policultivo de rúcula, cenoura e coentro. O melhor desempenho agronômico da rúcula no policultivo foi obtido na quantidade de 17,15 t ha-1 de jitirana incorporada ao solo na densidade populacional de 20-50-20. O melhor desempenho agronômico do coentro no policultivo foi obtido na quantidade de 20,70 t ha-1 de jitirana adicionada ao solo. A densidade populacional que proporcionou o melhor desempenho do coentro foi a de 50-50-50. O melhor desempenho produtivo da cenoura no policultivo foi obtido na quantidade de 19,36 t ha-1 de jitirana incorporada no solo. A densidade populacional que proporcionou esse melhor desempenho produtivo foi a de 50-50-50. Os maiores índices de uso eficiente da terra, renda bruta, renda líquida, taxa de retorno, lucratividade e vantagem monetária corrigida foram obtidos, respectivamente, nas quantidades de 22,15; 20,41; 18,21; 17,84 e 17,99 e 18,93 t ha-1de jitirana incorporadas ao solo.

  • MARIA DA CONCEIÇÃO FREITAS MOURA
  • Identificação microscópica e molecular do Olpidium bornovanus e detecção do Vírus da Mancha Necrótica do Melão (MNSV) em meloeiro nos estados do Rio Grande do Norte e Ceará.

  • Data: 27/07/2012
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  • Os Estados do Ceará e Rio Grande do Norte são os principais produtores de melão da região Nordeste, onde juntos lideram com uma produção em torno de 98,38%. Porém, enfermidades ocasionadas por fungos e vírus têm aparecido com frequência nos campos de produção. Dentre estes, o Vírus da Mancha Necrótica do Melão (MNSV), o qual tem como principal vetor fungos do gênero Olpidium spp., tem sido de grande preocupação para os produtores dessa cultura, uma vez que os mesmos podem destruir por completo áreas de produção. A sintomatologia que se manifesta na planta, em virtude do ataque desse vírus, é o aparecimento de manchas nas folhas e nos frutos, mudança de coloração da polpa dos frutos, murchamento súbito e, consequentemente, a morte da planta. Diante disso, o objetivo desse estudo foi identificar através de análises microscópicas e moleculares a presença de espécies de Olpidium (O. bornovanus, O. brassicae e O. virulentus) e a nível molecular o MNSV, em raízes de melão cultivadas em solos coletados em diferentes áreas produtoras dos Estados do Rio Grande do Norte e Ceará. Amostras de solos foram coletadas em 10 fazendas, sendo sete localizadas no Estado do Rio Grande do Norte e três do Estado no Ceará. Em cada fazenda coletou-se um total de cinco amostras de solos, os quais foram postos para a secagem, peneirados, pesados e misturados com areia autoclavada, na proporção de 1:10. Posteriormente, essa mistura foi utilizada para a semeadura com as sementes de melão amarelo (variedade Goldex), e mantidos na casa de vegetação, em delineamento inteiramente casualizado, com cinco repetições cada. Após 30 dias da realização do transplantio, as plantas foram coletadas e suas raízes submetidas ao processo de clarificação para a identificação microscópica do fungo Olpidium spp. Feita essa identificação, realizou-se os estudos moleculares com primers genes específicos para a confirmação da presença do Olpidium e do MNSV. Os resultados obtidos revelaram que das 275 raízes de plantas analisadas morfologicamente, 69,81% apresentaram-se infectadas apenas com o Olpidium bornovanus. Não foi detectada a presença do O. brassicae e nem do O. virulentus. As análises moleculares confirmaram a presença do Olpidium bornovanus bem como também a presença do MNSV, sendo este último constatado em apenas três das 10 fazendas analisadas. Portanto, os solos coletados nos Estados do Rio Grande do Norte e Ceará, tem a presença de Olpidium bornovanus e do MNSV, sendo este, o primeiro relato do MNSV no Brasil. As informações geradas neste estudo são de grande importância para os produtores de melão destas regiões, uma vez que servirão para que medidas de controle sejam realizadas para evitar o alastramento dessa doença nas áreas de cultivo.

  • FRANCISCO GAUBERTO BARROS DOS SANTOS
  • Análise do crescimento, produção e qualidade de melão cantaloupe em cultivo protegido temporariamente com agrotêxtil em Mossoró/RN.

  • Data: 06/07/2012
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  • O presente trabalho foi realizado na Horta Didática da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) em Mossoró-RN, durante o período de julho a outubro de 2010. Foram realizados dois experimentos com melão, na mesma área, em solo arenoso, no espaçamento de 2,0m x 0,30m sob irrigação por gotejamento. O primeiro experimento teve como objetivo a análise do crescimento de melão cantaloupe ‘Acclaim’ em cultivo protegido temporariamente com agrotêxtil. O delineamento foi em blocos casualizados completos com quatro repetições dispostos em parcelas subdivididas no tempo. As parcelas foram representadas pelo número de dias após o transplantio das mudas (DAT) em que as plantas permaneceram sob agrotêxtil (0, 18, 21, 24, 27 e 30 DAT) e as subparcelas pelas épocas de amostragens das plantas para análise do crescimento (13, 20, 27, 34, 41, 48 e 55 DAT). Foram avaliados o acúmulo de massa seca nas folhas, ramos, flores, frutos e total além dos índices fisiológicos. Os tratamentos com proteção temporária com agrotêxtil não influenciaram o acúmulo de massa seca nos ramos, nas flores, nos frutos e acúmulo de massa seca total, índice de área foliar (IAF), razão de peso foliar (RPF), taxa de crescimento absoluto (TCA), taxa de crescimento relativo (TCR) e taxa assimilatória líquida (TAL). Porém, afetaram o acúmulo de massa seca nas folhas sendo o tratamento sem agrotêxtil o que promoveu maior média avaliada aos 55 DAT. O segundo experimento teve como objetivo avaliar a produção e a qualidade de dois híbridos de melão cantaloupe em cultivo protegido temporariamente com agrotêxtil. O delineamento experimental foi de blocos casualizados completos com quatro repetições, dispostos em parcelas subdivididas no espaço. As parcelas foram representadas pelo número de dias após o transplantio das mudas (DAT) em que as plantas permaneceram sob proteção de agrotêxtil (0, 18, 21, 24, 27 e 30 DAT) e as sub-parcelas por dois híbridos F1 de melão cantaloupe: ‘Acclaim’ e ‘Caribbean Gold RZ’. Foram avaliadas número de flores, características de produção, qualidade e resultado econômico. O número de flores masculinas e femininas ou hermafroditas aumentaram com o tempo de permanência das plantas sob agrotêxtil. Os tratamentos com proteção temporária com agrotêxtil não afetaram a produtividade total dos dois híbridos. O ‘Caribbean Gold RZ’ foi superior ao ‘Acclaim’ em produtividade comercial para exportação, massa média de frutos, firmeza de polpa, acidez total titulável e sólidos solúveis. A firmeza de polpa que apresentou efeito linear crescente, a acidez total titulável, açúcares solúveis totais e pH tiveram redução com o aumento do tempo de permanência do agrotêxtil sobre as plantas. Menores custos de produção foram observados no tratamento sob proteção com agrotêxtil até 30 DAT para os dois híbridos estudados. Maiores índices de lucratividade, taxa de retorno e taxa de
    rentabilidade foram observados no tratamento sem agrotêxtil no ‘Acclaim’ e no tratamento sob proteção com agrotêxtil até 30 DAT no ‘Caribbean Gold RZ’.
    O presente trabalho foi realizado na Horta Didática da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) em Mossoró-RN, durante o período de julho a outubro de 2010. Foram realizados dois experimentos com melão, na mesma área, em solo arenoso, no espaçamento de 2,0m x 0,30m sob irrigação por gotejamento. O primeiro experimento teve como objetivo a análise do crescimento de melão cantaloupe ‘Acclaim’ em cultivo protegido temporariamente com agrotêxtil. O delineamento foi em blocos casualizados completos com quatro repetições dispostos em parcelas subdivididas no tempo. As parcelas foram representadas pelo número de dias após o transplantio das mudas (DAT) em que as plantas permaneceram sob agrotêxtil (0, 18, 21, 24, 27 e 30 DAT) e as subparcelas pelas épocas de amostragens das plantas para análise do crescimento (13, 20, 27, 34, 41, 48 e 55 DAT). Foram avaliados o acúmulo de massa seca nas folhas, ramos, flores, frutos e total além dos índices fisiológicos. Os tratamentos com proteção temporária com agrotêxtil não influenciaram o acúmulo de massa seca nos ramos, nas flores, nos frutos e acúmulo de massa seca total, índice de área foliar (IAF), razão de peso foliar (RPF), taxa de crescimento absoluto (TCA), taxa de crescimento relativo (TCR) e taxa assimilatória líquida (TAL). Porém, afetaram o acúmulo de massa seca nas folhas sendo o tratamento sem agrotêxtil o que promoveu maior média avaliada aos 55 DAT. O segundo experimento teve como objetivo avaliar a produção e a qualidade de dois híbridos de melão cantaloupe em cultivo protegido temporariamente com agrotêxtil. O delineamento experimental foi de blocos casualizados completos com quatro repetições, dispostos em parcelas subdivididas no espaço. As parcelas foram representadas pelo número de dias após o transplantio das mudas (DAT) em que as plantas permaneceram sob proteção de agrotêxtil (0, 18, 21, 24, 27 e 30 DAT) e as sub-parcelas por dois híbridos F1 de melão cantaloupe: ‘Acclaim’ e ‘Caribbean Gold RZ’. Foram avaliadas número de flores, características de produção, qualidade e resultado econômico. O número de flores masculinas e femininas ou hermafroditas aumentaram com o tempo de permanência das plantas sob agrotêxtil. Os tratamentos com proteção temporária com agrotêxtil não afetaram a produtividade total dos dois híbridos. O ‘Caribbean Gold RZ’ foi superior ao ‘Acclaim’ em produtividade comercial para exportação, massa média de frutos, firmeza de polpa, acidez total titulável e sólidos solúveis. A firmeza de polpa que apresentou efeito linear crescente, a acidez total titulável, açúcares solúveis totais e pH tiveram redução com o aumento do tempo de permanência do agrotêxtil sobre as plantas. Menores custos de produção foram observados no tratamento sob proteção com agrotêxtil até 30 DAT para os dois híbridos estudados. Maiores índices de lucratividade, taxa de retorno e taxa derentabilidade foram observados no tratamento sem agrotêxtil no ‘Acclaim’ e no tratamento sob proteção com agrotêxtil até 30 DAT no ‘Caribbean Gold RZ’.

  • GABRIEL GUIMARÃES COSTA
  • Associação entre heterose e divergência genética estimada por caracteres morfológicos e marcadores SSR em meloeiro.

  • Data: 29/06/2012
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  • Com o objetivo de correlacionar a heterose, estimada através de cruzamentos dialélicos, com a divergência genética, aferida por caracteres morfológicos e marcadores moleculares SSR, oito genitores de meloeiro (‘Mabel’, ‘Amaral’, ‘Sancho’, ‘Natal’, ‘Goldex’, ‘Mandacaru’, ‘PP’ e ‘A-16’) foram intercruzados em esquema dialélico completo, sem recíprocos, gerando vinte e oito híbridos. A avaliação dos híbridos foi realizada em Mossoró/RN, em um ensaio composto por trinta e seis tratamentos, constituídos de vinte e oito combinações híbridas e oito parentais. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados com três repetições. A divergência genética foi obtida avaliando doze características morfológicas relacionadas à produtividade e a qualidade do fruto, bem como pela técnica de marcadores microssatélites com doze primers polimórficos. Os resultados permitem inferir que existe uma forte associação entre a divergência genética obtida por marcadores morfológicos e marcadores moleculares microssatélites; todas as características são controladas por efeitos aditivos e não aditivos; os cruzamentos mais apropriados para melão do tipo Pele de Sapo são ‘Mabel’ x ‘A-16’ e ‘Sancho’ x ‘Natal’. Para o melão do tipo Honey Dew, ‘PP’ x ‘Mabel’ e ‘PP’ x ‘Amaral’ e para melão amarelo, ‘Amaral’ x ‘A-16’, ‘Goldex x Amaral’; existe uma forte associação entre a heterose e a capacidade específica de combinação para as características produtividade de frutos, número de frutos por planta; peso médio do fruto, sólidos solúveis; firmeza da polpa, espessura da polpa, proporção da cavidade interna e índice de formato e a divergência genética por marcadores morfológicos e marcadores moleculares microssatélites não têm associação com a heterose, não permitindo a predição de híbridos.

  • CIBELLEY VANUCIA SANTANA DANTAS
  • Desempenho agronômico de genótipos de girassol (Helianthus annuus L.) cultivados em duas microrregiões do Rio Grande do Norte, avaliado pelo potencial de defesa antioxidativa foliar.

  • Data: 28/06/2012
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  • DANTAS, Cibelley Vanúcia Santana. Desempenho agronômico de genótipos de girassol (Helianthus annuus l.) cultivados em duas microrregiões do Rio Grande do Norte, avaliado pelo potencial de defesa antioxidativa foliar. 2012. Dissertação (Mestrado em Agronomia/Fitotecnia) – Universidade Federal Rural do Semiárido, Mossoró-RN, 2012.
    O presente estudo teve como objetivo avaliar a resposta antioxidante de dois genótipos de girassol cultivados em Ipanguaçu (IPÇ) e Parnamirim (PAR). Sementes de girassol do genótipo Catissol 01 e Helio 253 foram germinados em ambiente de casa de vegetação. Sete dias após a emergência, as plântulas foram transferidas para suas respectivas áreas de cultivo onde, após os tratos culturais, cada microrregião totalizou 126 plântas/genótipo. A coleta foi realizada ao 50° dia após a emergência, no estádio fenológico da floração plena, em que mais de 50% das plantas apresentavam-se com capítulo totalmente aberto. Antes do cultivo, realizou-se análise de solo nas microrregiões com as devidas correções do solo. Em cada microrregião foi selecionada e coletada a folha apical de dez plantas de cada genótipo. Analisou-se indicadores de déficit hídrico, indicadores de estresse iônico e resposta antioxidativa. Através da análise de solo, pode-se observar maiores teores de sais (Ca, Mg, P e Na) na microrregião de IPÇ quando comparada a PAR, com CE de 0,8 dS.m-¹ e 0,36 dS.m-¹, respectivamente. Essa característica do solo pode ter favorecido a um estresse iônico nas folhas que induziu a uma maior resposta oxidativa em IPÇ em relação a PAR. De acordo com os resultados analisados o conteúdo relativo de água foi menor nas plantas cultivadas na microrregião de PAR, quando comparada às cultivadas em IPÇ, não havendo diferença significativa entre os genótipos em nenhuma das microrregiões. O percentual de umidade não foi afetado em plantas, em nenhuma das microrregiões. O vazamento de eletrólitos foi maior em plantas cultivadas em IPÇ onde as taxas de 35% e 54% para Catissol 01 e Helio 253 respectivamente, mostraram um possível estresse iônico nas plantas cultivadas em IPÇ. Esse resultado é enfatizado pelo a peroxidação lipídica que foi maior nas folhas do genótipo Catissol 01, em relação ao genótipo Helio 253 nas duas microrregiões de estudo, com destaque
    para a IPÇ. A quantificação das proteínas solúveis totais e as atividades das enzimas antioxidantes (dismutase de superóxido, peroxidase de ascorbato, peroxidase de fenóis e catalase) seguiram uma mesma tendência, com maiores valores médios encontrados nas plantas cultivadas na microrregião de IPÇ, com ênfase na atividade de catalase que foi superior em 80% às plantas cultivadas em PAR. Esses resultados podem ter sido estimulados por um possível estresse iônico associados aos níveis de Na+ e Cl- encontrados nas folhas das plantas cultivados em IPÇ que foram maiores em relação as cultivada em PAR. Em PAR a concentração de K+ foi maior que em IPÇ. As concentrações de ascorbato (oxidado, reduzido e total) seguiram uma tendência inversa, com maiores concentrações nas plantas cultivadas na microrregião de PAR. Possivelmente, o ascorbato foi estimulado pelo déficit hídrico que ocorreu em PAR. Conclui-se, portanto, que as características da microrregião de IPÇ induziram a uma maior resposta oxidativa nas plantas e que possivelmente os antioxidantes enzimáticos agem de forma antagônica ao não enzimático nesta espécie.
    O presente estudo teve como objetivo avaliar a resposta antioxidante de dois genótipos de girassol cultivados em Ipanguaçu (IPÇ) e Parnamirim (PAR). Sementes de girassol do genótipo Catissol 01 e Helio 253 foram germinados em ambiente de casa de vegetação. Sete dias após a emergência, as plântulas foram transferidas para suas respectivas áreas de cultivo onde, após os tratos culturais, cada microrregião totalizou 126 plântas/genótipo. A coleta foi realizada ao 50° dia após a emergência, no estádio fenológico da floração plena, em que mais de 50% das plantas apresentavam-se com capítulo totalmente aberto. Antes do cultivo, realizou-se análise de solo nas microrregiões com as devidas correções do solo. Em cada microrregião foi selecionada e coletada a folha apical de dez plantas de cada genótipo. Analisou-se indicadores de déficit hídrico, indicadores de estresse iônico e resposta antioxidativa. Através da análise de solo, pode-se observar maiores teores de sais (Ca, Mg, P e Na) na microrregião de IPÇ quando comparada a PAR, com CE de 0,8 dS.m-¹ e 0,36 dS.m-¹, respectivamente. Essa característica do solo pode ter favorecido a um estresse iônico nas folhas que induziu a uma maior resposta oxidativa em IPÇ em relação a PAR. De acordo com os resultados analisados o conteúdo relativo de água foi menor nas plantas cultivadas na microrregião de PAR, quando comparada às cultivadas em IPÇ, não havendo diferença significativa entre os genótipos em nenhuma das microrregiões. O percentual de umidade não foi afetado em plantas, em nenhuma das microrregiões. O vazamento de eletrólitos foi maior em plantas cultivadas em IPÇ onde as taxas de 35% e 54% para Catissol 01 e Helio 253 respectivamente, mostraram um possível estresse iônico nas plantas cultivadas em IPÇ. Esse resultado é enfatizado pelo a peroxidação lipídica que foi maior nas folhas do genótipo Catissol 01, em relação ao genótipo Helio 253 nas duas microrregiões de estudo, com destaquepara a IPÇ. A quantificação das proteínas solúveis totais e as atividades das enzimas antioxidantes (dismutase de superóxido, peroxidase de ascorbato, peroxidase de fenóis e catalase) seguiram uma mesma tendência, com maiores valores médios encontrados nas plantas cultivadas na microrregião de IPÇ, com ênfase na atividade de catalase que foi superior em 80% às plantas cultivadas em PAR. Esses resultados podem ter sido estimulados por um possível estresse iônico associados aos níveis de Na+ e Cl- encontrados nas folhas das plantas cultivados em IPÇ que foram maiores em relação as cultivada em PAR. Em PAR a concentração de K+ foi maior que em IPÇ. As concentrações de ascorbato (oxidado, reduzido e total) seguiram uma tendência inversa, com maiores concentrações nas plantas cultivadas na microrregião de PAR. Possivelmente, o ascorbato foi estimulado pelo déficit hídrico que ocorreu em PAR. Conclui-se, portanto, que as características da microrregião de IPÇ induziram a uma maior resposta oxidativa nas plantas e que possivelmente os antioxidantes enzimáticos agem de forma antagônica ao não enzimático nesta espécie.

  • MARIA APARECIDA DE MEDEIROS
  • Avaliação do potencial fisiológico, condicionamento e armazenamento de sementes de melão

  • Data: 28/06/2012
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  •  

    Essa pesquisa teve como objetivo estudar procedimentos para a condução dos
    testes de deterioração controlada (graus de umidade de 20, 22 e 24%, a 45ºC,
    durante 24 horas), envelhecimento acelerado (períodos 48, 72 e 96 horas, a 38 e
    41ºC) e condutividade elétrica (temperaturas de 25ºC, volumes de 50 e 75 mL de
    água, 25 e 50 sementes e períodos de embebição de 4, 6, 8, 12, e 24 horas),
    verificando-se sua eficiência na identificação de diferentes níveis de vigor de lotes
    de sementes de melão (Cucumis melo L.), bem como analisar o efeito do
    condicionamento fisiológico durante o armazenamento, relacionando os testes de
    germinação, primeira contagem de germinação e emergência de plântulas.
    Composto por quatro experimentos, utilizando dois híbridos, Imperial e Gaúcho,
    cada um representado por quatro lotes de sementes. No primeiro experimento
    selecionou-se os procedimentos para condução dos testes de deterioração
    controlada, envelhecimento acelerado (com e sem solução saturada de NaCl) e
    condutividade elétrica. No segundo experimento, foram avaliados os
    procedimentos considerados mais promissores para cada teste, do primeiro
    experimento. No terceiro experimento, repetiu-se os melhores resultados do
    segundo experimento, a título de confirmação, incluindo apenas os testes de
    germinação e primeira contagem de germinação. O quarto experimento constou do
    condicionamento fisiológico, secagem e armazenamento das sementes, durante (0,
    30, 60 e 90 dias) em condições controladas de (18 a 20ºC e 45% UR). Os
    resultados indicam que o teste de deterioração controlada (20%/24h/45ºC), para
    envelhecimento acelerado com e sem solução saturada de NaCl (41ºC/72h) e
    condutividade elétrica (25/sementes/50mL/25ºC, durante seis horas de embebição),
    mostraram-se eficientes para detectar diferenças de vigor entre lotes de sementes
    de melão. Percebeu-se que o armazenamento das sementes em condições
    controladas, permite a manutenção dos efeitos benéficos do condicionamento.

    Essa pesquisa teve como objetivo estudar procedimentos para a condução dostestes de deterioração controlada (graus de umidade de 20, 22 e 24%, a 45ºC,durante 24 horas), envelhecimento acelerado (períodos 48, 72 e 96 horas, a 38 e41ºC) e condutividade elétrica (temperaturas de 25ºC, volumes de 50 e 75 mL deágua, 25 e 50 sementes e períodos de embebição de 4, 6, 8, 12, e 24 horas),verificando-se sua eficiência na identificação de diferentes níveis de vigor de lotesde sementes de melão (Cucumis melo L.), bem como analisar o efeito docondicionamento fisiológico durante o armazenamento, relacionando os testes degerminação, primeira contagem de germinação e emergência de plântulas.Composto por quatro experimentos, utilizando dois híbridos, Imperial e Gaúcho,cada um representado por quatro lotes de sementes. No primeiro experimentoselecionou-se os procedimentos para condução dos testes de deterioraçãocontrolada, envelhecimento acelerado (com e sem solução saturada de NaCl) econdutividade elétrica. No segundo experimento, foram avaliados osprocedimentos considerados mais promissores para cada teste, do primeiroexperimento. No terceiro experimento, repetiu-se os melhores resultados dosegundo experimento, a título de confirmação, incluindo apenas os testes degerminação e primeira contagem de germinação. O quarto experimento constou docondicionamento fisiológico, secagem e armazenamento das sementes, durante (0,30, 60 e 90 dias) em condições controladas de (18 a 20ºC e 45% UR). Osresultados indicam que o teste de deterioração controlada (20%/24h/45ºC), paraenvelhecimento acelerado com e sem solução saturada de NaCl (41ºC/72h) econdutividade elétrica (25/sementes/50mL/25ºC, durante seis horas de embebição),mostraram-se eficientes para detectar diferenças de vigor entre lotes de sementesde melão. Percebeu-se que o armazenamento das sementes em condiçõescontroladas, permite a manutenção dos efeitos benéficos do condicionamento.

     

  • ANNE KATHERINE DE HOLANDA BEZERRA
  • Produção e indicadores econômicos de cenouras e rúcula em sistema consorciado sob diferentes quantidades de flor-de-seda.

  • Data: 27/06/2012
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  • Com o objetivo de quantificar a produção e os indicadores econômicos do consórcio de cenoura e rúcula em função de diferentes quantidades de flor-de-seda, foi conduzido um experimento na Fazenda Rafael Fernandes, distrito de Alagoinha, Mossoró - RN, no período de outubro de 2011 a fevereiro de 2012. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos completos casualizados com cinco tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos consistiram de quatro quantidades diferentes de flor-de-seda incorporadas ao solo (5,0; 15,0; 25,0; 35,0 e 45,0 t ha-1 em base seca) em consórcios de cenoura e rúcula, em faixas de quatro fileiras de cenoura alternadas com quatro fileiras de rúcula. A cultivar de cenoura plantada foi a ´Brasília´ e as características avaliadas foram: altura de plantas, número de hastes por planta, produtividade total, comercial e classificada de raízes e massa da seca de raízes. A cultivar de rúcula plantada foi a ´Cultivada´ e as características avaliadas foram: altura de plantas, número de folhas por planta, rendimento de massa verde e massa seca da parte aérea. Os indicadores econômicos de renda bruta, renda líquida, taxa de retorno e índice de lucratividade foram quantificados para avaliação dos consórcios. O melhor desempenho agronômico das culturas da cenoura e da rúcula foi obtido na quantidade de 45 t ha-1 de flor-de-seda incorporada ao solo, com valores máximos de rendimento de massa verde de rúcula de 15,58 t ha-1 e produtividade comercial de cenoura de 30 t ha-1. É economicamente viável ao agricultor o uso da flor-de-seda em consórcios de cenoura e rúcula. O maior percentual de raízes comerciais dos tipos longas e médias foi de 83,12% na quantidade de 35 t ha-1 de flor-de-seda adicionada ao solo. A maior eficiência agroeconômica do consórcio de cenoura e rúcula foi registrada na quantidade de 45 t ha-1 de flor-de-seda incorporada ao solo.

  • MÔNICA DANIELLY DE MELLO OLIVEIRA
  • Indicadores de estresse salino em faveleira (Cnidoscolus phyllacantus (M. Arg.) Pax et K. Hoffm), espécie promissora  para produção de biodiesel.

  • Data: 27/06/2012
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  • O objetivo desse trabalho foi observar algumas respostas fisiológicas e bioquímicas de faveleira [Cnidoscolus phyllacanthus (M. Arg) Pax et K. Hoffm] sob salinidade, avaliando a extensão com que os íons salinos e solutos orgânicos são acumulados e distribuídos, em diferentes órgãos da planta; e avaliar a resposta oxidativa não enzimática e enzimática na mesma. Para tanto, plantas de faveleira com 45 dias de idade foram cultivadas em solução nutritiva contendo 0; 50; 100 e 150 mM de NaCl em casa de vegetação. Após 8 dias de estresse, as plantas foram coletadas e separadas em raízes, xilopódio, caule; folhas basais, medianas e apicais. Foram determinados crescimento, conteúdo relativo de água, percentual de umidade, osmólitos inorgânicos e orgânicos, vazamento de eletrólitos (VE), peroxidação lipídica (PL), ascorbato total (ASC), conteúdo de pigmentos fotossintéticos, atividades de superóxido dismutase (SOD), ascorbato peroxidase (APX) e peroxidase de fenóis (POX). A salinidade reduziu a massa seca de todas as partes da planta, porém os indicadores de estado hídrico foram mantidos. A imposição do estresse salino aumentou o conteúdo de Na+ nas diferentes partes da planta, especialmente no xilopódio, aumentando cerca de 8 vezes, enquanto o conteúdo de K+ diminuiu em aproximadamente 40% em raízes e xilopódio sob NaCl 150 mM. Em consequência, a relação K+/Na+ foi reduzida em todas as partes da planta. Em plantas tratadas com sal, o conteúdo de açúcares solúveis totais aumentou em raízes, caule e folhas e o conteúdo de proteínas solúveis foi incrementado em todos os órgãos. Em adição, o conteúdo de aminoácidos livres totais foi aumentado em raízes, caule e folhas apicais, enquanto o conteúdo de prolina aumentou em todos os órgãos, exceto no xilopódio. O aumento da concentração de NaCl causou maior VE em raízes, folhas medianas e apicais. A salinidade aumentou a PL em todos os órgãos, especialmente sob NaCl 150 mM, exceto em raízes. Os extratos foliares acumularam cerca de 90% do conteúdo total de ascorbato da planta. A salinidade alterou o conteúdo dos pigmentos fotossintéticos. A atividade das SODs decresceu em raízes, xilopódio e caule; e aumentou nos extratos foliares. A atividade das APXs aumentou em folhas apicais e raízes, decrescendo em xilopódio, caule, folhas basais e medianas. As POXs foram aumentadas em raízes, xilopódio, caule, folhas medianas e apicais, exceto em folhas basais. De acordo com os resultados, sugere-se que o xilopódio pode estar envolvido em mecanismos de exclusão e/ou compartimentalização em C. phyllacanthus sob salinidade para evitar a toxicidade iônica nas folhas. Embora o acúmulo de açúcares solúveis totais, proteínas, aminoácidos livres totais e prolina possam estar relacionados ao ajustamento osmótico de faveleira devido ao déficit hídrico, é possível que a acumulação destes solutos tenha ocorrido em decorrência de distúrbios metabólicos promovidos pela salinidade. A favela apresentou sensibilidade aos efeitos da salinidade.

    Provavelmente, devido a um maior efeito iônico que osmótico. A faveleira apresenta um complexo sistema de defesa enzimático e não enzimático representado pelas antocianinas, carotenóides, ascorbato e atividades de APX e POX em resposta ao estresse salino.

  • CLARISSE PEREIRA BENEDITO
  • Biometria, germinação e sanidade de sementes de jurema-preta (Mimosa tenuiflora Willd.) e jurema-branca (Piptadenia stipulacea Benth.)

  • Data: 01/06/2012
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  •  

    O objetivo desta pesquisa foi caracterizar biometricamente de frutos e sementes,
    assim como determinar o melhor método para superação de dormência, verificar a
    temperatura e o substrato mais adequados para germinação destas espécies, além de
    fazer uma avaliação sanitária e testar métodos alternativos para o controle dos
    patógenos identificados. Na caracterização biométrica foi utilizada uma amostra de
    aleatória de 100 frutos e 100 sementes, avaliando-se o comprimento, largura e
    espessura de frutos e sementes, além do número de sementes por fruto. Para
    superação de dormência das sementes, o delineamento experimental foi o
    inteiramente casualizado (DIC), com quatorze tratamentos: água quente 100 °C por
    1, 2, 3, 4, 5 e 6 minutos, ácido sulfúrico por 1, 4, 7, 10 e 13 minutos, escarificação
    em lixa e desponte das sementes), com quatro repetições de 25 sementes em
    bandejas plásticas no substrato areia em casa de vegetação, aos 21 dias foram
    avaliados a porcentagem de emergência, índice de velocidade de emergência e
    tempo médio de emergência. Para avaliação dos substratos e temperaturas na
    germinação, o ensaio foi realizado em laboratório, com delineamento inteiramente
    casualizado, em esquema fatorial 4x6, os tratamentos resultaram da combinação de
    quatro substratos (entre areia, sobre papel, rolo de papel e vermiculita) e seis
    temperaturas (20°C, 25°C, 30°C, 35°C, 40°C e alternada 20-30°C), com quatro
    repetições de 25 sementes, neste experimento as características avaliadas foram:
    porcentagem de germinação, índice de velocidade de germinação, tempo médio de
    germinação, porcentagem de sementes duras e mortas. No teste sanidade foi
    utilizado dez repetições de vinte sementes, utilizando-se dois métodos para
    detecção: papel filtro (Blotter-test e meio BDA (Batata Dextrose Ágar), após a
    identificação dos fungos nas sementes, os mesmos foram isolados e em seguida foi
    aplicados seguintes tratamentos: extrato de alho a 0,5%, 2,5%, e 5,0% e cravo a
    1,0%, 1,5%, e 2,0%, foi avaliada a ação dos extratos sobre a inibição de
    crescimento dos fungos in vitro e sobre a germinação das sementes. Houve maior
    variação biométrica no número de sementes/fruto nas sementes e jurema-preta,
    para jurema-branca houve maior variação biométrica na largura e número de
    sementes/fruto. A imersão em água quente por quatro minutos e o desponte da
    semente foram os melhores métodos de superação de dormência para sementes de
    jurema-preta e jurema-branca, respectivamente. A condição mais adequada para
    germinação de sementes de jurema-preta foi a temperatura de 25 °C, no substrato
    rolo de papel, enquanto para as sementes de jurema-branca a temperatura foi de 30
    °C, também no substrato rolo de papel. O extrato de cravo-da-índia nas
    concentrações 1,5% e 2,0% reduziu a incidência de todos os fungos avaliados in
    vitro e não afetou a germinação das sementes.

    O objetivo desta pesquisa foi caracterizar biometricamente de frutos e sementes,assim como determinar o melhor método para superação de dormência, verificar atemperatura e o substrato mais adequados para germinação destas espécies, além defazer uma avaliação sanitária e testar métodos alternativos para o controle dospatógenos identificados. Na caracterização biométrica foi utilizada uma amostra dealeatória de 100 frutos e 100 sementes, avaliando-se o comprimento, largura eespessura de frutos e sementes, além do número de sementes por fruto. Parasuperação de dormência das sementes, o delineamento experimental foi ointeiramente casualizado (DIC), com quatorze tratamentos: água quente 100 °C por1, 2, 3, 4, 5 e 6 minutos, ácido sulfúrico por 1, 4, 7, 10 e 13 minutos, escarificaçãoem lixa e desponte das sementes), com quatro repetições de 25 sementes embandejas plásticas no substrato areia em casa de vegetação, aos 21 dias foramavaliados a porcentagem de emergência, índice de velocidade de emergência etempo médio de emergência. Para avaliação dos substratos e temperaturas nagerminação, o ensaio foi realizado em laboratório, com delineamento inteiramentecasualizado, em esquema fatorial 4x6, os tratamentos resultaram da combinação dequatro substratos (entre areia, sobre papel, rolo de papel e vermiculita) e seistemperaturas (20°C, 25°C, 30°C, 35°C, 40°C e alternada 20-30°C), com quatrorepetições de 25 sementes, neste experimento as características avaliadas foram:porcentagem de germinação, índice de velocidade de germinação, tempo médio degerminação, porcentagem de sementes duras e mortas. No teste sanidade foiutilizado dez repetições de vinte sementes, utilizando-se dois métodos paradetecção: papel filtro (Blotter-test e meio BDA (Batata Dextrose Ágar), após aidentificação dos fungos nas sementes, os mesmos foram isolados e em seguida foiaplicados seguintes tratamentos: extrato de alho a 0,5%, 2,5%, e 5,0% e cravo a1,0%, 1,5%, e 2,0%, foi avaliada a ação dos extratos sobre a inibição decrescimento dos fungos in vitro e sobre a germinação das sementes. Houve maiorvariação biométrica no número de sementes/fruto nas sementes e jurema-preta,para jurema-branca houve maior variação biométrica na largura e número desementes/fruto. A imersão em água quente por quatro minutos e o desponte dasemente foram os melhores métodos de superação de dormência para sementes dejurema-preta e jurema-branca, respectivamente. A condição mais adequada paragerminação de sementes de jurema-preta foi a temperatura de 25 °C, no substratorolo de papel, enquanto para as sementes de jurema-branca a temperatura foi de 30°C, também no substrato rolo de papel. O extrato de cravo-da-índia nasconcentrações 1,5% e 2,0% reduziu a incidência de todos os fungos avaliados invitro e não afetou a germinação das sementes.

     

  • JORGE LUIZ XAVIER LINS CUNHA
  • "Sistema de plantio no manejo de plantas daninhas e na comunidade microbiana do solo na cultura do pimentão".

  • Data: 25/05/2012
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  • SILVIA REGINA SILVA DE OLIVEIRA
  • Biometria de frutos e germinação de sementes de flor-de-seda”[Calotropis procera (Aiton) W.T.Aiton]

  • Data: 29/03/2012
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  • MAIELE LEANDRO DA SILVA
  • Viabilidade agroeconômica de hortaliças fertilizadas com flor-de-seda (Calotropis procera (Ait) R.Br.) 

  • Data: 29/03/2012
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  • Três experimentos (um com cenoura, um com rúcula e outro com coentro) foram conduzidos na Fazenda Experimental Rafael Fernandes, no período de outubro de 2010 a janeiro de 2012, com o objetivo de determinar a quantidade de flor-de-seda incorporada ao solo e o(s) tipo(s) de parcelamento dessa quantidade que devem ser usados no desempenho agroeconômico da cenoura, bem como, de quantificar a(s) quantidade(s) de flor-de-seda e seu(s) tempo(s) de incorporação a serem utilizados na performance agroeconômica da rúcula e do coentro. O delineamento experimental usado foi de blocos completos casualizados com três repetições, em esquema fatorial 4 x 3 para a cenoura e para a rúcula. Os tratamentos do experimento da cenoura consistiram de quatro quantidades de flor-de-seda (6; 19; 32 e 45 t ha-1 em base seca), parceladas em três proporções (30% quinze dias antes da semeadura (DAS) + 70% trinta dias depois da semeadura (DDS), 40% quinze DAS + 60% trinta DDS e 50% quinze DAS + 50% trinta DDS). Para o experimento da rúcula, os tratamentos foram constituídos pela combinação de quatro quantidades de flor-de-seda (6; 19; 32 e 45 t ha-1 em base seca) com três tempos de incorporação (10; 20 e 30 DAS). Para o experimento do coentro, o esquema fatorial foi de 4 x 4. Os tratamentos consistiram da combinação de quatro quantidades de flor-de-seda (7,5; 15; 22,5 e 30 t ha-1 em base seca) com quatro tempos de incorporação (0, 10, 20, e 30 DAS). As cultivares de cenoura, rúcula e coentro plantadas foram respectivamente: „Brasília‟, „Cultivada‟ e „Verdão‟. As características avaliadas na cenoura foram: altura de plantas, número de hastes por planta, massa seca da parte aérea, produtividade comercial, total e classificada de raízes. Para as culturas de rúcula e coentro foram: altura de plantas, número de folhas ou hastes por planta, rendimento de massa verde e massa seca da parte aérea. Foram utilizados os indicadores econômicos: renda bruta, renda líquida, taxa de retorno e índice de lucratividade na avaliação econômica das culturas. A maior performance agroeconômica da cenoura foi obtida na quantidade de 45 t ha-1 de flor-de-seda incorporada ao solo no parcelamento de 30% quinze dias DAS + 70% trinta dias DDS. O melhor desempenho agroeconômico da rúcula foi obtido na quantidade de 19 t ha-1 de flor-de-seda incorporada ao solo no tempo de 20 dias antes da sua semeadura. O cultivo do coentro foi agroeconomicamente inviável em função das quantidades de flor-de-seda incorporadas ao solo e de seus tempos de incorporação estudados.

  • VALMOR ELIAS TOMCZAK
  • Ecofisiologia de mudas jovens de ipê - roxo (Tabebuia impetiginosa (Mart. ex. DC.) Standl) submetidas a estresse hídrico.

  • Data: 14/03/2012
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  • AMISON DE SANTANA SILVA
  • Produção de cebola fertirrigada com biofertilizante associado a adubação mineral.

  • Data: 13/03/2012
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  • No estado do Rio Grande do Norte denominado como “Nova fronteira da produção de cebola”, o plantio de forma mais expressivo é relativamente recente, e foi motivado pelos preços elevados dos últimos anos. Alguns produtores de frutas e hortaliças do estado, já utilizam biofertilizantes ou calda orgânica, como é mais conhecido na região. A aplicação na cebola se dá através da água de irrigação diariamente, em doses variando de 30 a 50 L ha-1. O objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho da cultura da cebola com a utilização de biofertilizantes associados a fertilizantes minerais aplicados via fertirrigação, no município de Mossoró-RN. Para tanto foi conduzido um experimento, na horta didática do Departamento de Ciências Vegetais da UFERSA em Mossoró-RN, no período de setembro de 2011 a janeiro de 2012. O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados completos, com quatro repetições em esquema fatorial 3 x 3 + 2. Os tratamentos consistiram da combinação de três doses de biofertilizante (15, 30 e 60 L/ha/dia) e três níveis de adubação (25, 50 e 100% da adubação recomendada por Cavalcanti (1998) e dois tratamentos adicionais (o primeiro, a aplicação de 100% da adubação convencional, seguindo a recomendação de Cavalcanti, 1998, sem biofertilizante e o segundo apenas a aplicação de biofertilizante na dose de 30 L/ha/dia). A combinação das doses 60 L/ha/dia de biofertilizante e 75% da adubação mineral promoveu os maiores valores para produtividade total, comercial e massa seca do bulbo.
    A maior produtividade não comercial e massa média do bulbo foram alcançadas com a ausência de biofertilizante e 50% da adubação mineral. A menor porcentagem de refugo foi observada com as doses 30 L/ha/dia do biofertilizante e 50% da adubação mineral. Os teores de N, K, Ca, Mg, Mn e Fe foram abaixo do recomendado para ótimo desenvolvimento da cultura. O P e o Zn foliar obtiveram valor dentro do recomendado para a cebola.
    No estado do Rio Grande do Norte denominado como “Nova fronteira da produção de cebola”, o plantio de forma mais expressivo é relativamente recente, e foi motivado pelos preços elevados dos últimos anos. Alguns produtores de frutas e hortaliças do estado, já utilizam biofertilizantes ou calda orgânica, como é mais conhecido na região. A aplicação na cebola se dá através da água de irrigação diariamente, em doses variando de 30 a 50 L ha-1. O objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho da cultura da cebola com a utilização de biofertilizantes associados a fertilizantes minerais aplicados via fertirrigação, no município de Mossoró-RN. Para tanto foi conduzido um experimento, na horta didática do Departamento de Ciências Vegetais da UFERSA em Mossoró-RN, no período de setembro de 2011 a janeiro de 2012. O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados completos, com quatro repetições em esquema fatorial 3 x 3 + 2. Os tratamentos consistiram da combinação de três doses de biofertilizante (15, 30 e 60 L/ha/dia) e três níveis de adubação (25, 50 e 100% da adubação recomendada por Cavalcanti (1998) e dois tratamentos adicionais (o primeiro, a aplicação de 100% da adubação convencional, seguindo a recomendação de Cavalcanti, 1998, sem biofertilizante e o segundo apenas a aplicação de biofertilizante na dose de 30 L/ha/dia). A combinação das doses 60 L/ha/dia de biofertilizante e 75% da adubação mineral promoveu os maiores valores para produtividade total, comercial e massa seca do bulbo.A maior produtividade não comercial e massa média do bulbo foram alcançadas com a ausência de biofertilizante e 50% da adubação mineral. A menor porcentagem de refugo foi observada com as doses 30 L/ha/dia do biofertilizante e 50% da adubação mineral. Os teores de N, K, Ca, Mg, Mn e Fe foram abaixo do recomendado para ótimo desenvolvimento da cultura. O P e o Zn foliar obtiveram valor dentro do recomendado para a cebola.

  • MARIA FRANCISCA SOARES PEREIRA
  • Avaliação do potencial fisiológico de sementes de coentro pelo teste de envelhecimento acelerado.

  • Data: 09/03/2012
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  • A avaliação do vigor é de fundamental importância em programas de controle de
    qualidade de sementes, e o teste de envelhecimento acelerado pode ser utilizado para
    este fim. Nesse sentido, o objetivo deste trabalho foi estudar a metodologia do teste de
    envelhecimento acelerado, procurando-se verificar sua eficiência para identificar
    diferenças entre níveis de vigor de lotes de sementes de coentro (Coriandrum sativum
    L.). Durante o período experimental, as sementes foram acondicionadas em sacos
    plásticos e mantidas em ambiente controlado (16ºC e 50% UR). Para isso, utilizou-se
    as cultivares Verdão, Super-verdão, Tabocas e Português, cada uma representada por
    três lotes. As sementes foram submetidas aos testes de germinação, primeira contagem
    de germinação, emergência de plântulas, índice de velocidade de emergência,
    comprimento de parte aérea, massa seca de parte aérea e envelhecimento acelerado (38
    e 41ºC; 48, 72 e 96 horas; método tradicional e com uso de solução salina), além da
    determinação do grau de umidade das sementes. Os trabalhos foram realizados no
    Laboratório de Análises de Sementes e em casa de vegetação, da Universidade Federal
    Rural do Semi-Árido, Mossoró-RN. Utilizou-se o delineamento inteiramente
    casualizado, com quatro repetições de 50 sementes. Os resultados dos testes foram
    avaliados individualmente, quanto à análise de variância pelo teste F e as médias
    comparadas pelo teste de Tukey (P  0,05). Diante dos resultados, conclui-se que o
    teste de envelhecimento acelerado mostrou-se eficiente para avaliar o potencial
    fisiológico das sementes de coentro; e que as combinações 41°C/48h (tradicional) e
    41°C/72h (com solução salina) constituiu-se em procedimento eficiente para detectar
    diferenças de vigor entre lotes de sementes de coentro.
    A avaliação do vigor é de fundamental importância em programas de controle dequalidade de sementes, e o teste de envelhecimento acelerado pode ser utilizado paraeste fim. Nesse sentido, o objetivo deste trabalho foi estudar a metodologia do teste deenvelhecimento acelerado, procurando-se verificar sua eficiência para identificardiferenças entre níveis de vigor de lotes de sementes de coentro (Coriandrum sativumL.). Durante o período experimental, as sementes foram acondicionadas em sacosplásticos e mantidas em ambiente controlado (16ºC e 50% UR). Para isso, utilizou-seas cultivares Verdão, Super-verdão, Tabocas e Português, cada uma representada portrês lotes. As sementes foram submetidas aos testes de germinação, primeira contagemde germinação, emergência de plântulas, índice de velocidade de emergência,comprimento de parte aérea, massa seca de parte aérea e envelhecimento acelerado (38e 41ºC; 48, 72 e 96 horas; método tradicional e com uso de solução salina), além dadeterminação do grau de umidade das sementes. Os trabalhos foram realizados noLaboratório de Análises de Sementes e em casa de vegetação, da Universidade FederalRural do Semi-Árido, Mossoró-RN. Utilizou-se o delineamento inteiramentecasualizado, com quatro repetições de 50 sementes. Os resultados dos testes foramavaliados individualmente, quanto à análise de variância pelo teste F e as médiascomparadas pelo teste de Tukey (P  0,05). Diante dos resultados, conclui-se que oteste de envelhecimento acelerado mostrou-se eficiente para avaliar o potencialfisiológico das sementes de coentro; e que as combinações 41°C/48h (tradicional) e41°C/72h (com solução salina) constituiu-se em procedimento eficiente para detectardiferenças de vigor entre lotes de sementes de coentro.

  • RYCHARDSON ROCHA DE ARAÚJO
  • Qualidade e potencial de utilização de frutos de genótipos de cambuí, guajiru e maçaranduba nativos da Vegetação Litorânea de Alagoas. 

  • Data: 06/03/2012
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  •  

    O trabalho teve como objetivo caracterizar física e quimicamente frutos de genótipos
    de cambuí, guajiru e maçaranduba nativos de ocorrência nos municípios de Paripueira,
    Maceió, Marechal Deodoro e Piaçabuçu, Alagoas. As amostras foram avaliadas
    individualmente quanto aos caracteres: massa fresca do fruto, massa fresca da polpa,
    massa fresca da casca, massa fresca da semente, diâmetro longitudinal e transversal do
    fruto e rendimento de polpa. Na caracterização da polpa foram determinadas acidez
    total, cinzas, umidade, pH, açúcares redutores e totais, sólidos solúveis (ºBrix),
    proteínas, lipídios, vitamina C e valor energético total. Todos os genótipos
    apresentaram características físicas exigidas pelas indústrias de processamento
    apresentando frutos com baixa acidez, levemente adocicados e rendimento de polpa
    superior a 60%. Os frutos de cambuizeiro e maçarandubeira destacam-se pelo elevado
    teor de Vitamina C, com médias de 1101,4 mg.100 g-1 e 227,4 mg.100 g-1,
    respectivamente. Os genótipos avaliados apresentaram variabilidade entre os
    parâmetros analisados possibilitando selecionar genótipos através de um único caráter
    superior ou simultaneamente.

    O trabalho teve como objetivo caracterizar física e quimicamente frutos de genótiposde cambuí, guajiru e maçaranduba nativos de ocorrência nos municípios de Paripueira,Maceió, Marechal Deodoro e Piaçabuçu, Alagoas. As amostras foram avaliadasindividualmente quanto aos caracteres: massa fresca do fruto, massa fresca da polpa,massa fresca da casca, massa fresca da semente, diâmetro longitudinal e transversal dofruto e rendimento de polpa. Na caracterização da polpa foram determinadas acideztotal, cinzas, umidade, pH, açúcares redutores e totais, sólidos solúveis (ºBrix),proteínas, lipídios, vitamina C e valor energético total. Todos os genótiposapresentaram características físicas exigidas pelas indústrias de processamentoapresentando frutos com baixa acidez, levemente adocicados e rendimento de polpasuperior a 60%. Os frutos de cambuizeiro e maçarandubeira destacam-se pelo elevadoteor de Vitamina C, com médias de 1101,4 mg.100 g-1 e 227,4 mg.100 g-1,respectivamente. Os genótipos avaliados apresentaram variabilidade entre osparâmetros analisados possibilitando selecionar genótipos através de um único carátersuperior ou simultaneamente.

     

  • YKESAKY TERSON DANTAS FERNANDES
  • Viabilidade agroeconômica do consórcio de cenoura e coentro em função de quantidades de jitirana e arranjos espaciais

  • Data: 01/03/2012
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  • Com o objetivo de estudar a viabilidade agroeconômica do consorcio de cenoura e
    coentro em função de quantidades de jitirana incorporadas e de arranjos espaciais entre
    as culturas componentes, foi conduzido um experimento na fazenda Rafael Fernandes
    (Alagoinha), Mossoró-RN, no período de novembro de 2010 a fevereiro de 2011. O
    delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados completos com os
    tratamentos arranjados em esquema fatorial 4 x 3, com quatro repetições. Os
    tratamentos consistiram da combinação de quatro quantidades de jitirana incorporadas
    ao solo (7,5; 15; 22,5 e 30 t ha-1 em base seca) com três arranjos espaciais entre as
    fileiras de plantio das culturas componentes (2:2, 3:3, 4:4). As características avaliadas
    na cenoura foram: altura de plantas, número de hastes por plantas, produtividade
    comercial e classificada de raízes, e massa seca da parte aérea. No coentro as
    características avaliadas foram: altura de plantas, número de hastes por planta,
    rendimento de massa verde e de massa seca da parte aérea. Alguns índices de
    competição e eficiência agronômica/biológica do sistema foram utilizados, tais como:
    índice de uso eficiente da terra; perda ou ganho real de rendimento do sistema, índice
    de vantagem do consórcio, coeficiente relativo populacional do consórcio, taxa
    competitiva do consórcio, índice de superação da cenoura e índice de superação do
    coentro. Os indicadores econômicos de renda bruta, renda líquida, taxa de retorno e
    índice de lucratividade foram quantificados. A maior performance produtiva da
    cenoura e coentro foi registrado quando se utilizou a quantidade de 15,0 t ha-¹ de
    jitirana incorporadas ao solo no arranjo 4:4.
    Com o objetivo de estudar a viabilidade agroeconômica do consorcio de cenoura ecoentro em função de quantidades de jitirana incorporadas e de arranjos espaciais entreas culturas componentes, foi conduzido um experimento na fazenda Rafael Fernandes(Alagoinha), Mossoró-RN, no período de novembro de 2010 a fevereiro de 2011. Odelineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados completos com ostratamentos arranjados em esquema fatorial 4 x 3, com quatro repetições. Ostratamentos consistiram da combinação de quatro quantidades de jitirana incorporadasao solo (7,5; 15; 22,5 e 30 t ha-1 em base seca) com três arranjos espaciais entre asfileiras de plantio das culturas componentes (2:2, 3:3, 4:4). As características avaliadasna cenoura foram: altura de plantas, número de hastes por plantas, produtividadecomercial e classificada de raízes, e massa seca da parte aérea. No coentro ascaracterísticas avaliadas foram: altura de plantas, número de hastes por planta,rendimento de massa verde e de massa seca da parte aérea. Alguns índices decompetição e eficiência agronômica/biológica do sistema foram utilizados, tais como:índice de uso eficiente da terra; perda ou ganho real de rendimento do sistema, índicede vantagem do consórcio, coeficiente relativo populacional do consórcio, taxacompetitiva do consórcio, índice de superação da cenoura e índice de superação docoentro. Os indicadores econômicos de renda bruta, renda líquida, taxa de retorno eíndice de lucratividade foram quantificados. A maior performance produtiva dacenoura e coentro foi registrado quando se utilizou a quantidade de 15,0 t ha-¹ dejitirana incorporadas ao solo no arranjo 4:4.

  • CARLOS HENRIQUE FEITOSA NOGUEIRA
  • Parasitóide Opius sp. no manejo integrado da mosca minadora na cultura do meloeiro

  • Data: 29/02/2012
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  • Os estados do Rio Grande do Norte e Ceará são os principais produtores de melão do Brasil. São responsáveis por cerca de 90% da produção nacional, o que faz do cultivo do meloeiro Cucumis melo L. um dos principais segmentos da cadeia do
    agronegócio nesses estados. Apesar da alta tecnologia empregada para o cultivo desta olerícola, essa cultura vem sofrendo sérios danos devido ao ataque da mosca minadora Liriomyza sativae (Diptera: Agromyzidae). O método de controleutilizado pelos produtores para o controle desta praga é basicamente o uso de inseticida químico, no entanto, o uso exclusivo deste método não tem sido satisfatório para supressão da população desse inseto, e o controle biológico através da utilização do parasitoide Opius sp. (Hymenoptera: Braconidae) tem se mostrado uma técnica promissora no controle dessa praga na cultura do meloeiro. Sendo assim, o presente trabalho teve como objetivo, estimar o número de parasitoides a serem liberado em campo e avaliar o efeito de inseticidas sobre o mesmo, em condições de campo. Dentre as proporções avaliadas a proporção de 1:10 (um parasitoide a cada dez larvas vivas) foi a que apresentou a maior taxa de
    emergência deste parasitoide 33,13%. Dentre os inseticidas avaliados no primeiro ensaio, foi verificado em todas as dosagens do Oléo de Neem que a taxa de emergência do parasitoide Opius sp. não diferiu da testemunha, enquanto que no tratamento com a Abamectina foi verificado a menor taxa de emergência 2,24%, diferindo de todos os outros tratamentos. No segundo ensaio, foi observado que no tratamento com o ativo Deltametrina ocorreu a maior taxa de redução na população do parasitoide Opius sp. (71,4%), seguido da Abamectina e do Cloridrato de Cartape (50,5 e 14,4%, respectivamente).

  • NARJARA WALESSA NOGUEIRA DE FREITAS
  • Maturação, germinação e desenvolvimento inicial de plântulas de sabiá (Mimosa caesalpiniifolia Benth.)

  • Data: 24/02/2012
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  • A germinação, bem como a expressão do vigor de um lote de sementes, depende tanto de fatores intrínsecos à planta (tais como maturação fisiológica e dormência), como de fatores extrínsecos (faixa adequada de temperatura, substrato adequado, quantidade de água e luz). É de extrema importância o conhecimento dos fatores que influenciam a germinação das sementes, para que possam ser controlados e manipulados, de forma a otimizar a porcentagem, velocidade e uniformidade de germinação, resultando na produção de mudas mais vigorosas para plantio e minimização dos gastos. Neste sentido, foram realizados três experimentos com o objetivo de avaliar: a) o efeito de diferentes estágios de maturação fisiológica sobre a dormência, germinação e vigor de sementes de Mimosa caesalpiniifolia Benth.; b) o efeito de diferentes temperaturas e substratos sobre a germinação de sementes de Mimosa caesalpiniifolia Benth., bem como definir a melhor metodologia para condução de testes de germinação com esta espécie; c) o efeito de diferentes substratos na emergência e desenvolvimento inicial de plântulas de sabiá (Mimosa caesalpiniifolia Benth.). Os experimentos foram conduzidos no Laboratório de Análise de Sementes (LAS) e em casa de vegetação do Departamento de Ciências Vegetais da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA). O delineamento estatístico utilizado foi inteiramente casualizado (DIC). No experimento I. adotou-se o esquema fatorial 2x5 (com e sem quebra de dormência x cinco estádios de maturação), constituindo, assim, 10 tratamentos; no experimento II, o esquema fatorial 2x3, sendo dois substratos (rolo de papel e sobre papel) x três temperaturas (25ºC, 30ºC e 35ºC), constituindo, assim, seis tratamentos, e no experimento III, os tratamentos foram compostos por nove diferentes substratos (T1: vermiculita; T2: fibra de coco; T3: comercial Hortimix®; T4: Vermiculita, Fibra de Coco e Composto orgânico (1:1:1); T5: fibra de coco e composto orgânico (1:1); T6: fibra de coco e composto orgânico (1:2); T7: vermiculita e composto orgânico (1:1); T8: vermiculita e composto orgânico (1:2) e T9: composto orgânico). Todos os tratamentos foram representados por quatro repetições de 25 sementes. Os dados foram submetidos aos testes de Tukey e Scott-Knott a 5% de probabilidade. No experimento I, constatou-se que as sementes de sabiá tornam-se dormentes à medida que diminuem seu teor de água e amadurecem fisiologicamente. A maior qualidade fisiológica e vigor de sementes são obtidas por ocasião de sua maturação e secagem, desde que processos de quebra de dormência sejam realizados; no experimento II, a germinação e vigor de sementes de sabiá foram influenciadas tanto pela temperatura como pelo substrato 8 utilizado no teste de germinação, sendo o uso do substrato rolo de papel à temperatura constante de 30ºC o mais adequado para a condução do teste de germinação; no experimento III, verificou-se que, para uma boa emergência e desenvolvimento inicial de plântulas de sabiá, podem ser utilizados os substratos fibra de coco, comercial hortimix® ou vermiculita, não sendo recomendado o uso do composto orgânico puro ou em misturas.

  • RAFAELLA MARTINS DE ARAÚJO FERREIRA
  • Modificação de filmes de gelatina por adição de surfactantes e ácidos graxos de coco e sua aplicação na conservação de melão Charentais sob refrigeração

  • Data: 24/02/2012
  • Mostrar Resumo
  • O desenvolvimento de filmes comestíveis para a aplicação na indústria de alimentos,
    como substituto aos filmes plásticos tradicionais está em ênfase nas pesquisas. Tendo
    em vista a necessidade de avaliar as características de permeabilidade ao vapor de água
    de filmes de gelatina para melhorar sua eficiência na conservação pós-colheita de
    frutos, este trabalho teve por objetivo promover a modificação de filmes de gelatina
    por adição de surfactantes e ácidos graxos de coco e sua posterior aplicação na
    conservação de melão Charentais sob refrigeração. O estudo do efeito da adição de
    ácidos graxos de coco e de dois surfactantes (óleo de coco saponificado e Tween 20)
    em filmes de gelatina foi realizado através de um planejamento experimental para
    misturas do tipo centróide simplex. De acordo com as variáveis de resposta
    (permeabilidade ao vapor de água e transmitância a 550 nm) verificou-se que a
    composição com melhores características para a aplicação em frutos (baixa
    permeabilidade ao vapor de água e alta transparência) foi o filme de gelatina e 5% de
    óleo de coco saponificado. No experimento seguinte utilizou-se delineamento
    inteiramente casualizado, em esquema de parcelas subdivididas, com os tratamentos na
    parcela (testemunha, filme de PEBD e biofilme) e na sub-parcela um fatorial 5 x 2,
    sendo cinco períodos de armazenamento à 5 ºC (7, 10, 13, 16 e 19 dias) e dois períodos
    de simulação da vida de prateleira à 20 ºC (zero e três dias). As seguintes
    características foram avaliadas: perda de massa, aparência externa e interna, firmeza de
    polpa, sólidos solúveis, pH, acidez titulável, vitamina C e açúcares solúveis totais.
    Verificou-se ao longo do armazenamento, incremento na perda de massa e decréscimo
    nas seguintes características: notas de aparência externa e interna, acidez titulável,
    sólidos solúveis, açúcares solúveis totais e teor de vitamina C. Observou-se que o filme
    de PEBD foi mais eficiente em retardar a perda de massa dos frutos enquanto o
    biofilme foi eficaz em prolongar a firmeza destes.
    O desenvolvimento de filmes comestíveis para a aplicação na indústria de alimentos,como substituto aos filmes plásticos tradicionais está em ênfase nas pesquisas. Tendoem vista a necessidade de avaliar as características de permeabilidade ao vapor de águade filmes de gelatina para melhorar sua eficiência na conservação pós-colheita defrutos, este trabalho teve por objetivo promover a modificação de filmes de gelatinapor adição de surfactantes e ácidos graxos de coco e sua posterior aplicação naconservação de melão Charentais sob refrigeração. O estudo do efeito da adição deácidos graxos de coco e de dois surfactantes (óleo de coco saponificado e Tween 20)em filmes de gelatina foi realizado através de um planejamento experimental paramisturas do tipo centróide simplex. De acordo com as variáveis de resposta(permeabilidade ao vapor de água e transmitância a 550 nm) verificou-se que acomposição com melhores características para a aplicação em frutos (baixapermeabilidade ao vapor de água e alta transparência) foi o filme de gelatina e 5% deóleo de coco saponificado. No experimento seguinte utilizou-se delineamentointeiramente casualizado, em esquema de parcelas subdivididas, com os tratamentos naparcela (testemunha, filme de PEBD e biofilme) e na sub-parcela um fatorial 5 x 2,sendo cinco períodos de armazenamento à 5 ºC (7, 10, 13, 16 e 19 dias) e dois períodosde simulação da vida de prateleira à 20 ºC (zero e três dias). As seguintescaracterísticas foram avaliadas: perda de massa, aparência externa e interna, firmeza depolpa, sólidos solúveis, pH, acidez titulável, vitamina C e açúcares solúveis totais.Verificou-se ao longo do armazenamento, incremento na perda de massa e decréscimonas seguintes características: notas de aparência externa e interna, acidez titulável,sólidos solúveis, açúcares solúveis totais e teor de vitamina C. Observou-se que o filmede PEBD foi mais eficiente em retardar a perda de massa dos frutos enquanto obiofilme foi eficaz em prolongar a firmeza destes.

  • ROMULO MAGNO OLIVEIRA DE FREITAS
  • Crescimento e produção de feijão-caupi sob efeito de veranico nos sistemas de plantio direto e convencional

  • Data: 24/02/2012
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  • A cultura do feijão-caupi possui grande importância para a região Nordeste, principalmente para a população mais carente. Um dos grandes problemas encontrados para essa cultura é o estresse hídrico, provocado pela irregularidade das chuvas, aliado a altas temperaturas, comuns a esta região. O sistema de plantio direto possui características como redução da evaporação da água do solo, maior retenção do solo e menores oscilações da temperatura, e pode ser uma forma de minimizar o efeito do estresse hídrico para a cultura do feijão-caupi. Deste modo, o presente trabalho se propõe a obter informações relativas ao crescimento, componentes da produção e rendimento de feijão-caupi sob veranico nos sistemas de plantio direto e convencional. Para isso, foi realizado, na Universidade Federal Rural do Semi-Árido, um experimento em delineamento de blocos completos casualizados em parcelas subdivididas com 4 repetições, utilizando-se a cultivar de feijão-caupi BRS Guariba em plantio direto e convencional. Para aplicação do veranico, a irrigação foi suspensa nos sistemas aos 34 dias após a semeadura por períodos de 2, 6, 10, 14, 18 e 22 dias sem irrigação, ocasião em que foi verificado o início do florescimento. Para avaliar o efeito dos sistemas e do veranico no crescimento, foram realizadas coletas entre os 15 e 64 dias após a semeadura, nos tratamentos com e sem irrigação (22 dias de duração). A avaliação dos componentes de produção (comprimento de vagem, número de grãos por vagem, número de vagens por planta e peso de cem grãos) e rendimento de grãos foi realizada aos 70 dias após a semeadura. Os sistemas de plantio influenciam o crescimento da área foliar, da matéria seca do caule, de folhas, de vagens e total do feijão-caupi. Os índices de crescimento são influenciados pela fase fenológica da planta (idade) e pelo estresse hídrico. As maiores taxas de crescimento foram alcançadas no sistema de plantio direto. O estresse hídrico afeta negativamente todas as variáveis avaliadas, independentemente do sistema de plantio. O sistema de plantio direto é mais produtivo do que o convencional quando em irrigação e em condição de estresse. Os períodos de veranico influenciaram o rendimento de grãos e todos os componentes de produção estudados de forma negativa, com exceção do peso de cem 8 grãos. Entre os sistemas estudados, o direto é o que proporciona maiores valores para os componentes de produção, exceto peso de cem grãos.

  • VIANNEY REINALDO DE OLIVEIRA
  • Crescimento de leguminosas arbóreas e rendimento de milho em sistemas silviagrícolas

  • Data: 24/02/2012
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  • Uma maneira de reduzir os custos na implantação de plantios florestais é o plantio de culturas anuais, em consorciação com as espécies arbóreas. Dois experimentos foram realizados na mesma área, em anos seguidos. Os objetivos foram avaliar as viabilidades agronômica e econômica da consorciação da sabiá (Mimosa caesalpiniifolia) e da gliricídia (Gliricidia sepium) com o milho (Zea mays), e a influência da proximidade com as plantas dessas leguminosas arbóreas sobre os rendimentos de espigas verdes e de grãos do milho. No experimento-l, as leguminosas foram cultivadas em monocultivo e em consorciação com a cultivar de milho AG 1051, em blocos ao acaso com cinco repetições. Três fileiras de milho foram plantadas entre duas fileiras de cada leguminosa. No experimento-2, as leguminosas foram cortadas a 0,5 m do nível do solo, por ocasião da semeadura do milho, e os ramos jovens e as folhas foram incorporados nas áreas cultivadas em consórcio. As espécies arbóreas apresentaram crescimento linear na altura da planta e nos diâmetros da copa e do colo, nos monocultivos e nos consórcios. A consorciação aumentou a altura da planta na sabiá, mas não influenciou essa característica na gliricídia. A gliricídia apresentou menor altura da planta que a sabiá. Não houve diferenças entre sistemas de cultivo, nem entre espécies no diâmetro da copa. A consorciação reduziu o diâmetro do colo da gliricídia, mas não alterou essa característica na sabiá, a qual apresentou menor diâmetro do colo que a gliricídia. A consorciação reduziu o rendimento de espigas verdes, mas não influenciou o rendimento de grãos. A fileira da esquerda produziu mais massa de espigas verdes despalhadas comercializáveis do que as fileiras central e da direita, mas a massa do rendimento de grãos foi maior na fileira central. Apesar da redução, em alguns casos, do crescimento das leguminosas, a consorciação com milho é vantajosa na redução dos custos de implantação dessas espécies, especialmente quando o milho é comercializado sob a forma de espigas verdes. No experimento-2, a consorciação reduziu apenas o número e a massa totais de espigas verdes e o rendimento de grãos e o número de espigas maduras, mas não influenciou o número e massa de espigas verdes comercializáveis, empalhadas e despalhadas. A fileira da esquerda produziu maior rendimento de espigas verdes que as fileiras central e da direita, mas o rendimento de grãos não foi influenciado pela posição da fileira. Não houve diferenças entre espécies arbóreas em seus efeitos sobre os rendimentos de espigas verdes e de grãos das fileiras de milho..

  • JOSÉ HAMILTON DA COSTA FILHO
  • Coleta e reação de acessos de melancia a Meloidogyne enterolobii

  • Data: 23/02/2012
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  • A melancia é de grande importância econômica para o Estado do Rio Grande do Norte. Entretanto, nematoides figuram entre os agentes causadores de doenças que limitam a produção em várias áreas. Dentre as medidas de manejo, o controle químico de fitonematoides é normalmente caro e poucos vegetais cultivados, inclusive a melancia, foram avaliados para as diferentes espécies de nematoides das galhas. Sendo assim, torna-se necessária a realização de uma pesquisa visando identificar genótipos de melancia resistentes a Meloidogyne enterolobii (Sin. M. mayaguensis), espécie que tem sido constatada em vários locais do Nordeste brasileiro. Para tanto, foi realizado um
    ensaio na Embrapa Semiárido, município de Petrolina – PE, com o objetivo de avaliar a reação de 20 acessos coletados no estado do Rio Grande do Norte, ao parasitismo de M. enterolobii. O experimento foi instalado seguindo o delineamento estatístico inteiramente casualizado, com 20 tratamentos correspondentes aos acessos e 10 repetições. A unidade experimental correspondeu a um vaso de 3 litros, preenchido com substrato esterilizado contendo uma planta. Uma suspensão de 2.200 ovos do nematoide foi aplicada em cada unidade aos quatro dias do transplantio. As variáveis analisadas foram: massa do sistema radicular (g), número de galhas (NG), número de assas de ovos (NMO), número de ovos (NO) e fator de reprodução (FR). A análise estatística dos dados foi realizada com recurso do software SISVAR. Os procedimentos pós-ANOVA utilizados foram a aplicação do teste de comparações múltiplas de médias de Tukey, a 5% de probabilidade, para as variáveis massa de sistema radicular, número de massas de ovos (NMO) e número de ovos (NO), e a aplicação do teste de comparações múltiplas de médias de Scott-Knott, a 5% de probabilidade, para a distribuição dos acessos em grupos com base no fator de reprodução (FR). Ao final do ensaio, foi encontrada uma grande variação na resposta dos acessos quanto à expressão das variáveis analisadas. Porém, quando se estudou a correlação entre as mesmas, os valores ficaram em torno de zero, para qualquer par de variáveis, exceto para NO e FR. Segundo o critério da variável NG e do FR médio por acesso, todos os acessos apresentaram suscetibilidade. Entretanto, quando se analisou a reação dentro dos tratamentos, alguns acessos apresentaram plantas com FR < 1,0 (02, 07, 09, 10 e 13), indicando variação para esse caráter. Os acessos 02, 07, 09, 10 e 13 apresentaram, respectivamente, 10, 10, 40, 30 e 10% de plantas com FR < 1. Isso indica que eles são promissores para serem usados em um programa de melhoramento que vise à obtenção de fonte homozigota de resistência a M. enterolobii e, portanto, existe variabilidade para esse caráter nos acessos de melancia coletados no Estado do Rio Grande do Norte.

  • KALIANE DE SOUZA SILVA
  • Eficiência de herbicidas para a cultura do feijão-caupi

  • Data: 16/02/2012
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  • Com o objetivo de avaliar a eficiência de herbicidas para a cultura do feijão-caupi
    (Vigna unguiculata (L.) Walp.), conduziu-se um experimento no esquema de
    parcelas subdivididas distribuídas no delineamento experimental de blocos
    casualizados, com quatro repetições, sendo que nas parcelas foram avaliados nove
    herbicidas/misturas (S-metolachlor, bentazon + imazamox, S-metolachlor +
    bentazon + imazamox, imazamox + fluazifop-p-butyl, imazethapyr + fluazifop-pbutyl,
    bentazon + fluazifop-p-butyl, bentazon + imazamox + fluazifop-p-butyl,
    lactofen + fluazifop-p-butyl, fluazifop-p-butyl) e uma testemunha sem herbicidas,
    enquanto nas subparcelas foram avaliados dois tratamentos: com capinas e sem
    capinas, para determinar a seletividade e a eficácia dos herbicidas,
    respectivamente. Aos 21, 28 e 45 dias após o plantio (DAP) foram realizadas
    avaliações visuais de intoxicação na cultura e de controle de plantas daninhas. Aos
    45 DAP, foi realizada avaliação de massa seca de plantas daninhas. Por ocasião da
    colheita, quando as plantas do feijão-caupi estavam com 80% das vagens secas,
    foram avaliados o número de vagens por planta, peso de cem grãos e a
    produtividade do feijão-caupi em função das estratégias de manejo de plantas
    daninhas. As plantas tratadas com a mistura dos herbicidas lactofen + fluazifop-pbutyl
    sofreram severa intoxicação, se recuperando posteriormente, com retardo do
    florescimento e colheita em oito dias. As principais espécies de plantas infestantes
    foram Cleome affinis DC. , Trianthema portulacastrum L., Amaranthus spinosus
    L., Commelina benghalensis L. e Digitaria bicornis Lam , sendo todas controladas
    com eficiência pelos herbicidas S-metolachlor + bentazon + imazamox e lactofen +
    fluazifop-p-butyl, enquanto que o S-metolachlor, o bentazon + fluazifop-p-butyl e
    o imazamox + fluazifop-p-butyl não exerceram controle eficiente sobre Cleome
    affinis, Amaranthus spinosus e Trianthema portulacastrum, respectivamente. A
    interferência da espécie Amaranthus spinosus ocasionou redução na produtividade
    da parcela tratada com bentazon + fluazifop-p-butyl, de modo semelhante à
    testemunha sem capinas. Apesar da severa intoxicação causada, os herbicidas
    lactofen + fluazifop-p-butyl proporcionaram maior produtividade em relação aos
    demais tratamentos, por reduzir o intenso crescimento vegetativo proporcionado
    pelo elevado índice pluviométrico no período experimental. Concluiu-se que os
    herbicidas S-metolachlor, bentazon + imazamox, S-metolachlor + bentazon +
    imazamox, imazamox + fluazifop-p-butyl, imazethapyr + fluazifop-p-butyl,
    bentazon + fluazifop-p-butyl, bentazon + imazamox + fluazifop-p-butyl e
    fluazifop-p-butyl foram seletivos para a cultura e que a eficácia dos herbicidas
    depende da comunidade de plantas infestantes da área.
    Com o objetivo de avaliar a eficiência de herbicidas para a cultura do feijão-caupi(Vigna unguiculata (L.) Walp.), conduziu-se um experimento no esquema deparcelas subdivididas distribuídas no delineamento experimental de blocoscasualizados, com quatro repetições, sendo que nas parcelas foram avaliados noveherbicidas/misturas (S-metolachlor, bentazon + imazamox, S-metolachlor +bentazon + imazamox, imazamox + fluazifop-p-butyl, imazethapyr + fluazifop-pbutyl,bentazon + fluazifop-p-butyl, bentazon + imazamox + fluazifop-p-butyl,lactofen + fluazifop-p-butyl, fluazifop-p-butyl) e uma testemunha sem herbicidas,enquanto nas subparcelas foram avaliados dois tratamentos: com capinas e semcapinas, para determinar a seletividade e a eficácia dos herbicidas,respectivamente. Aos 21, 28 e 45 dias após o plantio (DAP) foram realizadasavaliações visuais de intoxicação na cultura e de controle de plantas daninhas. Aos45 DAP, foi realizada avaliação de massa seca de plantas daninhas. Por ocasião dacolheita, quando as plantas do feijão-caupi estavam com 80% das vagens secas,foram avaliados o número de vagens por planta, peso de cem grãos e aprodutividade do feijão-caupi em função das estratégias de manejo de plantasdaninhas. As plantas tratadas com a mistura dos herbicidas lactofen + fluazifop-pbutylsofreram severa intoxicação, se recuperando posteriormente, com retardo doflorescimento e colheita em oito dias. As principais espécies de plantas infestantesforam Cleome affinis DC. , Trianthema portulacastrum L., Amaranthus spinosusL., Commelina benghalensis L. e Digitaria bicornis Lam , sendo todas controladascom eficiência pelos herbicidas S-metolachlor + bentazon + imazamox e lactofen +fluazifop-p-butyl, enquanto que o S-metolachlor, o bentazon + fluazifop-p-butyl eo imazamox + fluazifop-p-butyl não exerceram controle eficiente sobre Cleomeaffinis, Amaranthus spinosus e Trianthema portulacastrum, respectivamente. Ainterferência da espécie Amaranthus spinosus ocasionou redução na produtividadeda parcela tratada com bentazon + fluazifop-p-butyl, de modo semelhante àtestemunha sem capinas. Apesar da severa intoxicação causada, os herbicidaslactofen + fluazifop-p-butyl proporcionaram maior produtividade em relação aosdemais tratamentos, por reduzir o intenso crescimento vegetativo proporcionadopelo elevado índice pluviométrico no período experimental. Concluiu-se que osherbicidas S-metolachlor, bentazon + imazamox, S-metolachlor + bentazon +imazamox, imazamox + fluazifop-p-butyl, imazethapyr + fluazifop-p-butyl,bentazon + fluazifop-p-butyl, bentazon + imazamox + fluazifop-p-butyl efluazifop-p-butyl foram seletivos para a cultura e que a eficácia dos herbicidasdepende da comunidade de plantas infestantes da área.

  • PAULA LIDIANE DE OLIVEIRA FERNANDES
  • Avaliação de cinco cultivares de bananeira em Baraúna/RN

  • Data: 16/02/2012
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  •  

    Este trabalho tem como objetivo avaliar o comportamento agronômico de cinco
    cultivares de bananeira quanto ao seu desenvolvimento no município de Baraúna/RN,
    bem como a qualidade, vida útil pós-colheita dos seus frutos e sua aceitação por parte
    dos potenciais consumidores locais. O experimento foi implantado na Fazenda WG
    Fruticultura no município de Baraúna/RN. No primeiro experimento, foram avaliados
    os aspectos agronômicos das cultivares, tais como: crescimento da planta, produção,
    comportamento fisiológico e incidência de doenças. As avaliações de crescimento da
    planta foram realizadas a parir dos sessenta dias após o plantio até os 300 dias de
    desenvolvimento; as analises fisiológicas foram realizadas na floração e a incidência de
    doenças foi avaliada durante três fases do desenvolvimento da planta e as
    características de produção foram avaliadas na colheita. No segundo experimento, os
    frutos foram colhidos e levados para o Laboratório de Agricultura Irrigada da
    UFERSA/RN, onde foram realizadas avaliações da qualidade (coloração da casca,
    aparência externa, perda de massa, rendimento de polpa, espessura da casca, firmeza,
    sólidos solúveis, acidez, pH, relação SS/AT, Vitamina C, , açúcares solúveis e amido)
    dos frutos no dia da colheita e armazenados por 12 dias (24°± 2ºC e 55%± 5% UR) e
    avaliados a cada três dias.Ainda foi realizada a análise sensorial dos frutos quando
    estavam completamente maduros. Foi utilizado o delineamento em blocos ao acaso,
    com cinco tratamentos (FHIA 18, Prata Catarina, Prata Garantida, Tropical e FHIA 01)
    e quatro repetições, sendo a parcela útil constituída de seis plantas úteis com
    espaçamento de três metros entre fileiras e dois metros entre plantas. O esquema
    utilizado foi o de parcela subdividida, os dados foram submetidos à análise de
    variância e as médias foram comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade,
    para a avaliação de doenças foi realizado a estatística não paramétrica e realizado o
    Teste de Friedman. No primeiro experimento, foi concluído que cultivares Prata
    Catarina, e Tropical apresentaram características agronômicas favoráveis; quanto à
    produção, a FHIA 18 apresentou-se superior, FHIA 18, Catarina e a FHIA 01 foram
    superiores quanto ao comportamento fisiológico; a FHIA 18, a Catarina e a FHIA 01
    obtiveram uma maior taxa fotossintética, e com relação à resistência a doenças foi
    comprovada conforme a descrição de cada uma, onde foi constatada apenas a
    ocorrência de sigatoka amarela, para as cultivares FHIA 18, Catarina e FHIA 01, a
    Tropical e a Garantida não apresentaram nenhum sintoma de doenças. No segundo
    experimento, conclui-se que as cultivares Prata Catarina, Prata Garantida e Tropical
    obtiveram características físico-quimicas superiores e apresentaram-se boas para o
    consumo até os 12 dias depois de colhidas, já as cultivares FHIA 18 e FHIA 01 tiveram
    sua vida útil limitada aos nove dias de armazenamento. Sensorialmente as cultivares
    Prata Catarina e a Garantida foram classificadas como as preferidas pelos potenciais
    consumidores.

    Este trabalho tem como objetivo avaliar o comportamento agronômico de cincocultivares de bananeira quanto ao seu desenvolvimento no município de Baraúna/RN,bem como a qualidade, vida útil pós-colheita dos seus frutos e sua aceitação por partedos potenciais consumidores locais. O experimento foi implantado na Fazenda WGFruticultura no município de Baraúna/RN. No primeiro experimento, foram avaliadosos aspectos agronômicos das cultivares, tais como: crescimento da planta, produção,comportamento fisiológico e incidência de doenças. As avaliações de crescimento daplanta foram realizadas a parir dos sessenta dias após o plantio até os 300 dias dedesenvolvimento; as analises fisiológicas foram realizadas na floração e a incidência dedoenças foi avaliada durante três fases do desenvolvimento da planta e ascaracterísticas de produção foram avaliadas na colheita. No segundo experimento, osfrutos foram colhidos e levados para o Laboratório de Agricultura Irrigada daUFERSA/RN, onde foram realizadas avaliações da qualidade (coloração da casca,aparência externa, perda de massa, rendimento de polpa, espessura da casca, firmeza,sólidos solúveis, acidez, pH, relação SS/AT, Vitamina C, , açúcares solúveis e amido)dos frutos no dia da colheita e armazenados por 12 dias (24°± 2ºC e 55%± 5% UR) eavaliados a cada três dias.Ainda foi realizada a análise sensorial dos frutos quandoestavam completamente maduros. Foi utilizado o delineamento em blocos ao acaso,com cinco tratamentos (FHIA 18, Prata Catarina, Prata Garantida, Tropical e FHIA 01)e quatro repetições, sendo a parcela útil constituída de seis plantas úteis comespaçamento de três metros entre fileiras e dois metros entre plantas. O esquemautilizado foi o de parcela subdividida, os dados foram submetidos à análise devariância e as médias foram comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade,para a avaliação de doenças foi realizado a estatística não paramétrica e realizado oTeste de Friedman. No primeiro experimento, foi concluído que cultivares PrataCatarina, e Tropical apresentaram características agronômicas favoráveis; quanto àprodução, a FHIA 18 apresentou-se superior, FHIA 18, Catarina e a FHIA 01 foramsuperiores quanto ao comportamento fisiológico; a FHIA 18, a Catarina e a FHIA 01obtiveram uma maior taxa fotossintética, e com relação à resistência a doenças foicomprovada conforme a descrição de cada uma, onde foi constatada apenas aocorrência de sigatoka amarela, para as cultivares FHIA 18, Catarina e FHIA 01, aTropical e a Garantida não apresentaram nenhum sintoma de doenças. No segundoexperimento, conclui-se que as cultivares Prata Catarina, Prata Garantida e Tropicalobtiveram características físico-quimicas superiores e apresentaram-se boas para oconsumo até os 12 dias depois de colhidas, já as cultivares FHIA 18 e FHIA 01 tiveramsua vida útil limitada aos nove dias de armazenamento. Sensorialmente as cultivaresPrata Catarina e a Garantida foram classificadas como as preferidas pelos potenciaisconsumidores.

     

  • EWERTON MARINHO DA COSTA
  • Entomofauna associada a cultura da melancia no semiárido do Rio Grande do Norte

  • Data: 16/02/2012
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  • A melancia (Citrullus lanatus (Thumb) Matsum. & Nakai) é uma das mais
    importantes cucurbitáceas cultivadas no Brasil, sendo a região Nordeste do país a
    principal produtora. No estado do Rio Grande do Norte, terceiro maior produtor de
    melancia do nordeste, o cultivo dessa olerícola é uma atividade agrícola em
    expansão, especialmente no pólo agrícola Assu-Mossoró. Apesar da expansão e
    tecnificação do cultivo da referida cucurbitácea no RN, a escassez de informações
    acerca da comunidade de insetos associados à cultura ainda representa um dos
    principais entraves no manejo de pragas. Desta maneira, o objetivo do presente
    trabalho foi realizar um levantamento da entomofauna associada à cultura da
    melancia no município de Baraúna, semiárido do RN. O levantamento da
    entomofauna foi realizado em uma área de produção comercial de melancia. As
    coletas dos insetos foram realizadas semanalmente durante o ciclo da cultura
    utilizando-se três tipos de armadilhas, Pitfall, Moericke e McPhail, na densidade de
    20, 20 e uma armadilha por hectare, respectivamente. Foi coletado um total de
    14.460 insetos, pertencentes a oito ordens: Coleoptera, Hymenoptera, Hemiptera,
    Orthoptera, Dermaptera, Diptera, Thysanoptera e Lepidoptera, e distribuídos em 64
    famílias. As ordens Diptera, Coleoptera e Hymenoptera contribuíram com o maior
    número de espécimes, apresentando frequências relativas totais de 37,88%, 26,83%
    e 21,60%, respectivamente. Vinte e quatro famílias de himenópteros foram
    coletadas, 12 de coleópteros, 16 de díptera, 7 de hemíptera e 2 de orthopteros. As
    ordens Dermaptera, Thysanoptera e Lepidoptera foram representadas por uma
    família cada. Foi observada em campo a presença da mosca minadora (Diptera:
    Agromyzidae) e mosca branca (Hemiptera: Aleyrodidae). A entomofauna de
    inimigos naturais (predadores e parasitóides) associada à cultura da melancia foi
    diversificada e abundante. Constatou-se na região a ocorrência de insetos-praga da
    melancia e a presença de insetos com potencial para se tornar praga da cultura..

  • LUCIANA FREITAS DE MEDEIROS
  • Tolerância de porta-enxertos de videira ao encharcamento

  • Data: 15/02/2012
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  • Para avaliar cultivares porta-enxertos de videira quanto à sua tolerância ao
    encharcamento, foi realizado o experimento na UFERSA, em 2010. O delineamento
    foi o de blocos ao acaso em fatorial 6 x 4, sendo seis porta-enxertos (Harmony, Paulsen
    1103, Ripária do Traviú, IAC 572 ‘Jales’, IAC 571-6 ‘Jundiaí’ e IAC 766 ‘Campinas’)
    e quatro tempos de encharcamento (0, 4, 7 e 14 dias), em quatro repetições. As estacas
    foram enraizadas em sacos de polietileno contendo areia e plantmax® (3:1 v/v) como
    substrato. Na ocasião da aplicação dos tratamentos os sacos foram acondicionados em
    caixas de poliestireno contendo água no nível do colo das plantas, com um bloco em
    cada caixa. A aplicação deu-se em modo de tempo invertido: no primeiro dia,
    encharcamento no tratamento de 14 dias; sete dias depois aquele de 7 dias; três dias
    depois o de 4 dias. Quatro dias depois, todas as caixas foram esvaziadas, completando
    o ciclo. Ao final do encharcamento, foram realizadas avaliações do potencial hídrico
    foliar máximo, medições de fotossíntese, transpiração, condutância estomática,
    concentração de CO2 intracelular, temperatura da folha. Foram calculadas a eficiência
    do uso da água e a eficiência de carboxilação. A partir dos dados de umidade relativa e
    temperatura da cubeta, foram obtidos os valores do déficit de pressão de vapor da
    atmosfera. Para a determinação do teor de clorofila utilizou-se um clorofilômetro
    portátil. As variáveis de crescimento foram número de folhas, número de ramos,
    comprimento dos ramos, diâmetro dos ramos e comprimento do sistema radicular.
    Além disso, as plantas foram separadas e colocadas para secar em estufa a 65°C até
    atingir peso constante, para posterior avaliação da massa seca das folhas, massa seca da
    parte aérea, massa seca da estaca, massa seca do sistema radicular e massa seca total
    em gramas. O encharcamento afetou negativamente o crescimento e a fisiologia dos
    genótipos porta-enxertos estudados. Genótipos e período de encharcamento foram
    importantes fatores na determinação da severidade dos prejuízos provocados pelo
    encharcamento. No experimento, o período de encharcamento afetou o crescimento
    dos ramos a partir do 3º dia. Afetou ainda a condutância estomática e fotossíntese a
    partir do 2° dia, efeito agravado com o prolongamento do estresse. A cultivar Paulsen
    1103 mostrou-se mais sensível ao encharcamento, havendo quedas bruscas nos valores
    das análises conforme aumentou o tempo de encharcamento; a cultivar Riparia do
    Traviú manteve valores mais constantes no decorrer do tempo de encharcamento,
    podendo ser indício de tolerância a esse tipo de estresse ambiental.
    Para avaliar cultivares porta-enxertos de videira quanto à sua tolerância aoencharcamento, foi realizado o experimento na UFERSA, em 2010. O delineamentofoi o de blocos ao acaso em fatorial 6 x 4, sendo seis porta-enxertos (Harmony, Paulsen1103, Ripária do Traviú, IAC 572 ‘Jales’, IAC 571-6 ‘Jundiaí’ e IAC 766 ‘Campinas’)e quatro tempos de encharcamento (0, 4, 7 e 14 dias), em quatro repetições. As estacasforam enraizadas em sacos de polietileno contendo areia e plantmax® (3:1 v/v) comosubstrato. Na ocasião da aplicação dos tratamentos os sacos foram acondicionados emcaixas de poliestireno contendo água no nível do colo das plantas, com um bloco emcada caixa. A aplicação deu-se em modo de tempo invertido: no primeiro dia,encharcamento no tratamento de 14 dias; sete dias depois aquele de 7 dias; três diasdepois o de 4 dias. Quatro dias depois, todas as caixas foram esvaziadas, completandoo ciclo. Ao final do encharcamento, foram realizadas avaliações do potencial hídricofoliar máximo, medições de fotossíntese, transpiração, condutância estomática,concentração de CO2 intracelular, temperatura da folha. Foram calculadas a eficiênciado uso da água e a eficiência de carboxilação. A partir dos dados de umidade relativa etemperatura da cubeta, foram obtidos os valores do déficit de pressão de vapor daatmosfera. Para a determinação do teor de clorofila utilizou-se um clorofilômetroportátil. As variáveis de crescimento foram número de folhas, número de ramos,comprimento dos ramos, diâmetro dos ramos e comprimento do sistema radicular.Além disso, as plantas foram separadas e colocadas para secar em estufa a 65°C atéatingir peso constante, para posterior avaliação da massa seca das folhas, massa seca daparte aérea, massa seca da estaca, massa seca do sistema radicular e massa seca totalem gramas. O encharcamento afetou negativamente o crescimento e a fisiologia dosgenótipos porta-enxertos estudados. Genótipos e período de encharcamento foramimportantes fatores na determinação da severidade dos prejuízos provocados peloencharcamento. No experimento, o período de encharcamento afetou o crescimentodos ramos a partir do 3º dia. Afetou ainda a condutância estomática e fotossíntese apartir do 2° dia, efeito agravado com o prolongamento do estresse. A cultivar Paulsen1103 mostrou-se mais sensível ao encharcamento, havendo quedas bruscas nos valoresdas análises conforme aumentou o tempo de encharcamento; a cultivar Riparia doTraviú manteve valores mais constantes no decorrer do tempo de encharcamento,podendo ser indício de tolerância a esse tipo de estresse ambiental.

  • IRINALDO LIMA DO NASCIMENTO
  • ARMAZENAMENTO DE SEMENTES E PRODUÇÃO DE MUDAS DE QUIXABEIRA (Bumelia obtusifolium Roem ex Schult. Var. Excelsa (CD) Mig.).

  • Data: 14/02/2012
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  • A espécie Bumelia obtusifolium Roem et Schult, conhecida como quixabeira, pertence à família das Sapotaceae é nativa da Savana Estépica, encontrando-se ameaçada de extinção devido ao grande extrativismo de sua casca a qual apresenta propriedades medicinais, torna-se portanto de fundamental importância estudos voltados ao conhecimento das condições ótimas para germinação e conservação de suas sementes. O objetivo nesse trabalho foi avaliar metodologias de armazenamento e conservação de sementes de Bumelia obtusifolium bem como de produção mudas. O trabalho foi feito na Universidade Federal Rural do Semi-árido (UFERSA) consistindo em duas partes distintas, a primeira, armazenamento das sementes em freezer, câmara fria e ambiente de laboratório, nas embalagens de pano, plástico (polietileno) e potes de polipropileno, nos períodos de 0, 30, 60, 90, 120, 150 e 180 dias. Em delineamento inteiramente casualizado (DIC) em esquema fatorial 3x3x6. Foram avaliados a porcentagem de germinação, o índice de velocidade de germinação (IVG), e envelhecimento acelerado das sementes. A segunda parte tratou da produção de mudas, sendo utilizado o delineamento experimental inteiramente casualizado no esquema fatorial 2x2x2 com 15 repetições. Os fatores foram recipientes (tubetes pequenos e sacos plásticos),
    substrato (polifertil e polifertil + vermiculita) e níveis de luminosidade (telado de sombrite e a pleno sol). As características avaliadas foram número de folhas, diâmetro na base do caule, altura de plantas e massa seca de plântulas e área foliar. Em fatorial 2x2x2 seguido da análise de variância pelo teste F e as análises de média pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Podemos constatar que sementes armazenadas em freezer apresentaram germinação nula, os demais ambientes
    tiveram um crescimento de potencial de germinação até os 90 dias, seguido de decréscimo até os 180 dias, para a produção de mudas a melhor combinação para o crescimento e desenvolvimento das mesmas foi em telado de sombrite, em saco plástico com vermiculita.

  • YURI LIMA MELO
  • Caracterização e desempenho agronômico de genótipos de girassol (Helianthus annuus) quanto a marcadores fenológicos, fisiolósicos e bioquímicos em diferentes microrregiões edafoclimáticas do Rio Grande do Norte

  • Data: 13/02/2012
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  • O objetivo desse trabalho foi caracterizar, por meio de marcadores fenológicos, fisiológicos e bioquímicos, o desempenho agronômico de dois genótipos de girassol cultivados em condições edafoclimáticas de déficit hídrico e salinidade. Para tanto, os genótipos de girassol Helio 253 e Catissol 01 foram cultivados durante 3 meses, em uma área com presença de sais (Ipanguaçu-RN – IPÇ) e outra com deficiência hídrica (Parnamirim-RN – PAR) no RN. Após 50 dias da emergência, 30 plantas foram submetidas a análises agronômicas: período reprodutivo do girassol (data de floração inicial - DFI, data de floração plena – DFP e data da maturação fisiológica – DMF) e indicadores de crescimento e rendimento agronômico (altura – AP, diâmetro do capítulo – DC, número de folhas – NF, massa de 1000 aquênios e rendimento de grãos – RG); e 10 plantas foram submetidas a análises de variáveis fisiológicas e bioquímicas das folhas apicais: indicadores de status hídrico (conteúdo relativo de água – CRA, percentual de umidade – %U) e danos de membrana (vazamento de eletrólitos – VE); e em folhas apicais, medianas e basais: indicadores de estresse iônico (Na+, K+ e Cl-) e ajustamento osmótico (açúcares solúveis totais – AST e não-redutores – ANR, aminoácidos livres totais – AALT e prolina – PRO). Ao avaliar os períodos reprodutivos do girassol, nos dois genótipos estudados, observou-se que em PAR, as plantas tiveram os seus períodos reprodutivos DFI, DFP e DMF retardados em relação aos de IPÇ. Ao avaliar os dois genótipos cultivados em PAR, observou-se que as plantas apresentaram reduções significativas nas variáveis AP (33 e 34%), DC (21 e 14%), NF (10 e 25%), massa de 1000 aquênios (31 e 18%), RG (70 e 51%) e CRA (13 e 17%), para Catissol 01 e Helio 253, respectivamente, comparadas a IPÇ. O VE foi mais pronunciado em IPÇ, para Catissol 01 (35%) e Helio 253 (54%), do que em PAR. Em PAR, para os dois genótipos, as concentrações de K+ foram maiores, em todas as folhas, quando comparada a IPÇ. Para os dois genótipos, os níveis de Na+ e Cl-, foram maiores em IPÇ do que em PAR, em todas as folhas. Tanto em IPÇ quanto em PAR, nos dois genótipos, não foi verificada toxicidade por íons pela relação K+/Na+. Foi observado, no genótipo Helio 253 em IPÇ, maiores concentrações de AST nas folhas do que em PAR. Do pool total de AST, observou-se maior concentração de AR nas folhas apicais e basais, enquanto que os ANR concentraram-se nas folhas medianas. Em PAR, o Helio 253 apresentou maiores concentrações de AR em todas as folhas. Ao analisar os AST no Catissol 01, observou-se maior concentração em IPÇ quando comparada a PAR, com maiores concentrações de AR nas duas microrregiões em todas as folhas. Em IPÇ, o Helio 253 apresentou maiores concentrações de AALT nas folhas apicais e medianas e de PRO em todas as folhas quando comparado a
    PAR. O Catissol 01 não apresentou diferenças significativas para o acúmulo de AALT entre IPÇ e PAR, com exceção das folhas medianas, mas apresentou valores superiores na concentração de PRO em IPÇ (folhas medianas e basais), quando comparadas a PAR. Conclui-se assim, que os genótipos apresentaram melhores desempenhos em IPÇ; as concentrações de sais em IPÇ não foram tóxicas, mas causaram indícios de danos ao metabolismo dos genótipos; a deficiência hídrica em PAR causou distúrbios e danos aos processos de crescimento e rendimento nos dois genótipos; a variação dos osmólitos parece estar associada a danos às vias metabólicas e não ao possível ajustamento osmótico; e ainda, há evidências de que a reação das plantas às condições ambientais depende do genótipo..

2011
Descrição
  • MIGUEL WANDERLEY DE ANDRADE
  • Fontes e doses de NPK e métodos de enxertia na produção de mudas de umbuzeiro (Spondias tuberosa Arr. Cam.)

  • Data: 16/12/2011
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  • O objetivo deste trabalho foi determinar o efeito de fontes e doses de NPK e avaliar a propagação por enxertia para a produção de mudas de umbuzeiro (Spondias tuberosa Arr. Cam.). Os experimentos foram instalados e conduzidos em telado, em Sousa-PB. Adotou-se o delineamento de blocos casualizados em esquema fatorial 2 x 5, com quatro repetições para todos os experimentos com macronutrientes N e K. Primeiramente, foram testados: uréia e sulfato de amônio nas doses de N: 0, 350, 700, 1400 e 2800 mg.dm-3 de substrato. Posteriormente, foram avaliados fertilizantes potássicos: cloreto e sulfato de potássio, nas doses de K20: 0, 1800, 3600, 5400 e 7200 mg.dm-3 de substrato. No último ensaio, foram testados os fertilizantes fosfatados: MAP nas doses de P2O5: 0; 1100; 2200; 3300 e 4400 mg.dm-3 de substrato, e superfosfato simples nas doses de P2O5: 0; 450; 900; 1350 e 1800 mg.dm-3 de substrato. No experimento referente aos métodos de enxertia, foi utilizado o delineamento em blocos ao acaso, com quatro repetições, em esquema de parcelas subdivididas no tempo, estando nas parcelas cinco métodos de enxertia (borbulhia; garfagem no topo; garfagem lateral; inglesa simples e inglesa complicada) e nas subparcelas, os 4 períodos de avaliação (intervalos de 15 dias,durante sessenta dias), sendo cada unidade experimental constituída por 15 plantas. As doses de nitrogênio e potássio aplicadas ao solo influenciaram negativamente a sobrevivência das mudas, comprimento da parte aérea, diâmetro do caule e massa fresca da raiz. A resposta à adubação fosfatada para a matéria seca da parte aérea e do xilopódio, expressou a máxima produção nas doses 1350 e 450 mg.dm-3 de P, respectivamente. Os métodos garfagem no topo e a inglesa simples apresentaram o maior número de brotações (58,5%) em plantas de umbuzeiro.

  • RENAN DA CRUZ PAULINO
  • Estudos sobre morfometria de frutos e sementes, emergência de plântulas e crescimento inicial de mudas de mofumbo (Combretum leprosum Mart.)

  • Data: 16/12/2011
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  • O mofumbo (Combretum leprosum Mart.) é uma planta com uso na apicultura, medicina popular, forrageira, e com grande potencial na recuperação de áreas degradadas, principalmente por ser resistente a queimadas e cortes. Foram conduzidos três estudos distintos visando a caracterizar frutos, sementes, plântulas, mudas, germinação e emergência, crescimento e ecofisiologia. EXPERIMENTO I: Caracterização da germinação e biometria de frutos, sementes, plântulas e mudas de Combretum leprosum Mart. (mofumbo) – Combretaceae. Foram realizadas biometrias de frutos e sementes, com paquímetro digital; massa de 1000 frutos e 1000 sementes, em balança semi-analítica; teor de umidade das sementes, pelo método de estufa a 105±3ºC por 24hs; 100 sementes foram colocadas para germinar em bandeja de germinação contendo fibra de coco para descrição da germinação e realização das ilustrações. A unidade de dispersão é o fruto, seco, indeiscente, castanho do tipo betulídio; uma semente por fruto. A semente é monospérmica com 4 estrias longitudinais; peso de mil sementes é 117,3g com 11,5% de umidade. A germinação é hipógea criptocotiledonar, com cotilédones de armazenamento. Protófilos e metáfilos apresentam diferenças na filotaxia. EXPERIMENTO II: Emergência de plântulas de Combretum leprosum Mart. oriundas de diferentes procedências do município de Mossoró-RN. O experimento foi realizado com objetivo de verificar se há diferenças no vigor de sementes oriundas de procedências diferentes. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com cinco tratamentos (procedências) cada tratamento com 5 repetições, 40 sementes por unidade experimental. Os resultados foram submetidos à análise de variância. Na comparação das médias utilizou-se o teste Tukey a 5%. O coeficiente de correlação de Pearson foi utilizado visando a identificar características das sementes com as características das plântulas. Sementes com maior diâmetro e maior massa originaram plântulas mais vigorosas, entretanto não apresentaram maior número de plântulas emergidas. A porcentagem de emergência e o índice de velocidade de emergência variaram entre os lotes de sementes. EXPERIMENTO III: Crescimento inicial e ecofisiologia do mufumbo (Combretum leprosum Mart.), sob diferentes luminosidades. Foram realizadas 5 avaliações a cada 10 dias. Com base na área foliar e nas massas secas foram determinados índices de crescimento, e também foram realizadas medidas de clorofila, condutância estomática e fotossíntese. Verificou-se alta plasticidade morfofisiológica das mudas de Combretum leprosum, com melhor desenvolvimento em ambientes menos sombreados.

  • HELIDA CAMPOS DE MESQUITA
  • Seletividade e eficácia de herbicidas em cultivares de feijão-caupi (Vigna unguiculata (L.) Walp.)

  • Data: 16/12/2011
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  • Com o objetivo de avaliar a seletividade e eficácia de herbicidas para a cultura do
    feijão-caupi, realizou-se um experimento no esquema fatorial 2 x 13 no
    delineamento de blocos casualizados. Foram avaliados dois cultivares de feijãocaupi
    (BRS Xiquexique e BRS Guariba) e 13 estratégias de manejo de plantas
    daninhas (1: S-metolachlor, 2: metribuzin + fluazyphop-p-buthyl, 3: imazamox +
    fluazyphop-p-buthyl, 4: bentazon + fluazyphop-p-buthyl, 5: imazamox + bantazon
    + fluazyphop-p-buthyl, 6: imazetapyr + fluazyphop-p-buthyl, 7: fomesafen +
    fluazyphop-p-buthyl, 8: lactofen + fluazyphop-p-buthyl, 9: clorimuron-ethyl +
    fluazyphop-p-buthyl, 10: clorimuron-ethyl + lactofen + fluazyphop-p-buthyl, 11:
    capina + fluazyphop-p-buthyl, 12: testemunha capinada e 13: testemunha sem
    capina). Aos 07, 15 e 30 dias após a aplicação (DAA) foram realizadas avaliações
    visuais de intoxicação na cultura e aos 15 e 30 DAA foram realizadas avaliações de
    controle das espécies presentes na área. Aos 35 dias após o plantio, realizou-se uma
    avaliação de massa seca de plantas daninhas. Por ocasião da colheita, determinouse
    o número de vagens por planta, número de grãos por vagem, o peso de 100 grãos
    e a produtividade em Kg ha-¹. As duas variedades comportaram-se de forma
    semelhante com relação à seletividade dos herbicidas. As estratégias 2, 9 e 10
    causaram morte das plantas de feijão-caupi, enquanto que as misturas 7 e 8
    causaram intoxicação severa na cultura, ocasionando aumento do ciclo e redução
    na produtividade, já as estratégias de controle 1, 3, 4, 5, e 6 causaram apenas
    sintomas leves de intoxicação na cultura, que desapareceram após os 15 DAA. As
    principais espécies de plantas infestantes foram Tallinum paniculatum, Cleome
    affinis, Amaranthus spinosus e Commelina bengalensis, sendo todas controladas
    com eficiência pelas misturas 5 e 6, que além do controle não afetaram a
    produtividade da cultura. As estretégias 1, 4 e 5 não exerceram controle eficiente
    sobre Cleome affinis, Amaranthus spinosus e Tallinum paniculatum,
    respectivamente, e a interferência dessas espécies infestantes ocasionou redução na
    produtividade, semelhante à testemunha sem capinas. Concluiu-se que os
    herbicidas das estratégias 1, 3, 4, e 5 foram seletivos para a cultura do feijão-caupi..

  • MARIA ELIANI HOLANDA COELHO
  • Manejo de plantas daninhas sobre a temperatura do solo, eficiência no uso da água e crescimento do pimentão cultivado nos sistemas de plantio direto e convencional

  • Data: 14/12/2011
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  • Foram conduzidos na horta didática do Departamento de Ciências Vegetais da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), no município de Mossoró- RN, três experimentos com o objetivo de avaliar a interferência de plantas daninhas sobre a temperatura do solo, no crescimento e na eficiência do uso da água na cultura do pimentão (Capsicum annuum L.), submetido a estratégias de manejo de plantas daninhas nos sistemas de plantio direto e convencional. Os ensaios foram montados no esquema de parcelas subdivididas, distribuídas no delineamento experimental em blocos casualizados com quatro repetições. Nas parcelas foram avaliados dois sistemas de plantio (direto e convencional) e nas subparcelas, três estratégias de manejo de plantas daninhas (cobertura do solo com filme de polietileno preto, com capinas regulares e sem capinas). Em cada subparcela, foram instalados sensores, a 5 cm de profundidade, para medir a temperatura do solo. Os dados foram coletados a cada 10 minutos e armazenados em dataloggers. No primeiro experimento, a partir dos dados obtidos, determinou-se a variação da temperatura ao longo do dia, no período de 20 a 30 dias após o transplantio (DAT) e a cada 5 dias a média das temperaturas máxima e mínima e a amplitude térmica diária durante o ciclo da cultura e aos 60 e 147 dias após o transplantio foram
    realizadas avaliações nos tratamentos sem capinas da densidade e massa seca de plantas daninhas. No segundo experimento avaliou-se o crescimento do pimentão submetido a estratégias de manejo de plantas daninhas nos sistemas de plantio convencional e direto. Para tal foram realizadas oito épocas de avaliações (0, 21, 42, 63, 84, 105, 126 e 147 DAT). As características avaliadas foram: área foliar por planta, índice de área foliar, massa seca de folhas, caule, frutos e total por planta, razão de área foliar, as taxas de crescimento absoluto e relativo e taxa de assimilação líquida. Aos 30 e 90 DAT foram realizadas avaliações de densidade e massa seca de plantas daninhas nos tratamentos sem capinas. No terceiroexperimento avaliou-se o consumo de água e a produtividade do pimentão. A partir da relação entre a produtividade e o consumo de água determinou-se, para cada tratamento, a eficiência no uso da água (kg de fruto m-³ de água) e aos 0, 21, 42, 63, 84 e 105 DAT foram realizadas avaliações de densidade e massa seca de plantas daninhas nos tratamentos sem capinas. As irrigações foram realizadas por gotejamento com fornecimento de água diferenciado para cada subparcela, de modo a manter o solo com no mínimo de 80% da água disponível total, com base na tensão de água no solo. Verificou-se que a temperatura do solo foi influenciada pelos tipos de cobertura, tendo-se constatado maiores amplitudes térmicas e temperaturas máximas nos tratamentos com capinas e coberto com filme de polietileno no sistema de plantio convencional em relação ao plantio direto com capinas regulares. O sistema de plantio direto mostrou-se como uma técnica adequada para o cultivo do pimentão sob condição de temperatura elevada. O sistema de plantio direto apresentou índices de crescimento superiores aos do plantio convencional em todas as estratégias de manejo de plantas daninhas e as
    maiores taxas foram  verificadas no plantio direto com capinas além de reduzir a infestação e o acúmulo de massa seca de plantas daninhas. No terceiro ensaio, constatou-se que a interferência das plantas daninhas elevou o consumo de água e reduziu a produtividade do pimentão nos dois sistemas de plantio, embora com efeitos mais pronunciados no plantio convencional. O tratamento com capinas no plantio direto apresentou maior produtividade de frutos e eficiência no uso da água em relação aos demais. Concluiu-se que a cobertura morta no sistema de plantio direto diminuiu a temperatura do solo e favoreceu o crescimento e a produtividade do pimentão, reduziu a infestação de plantas daninhas e elevou a eficiência no uso da água.

  • LENILTON ALEX DE ARAUJO OLIVEIRA
  • Adaptabilidade e estabilidade de híbridos de melão cantaloupe

  • Data: 25/11/2011
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  • A diversidade de ambientes existente no Rio Grande do Norte devido às diferentes condições de clima e solo podem interferir na adaptabilidade, estabilidade e consequentemente, no desenvolvimento da cultura do meloeiro, com reflexos na produtividade e qualidade de frutos, uma vez que essas características são diretamente influenciadas pela correlação entre genótipos e ambientes. Os objetivos deste trabalho foram verificar a contribuição das partes simples e complexa da interação genótipo x ambiente e avaliar a adaptabilidade e estabilidade de híbridos de melão Cantaloupe. Foram avaliados sete híbridos de melão Cantaloupe (G-1, G-2, G-3, G-4, G-5, G-6 e Hy-Mark) em três municípios (Mossoró, Baraúna e Assu) e duas épocas de semeadura (“chuvosa” e “seca”) nos anos de 2006 e 2007, totalizando seis ambientes do estado do Rio Grande do Norte. Os ensaios foram conduzidos em blocos casualizados com três repetições. As características avaliadas foram produtividade e sólidos solúveis. Os dados foram submetidos à análise de variância individual e conjunta e o método estatístico AMMI (Additive Main effect and Multiplicative Interaction) foi usado para avaliar a adaptabilidade e estabilidade. A parte simples é a maior responsável pela interação genótipo x ambiente para a produtividade e o teor de sólidos solúvel dos frutos. Não há híbridos com elevada produtividade (> 25 t ha-1) e alto teor de sólidos solúveis (≥ 10%) para ambientes no período “chuvoso” (Março-Maio). O híbrido G-2 é o mais promissor para o cultivo na época “seca” por combinar alta produtividade e elevado valor de sólidos solúveis.

  • JOSERLAN NONATO MOREIRA
  • Consorciação de rúcula e coentro adubada com espécie espontânea sucedida pelo cultivo de rabanete

  • Data: 28/10/2011
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  • Dois experimentos foram realizados durante o período de outubro de 2009 a fevereiro de 2010 na Fazenda Experimental Rafael Fernandes - UFERSA, em Alagoinha, distante 20 km da cidade de Mossoró-RN, com o objetivo de avaliar a viabilidade agroeconômica de consórcios de rúcula e coentro adubados com jitirana em diferentes quantidades e arranjos espaciais sucedida pelo cultivo de  rabanete. Em ambos os experimentos, o delineamento experimental usado foi de blocos completos casualizados com quatro repetições, com os tratamentos arranjados em esquema fatorial 4 x 4. No primeiro experimento, os tratamentos consistiram da combinação de quatro quantidades de jitirana incorporadas ao solo (5,4; 9,0; 12,6 e 16,2 t ha-1 em base seca) com quatro arranjos espaciais das culturas componentes (1:1, 2:2, 3:3 e 4:4), que corresponderam às fileiras de rúcula (R) alternadas com as fileiras de coentro (C). No segundo experimento, os tratamentos consistiram da combinação do efeito residual das quatro quantidades de jitirana incorporadas ao solo com o efeito residual dos arranjos espaciais. As características avaliadas na cultura da rúcula e do coentro foram: altura de plantas (AP), número de folhas por planta (NF) ou número de haste por planta (NH), rendimento de massa verde (RMV), rendimento de massa seca (RMS) e os teores de nitrogênio (N), fósforo (P) e potássio (K) total da folha diagnóstica. No consórcio, os índices de eficiência biológico/agronômica avaliados foram: coeficiente relativo populacional das culturas (KR e KC) e do consórcio (K), índice de superação das culturas (ISR e ISC), razão competitiva das culturas (RCR e RCC) e do consórcio (RC), perda real de rendimento das culturas (PRRR e PRRC) e do consórcio (PRR), vantagem do consórcio das culturas (VCR e VCC) e do sistema consorciado (VC) e índice de uso eficiente da terra das culturas (UETR e UETC) e do consórcio (UET). Também foram avaliados os indicadores econômicos de renda bruta (RB), renda líquida (RL) e índice de lucratividade (IL). No rabanete, as características avaliadas foram: altura de plantas (AP), produtividade total de raízes (PTR), produtividade de raízes comerciais (PRC), massa seca da parte aérea (MSPA), massa seca de raízes (MSR), diâmetro de raízes (DR), percentagem de raízes comerciais (RC), percentagem de raízes rachadas e isoporizadas (RRI) e os teores de nitrogênio (N), fósforo (P) e potássio (K) total da folha diagnóstica. Nas amostras de solo foram avaliados o potencial hidrogeniônico (pH) e os teores de nitrogênio (N), fósforo (P), potássio (K), cálcio (Ca), magnésio (Mg), sódio (Na) e matéria orgânica (M.O.). O melhor desempenho agroeconômico de consórcios de rúcula e coentro foi obtido na quantidade de 8,77 t ha-1 de jitirana incorporada ao solo no arranjo espacial 2:2. A rúcula foi a cultura dominante e o coentro a cultura dominada nos consórcios de rúcula e coentro avaliados. Sistemas de cultivos consorciados de rúcula e coentro adubados com jitirana em cultivo precedente permitem cultivo sucedente de rabanete. A adubação verde com jitirana pode ser uma prática promissora para o produtor de hortaliças em cultivo sucessivo.

  • LAÉRCIO WANDERLEY DOS SANTOS
  • "Propagação e produção de mudas de mulungu, Erythrina velutina Willd. (Fabaceae) e jucá, Caesalpinia ferrea Mart. Ex Tul. (Caesalpiniaceae) em Mossoró-RN"

  • Data: 26/10/2011
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  • Erythrina velutina Willd. e Caesalpinia ferrea Mart. ex Tul. são utilizadas na medicina popular do Nordeste. A casca de E. velutina apresenta ação antiepatotóxica, anti-inflamatória e sedativa. O extrato hidroalcoólico dos frutos de C. ferrea tem ação antiinflamatória, imunoestimulante, hiperglicemiante e inibitória de tumores. Este trabalho foi desenvolvido na UFERSA. O objetivo foi avaliar o efeito de métodos de propagação em diferentes ambientes e épocas na produção de mudas de E. velutina e C. ferrea em Mossoró-RN. O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado. As sementes destas espécies apresentam dormência tegumentar, que é superada quando escarificadas na extremidade oposta à micrópila, podendo ser armazenadas em câmaras frias, sem perdas significativas na emergência das plântulas por um período de 2 anos para E. velutina e 3 para C. ferrea. Mudas de E. velutina e C. ferrea podem ser produzidas, por meio de sementes, a pleno sol e em substratos que contenham matéria orgânica. Podem ser produzidas, também, por meio de estacas semilenhosas oriundas de plantas jovens de E. velutina com 6 a 12 meses de idade obtendo-se 90 a 95% de enraizamento, e por meio de estacas, com 18 cm de comprimento, provenientes de raízes de mudas de C. ferrea. Quando submetidas à dose de 6.000 mgL-1 de AIB pode-se obter até 85% de enraizamento.

  • RODRIGO GOMES PEREIRA
  • "Produção de sorgo granífero adubado com nitrogênio e fósforo na chapada do Apodi-RN"

  • Data: 11/10/2011
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  • Com este trabalho, objetiva-se elaborar a primeira tabela para interpretação de análise de P no solo, bem como a interpretação dos teores de N e de P na planta o para a cultura do sorgo granífero no Agropolo Mossoró-Assu. A fim de se estudar os dois solos de maior importância agrícola para a região e cumprir os objetivos propostos, este projeto de pesquisa foi subdividido em dois subprojetos: (1) Subprojeto Mossoró e (2) Subprojeto Baraúna. O experimento de campo do Subprojeto Mossoró foi realizado em um Latossolo derivado de sedimentos do grupo barreiras localizado na Fazenda Experimental Rafael Fernandes, pertencente à UFERSA e localizada no município de Mossoró-RN, e o Subprojeto Baraúna foi realizado em um Cambissolo derivado de calcário localizado numa propriedade particular distante 5 km do centro do município. Os tratamentos estudados foram resultantes da combinação entre quatro doses de N (30, 60, 90 e 120 kg ha-1) e quatro doses de P2O5 (30, 60, 90 e 120 kg ha-1), e um tratamento controle, totalizando 17 tratamentos. O delineamento experimental será o de blocos casualizados com quatro repetições em esquema fatorial, totalizando 68 parcelas. O cultivar utilizado foi o híbrido simples BR304, as características avaliadas foram: altura de plantas, diâmetro do colmo, comprimento de panícula, diâmetro de panícula, matéria seca, produtividade de grãos, teor de nitrogênio e fósforo na folha, teor de nitrogênio, fósforo no solo, receita bruta, gastos com fertilizantes nitrogenados e fosfatados e receita líquida. Os resultados obtidos no Subprojeto Mossoró (1) indicam que o aumento da disponibilidade de nitrogênio e de fósforo no solo influenciam todas as variáveis estudadas, exceto, o teor de nitrogênio no solo. Os níveis críticos de N e P no solo para este experimento são respectivamente, 0,48 g kg-1 o nível crítico de N no solo e 6,48 mg dm-3 o nível crítico de P no solo. Embora a máxima produção de gãos tenha sido estimada para a aplicação de 87,62 kg ha-1 de N + 120 kg ha-1 de P2O5, as doses de máxima eficiência econômica e ambiental recomendadas são, 60 kg ha-1 de N e 120 kg ha-1 de P2O5. No Subprojeto Baraúna (2), o aumento da disponibilidade de nitrogênio e de fósforo no solo influenciam; o comprimento de panícula, diâmetro de panículo, matéria seca, produtividade de grãos, teor de nitrogênio e fósforo na planta. Os níveis críticos de N e P no solo para este experimento são respectivamente, 0,67 g kg-1 o nível crítico de N no solo e 9,59 mg dm-3 o nível crítico de P no solo. Embora as doses de máxima eficiência física estimadas foram, 120 kg ha-1 de N e 109,75 kg ha-1 de P2O5, contudo, as doses de máxima eficiência econômica e ambiental recomendadas foram 30 kg ha-1 de N e 96 kg ha-1 de P2O5.

  • NORMA DANIELLE SILVA BARRETO
  • Qualidade, Compostos Bioativos e Atividade Antioxidante de Frutos de Híbridos Comerciais de Meloeiro Cultivados no CE e RN

  • Data: 29/08/2011
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  •  

    Há um crescente interesse na relação entre alimentação e saúde, com destaque para o
    consumo de antioxidantes naturalmente presentes em alimentos. Diante dessa
    realidade, o objetivo deste estudo foi de avaliar a qualidade, os compostos bioativos e a
    capacidade antioxidante total de frutos dos principais híbridos de melão (Amarelo,
    Gália, Pele de sapo, Charentais, Cantaloupe e Honeydew) produzidos no RN e CE
    visando à agregação de valor através de suas propriedades nutricionais e funcionais. Os
    frutos de melão utilizados no experimento foram adquiridos durante a safra 2009/2010
    de fazendas comerciais localizadas nas cidades de Icapuí e Quixeré (situadas no
    Ceará), Mossoró e Baraúnas (situadas no Rio Grande do Norte), e foram encaminhados
    ao Laboratório de Pós Colheita da Embrapa Agroindústria Tropical em Fortaleza-CE,
    onde foram analisados em relação ao peso médio de fruto, cor, diâmetros longitudinal e
    transversal, cavidades internas longitudinal e transversal, espessuras de casca e polpa,
    relação de formato, firmeza da polpa, pH, acidez titulável, sólidos solúveis, SS/AT,
    açúcares solúveis totais e redutores, vitamina C, carotenóides totais, flavonóides
    amarelos e clorofila. Para as análises de polifenóis totais e capacidade antioxidante, os
    frutos foram encaminhados para o Laboratório de Bioaromas da FEA/UNICAMP. No
    que diz respeito as avaliações físicas, foram utilizados quinze frutos para cada cultivar
    analisada, com medições individuais, e para as avaliações químicas foram utilizados
    quinze frutos divididos em três porções (repetições). Os resultados foram submetidos à
    análise estatística descritiva. Todos os híbridos apresentarem acidez titulável, SS/AT,
    pH e relação de formato satisfatórios para comercialização com destaque para ‘9150’
    Amarelo; ‘PX 4048’ Cantaloupe; ‘Magisto’ Charentais; ‘Solarnet’ Gália e ‘Sancho’
    Pele de sapo que apresentaram menor cavidade interna transversal. As condições
    edafoclimáticas na região de divisa do RN e CE possibilitam a produção de melões
    com teores de sólidos solúveis acima do mínimo exigido pelo mercado internacional,
    além de melões com teores de Polifenóis totais e capacidade antioxidante total
    superiores ao relatado na literatura internacional. Os frutos dos melões Cantaloupe e
    Charentais apresentaram características satisfatórias para vitamina C, carotenoides
    totais, flavonoides amarelos, polifenóis totais e capacidade antioxidante com destaque
    para os híbridos ‘PX 4048’, ‘Magritte’, ‘Magisto’, ‘Sédina’ e ‘Caribbean Gold’ que
    apresentaram maior quantidade de vitamina C e capacidade antioxidante, podendo ser
    usados na promoção da saúde humana.

    Há um crescente interesse na relação entre alimentação e saúde, com destaque para oconsumo de antioxidantes naturalmente presentes em alimentos. Diante dessarealidade, o objetivo deste estudo foi de avaliar a qualidade, os compostos bioativos e acapacidade antioxidante total de frutos dos principais híbridos de melão (Amarelo,Gália, Pele de sapo, Charentais, Cantaloupe e Honeydew) produzidos no RN e CEvisando à agregação de valor através de suas propriedades nutricionais e funcionais. Osfrutos de melão utilizados no experimento foram adquiridos durante a safra 2009/2010de fazendas comerciais localizadas nas cidades de Icapuí e Quixeré (situadas noCeará), Mossoró e Baraúnas (situadas no Rio Grande do Norte), e foram encaminhadosao Laboratório de Pós Colheita da Embrapa Agroindústria Tropical em Fortaleza-CE,onde foram analisados em relação ao peso médio de fruto, cor, diâmetros longitudinal etransversal, cavidades internas longitudinal e transversal, espessuras de casca e polpa,relação de formato, firmeza da polpa, pH, acidez titulável, sólidos solúveis, SS/AT,açúcares solúveis totais e redutores, vitamina C, carotenóides totais, flavonóidesamarelos e clorofila. Para as análises de polifenóis totais e capacidade antioxidante, osfrutos foram encaminhados para o Laboratório de Bioaromas da FEA/UNICAMP. Noque diz respeito as avaliações físicas, foram utilizados quinze frutos para cada cultivaranalisada, com medições individuais, e para as avaliações químicas foram utilizadosquinze frutos divididos em três porções (repetições). Os resultados foram submetidos àanálise estatística descritiva. Todos os híbridos apresentarem acidez titulável, SS/AT,pH e relação de formato satisfatórios para comercialização com destaque para ‘9150’Amarelo; ‘PX 4048’ Cantaloupe; ‘Magisto’ Charentais; ‘Solarnet’ Gália e ‘Sancho’Pele de sapo que apresentaram menor cavidade interna transversal. As condiçõesedafoclimáticas na região de divisa do RN e CE possibilitam a produção de melõescom teores de sólidos solúveis acima do mínimo exigido pelo mercado internacional,além de melões com teores de Polifenóis totais e capacidade antioxidante totalsuperiores ao relatado na literatura internacional. Os frutos dos melões Cantaloupe eCharentais apresentaram características satisfatórias para vitamina C, carotenoidestotais, flavonoides amarelos, polifenóis totais e capacidade antioxidante com destaquepara os híbridos ‘PX 4048’, ‘Magritte’, ‘Magisto’, ‘Sédina’ e ‘Caribbean Gold’ queapresentaram maior quantidade de vitamina C e capacidade antioxidante, podendo serusados na promoção da saúde humana.

     

  • RENATO DANTAS ALENCAR
  • Adubação nitrogenada e potássica na produção e qualidade de goiabas no Distrito Irrigado do Baixo Açu (RN)

  • Data: 26/08/2011
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  • Avaliou-se o efeito da adubação nitrogenada e potássica na produção e qualidade de frutos de goiabeira Paluma cultivada em pomar comercial do Distrito Irrigado do Baixo Açu (DIBA). Foram realizados dois experimentos: um com doses crescentes de nitrogênio e outro com doses crescentes de potássio. Em ambos os experimentos foi utilizado o esquema de parcelas subdivididas, em delineamento de blocos ao acaso, com cinco tratamentos e quatro repetições. As subparcelas foram constituídas pelas safras (duas). Foi utilizada como parcela útil as três plantas centrais de cada subparcela. No experimento 1 os tratamentos foram as doses de nitrogênio (0; 0,4; 0,8; 1,2 e 1,6 kg planta-1) e no experimento 2, as doses de potássio (0; 0,5; 1,0; 1,5 e 2,0 kg planta-1). As fontes de nitrogênio e potássio foram uréia e cloreto de potássio, respectivamente. Os frutos foram avaliados quantitativamente (número por planta, peso médio, peso total por planta produtividade por hectare) e qualitativamente (firmeza de polpa, diâmetros longitudinal e transversal, potencial hidrogeniônico (pH), sólidos solúveis (SS), vitamina C e acidez total titulável). A adubação nitrogenada não promoveu efeito significativo na qualidade dos frutos, mas a maior produtividade foi obtida na dose de 0,4 kg de N planta-1, tendo as doses superiores a esta provocado redução na produtividade. A adubação potássica promoveu aumento linear no número de frutos em função do aumento da dose de K2O, mas a maior produtividade e a maior firmeza foram obtidas, respectivamente, com as doses estimadas de 0,37 e 1,21 kg planta-1 de K2O.

  • ANA ELISA OLIVEIRA DOS SANTOS
  • Exigências térmicas para colheita e conservação pós-colheita de uvas apirênicas cultivadas no vale submédio do rio São Francisco

  • Data: 23/08/2011
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  • Este trabalho teve como objetivo caracterizar o comportamento fenológico, a exigência térmica e a evolução da maturação das uvas apirênicas 'BRS Morena', 'BRS Clara' e 'BRS Linda'; bem como aprimorar as técnicas de conservação póscolheita, nas condições do Vale do Submédio do Rio São Francisco. Foram conduzidos três experimentos em Petrolina, PE, na safra de 2010. O Experimento I teve com objetivo caracterizar o comportamento fenológico, a exigência térmica e as características físicas e físico-químicas, no ponto de colheita. Para tanto, foram caracterizados os períodos fenológicos, desde a poda até o início das fases de brotação, floração, frutificação, maturação e colheita, além dos requerimentos térmicos para cada fase, expressos em graus-dia. No ponto de colheita, foram determinados, também, a massa dos cachos, o diâmetro das bagas, a firmeza da polpa, o teor de sólidos solúveis (SS), a acidez titulável (AT) e o pH. Em função dos resultados obtidos durante o período estudado, os ciclos das videiras entre a poda e a colheita foram de 95 dias e 1.449 GD, para 'BRS Morena'; 97 dias e 1.497 GD, para 'BRS Clara'; e 103 dias e 1.592 GD, para 'BRS Linda'. De maneira geral, as uvas dos cultivares 'BRS Morena' e 'BRS Clara' apresentaram características físicas e físico-químicas com potencial de comercialização para os mercados, nacional e internacional, desde que, práticas de manejo sejam utilizadas, no sentido de melhorar algumas características físicas desses cultivares. O Experimento II, por sua vez, objetivou acompanhar a evolução semanal da maturação. Após a mudança de cor das bagas, foram realizadas avaliações físicas e físico-químicas, com destaque para massa dos cachos, diâmetro e comprimento das bagas, firmeza da polpa, SS, AT, pH e antocianinas da casca. Esta, realizada apenas para ‘BRS Morena’. A evolução da maturação das uvas 'BRS Morena', 'BRS Clara' e 'BRS Linda' caracterizou-se por aumentos significativos de massa dos cachos, diâmetro e comprimento das bagas, teor de SS, pH e antocianinas, e por decréscimos da acidez e firmeza da polpa, podendo ser realizada a sua colheita a partir de 95 dias, para cultivar 'BRS Morena'; 97 dias, para 'BRS Clara'; e 103 dias, para 'BRS Linda'. No Experimento III estudou-se a influência de embalagens associadas à refrigeração na pós-colheita. Neste experimento, os cachos foram embalados em recipientes PET, sacolinhas e bolsas contentoras plásticas e acondicionados em caixas de papelão, sendo, em seguida, armazenados sob refrigeração a 0±1 ºC e 83±3% de U.R., por 0, 15, 25 e 35 dias. Para cada período de armazenamento, os cachos foram avaliados quanto a: perda de massa, qualidade do engaço, firmeza da polpa, SS e AT. Nas condições específicas desse experimento, recomenda-se o uso das embalagens plásticas, recipiente de PET e sacolinha plástica, associados às bolsas
    contentoras, para a conservação pós-colheita das uvas 'BRS Morena', 'BRS Clara' e
    'BRS Linda'.

  • FRANK WAGNER ALVES DE CARVALHO
  • Tamanho de parcela e viabilidade agroeconômica do consórcio cenoura e rúcula

  • Data: 23/08/2011
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  • O presente trabalho foi realizado na Fazenda Experimental Rafael Fernandes- UFERSA, em Alagoinha, distante 20 km da cidade de Mossoró-RN, durante o período de junho de 2010 a janeiro de 2011, com o objetivo de estimar o tamanho ótimo da parcela experimental de cenoura consorciada com rúcula em bicultivo em três arranjos espaciais, bem como, determinar a viabilidade agroeconômica das associações entre essas hortaliças. O ensaio em branco A1 foi formado por 17 unidades básicas (UB’s) do arranjo espacial 2R:2C; o ensaio em branco A2 por 17 unidades básicas do arranjo espacial 3R:3C e o ensaio A3 formado por 17 unidades básicas do arranjo espacial 4R:4C, onde fileiras de rúcula foram alternadas com fileiras de cenoura em cada arranjo espacial. Cada ensaio em branco foi adubado com 25 t ha-1 de jitirana (Merremia aegyptia L.) em base seca. O índice de uso eficiente da terra (UET), obtido em cada parcela consorciada dos ensaios em branco, foi usado para estimar o tamanho ótimo da parcela experimental e avaliado através do método de reamostragem bootstrap, modelo segmentado com platô, método da máxima curvatura modificado, o da intensidade de amostragem (5% e 10%) e o método de Hatheway. Para a avaliação agronômica das culturas foram determinados na rúcula: altura de plantas, número de folhas por planta, rendimentos de massa verde e de massa seca da parte aérea. Na cultura da cenoura foram determinados: altura de plantas, número de hastes por planta, massa seca da parte aérea, massa seca de raízes, produtividade comercial e produtividade classificada de raízes. Nos sistemas consorciados foram estimados: o coeficiente relativo populacional (K), índice de superação (A), razão competitiva (RC); índice de uso eficiente da terra (UET), perda real de rendimento (PRR), vantagem do consórcio (VC), renda bruta (RB), renda líquida (RL), vantagem monetária modificada (VMM), taxa de retorno (TR) e índice de lucratividade (IL). Os métodos de reamostragem bootstrap, intensidade de amostragem (10%) e o método de Hatheway (d-10%; CV-10%, t-10 e r-4) proporcionaram resultados mais consistentes para o tamanho ótimo da parcela experimental. As estimativas obtidas com os métodos da reamostragem bootstrap e intensidade de amostragem (10%) foram de 4, 4 e 3 unidades básicas, respectivamente, para os arranjos espaciais 2R:2C, 3R:3C e 4R:4C. As estimativas obtidas com o método de Hatheway em todos os arranjos espaciais foram de 4 unidades básicas. O melhor desempenho agroeconômico do consórcio de cenoura com rúcula em bicultivo foi obtido no arranjo espacial 2R:2C.

  • DINARA AIRES DANTAS
  • Reação de acessos de meloeiro coletados no nordeste brasileiro a Myrothecium roridum

  • Data: 28/07/2011
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  •  

    Muitos problemas ocorrem na lavoura meloeira, entre eles, as enfermidades
    causadas pelo fungo Myrothecium roridum. A resistência genética é uma das
    alternativas de controle que aliada a outras práticas podem reduzir o efeito dessa
    enfermidade. Para se obter cultivares com resistência é preciso identificar as fontes
    de resistência no germoplasma disponível. O objetivo do presente trabalho foi
    avaliar a reação de acessos e cultivares de meloeiro a Myrothecium roridum em
    diferentes partes da planta. Foram realizados três ensaios, no primeiro ensaio, foi
    avaliada a influência do M. roridum sobre a germinação, velocidade de emergência
    e desenvolvimento de plântulas. No segundo e terceiro ensaios foram avaliadas as
    reações dos acessos no fruto e colo da plântula, respectivamente. Concluiu-se que o
    fungo M. roridum afeta de forma negativa, a germinação, a velocidade de
    emergência e o desenvolvimento de plântulas de acessos/cultivares de meloeiro;
    existe variabilidade no germoplasma de meloeiro (acessos/cultivares) para reação a
    M. roridum no fruto e no colo da plântula; não existe associação na reação de
    acessos/cultivares a M. roridum na semente, fruto e colo da plântula. Todos os
    acessos/cultivares são suscetíveis ao fungo no fruto, enquanto que os acessos A-9,
    A-11, A-12, A-28, A-30 e A-41, sem sintomas no colo da plântula, são promissores
    para o uso como fontes de resistência em futuros programas de melhoramento
    visando resistência ao fungo M. roridum.

    Muitos problemas ocorrem na lavoura meloeira, entre eles, as enfermidadescausadas pelo fungo Myrothecium roridum. A resistência genética é uma dasalternativas de controle que aliada a outras práticas podem reduzir o efeito dessaenfermidade. Para se obter cultivares com resistência é preciso identificar as fontesde resistência no germoplasma disponível. O objetivo do presente trabalho foiavaliar a reação de acessos e cultivares de meloeiro a Myrothecium roridum emdiferentes partes da planta. Foram realizados três ensaios, no primeiro ensaio, foiavaliada a influência do M. roridum sobre a germinação, velocidade de emergênciae desenvolvimento de plântulas. No segundo e terceiro ensaios foram avaliadas asreações dos acessos no fruto e colo da plântula, respectivamente. Concluiu-se que ofungo M. roridum afeta de forma negativa, a germinação, a velocidade deemergência e o desenvolvimento de plântulas de acessos/cultivares de meloeiro;existe variabilidade no germoplasma de meloeiro (acessos/cultivares) para reação aM. roridum no fruto e no colo da plântula; não existe associação na reação deacessos/cultivares a M. roridum na semente, fruto e colo da plântula. Todos osacessos/cultivares são suscetíveis ao fungo no fruto, enquanto que os acessos A-9,A-11, A-12, A-28, A-30 e A-41, sem sintomas no colo da plântula, são promissorespara o uso como fontes de resistência em futuros programas de melhoramentovisando resistência ao fungo M. roridum.

     

  • GRAZIANNY ANDRADE LEITE
  • Porta-enxertos e métodos de enxertia na produção de mudas de Atemoieira (Annona squamosa L. x Annona cherimola Mill.).

  • Data: 27/07/2011
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  • Este experimento teve por objetivo avaliar a propagação por enxertia de atemoieira sobre dois porta-enxertos. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, localizada na Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), situada na cidade de Mossoró/RN, no período de fevereiro a novembro de 2010. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados em esquema fatorial 2 x 5, sendo dois porta-enxertos (Annona glabra L. e Annona squamosa L.) e cinco métodos de enxertia (garfagem em fenda lateral, no topo à inglesa simples, no topo à inglesa complicada, no topo em fenda cheia e borbulhia), em 5 blocos e 10 plantas por parcela, totalizando 500 plantas. Foram avaliados aos 60 dias após a enxertia as variáveis pegamento dos enxertos (%), enxertos brotados (%), enxertos dormentes (%) e enxertos vivos (%). Além do comprimento da parte aérea (cm), diâmetro do colo (mm), comprimento do sistema radicular (cm), número de folhas (unidade/muda), massa seca do sistema radicular (g/muda), massa seca da parte aérea (g/muda), massa seca total (g/muda), comprimento da muda (cm) e relação massa seca da parte aérea e massa seca do sistema radicular. Os dados referentes ao diâmetro dos porta-enxertos e as médias das características do  enxerto foram submetidos à análise de variância. As características de percentagem de pegamento, enxertos vivos, brotados e dormentes, os dados foram transformados pela equação  √(x+1) para análise de variância, sendo todas as médias comparadas pelo teste de Scott-Knott, ao nível de 5% de probabilidade. A atemoieira pode ser propagada com sucesso via enxertia usando ambos porta-enxertos. A propagação de atemoieira apresentou melhores índices de pegamento quando se usou o método de enxertia fenda cheia no porta-enxerto araticum-do-brejo e os métodos fenda cheia, inglesa simples e complicada no porta-enxerto pinha, apresentando neste último porta-enxerto, maior número de folhas, massa seca da parte aérea e massa seca total. O método da borbulhia demonstrou não ser eficiente na produção de mudas de atemoieira.

  • ANDREA CELINA FERREIRA DEMARTELAERE
  • Seleção de genótipos de cucurbitáceas à Monosporascus cannonballus e a compatibilidade de porta-enxertos

  • Data: 15/06/2011
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  • As Cucurbitáceas apresentam grande importância econômica, tendo uma participação relevante em vários países do mundo. No Brasil, especificamente na região Nordeste concentram-se os maiores produtores melão e melancia. Com a intensificação destas culturas, aliadas a diversas práticas inadequadas de manejo, tem-se observado um aumento na incidência de doenças radiculares em cucurbitáceas, ocasionadas por fungos veiculados pelo solo. Dentre esses patógenos, merece destaque o Monosporascus cannonballus, causador do declínio de ramas nas principais áreas produtoras de melão e melancia do Rio Grande do Norte, responsável por ocasionar grandes perdas. Entretanto, pesquisas têm sido intensificadas com diferentes métodos de controle, o químico com o uso de fumigantes; fungos antagonistas no controle biológico; solarização; controle genético e a enxertia. Sendo assim, os objetivos do presente trabalho, foram: selecionar genótipos de cucurbitáceas resistentes à M. cannonballus e verificar o pegamento de porta-enxertos de abóboras sobre enxerto de melancia. No primeiro experimento, foram analisados os danos nas raízes em genótipos de abóboras, melancia e melões e população inicial e final de ascósporos do solo, avaliando à resistência destes a M. cannonballus. No segundo experimento avaliou-se pegamento, diâmetro do caule, altura da planta, número de folhas, massa fresca da parte aérea, massa fresca de raiz, massa seca de parte aérea e massa seca de raiz nos porta-enxertos de abóboras sobre o enxerto de melancia. O delineamento estatístico adotado em ambos os experimentos foi o inteiramente casualizado. Os genótipos foram classificados como resistentes e medianamente resistentes. Os resistentes foram: [(PES-07, PEC-01, PEK-05, TPR-08689, Shintoza e Abóbora fitó - abóboras); (TPR-02978 - melancia); (TPR-05851, TPR-06827, PEM-06 e PED-02 - melões)]. O genótipo TPR-04329 (melão) e a cultivar comercial Moranga (abóbora) foram medianamente resistentes. Os porta-enxertos de abóboras PEK-05, PEC-01 e PES-07 apresentaram menor concentração final de ascósporos no solo. O Porta-enxerto de abóbora PEC-01 sobre enxerto da cultivar comercial de melancia Crimson sweet, foi o que apresentou maior taxa de pegamento e melhores resultados nas variáveis, altura de planta, número de folhas e diâmetro de caule.

  • MARCOS ANTONIO VIEIRA BATISTA
  • Adubação verde na produtividade, qualidade e rentabilidade de beterraba e rabanete

  • Data: 10/06/2011
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  • Dois experimentos foram realizados durante o período de outubro de 2009 a fevereiro de 2010, na Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró – RN, com o objetivo de avaliar a produtividade, qualidade e rentabilidade da beterraba e do rabanete submetido a diferentes espécies espontâneas da Caatinga e quantidades de adubos verdes. O delineamento experimental foi de blocos completos casualizados com três repetições, com os tratamentos arranjados em esquema fatorial 3 x 5. Os tratamentos consistiram da combinação de três adubos verdes (jitirana, mata pato e flor-de-seda) com cinco quantidades incorporadas ao solo (5,4; 8,8; 12,2; 15,6 e 21,0 t ha-1 em base seca). As características avaliadas em ambas as culturas foram: Produtividade de raízes total, produtividade de raízes
    comerciais, massa seca de raízes (MSR), massa seca da parte aérea (MSPA), altura de plantas, diâmetro de raízes, percentagem de raízes comerciais e percentagem de raízes refugo no rabanete e produtividade classificada de raízes na beterraba. Além disso, também foram determinadas as seguintes características de pós-colheita: Antocianina (beterraba), sólidos solúveis (SS), acidez titulável (AT), relação SS/AT, potencial hidrogeniônico (pH) e firmeza de raízes. Os indicadores econômicos avaliados foram: Renda bruta (RB), renda líquida (RL), taxa de retorno (TR) e índice de lucratividade (IL). Na beterraba, as espécies estudadas não se diferenciaram no crescimento dos actinomicetos do solo. A quantidade de actinomicetos do solo aumentou com as quantidades crescentes das espécies incorporadas ao solo. O melhor desempenho produtivo da beterraba foi obtido quando fertilizada com flor-de-seda e jitirana na quantidade de adubo de 21,0 t ha - 1. O maior conteúdo de sólidos solúveis foi observado nas parcelas tratadas com jitirana. As maiores rendas e eficiências monetárias foram observadas na maior quantidade de flor-de-seda incorporada. No rabanete, as maiores produtividades de raízes total e comercial foram observadas nos tratamentos com jitirana. A maior percentagem de raízes comerciais foi de 73,6 %, obtida na quantidade de adubo de
    21,0 t ha-1. A maior firmeza de raízes foi observada nos tratamentos com a flor-deseda. As maiores rendas e eficiências monetárias foram observadas na maior quantidade de jitirana incorporada de 21,0 t ha-1.

  • ALINE DANIELE DE SOUZA
  • "Plantas daninhas sob a copa de árvores, em função da consorciação e densidades de plantio"

  • Data: 06/04/2011
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  • Foram realizados dois experimentos em Mossoró-RN, de densidades de plantio (E1) e de consorciação (E2) com os objetivos de: a) avaliar o crescimento das espécies arbóreas; b) avaliar a composição florística e o crescimento de plantas daninhas sob a copa de árvores; c) estimar os teores de nutrientes do solo sob a copa das árvores em E2. Em ambos os experimentos, utilizou-se o delineamento de blocos ao acaso com três e quatro repetições, respectivamente. Em E1, (Gliricídia sepium) (G) e sabiá (Mimosa caesalpiniifolia benth) (S) foram submetidas às seguintes densidades de plantio: (plantas ha-1) foram 400, 600, 800, 1000 e 1200. Em E2, G, nim (Azadirachta indica) (N) e S foram cultivadas em monocultivo e em consorciação em parcelas de três fileiras com quatro plantas (GGG, NNN, SSS, SGS, NGN, GNG, SNS, GSG e NSN, onde cada letra representa uma fileira). Em E1 e E2 as avaliações foram feitas 2 e 1 anos após a semeadura das árvores. Em E1, quanto maior a densidade de plantio menor foi a matéria seca (MS) e matéria fresca (MF) de plantas daninhas, o número de plantas daninhas (NPD) sob a copa das árvores, o diâmetro da copa (DC) de S e G e a altura da planta (AP) de G. Observou-se que em G há uma correlação entre AP e o NPD sob a copa. Quanto maior NPD maior a AP. Em E2, observou-se uma correlação entre as plantas de sabiá e as características de crescimento da planta AP e DC. Sabiá com maior AP e DC apresentou menor MS e MF de plantas daninhas sob sua copa. Em E2, o teor de fósforo no solo sob a copa foi menor no consórcio GNG. Plantas de nim com maiores AP e DC apresentaram menor teor de potássio no solo sob sua copa, além disso, plantas de nim com maiores (AP) apresentam menor saturação por bases no solo.

  • GLEIDER MARIA DE MENEZES COSTA
  • Moscas-das-frutas (Diptera: Tephritidae) e seus parasitóides (Hymenoptera: Braconidae), em pomares domésticos, nos municípios de Apodi e Baraúna, Rio Grande do Norte

  • Data: 28/02/2011
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  • O Estado do Rio Grande do Norte (RN) é um dos maiores produtores de frutas tropicais, dispondo de condições edafoclimáticas adequadas para o desenvolvimento dessa atividade em grande escala. Diante do impacto negativo que as moscas-das-frutas representam para o agronegócio, faz-se necessário que estudos sobre essa praga sejam realizados nas regiões com potencial frutícula, como também é crucial o conhecimento dos parasitóides existentes na região, com vistas ao planejamento estratégico de controle biológico e manejo integrado de pragas. Este trabalho foi realizado nos municípios de Apodi e Baraúna, localizados na região semiárida do RN. Teve como objetivos identificar as espécies de moscasdas- frutas, o padrão de distribuição e as relações com plantas hospedeiras e seus parasitóides associados. Após três anos de coletas, obteve-se 15.608 frutos e 9.961 tefritídeos, sendo 4.953 exemplares de Anastrepha e 5.008 de Ceratitis capitata. As espécies de Anastrepha presentes nos frutos individualizados foram Anastrepha zenildae (35,82%), Anastrepha sororcula (8,19%), Anastrepha obliqua (4,45%), Anastrepha pickeli (0,74%) e C. capitata (50,8%). Considerando a presença simultânea de moscas-das-frutas e parasitóides em um mesmo fruto, encontrou-se em cajá Doryctobracon areolatus associado com A. obliqua; em goiabas, houve associação do parasitóide com A. sororcula e A. zenildae; em juá, a associação foi observada apenas com A. zenildae. O único parasitóide encontrado foi o D. areolatus. O índice de parasitismo total encontrado foi de 4%, válido apenas para Anastrepha, pois não se constatou associação de D. areolatus com C. capitata em um mesmo fruto. O hospedeiro cajá apresentou o maior índice de parasitismo natural (19%). A análise de regressão logística indica que o tamanho do fruto não influencia a condição de ser ou não infestado. Os resultados das regressões lineares simples indicam que, de modo geral, o peso dos frutos não determina o número de pupários. As correlações entre os fatores meteorológicos e os fatores bióticos apontam que apenas a pluviosidade afeta negativamente a porcentagem de frutos infestados.

  • ANTONIO DE PADUA ARAUJO
  • Produção, qualidade e efeitos microclimáticos no cultivo de tomate industrial em diferentes coberturas do solo no município de Baraúna - RN

  • Data: 28/02/2011
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  • Dois experimentos foram conduzidos nos períodos de julho a novembro de 2008, e de setembro de 2009 a janeiro de 2010, na Fazenda WG FRUTICULTURA, localizada em Baraúna, RN, com o objetivo de avaliar a Produção, qualidade e efeitos microclimáticos no cultivo de tomate industrial em diferentes coberturas do solo no município de Baraúna, RN. O delineamento experimental adotado foi o de blocos casualizados completos, com quatro repetições. Os tratamentos foram dispostos em parcelas subdivididas, sendo estas representadas pelos tipos de cobertura de solo: sem cobertura (testemunha), e coberturas com filmes de polietileno preto, prateado (dupla face preto e prateado), branco e o polipropileno preto (agrotêxtil preto, TNT), e as sub-parcelas pelos híbridos de tomate: SM-16 e Mariana, ambos com dupla aptidão (consumo in natura e industrial). As características avaliadas foram: número de frutos comerciais por planta (NFC), número de frutos não comerciais por planta (NFNC), número de frutos total por planta (NFT), produtividade comercial (PC), produtividade de frutos não comerciais (PNC), produtividade de frutos total (PTOT) e massa média de frutos comerciais (MMFC). O 'SM-16' apresentou maior produtividade de frutos comercias; os polietilenos preto e prateado proporcionaram as menores produtividades de frutos comerciais; o tomateiro cultivado no polietileno branco proporcionou maior retorno financeiro. As características de qualidade avaliadas foram os conteúdos sólidos solúveis e açúcares solúveis totais, acidez titulável, vitamina C, firmeza da polpa e SS/AT. Os tipos de cobertura não afetaram a percentagem de sólidos solúveis, açúcares solúveis totais e AS/AT; o agrotêxtil preto proporcionou os maiores teores de vitamina C e de acidez titulável, e o solo sem cobertura e o polietileno preto, apresentaram, respectivamente, os menores teores de vitamina C e de acidez titulável nos frutos de tomate; o híbrido SM-16 apresentou frutos mais firmes do que o Mariana. Para avaliar os efeitos no microclima de cada cobertura do solo, foram instaladas quatro torres micrometeorológicas, distribuídas na área útil do experimento nos diferentes tratamentos no período de 10/08/2008 a 13/11/2008.. As características avaliadas foram: radiação solar global, saldo de radiação, fluxo de calor no solo a 2,0 cm de profundidade, além das temperaturas do solo a 2,0 cm de profundidade e do ar a 50 cm da superfície (oC). No segundo experimento, 01/09/2009 a 11/01/2010, em função da disponibilidade de instrumentos só foi possível realizar monitoramento da temperatura do ar e do solo nas mesmas condições do primeiro experimento. O tratamento polietileno branco e TNT apresentaram a maior e menor intensidade de radiações refletidas (6,86 MJ m-2 e 5,93 MJ m-2), respectivamente; o solo descoberto e TNT apresentaram maiores oscilações no fluxo de calor do solo; os filmes de polietileno proporcionaram maior variação diária da temperatura do solo que o TNT e solo descoberto.

  • FERNANDA ASPAZIA RODRIGUES DE ARAÚJO
  • Influência de portaenxertos no desenvolvimento, produção e qualidade de castanhas e pedúnculos de clones de cajueiro Anão Precoce em Apodi - RN

  • Data: 28/02/2011
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  • KARLA DIANA DA SILVA SOMBRA
  • Reação de cultivares de meloeiro à mosca minadora

  • Data: 28/02/2011
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  • A mosca minadora Liriomyza sativae (Diptera: Agromyzidae) é uma das principais pragas da cultura do meloeiro (Cucumis melo L.), na região da Chapada do Apodi, nordeste brasileiro. Como alternativa ao uso intenso de agrotóxicos para seu controle, deve ser estimulado cada vez mais o estudo da resistência varietal desta cultura à mosca minadora, método de controle que preconiza a obtenção de material resistente a pragas e doenças. No entanto, como não existem variedades resistentes a esta praga, logo, o presente trabalho teve por objetivo avaliar, em condições de laboratório, a suscetibilidade de dez variedades comerciais de meloeiro em relação à mosca minadora. Avaliaram-se a preferência por oviposição, em testes com e sem chance de escolha, o efeito de antibiose das variedades, sobre a mosca minadora e a correlação entre o número de tricomas presentes nas plantas e a preferência por oviposição. Pode-se concluir que: para o teste com e sem chance de escolha a variedade „Imperial‟ foi a menos preferida para oviposição. Quanto à pilosidade, observou-se que as variedades menos ovipositadas possuíam a maior quantidade de tricomas. Não ocorreu diferença no tempo de desenvolvimento de ovo a adulto entre as variedades avaliadas. Existe uma correlação negativa e significativa, onde indica que as duas variáveis estudadas são inversamente proporcionais, ou seja, quanto maior o número de tricomas menor o numero de larvas/cm2.

  • VERLÂNDIA DE MEDEIROS MORAIS
  • Etnobotânica nos quintas da comunidade de abderramant em Caraúbas-RN

  • Data: 28/02/2011
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  • As potencialidades de uso das plantas medicinais encontram-se longe de estarem esgotadas, em comunidades rurais espalhadas por todo o pais o uso de plantas na cura de doenças e mesmo no enriquecimento de sua alimentação é uma tradição que se preserva há muito tempo. A sabedoria popular carece de sistematização e utilização correta. Objetivou-se neste trabalho sistematizar informações sobre o conhecimento das etnoespécies presentes nos quintais da comunidade de Abderramant e sua relação com a sustentabilidade das famílias residentes na comunidade, visando resgatar e documentar os conhecimentos tradicionais, e assim gerar informações que irão auxiliar nos estudos biológicos, farmacêuticos, agronômicos e econômicos, como também evidenciar o perfil sócio econômico e ambiental da comunidade. A metodologia utilizada nesta pesquisa abrangeu aspectos qualitativos e quantitativos, sendo realizadas entrevistas semi-estruturadas e outras técnicas de coleta de dados como visitas de campo para obtenção de informações referentes aos quintais. Gerou-se um banco de dados com as informações obtidas nas entrevistas. Para a análise utilizou-se o programa Microsoft Office Excel® 2007, sendo realizada a estatística descritiva a partir da codificação por tabulação simples, distribuição de porcentagens, tabelas e figuras. A análise dos resultados obtidos permitiu as seguintes conclusões: Os quintais produtivos da comunidade de Abderramant têm grande diversidade de plantas medicinais, os entrevistados possuem conhecimento a respeito das etnoespécies presentes nos quintais, como também utilizam esse conhecimento no tratamento de enfermidades comuns apresentadas na comunidade, identificou-se 57 etnoespécies, das quais 51espécies com uso medicinal distribuídas em 40 famílias botânicas, a família botânica com maior frequência foi à Lamiaceae, é forte a tradição, por parte da população rural, na procura por aqueles que detêm a sabedoria da cura das doenças por meio das plantas, no entanto o repasse dessa sabedoria está se perdendo, ou seja, sendo reduzida a bem poucos da nova geração, comprometendo esse conhecimento para as gerações futuras. A renda anual dos quintais ficou em média de R$ 3.305,90, quando contabilizados os gastos operacionais a lucratividade média foi de R$ 700,90 essa lucratividade deve ser considerada após analise dos gastos e valorização da terra; a produção dos quintais ajuda na segurança alimentar de pelo menos 65% dos entrevistados, as famílias consomem principalmente verduras e frutas, se alimentam também de pequenos animais criados nesse sistema de manejo e de seus derivados, essa pratica minimiza significativamente o impacto na renda das famílias; mais de um terço (36%) dos entrevistados citaram motivos relativos à questão econômica dos quintais, seja por economia na compra de produtos ou mesmo o alto valor desses produtos em farmácias e supermercados, indicando que a escolha das plantas que iram compor os quintais é pensada de acordo com a necessidade de cada família.

  • FRANCISCO ELVIS RAMOS VIEIRA
  • Qualidade fisiológica de semente de cajueiro, clone CCP-76, em função da forma de colheita e do tempo de armazenamento

  • Data: 28/02/2011
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  • Este trabalho teve como objetivo avaliar a qualidade fisiológica de sementes de
    cajueiro. Utilizando-se sementes fisiologicamente maduras coletadas na copa das
    plantas e sementes caídas sobre o solo durante os 30 dias seguintes à coleta na copa. As
    sementes provenientes dessas duas coletas foram armazenadas em ambiente natural de
    laboratório. As sementes foram obtidas durante a safra 2009 de 140 plantas adultas do
    Clone CCP-76, de um pomar em plena produção, localizado no Assentamento
    Maracaí, Zona Rural do município de Ipiranga do Piauí. O delineamento experimental
    foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial (7x2) com quatro repetições de 25
    sementes por tratamento. O primeiro fator foi constituído pelo tempo de
    armazenamento das sementes (0; 30; 60; 90; 120; 150 e 180 dias) e o segundo fator
    pelo tipo de coletas das sementes (planta e solo). Os ensaios foram conduzidos no
    Laboratório de Análise de Sementes e em Casa de Vegetação da Universidade Federal
    Rural do Semi-Árido (UFERSA), em Mossoró-RN, no período de setembro de 2009 a
    julho de 2010. Em laboratório foram avaliados a porcentagem de germinação e o
    índice de velocidade de germinação. Em casa de vegetação foram avaliadas a
    porcentagem de emergência, o índice de velocidade de emergência, a altura de plantas,
    o diâmetro do caule, o número de folhas, a área foliar e a massa seca da parte aérea. O
    armazenamento afetou negativamente o vigor das sementes, sendo que as sementes
    coletadas na planta apresentaram melhores características fisiológicas, proporcionando
    maiores valores para índice de velocidade de emergência, diâmetro do caule, número
    de folhas, altura de planta, área foliar e massa seca da parte aérea.
    Este trabalho teve como objetivo avaliar a qualidade fisiológica de sementes decajueiro. Utilizando-se sementes fisiologicamente maduras coletadas na copa dasplantas e sementes caídas sobre o solo durante os 30 dias seguintes à coleta na copa. Assementes provenientes dessas duas coletas foram armazenadas em ambiente natural delaboratório. As sementes foram obtidas durante a safra 2009 de 140 plantas adultas doClone CCP-76, de um pomar em plena produção, localizado no AssentamentoMaracaí, Zona Rural do município de Ipiranga do Piauí. O delineamento experimentalfoi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial (7x2) com quatro repetições de 25sementes por tratamento. O primeiro fator foi constituído pelo tempo dearmazenamento das sementes (0; 30; 60; 90; 120; 150 e 180 dias) e o segundo fatorpelo tipo de coletas das sementes (planta e solo). Os ensaios foram conduzidos noLaboratório de Análise de Sementes e em Casa de Vegetação da Universidade FederalRural do Semi-Árido (UFERSA), em Mossoró-RN, no período de setembro de 2009 ajulho de 2010. Em laboratório foram avaliados a porcentagem de germinação e oíndice de velocidade de germinação. Em casa de vegetação foram avaliadas aporcentagem de emergência, o índice de velocidade de emergência, a altura de plantas,o diâmetro do caule, o número de folhas, a área foliar e a massa seca da parte aérea. Oarmazenamento afetou negativamente o vigor das sementes, sendo que as sementescoletadas na planta apresentaram melhores características fisiológicas, proporcionandomaiores valores para índice de velocidade de emergência, diâmetro do caule, númerode folhas, altura de planta, área foliar e massa seca da parte aérea.

  • REINALDO DE ALENCAR PAES
  • Cultivo de melão com agrotêxtil combinado com mulching plástico

  • Data: 28/02/2011
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  • O objetivo do presente trabalho foi estudar a produção, qualidade e crescimento do meloeiro, bem como características micloclimáticas associadas ao cultivo sob proteção de agrotêxtil combinado com mulch plástico. Foram realizados três experimentos, sendo dois realizados em Baraúna, onde o primeiro foi conduzido de setembro a dezembro 2007 e o segundo de agosto a outubro 2008. Em ambos os experimentos, foi utilizado o delineamento blocos completos casualizados completos em esquema fatorial 3 x 3, com cinco repetições, a parcela foi composta por três fileiras, espaçada de 2,0 m entre si, com 14 plantas cada. Os tratamentos foram formados pela combinação de diferentes cores de mulch plástico dupla face (preto-preto, preto-branco, preto-prata) e da cobertura das plantas com agrotêxtil branco com gramatura de 15 g/m2 (1º, 2º e 3º cultivo). No primeiro experimento foi cultivado o híbrido Mandacaru no espaçamento 2,0 x 0,3 m, enquanto no segundo, o híbrido Goldex no espaçamento 2,0 x 0,4 m. Nesses experimentos foram avaliadas as características de produção e qualidade dos frutos. O terceiro experimento foi em Mossoró-RN, no delineamento de blocos casualizados completos em esquema fatorial 3 x 2, com quatro repetições. Cada parcela experimental foi composta por três fileiras, espaçada de 2,0 m entre si por 0,3 m entre plantas, com 14 plantas cada. Os tratamentos consistiram da combinação de diferentes colorações de mulch plástico (preto-preto, preto-branco, preto-prata) e da cobertura das plantas com agrotêxtil (1º e 3º cultivo), o híbrido utilizado neste experimento foi o Mandacaru. Nos experimentos realizados com a cultivar Mandacaru, (experimentos de Baraúna 2007 e Mossoró 2008), a utilização do mulch preto-branco proporcionou maior produtividade comercial em relação aos demais. Com relação ao agrotêxtil, apenas no experimento de Baraúna 2007, os de 1º e 2º cultivos favoreceram maior produtividade comercial em relação ao de 3º cultivo. No experimento com a cultivar Goldex (experimento Baraúna 2008) não houve diferença significativa entre os tratamentos. Apenas os mulchs preto-preto e preto-prata proporcionaram uma colheita mais precoce de frutos. A qualidade dos frutos, não foi afetada pela cobertura do solo com mulch plástico e proteção das plantas com agrotêxtil. A utilização do mulch plástico como cobertura do solo combinado com a proteção das plantas com agrotêxtil modificou a temperatura do ar e do solo, sendo que a combinação do mulch preto-preto e agrotêxtil de 3º cultivo favoreceram os maiores valores de temperatura do ar e do solo. Apenas o acúmulo de matéria seca, de comportamento sigmoidal, foi influenciado pela cor do mulch com destaque para a cor preto-branca. Os tratamentos não tiveram efeito sobre as demais características de crescimento e índices fisiológicos.

  • VERICIA FERNANDA SALES DE PAULA
  • Viabilidade agroeconômica de consórcios de cenoura e rúcula em diferentes quantidades de jitirana e arranjos espaciais

  • Data: 26/02/2011
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  • Com o objetivo de estudar a viabilidade agroeconômica de consórcios de cenoura e rúcula em diferentes quantidades de jitirana incorporadas ao solo e de arranjos espaciais entre as culturas componentes, foi conduzido um experimento na Fazenda Rafael Fernandes, distrito de Alagoinha, Estado do Rio Grande do Norte, no período de novembro de 2010 a fevereiro de 2011. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos completos casualizados com os tratamentos arranjados em esquema fatorial 4 x 3, com quatro repetições. Os tratamentos consistiram da combinação de quatro quantidades de jitirana incorporadas ao solo (7,5; 15,0; 22,5 e 30 t ha-1 em base seca) com três arranjos espaciais das culturas componentes (2:2; 3:3 e 4:4), que correspondem às fileiras de cenoura alternadas com as fileiras de rúcula. As características avaliadas na cenoura foram: altura de plantas, número de hastes por planta, massa seca da parte aérea, produtividade comercial e produtividade classificada de raízes. Na rúcula, as características avaliadas foram: altura de plantas, número de folhas por planta e rendimentos de massa verde e de massa seca da parte aérea. Alguns índices de eficiência de sistemas consorciados foram utilizados, tais como: índice de uso eficiente da terra (UET), perda real do rendimento (PRR) e  índice de vantagem do consórcio (IVC). Os indicadores econômicos de renda bruta, renda líquida, taxa de retorno e índice de lucratividade foram quantificados. A melhor performance produtiva do consórcio cenoura e rúcula foi obtida quando se utilizou a quantidade de 30 t ha-1 de jitirana incorporada ao solo no arranjo espacial 2:2. O cultivo da cenoura e rúcula em consórcio é viável agroeconomicamente com o uso da jitirana como adubo verde.

  • ANA CAROLINA DE ASSIS DANTAS
  • Caracterização morfológica e molecular de acessos de melão coletados no nordeste brasileiro

  • Data: 25/02/2011
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  • O meloeiro está distribuído em todo o mundo, e é a espécie que possui a maior variabilidade fenotípica do gênero, observada principalmente nos seus frutos. Existe grande variabilidade que consiste em importante fonte de germoplasma para programas de melhoramento. Portanto, o conhecimento da variabilidade genética de espécies vegetais e como ela se distribui, proporciona o uso racional e sustentável dos recursos genéticos. O objetivo do presente trabalho foi realizar a caracterização morfológica e molecular de acessos de meloeiro coletados no Nordeste brasileiro. Foram avaliados 40 acessos e três cultivares comerciais em um experimento conduzido em blocos completos casualizados com duas repetições no município de Mossoró-RN. A caracterização morfológica foi feita através de 17 descritores, sendo um da semente, quatorze de frutos e dois da inflorescência. A caracterização molecular foi realizada pelos marcadores RAPD utilizando 18 primers e por microssatélites (SSR) com 15 primers sintetizados para Cucumis melo. Verificou-se que os marcadores morfológicos, RAPD e SSR foram satisfatórios em permitir a detecção de polimorfismo entre os genótipos avaliados. Os métodos de agrupamento de Tocher e o hierárquico concordaram parcialmente nas caracterizações morfológicas e moleculares. O marcador RAPD foi mais discriminante em relação ao microssatélite pelo fato de agrupar os acessos em mais grupos. O banco de germoplasma da UFERSA possui alta variabilidade genética entre os acessos.

  • LAIANE TORRES SILVA
  • Revestimentos comestíveis à base de purê de manga e alginato de sódio para a retenção de compostos voláteis em mangas minimamente processadas.

  • Data: 25/02/2011
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  • As respostas aos danos mecânicos provocados pelo processamento mínimo podem acelerar a perda de qualidade e modificar os atributos sensoriais. Além da refrigeração, que é considerada a principal técnica disponível para retardar os efeitos indesejáveis do processamento mínimo, o uso de barreiras ao O2/CO2 e vapor d’água pode contribuir no controle dos processos de senescência, na manutenção da qualidade e no prolongamento da vida útil o suficiente para a distribuição, comercialização e consumo. O objetivo desse trabalho foi elaborar um revestimento comestível à base de purê de manga e alginato de sódio com mínima permeabilidade ao vapor d’água e com potencial para formar uma fina camada de gel capaz de controlar as trocas gasosas e a perda de água pelo produto, visando manter a qualidade e principalmente reter os compostos voláteis em manga ‘Tommy Atkins’ minimamente processada (MMP) por maior período de tempo. Foram elaborados onze filmes, de acordo com um delineamento composto central, com duas variáveis, a saber, concentração de alginato nos filmes e tempo de imersão em cloreto de cálcio. Mangas ‘Tommy Atkins’, compradas no mercado, foram lavadas, sanitizadas, descascadas e cortadas em fatias. A MMP foi imersa na solução filmogênica, por 30 segundos, e em seguida, em cloreto de cálcio (1%), por 15 segundos, sendo posteriormente disposta, por 60 minutos, em peneira de inox para drenagem. Após esse processamento, 200g de MMP foram acondicionadas em bandejas PET com tampa e armazenadas sob refrigeração (10±2ºC), por seis dias. A cada três dias foram retiradas amostras para a quantificação da perda de massa, pH, acidez titulável, sólidos solúveis, relação SS/AT, vitamina C, açúcares totais, atividade da polifenoloxidase e compostos voláteis. O experimento foi instalado usando DIC em esquema fatorial 3 x 3, com três tratamentos (controle mais dois filmes) em três tempos de armazenamento (1, 3, e 6 dias). Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias da análise dos compostos voláteis foram comparadas entre si pelo método de Scott-Knott à 5% de probabilidade, e as médias das demais análises foram comparadas entre si pelo teste de Tukey à 5%. Os filmes confeccionados apresentaram diferentes taxas de permeabilidade ao vapor d’água (PVA) em função das variáveis analisadas. A menor PVA dentro das condições utilizadas foi de 0,31 mm kPa-1 m-2, com 1% de alginato e 15 segundos de imersão em CaCl2, portanto, foi adotada como referência para a elaboração de revestimentos comestíveis. Análises em cromatografia gasosa acoplada a espectrometria de massas revelaram -3-careno como constituinte majoritário no aroma da manga, e o mesmo foi utilizado nesse trabalho como indicativo para avaliar a retenção dos compostos voláteis dos revestimentos comestíveis. As mangas revestidas com purê de manga + alginato de sódio (1%) exibiram os maiores teores desse composto (64,47 %). O revestimento comestível (purê de manga + alginato de sódio) se mostrou eficiente em manter a qualidade e em reter o -3-careno, em mangas ‘Tommy Atkins’ minimamente processadas, armazenadas à 10ºC, por seis dias.

  • LISIANE LUCENA BEZERRA
  • CARACTERIZAÇÃO DOS NÍVEIS DE RESISTÊNCIA À SALINIDADE EM CULTIVARES DE GIRASSOL (Helianthus annuus L.)

  • Data: 24/02/2011
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  • O presente estudo teve como objetivo a caracterização do nível de resistência ao estresse salino em genótipos de girassol (Helianthus annuus L.). Foram utilizados genótipos de girassol cultivados em hidroponia sob estresse salino durante dois dias em casa de vegetação. Ao término do experimento as plantas foram coletadas e analisadas quanto aos indicadores de estresse hídrico (taxa de crescimento relativo - TCR, conteúdo relativo de água - CRA, percentual de umidade - %U e dano de membrana - DM) e indicadores de ajustamento osmótico (açúcares solúveis totais - AST, aminoácidos livres totais - AALT e prolina - PRO). Foi utilizado um esquema fatorial 4 x 5, em delineamento inteiramente casualizado, com cinco repetições, sendo os fatores constituídos por genótipos de girassol (Catissol 01, Hélio 251, Hélio 253 e Hélio 863) e níveis de salinidade (controle, 25, 50, 75 e 100 mM ). Os dados foram submetidos a análise de variância e as médias foram comparadas pelo teste de Tukey (p<0,05). A salinidade causou diminuição na TCR e no CRA nas folhas e no %U das raízes dos genótipos de girassol, conforme aumento da concentração de sal, sendo que a cultivar Hélio 251 apresentou um ganho de massa total na concentração de 25 mM de NaCl e a Catissol 01 teve o CRA mais afetado nas concentrações de 75 e 100 mM de NaCl. O DM, estimado pelo vazamento de eletrólitos, aumentou proporcionalmente ao aumento da dose de NaCl em relação ao controle: a Catissol 01 teve DM mais pronunciado nas folhas e as cultivares Hélio 251 e Hélio 253 apresentaram, nas raízes, uma ligeira diminuição do DM na concentração de 50 mM de NaCl. Com relação aos indicadores de ajustamento osmótico, as cultivares Catissol 01 e Hélio 863 apresentaram acúmulo de AST e AALT nas folhas, e as cultivares Hélio 251 e Hélio 253 apresentaram acúmulo de AST nas raízes, nos tratamentos de 25 e 50 mM. O aumento da concentração de NaCl provocou aumento no acúmulo de AALT nas raízes das cultivares Hélio 251 e Hélio 253. As folhas da cultivar Hélio 251 apresentaram acúmulo de PRO em todas as concentrações de NaCl avaliadas, embora suas raízes tenham acumulado PRO somente na concentração de 25 mM de NaCl. Do exposto conclui-se que altas concentrações de NaCl provocam alterações fisiológicas no girassol, interferindo no crescimento e no status hídrico das plantas, causando danos severos à integridade da membrana. Adicionalmente, as cultivares de girassol e as variáveis estudadas responderam de forma diferenciada em relação às concentrações de NaCl. De acordo com as variáveis estudadas, as cultivares Catissol 01 e Hélio 863 se mostraram mais sensíveis âs concentrações do sal, e as cultivares Hélio 251 e Hélio 253 mais resitentes ao estresse salino simulado pelo cloreto de sódio (NaCl), e nestas duas cultivares, provavelmente AST, AALT e PRO participam do ajustamento osmótico.

  • RAFAELLA RAYANE MACEDO DE LUCENA
  • Crescimento, partição de assimilados e acúmulo de macronutrientes pelo tomateiro 'SM-16' em diferentes coberturas de solo

  • Data: 23/02/2011
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  • A determinação das curvas de crescimento e de acúmulo de nutrientes é importante,
    pois fornecem informações sobre a exigência nutricional das plantas, sinalizando as
    épocas mais propícias à aplicação dos nutrientes. A utilização da cobertura do solo
    tornou-se uma prática bastante difundida e tem levado ao incremento em crescimento e
    produtividade em várias hortaliças, incluindo o tomateiro. Com o objetivo de avaliar o
    crescimento, partição de assimilados e acúmulo de macronutrientes pelo tomateiro
    ‘SM-16’ em diferentes coberturas do solo conduziu-se um experimento na WG
    Fruticultura, Baraúna/RN, entre setembro de 2009 e janeiro de 2010. O delineamento
    experimental adotado foi o de blocos casualizados completos, com quatro repetições.
    Os tratamentos foram dispostos em parcelas subdivididas, sendo as parcelas
    representadas pelos tipos de cobertura do solo: solo descoberto, filme de polietileno
    preto, filme de polietileno branco, filme de polietileno cinza e polipropileno preto
    (TNT), e as sub-parcelas pelas épocas de amostragens das plantas: 14, 28, 42, 56, 70,
    84, 98 e 112 dias após o transplantio (DAT). As características avaliadas foram:
    acúmulo de massa seca e de macronutrientes (nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio e
    magnésio) nas folhas, caules, inflorescências, frutos e total. As coberturas do solo não
    influenciaram o acúmulo de massa seca pelo tomateiro. Os frutos se comportaram
    como dreno preferencial da planta, chegando ao final do ciclo com 48,6 % do total da
    massa seca acumulada. O acúmulo de macronutrientes seguiu o padrão do acúmulo de
    massa seca. Somente acúmulo de N nos frutos, acúmulo de K nas folhas e total, e
    acúmulo de Ca e Mg nos frutos sofreram influência das coberturas do solo. As maiores
    médias para estas características foram obtidas quando se utilizou o polietileno branco,
    o TNT e o solo descoberto. Os nutrientes mais acumulados pelas plantas foram na
    ordem de grandeza: K>N>Ca>Mg>P, sendo N, P e K encontrados em maiores
    quantidades nos frutos, e Ca e Mg nas folhas.
    A determinação das curvas de crescimento e de acúmulo de nutrientes é importante,pois fornecem informações sobre a exigência nutricional das plantas, sinalizando asépocas mais propícias à aplicação dos nutrientes. A utilização da cobertura do solotornou-se uma prática bastante difundida e tem levado ao incremento em crescimento eprodutividade em várias hortaliças, incluindo o tomateiro. Com o objetivo de avaliar ocrescimento, partição de assimilados e acúmulo de macronutrientes pelo tomateiro‘SM-16’ em diferentes coberturas do solo conduziu-se um experimento na WGFruticultura, Baraúna/RN, entre setembro de 2009 e janeiro de 2010. O delineamentoexperimental adotado foi o de blocos casualizados completos, com quatro repetições.Os tratamentos foram dispostos em parcelas subdivididas, sendo as parcelasrepresentadas pelos tipos de cobertura do solo: solo descoberto, filme de polietilenopreto, filme de polietileno branco, filme de polietileno cinza e polipropileno preto(TNT), e as sub-parcelas pelas épocas de amostragens das plantas: 14, 28, 42, 56, 70,84, 98 e 112 dias após o transplantio (DAT). As características avaliadas foram:acúmulo de massa seca e de macronutrientes (nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio emagnésio) nas folhas, caules, inflorescências, frutos e total. As coberturas do solo nãoinfluenciaram o acúmulo de massa seca pelo tomateiro. Os frutos se comportaramcomo dreno preferencial da planta, chegando ao final do ciclo com 48,6 % do total damassa seca acumulada. O acúmulo de macronutrientes seguiu o padrão do acúmulo demassa seca. Somente acúmulo de N nos frutos, acúmulo de K nas folhas e total, eacúmulo de Ca e Mg nos frutos sofreram influência das coberturas do solo. As maioresmédias para estas características foram obtidas quando se utilizou o polietileno branco,o TNT e o solo descoberto. Os nutrientes mais acumulados pelas plantas foram naordem de grandeza: K>N>Ca>Mg>P, sendo N, P e K encontrados em maioresquantidades nos frutos, e Ca e Mg nas folhas.

  • ANDREIA AMARIZ
  • Qualidade, compostos bioativos e atividade antioxidante de frutos de acessos de jerimum de leite (Cucurbita moschata) do BAG Cucurbitáceas da Embrapa Semiárido

  • Data: 21/02/2011
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  • As cucurbitáceas estão entre as principais culturas presentes na agricultura familiar do Nordeste, com destaque para a abóbora, espécie indígena importante para a alimentação humana tanto pela versatilidade culinária quanto pela riqueza em minerais, vitaminas e, em algumas espécies, carotenóides. O germoplasma plantado atualmente na maioria das áreas do Nordeste é desprovido de características adequadas ao cultivo, assim como de tamanho, formato, firmeza da polpa e sabor adequados ao comércio. Da mesma forma, não são reconhecidos materiais com uniformidade de atributos e propriedades nutricionais, a exemplo da pró-vitamina A, que possibilitem melhoria continuada e segura da saúde e da qualidade de vida da população de menor renda. O objetivo desse trabalho foi avaliar a qualidade, os compostos bioativos e a atividade antioxidante de acessos de Cucurbita moschata pertencentes ao Banco Ativo de Germoplasma de Cucurbitáceas da Embrapa Semiárido, que agreguem qualidade para mercado, assim como caracteres úteis para estudos em programas de melhoramento genético vegetal. Quinze acessos foram caracterizados: 510, 515, 525, 560, 561, 564, 574, 575, 579, 581, 583, 585, 587, 589 e 592, sendo provenientes dos estados do Piauí e do Maranhão. As características avaliadas foram: massa; comprimento; diâmetros maior, menor, da cavidade interna longitudinal e mediana; espessuras da casca e da polpa; firmeza da polpa; luminosidade, croma e ângulo de cor da polpa; teores de sólidos solúveis, açúcares solúveis totais e amido; acidez titulável; polifenóis extraíveis totais; teores de carotenóides totais e de β-caroteno; atividade equivalente de retinol; e as atividades antioxidantes pelos métodos β- caroteno/Ácido Linoléico e ABTS. O acesso 581 agregou um número maior de características pós-colheita desejáveis, sendo indicado para futuros trabalhos de melhoramento genético vegetal, voltados para a obtenção de frutos de qualidade superior de Cucurbita moschata. Os descritores firmeza e ângulo de cor da polpa, acidez titulável, açúcares solúveis totais, conteúdo de β-caroteno e atividade antioxidante total pelo método β-caroteno/Ácido Linoléico devem ser inseridos em futuros trabalhos de melhoramento genético vegetal para avaliar a diversidade genética da espécie.

  • THALITA PASSOS RIBEIRO
  • Maturação, qualidade, compostos bioativos e atividade antioxidante de uvas americanas e dos sucos elaborados no Vale do Submédio São Francisco

  • Data: 21/02/2011
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  • O estudo foi realizado em duas etapas. Na primeira etapa, avaliou-se a maturação, a qualidade, os compostos bioativos e a atividade antioxidante das cultivares de uva Isabel Precoce e BRS Cora, destinadas à elaboração de sucos, em duas safras sucessivas, no Submédio do Vale do São Francisco. Houve efeito significativo dos tratamentos, número de dias após a frutificação, sobre as variáveis: cor da baga (atributos L, a* e b*), resistência da baga à compressão, acidez titulável (AT), sólidos solúveis (SS), açúcares solúveis totais (AST), antocianinas totais, polifenóis extraíveis totais (PET) e atividade antioxidante (AAT), tanto pelo método do ABTS quanto do DPPH, analisadas em cada cultivar nas duas safras de produção: primeiro e segundo semestre de 2010. Com relação à massa fresca do cacho, não houve efeito significativo do avanço da maturação na cultivar Isabel Precoce cultivada no segundo semestre de 2010, diferentemente das uvas do primeiro ciclo de produção de 2010 e da cultivar BRS Cora. Na segunda etapa do estudo, foram avaliados a qualidade, os compostos bioativos e a atividade antioxidante dos sucos de uvas elaborados das cultivares em estudo. Para as variáveis físico-químicas e químicas do suco: AT; SS; AST; antocianinas totais; PET e AAT, determinada pelos métodos ABTS e DPPH, foram observadas diferenças significativas dos tratamentos, número de dias após a frutificação, sobre as cultivares Isabel Precoce e BRS Cora, nas duas safras de produção de 2010. As uvas Isabel Precoce e BRS Cora produzidas sob as condições do Vale do São Francisco apresentam potencial de cultivo, bem como os sucos elaborados a partir destas cultivares, que possuem boa qualidade, além de altos teores de compostos bioativos e elevada AAT. Essas características foram influenciadas pelas variações intranuais, tendo sido potencializadas quando a poda foi realizada em período de temperaturas mais amenas e a colheita quando a temperatura foi elevada.

  • SAULO DE TARCIO PEREIRA MARROCOS
  • Composição de biofertilizantes e sua utilização em fertirrigação no meloeiro

  • Data: 18/02/2011
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  • The use of biofertilizers has increased in Brazil mainly due to the search for inputs that are less harmful to the environment and to enable the development of agriculture less dependent on industrial products. O uso de biofertilizante vem crescendo em todo o Brasil principalmente devido à busca por insumos menos agressivos ao ambiente e que possibilitem o desenvolvimento de uma agricultura menos dependente de produtos industrializados. O objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho do meloeiro cultivado com a utilização de biofertilizantes, no Agropolo Mossoró/Açu. Para tanto foram conduzidos dois experimentos, na horta didática do Departamento de Ciências Vegetais da UFERSA em Mossoró-RN, no período de Maio a Dezembro de 2010. No primeiro experimento, composição química dos biofertilizantes (esterco bovino e galinha) em diferentes épocas de decomposição, o delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizados em esquema fatorial 2 x 7, com três repetições. Os tratamentos constituíram da combinação de duas fontes de esterco (bovino e galinha) e sete tempos de decomposição (0, 5, 10, 15, 20, 25 e 30 dias). No segundo experimento, desempenho do meloeiro com aplicação de biofertilizantes, via fertirrigação, o delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados completo, com quatro
    repetições em esquema fatorial 2 x 5. Os tratamentos consistiram da combinação de duas fontes de esterco utilizado no preparo do biofertilizante (esterco bovino e de galinha) e 5 doses (0; 25; 50; 75 e 100%) aplicados via fertirrigação. As maiores concentrações de nutrientes, massa seca e condutividade elétrica foram obtidas no biofertilizante produzido com esterco de galinha. A ordem decrescente dos nutrientes observados nos biofertilizantes foi K, N, P, Ca e Mg. Os nutrientes apresentaram maior concentração no período de 15 a 20 dias de decomposição com exceção ao do nitrogênio que apresentou maior concentração no dia do preparado do biofertilizante. A maior produtividade dos frutos foi observada quando utilizou 25% do potássio na forma de biofertilizante. As características de qualidade como acidez total e espessura de casca apresentaram efeito ao uso das doses de biofertilizante.

  • BRÁULIO GOMES DE LIMA
  • Composição florística e análise fitossociológica em duas áreas de caatinga do centro sul cearense

  • Data: 18/02/2011
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  • A caatinga é um bioma fisionomicamente muito variado, o que tem sido objeto de muitos debates, inclusive no que diz respeito à sua origem e seu grau de endemismo. Acredita-se que haja uma forte relação entre substrato e tipos fisionômicos do bioma. Trabalhos específicos focalizando aspectos florísticos em áreas com tipos de vegetação caducifólios no Ceará estão sendo realizados, mas ainda em número limitado, tão quanto importante, a vegetação herbácea tem sido pouco investigada no interior da Depressão Sertaneja Setentrional. O presente estudo objetivou o levantamento florístico e fitossociológico de duas áreas de caatinga na região Centro-Sul do Ceará, visando caracterizar o estrato herbáceo e a vegetação lenhosa e verificar suas relações florísticas com outras formações vegetais do semiárido nordestino. Essas áreas, de altitude inferior a 300 m e variáveis climáticas semelhantes, distam entre si 30 km, diferem em substrato e são separadas pelo maior rio temporário do Brasil, o Jaguaribe. A área A1 (100 ha) encontra-se localizada sobre substrato cristalino na Fazenda Trussu e a área A2 (200 ha), sobre substrato sedimentar na Fazenda Elmo Moreno (ou Chapada Moura), ambas pertencentes ao Município de Iguatu. As coletas botânicas e levantamento florístico foram feitos durante o período de abril/2007 a dezembro/2010. No conjunto das duas áreas foram coletados aproximadamente 750 espécimes, incluindo ervas, subarbustos, arbustos, árvores, hemiparasitas e lianas, distribuídos em 256 espécies, 169 gêneros e 62 famílias. A coleção botânica encontra-se depositada no acervo do Herbário MOSS, da UFERSA-RN. Na área A1, as famílias Fabaceae (32 espécies) e Euphorbiaceae (18 espécies) apresentaram-se como as mais ricas, enquanto na área A2, sobressaíram as famílias Fabaceae e Malvaceae, com 35 e 14 espécies, respectivamente. O estudo fitossociológico resultou na amostragem e medição de 5.110 indivíduos, entre árvores e arbustos, em uma área correspondente a 9.600 m2. O componente lenhoso apresentou-se mais diverso na área A1 (H’ = 2,19), superando a área A2 (H’ = 1,59) em 16 espécies, 12 gêneros e 10 famílias. Na área A1, as espécies com os maiores IVIs foram Croton sonderianus Müll. Arg., Combretum leprosum Mart., Mimosa caesalpiniifolia Benth. e Mimosa tenuiflora (Willd.) Poir., representando 58,9% do IVI total e 76,7% do total de indivíduos inclusos nas parcelas. Na área A2, os dois maiores IVIs foram também de Croton sonderianus e Combretum leprosum,enquanto o terceiro e quarto maiores valores pertenceram a Piptadenia moniliformis Benth. e Piptadenia stipulacea (Benth.) Ducke, estas quatro espécies representando 56,8% do IVI total e 84,4% do total de indivíduos presentes na área. Para análise de similaridade florística, as áreas A1 e A2 foram comparadas com 11 áreas localizadas nos estados do Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte. As áreas A1 e A2 apresentaram alto grau de similaridade entre si, sendo pouco influenciadas por outros tipos vegetacionais tais como cerrado e carrasco.

  • THAIZA MABELLE DE VASCONCELOS BATISTA
  • Fotossíntese e condutância estomática de tomate SM-16 e mariana cultivados com diferentes tipos de cobertura do solo

  • Data: 17/02/2011
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  • Os filmes plásticos de polietileno têm sido amplamente estudados como cobertura do solo, esses tratamentos apresentam como benefícios uma maior conservação de água, diminuição de perdas por lixiviação, aumento da umidade do solo, proteção dos frutos, etc. O objetivo deste trabalho foi avaliar a fotossíntese e a condutância estomática dos híbridos Mariana e SM-16 com cobertura ou não do solo. O delineamento experimental foi o de blocos completos casualizados com quatro repetições. Os tratamentos foram dispostos em parcelas subdivididas, sendo as parcelas representadas pelos sistemas de cultivo (sem cobertura, polietileno preto, polietileno cinza, polietileno branco, e polipropileno preto (agrotêxtil) e as sub-parcelas constituídas pelos híbridos (‗Mariana‘ e ‗SM-16‘) ou épocas de amostragem de plantas (28, 56 e 84 dias após o transplantio). O híbrido SM-16 apresentou médias de fotossíntese e condutância estomática superiores as encontradas no Mariana, sendo que este último apresentou maior com Eficiência de uso da água. As coberturas do solo não afetaram a fotossíntese e a condutância estomática.

  • PAULA GRACIELLY MORAIS LIMA DO NASCIMENTO
  • Seletividade e eficácia de herbicidas para a cultura do mamão

  • Data: 10/02/2011
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  • Este trabalho teve como objetivos avaliar a seletividade e eficácia de herbicidas para a cultura do mamão. Dois experimentos foram conduzidos em condições de campo na WG FRUTICULTURA, Sítio Sumidouro, Baraúna – RN. No primeiro os herbicidas foram aplicados em pré-emergência das plantas daninhas, antes do transplante das mudas de mamão, sendo avaliados os seguintes tratamentos: ametryn, diuron, ametryn+diuron, flumioxazin, isoxaflutole, mais duas testemunhas, com e sem capinas. Aos 7, 14, 21 e 28 dias após aplicação dos herbicidas foram realizadas avaliações visuais de intoxicação nas plantas de mamão. Aos 0, 30, 45, 60 e 75 dias após aplicação, foram realizadas avaliações de altura de plantas e diâmetro do caule. E aos 21,42 e 63 dias após aplicação foram realizadas avaliações da massa da matéria seca das plantas daninhas. Os herbicidas ametryn, diuron, flumioxazin e a mistura ametryn+diuron causaram severa intoxicação nas plantas de mamão, causando-lhes a morte. O isoxaflutole causou intoxicação nas mudas de mamão que apresentaram recuperação no final do período experimental. A interferência das plantas daninhas resultou em plantas de mamão com menor diâmetro do caule, embora a altura de plantas não tenha sido influenciada. No segundo experimento foram avaliados oito herbicidas (glyphosate, amônio-glufosinato, paraquat, metribuzin, flumioxazin, ametryn, fluazifop-p-butil + fomesafen e atrazine), com dois modos de aplicação (com e sem proteção do caule das plantas de mamão). A aplicação dos herbicidas foi realizada quando as plantas estavam com 0,70 m de altura e para os tratamentos com proteção do caule, utilizou-se uma placa de polietileno, colocada ao lado da planta. Aos 7, 14, 21 e 35 dias após aplicação dos herbicidas foram realizadas avaliações visuais de controle de plantas daninhas por espécie. Aos 45 dias após aplicação foi realizada avaliação da massa da matéria seca das plantas daninhas. Para a cultura do mamão, foram realizadas avaliações visuais de intoxicação aos 7, 14, 21 e 35 dias após aplicação, aos 0, 21, 42 e 63 dias após aplicação foram realizadas avaliações de altura de plantas e diâmetro do caule. As principais espécies de plantas daninhas infestantes na área foram Commelina benghalensis e Digitaria sanguinalis. O herbicida atrazine causou intoxicação nas plantas de mamão independente da proteção do caule. A aplicação do paraquat, ametryn, metribuzin, glyphosate e fluazifop-p-butil + fomesafen requerem a proteção do caule do mamoeiro. O glyphosate foi eficaz no controle das plantas infestantes, exceto a C. benghalensis. Os herbicidas amônio-glufosinato, paraquat, metribuzin, flumioxazin, ametryn e a mistura fluazifop-p-butil + fomesafen mostraram potencial para uso no mamoeiro.

  • GLÊIDSON BEZERRA DE GÓES
  • Propagação do tamarindeiro (Tamarindus indica L) e da pitombeira (Talisia esculenta Raldk) por enxertia

  • Orientador : VANDER MENDONCA
  • Data: 04/02/2011
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  • Devido às amplas perspectivas de mercado para as culturas do tamarindeiro e pitombeira, torna-se indispensável a avaliação de métodos que permitam a propagação em escala comercial. Diante disso, foram desenvolvidos dois experimentos em casa de vegetação, localizada no Campus da Universidade Federal Rural do Semiárido – UFERSA, situada na cidade de Mossoró-RN, no período de janeiro de 2009 a junho de 2010, com o objetivo de determinar o melhor método de enxertia para a produção de mudas de tamarindeiro e de pitombeira. Foram estudados os tipos de enxertia: garfagem no topo em fenda cheia, garfagem no topo à inglesa simples, garfagem no topo à inglesa complicada, garfagem em fenda lateral e borbulhia em placa. O delineamento utilizado nos experimentos foi o de blocos casualizados, com cinco tratamentos (tipos de enxertia). O experimento com tamarindeiro foi constituído por sete repetições, sendo cada parcela composta por 14 mudas, num total de 98 por tratamento, perfazendo 490 no experimento. Foram avaliadas as variáveis: percentagem de pegamento dos enxertos, comprimento da parte aérea, comprimento do sistema radicular, comprimento de ramos, número de folhas, número de ramos, diâmetro do colo, matéria seca da parte aérea, matéria seca do sistema radicular, matéria seca total. Os dados obtidos foram submetidos à analise de variância e comparados através do teste de Tukey ao nível de 5% de significância utilizando o software SISVAR. Os índices de pegamento dos enxertos foram submetidos à transformação angular do arcsen √x/100, e os dados de número de ramos em √x + 0,5. Para fins da realização da estatística, o tratamento de borbulha em placa foi desconsiderado, tendo em vista que este tratamento apresentou índice zero de pegamento. Os métodos garfagem no topo em fenda cheia, garfagem no topo à inglesa complicada e garfagem no topo à inglesa simples são, respectivamente, os melhores métodos de enxertia para o tamarindeiro. O ensaio com pitombeira foi realizado com quatro repetições sendo cada parcela composta por vinte mudas, num total de 400 mudas no experimento, no qual foi verificado índice zero de pegamento dos enxertos.

  • FABRICIA NASCIMENTO DE OLIVEIRA
  • Avaliação do potencial fisiológico de sementes de girassol (Helianthus annuus L.)

  • Data: 07/01/2011
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  • A avaliação do potencial fisiológico de sementes é elemento essencial de programas de
    controle de qualidade de sementes. O teste de germinação, conduzido em laboratório
    sob condições favoráveis, geralmente, superestima o potencial fisiológico de lotes de
    sementes. Sendo assim, cada vez maior a necessidade de aperfeiçoamento dos testes
    destinados à avaliação do vigor de sementes. Des sa forma,
    esta pesquisa buscou avaliar a qualidade fisiológica de sementes de girassol, cultivares
    Catissol e Multissol, cada um representado por cinco lotes. Inicialmente, determinou-se
    a qualidade dos lotes de sementes mediante os testes de germinação, primeira
    contagem, emergência de plântulas em casa de vegetação e índice de velocidade de
    emergência, além da determinação do grau de umidade das sementes. A avaliação do
    potencial fisiológico foi realizada através dos testes de envelhecimento acelerado,
    métodos tradicional e com solução saturada de NaCl (períodos 24, 48 e 72 horas, a
    42°C), deterioração controlada (graus de umidade de 20%, 22% e 24%, a 42°C,
    durante 72 horas) e condutividade elétrica (temperaturas de 25°C e 30°C, volumes de
    50 e 75mL de água, 25 e 50 sementes e períodos de 6, 12, 18 e 24 horas). O
    delineamento utilizado nesta etapa foi o inteiramente casualizado em esquema fatorial
    e com quatro repetições, separadamente para cada cultivar e teste conduzido. Diante
    dos resultados obtidos, conclui-se que os testes de envelhecimento acelerado com
    solução salina a 42°C/24h e condutividade elétrica utilizando a combinação
    (25°C/75mL/50 sementes) foram suficientemente sensível para avaliar o potencial
    fisiológico das sementes de girassol. Os testes de deterioração controlada e de
    envelhecimento acelerado, procedimento tradicional, não se constituíram em opção
    eficiente para detectar diferenças entre lotes de sementes de girassol, contudo, há
    necessidade de estudos adicionais para determinação dos procedimentos mais
    adequados para sua condução.
    A avaliação do potencial fisiológico de sementes é elemento essencial de programas decontrole de qualidade de sementes. O teste de germinação, conduzido em laboratóriosob condições favoráveis, geralmente, superestima o potencial fisiológico de lotes desementes. Sendo assim, cada vez maior a necessidade de aperfeiçoamento dos testesdestinados à avaliação do vigor de sementes. Des sa forma,esta pesquisa buscou avaliar a qualidade fisiológica de sementes de girassol, cultivaresCatissol e Multissol, cada um representado por cinco lotes. Inicialmente, determinou-sea qualidade dos lotes de sementes mediante os testes de germinação, primeiracontagem, emergência de plântulas em casa de vegetação e índice de velocidade deemergência, além da determinação do grau de umidade das sementes. A avaliação dopotencial fisiológico foi realizada através dos testes de envelhecimento acelerado,métodos tradicional e com solução saturada de NaCl (períodos 24, 48 e 72 horas, a42°C), deterioração controlada (graus de umidade de 20%, 22% e 24%, a 42°C,durante 72 horas) e condutividade elétrica (temperaturas de 25°C e 30°C, volumes de50 e 75mL de água, 25 e 50 sementes e períodos de 6, 12, 18 e 24 horas). Odelineamento utilizado nesta etapa foi o inteiramente casualizado em esquema fatoriale com quatro repetições, separadamente para cada cultivar e teste conduzido. Diantedos resultados obtidos, conclui-se que os testes de envelhecimento acelerado comsolução salina a 42°C/24h e condutividade elétrica utilizando a combinação(25°C/75mL/50 sementes) foram suficientemente sensível para avaliar o potencialfisiológico das sementes de girassol. Os testes de deterioração controlada e deenvelhecimento acelerado, procedimento tradicional, não se constituíram em opçãoeficiente para detectar diferenças entre lotes de sementes de girassol, contudo, hánecessidade de estudos adicionais para determinação dos procedimentos maisadequados para sua condução.

2010
Descrição
  • BERNARDO BEZERRA DE ARAÚJO JUNIOR
  • Crescimento e rendimento de milho cultivado com controle de plantas daninhas via consorciação com gliricídia

  • Orientador : PAULO SERGIO LIMA E SILVA
  • Data: 21/12/2010
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  • Diversas alternativas têm sido desenvolvidas no intuito de reduzir o efeito da competição por plantas daninhas sobre as culturas. Com base neste fato, realizou-se um ensaio objetivando avaliar o crescimento e os rendimentos de espigas verdes e de grãos de milho em resposta a diferentes controles de plantas daninhas. Utilizouse o delineamento em blocos ao acaso em parcela subdividida com 8 repetições, sendo as parcelas referentes aos controles de plantas daninhas sem capina, consorciação com gliricídia (Gliricidia sepium) e com duas capinas (realizadas aos 25 e 45 dias após a semeadura) e as subparcelas referentes às épocas de amostragem de plantas, aos 27; 34; 41; 48; 56; 63; 70; 82; 91 e 98 dias após a semeadura. Por ocasião do plantio do milho foi plantada a gliricidia na densidade de 25 sementes/m2 entre as fileiras de milho nas parcelas consorciadas. Os maiores valores no final do ciclo para área foliar, matéria seca de folha e matéria seca da parte aérea bem como para as taxas de crescimento absoluto máxima foram observados no cultivo com capinas. O cultivo em consórcio proporcionou valores intermediários entre os obtidos pelos cultivos com e sem capinas e este último apresentou os menores valores. No milho verde não houve efeito dos tratamentos no número total de espigas, porém para peso total de espigas empalhadas, número e peso de espigas despalhadas total e número e peso de espigas despalhadas comercializáveis houve efeito significativo e os maiores valores foram observados no cultivo com capina e os menores para o cultivo sem capinas. Quando o milho foi cultivado em consórcio as perdas foram reduzidas em até 70% para peso de espigas despalhadas comercializáveis em relação ao cultivo sem capina. Para milho seco, não foram observados efeitos significativos para peso de 100 grãos, porém para número de espigas, número de grãos por espigas e rendimento de grãos, os maiores valores foram para o cultivo com capinas e os menores para o sem capina, e no cultivo em consórcio com gliricídia foram observados valores intermediários, com redução de perdas em até 39% para número de espigas em relação ao cultivo sem capinas.

  • SAINT CLAIR LIRA SANTOS
  • Pesquisa participativa na avaliação de armadilhas e controle populacional do Cosmopolites sordidus.

  • Data: 06/12/2010
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  • .

  • MARA SUYANE MARQUES DANTAS
  • Rendimento e qualidade de frutos de melancia cultivada sob proteção de agrotêxtil combinado com mulching plástico

  • Data: 03/08/2010
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  • O objetivo deste trabalho foi avaliar o rendimento, qualidade dos frutos e
    modificações microclimáticas da melancia cultivada sob proteção agrotêxtil
    combinado com mulching plástico. Para tanto foram conduzidos dois
    experimentos, sendo o primeiro na horta didática do Departamento de Ciências
    Vegetais da UFERSA em Mossoró-RN, no período de setembro a dezembro de
    2008 e o segundo na Empresa WG Produção e Distribuição de Frutas Ltda em
    Baraúna-RN, no período de setembro a novembro. No primeiro experimento o
    delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados completo em
    esquema fatorial 3 x 3, com quatro repetições. Os tratamentos resultaram da
    combinação de diferentes tipos de mulching plástico (preto, branco e prata) e da
    cobertura das plantas com agrotêxtil (1º cultivo, 2º cultivo e 3º cultivo). No
    segundo experimento o delineamento experimental utilizado foi em blocos
    casualizados completo em esquema fatorial 3 x 3 + 1 com quatro repetições. Os
    tratamentos consistiram da combinação de três mulching plástico (preto, branco e
    prata) e da cobertura das plantas com agrotêxtil (1º cultivo, 3º cultivo e sem
    cobertura com agrotêxtil) e a testemunha (sem muching e sem agrotêxtil). Os
    principais resultados apresentados: no primeiro experimento o efeito do agrotêxtil
    no rendimento da melancia cultivar Mickylee foi mais evidente do que o mulching
    plástico, com destaque para o agrotêxtil de 1º cultivo que proporcionou maior
    número de frutos por planta e produtividade de frutos comercial. Com relação à
    qualidade dos frutos, os agrotêxteis de 1º e 2º cultivos favoreceram maior sólido
    solúveis, enquanto não houve influencia do mulching plástico. No segundo
    experimento a cobertura do solo com mulching plástico e a proteção das plantas
    com agrotêxtil proporcionaram maior rendimento de frutos de melancia ‘Quetzale’
    em relação ao solo descoberto e sem a proteção com agrotêxtil; A qualidade dos
    frutos, não foi afetada pela cobertura do solo com mulching plástico e proteção das
    plantas com agrotêxtil e a utilização do mulching plástico como cobertura do solo
    combinado com a proteção das plantas com agrotêxtil modificou as condições
    microclimáticas de cultivo..

  • PATRICIA FERNANDES DA SILVEIRA
  • EFEITO ALEOPÁTICO DO EXTRATO AQUOSO DE JUREMA PRETA (Mimosa tenuiflora (Willd.) Poir) SOBRE GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE ALFACE (Lactuca sativa L.)

  • Data: 31/07/2010
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  • .

  • FREDERICO SILVA THÉ PONTES FILHO
  • Conservação pós-colheita de melão cantaloupe cultivado sob diferentes doses de N e K.

  • Data: 28/07/2010
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  • O presente estudo teve como objetivo avaliar a vida útil pós-colheita de melão Cantaloupe
    cultivar ‘Caribbean Gold’ desenvolvido sob diferentes doses de nitrogênio e potássio via
    fertirrigação. Para isto, um experimento foi conduzido no período de setembro a novembro
    de 2009 na Fazenda Agrícola “CoopyFrutas”, localizada no município de Mossoró-RN,
    onde foi realizado o plantio do melão (Cucumis melo L.), tipo horticultural Cantaloupe,
    cultivar ‘Caribbean Gold’. Assim, foi realizada adubação com diferentes dosagens de
    nitrogênio e potássio em kg.ha-1 formando os respectivos tratamentos de N: K2O: 1 (0; 0), 2
    (0; 83), 3 (0; 365), 4 (0; 828), 5 (38; 0), 6 (38; 83), 7 (238; 0), 8 (238; 365), 9 (238; 828), 10
    (666; 0), 11 (666; 365) e 12 (666; 828). Após atingirem a maturidade fisiológica aos 60 dias
    após o transplantio (DAT), os frutos foram colhidos e transportados para o Laboratório de
    Tecnologia de Alimentos do Departamento de Agrotecnologia e Ciências Sociais da
    UFERSA, realizada a limpeza, pesagem e tratamento antifúngico do pedúnculo. Em
    seguida, uma amostragem dos frutos foi avaliada previamente e os demais frutos foram
    identificados e embalados em filme plástico e colocados em caixas de papelão. Estas foram
    armazenadas em câmara fria com temperatura de 5±1ºC e 90±2% UR onde permaneceram
    por 21, 25 e 29 dias e mais três dias à temperatura de 20±1ºC e 85±2% UR; este período foi
    denominado tempo de shelf life. O delineamento experimental foi blocos casualizados em
    esquema de parcela subdividida sendo as parcelas constituídas por doses de nitrogênio e
    potássio fertirrigados e subparcela em fatorial 3x2, com três tempos de armazenamento
    pós-colheita (21, 25 e 29 dias após a colheita) e dois tempos de shelf life (0 e 3 dias) com
    duas repetições. As características avaliadas foram: perda de massa (PM), aparência externa
    (AE) e interna (AI), firmeza da polpa (FP), sólidos solúveis (SS), acidez titulável (AT) e
    relação SS/AT. De acordo com os resultados das avaliações anteriores, foi realizada análise
    econômica. Foram verificados efeitos da interação entre doses de N e K2O, tempo de
    armazenamento e shelf life, apenas para a característica de aparência externa dos frutos.
    Houve efeito significativo para a interação tratamentos e tempos de armazenamento para a
    perda de massa. Para as demais características, a interação entre os fatores tempo de
    armazenamento e shelf life foram significativos, exceto para perda de massa e sólidos
    solúveis. Para os tratamentos foi observado efeito significativo apenas para perda de massa,
    aparência externa, firmeza da polpa e sólidos solúveis. Até 29 dias de armazenamento,
    apenas no shelf life zero, os frutos mantiveram-se comercializáveis pela aparência externa e
    interna e firmeza da polpa. A acidez titulável aumentou durante o tempo de armazenamento
    enquanto que a relação SS/AT diminui. Os valores detectados nos teores de sólidos solúveis
    não afetaram a qualidade do fruto. Observa-se lucro adicional para os trata mentos 3 (365
    Kg.ha-1 de K2O) e 5 (38 Kg.ha-1 de N), R$ R$ 5.996,34 e R$ 4.095,10, respectivamente no
    tempo de armazenamento 29 dias mais três dias de shelf life.
    O presente estudo teve como objetivo avaliar a vida útil pós-colheita de melão Cantaloupecultivar ‘Caribbean Gold’ desenvolvido sob diferentes doses de nitrogênio e potássio viafertirrigação. Para isto, um experimento foi conduzido no período de setembro a novembrode 2009 na Fazenda Agrícola “CoopyFrutas”, localizada no município de Mossoró-RN,onde foi realizado o plantio do melão (Cucumis melo L.), tipo horticultural Cantaloupe,cultivar ‘Caribbean Gold’. Assim, foi realizada adubação com diferentes dosagens denitrogênio e potássio em kg.ha-1 formando os respectivos tratamentos de N: K2O: 1 (0; 0), 2(0; 83), 3 (0; 365), 4 (0; 828), 5 (38; 0), 6 (38; 83), 7 (238; 0), 8 (238; 365), 9 (238; 828), 10(666; 0), 11 (666; 365) e 12 (666; 828). Após atingirem a maturidade fisiológica aos 60 diasapós o transplantio (DAT), os frutos foram colhidos e transportados para o Laboratório deTecnologia de Alimentos do Departamento de Agrotecnologia e Ciências Sociais daUFERSA, realizada a limpeza, pesagem e tratamento antifúngico do pedúnculo. Emseguida, uma amostragem dos frutos foi avaliada previamente e os demais frutos foramidentificados e embalados em filme plástico e colocados em caixas de papelão. Estas foramarmazenadas em câmara fria com temperatura de 5±1ºC e 90±2% UR onde permanecerampor 21, 25 e 29 dias e mais três dias à temperatura de 20±1ºC e 85±2% UR; este período foidenominado tempo de shelf life. O delineamento experimental foi blocos casualizados emesquema de parcela subdividida sendo as parcelas constituídas por doses de nitrogênio epotássio fertirrigados e subparcela em fatorial 3x2, com três tempos de armazenamentopós-colheita (21, 25 e 29 dias após a colheita) e dois tempos de shelf life (0 e 3 dias) comduas repetições. As características avaliadas foram: perda de massa (PM), aparência externa(AE) e interna (AI), firmeza da polpa (FP), sólidos solúveis (SS), acidez titulável (AT) erelação SS/AT. De acordo com os resultados das avaliações anteriores, foi realizada análiseeconômica. Foram verificados efeitos da interação entre doses de N e K2O, tempo dearmazenamento e shelf life, apenas para a característica de aparência externa dos frutos.Houve efeito significativo para a interação tratamentos e tempos de armazenamento para aperda de massa. Para as demais características, a interação entre os fatores tempo dearmazenamento e shelf life foram significativos, exceto para perda de massa e sólidossolúveis. Para os tratamentos foi observado efeito significativo apenas para perda de massa,aparência externa, firmeza da polpa e sólidos solúveis. Até 29 dias de armazenamento,apenas no shelf life zero, os frutos mantiveram-se comercializáveis pela aparência externa einterna e firmeza da polpa. A acidez titulável aumentou durante o tempo de armazenamentoenquanto que a relação SS/AT diminui. Os valores detectados nos teores de sólidos solúveisnão afetaram a qualidade do fruto. Observa-se lucro adicional para os trata mentos 3 (365Kg.ha-1 de K2O) e 5 (38 Kg.ha-1 de N), R$ R$ 5.996,34 e R$ 4.095,10, respectivamente notempo de armazenamento 29 dias mais três dias de shelf life.

  • FERNANDO ANTONIO SOUZA DE ARAGÃO
  • Divergência genética de acessos e interação genótipo x ambiente de famílias meloeiro

  • Data: 29/04/2010
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  • O agronegócio do melão brasileiro tem se expandido bastante, alcançando quase 500 mil toneladas de frutos por ano e tornando o melão a principal fruta nacional, tanto em volume de exportação quanto em valor exportado, estando esta atividade concentrada no semiárido brasileiro. Contudo, o Brasil é apenas o décimo segundo país em produção e área plantada e vigésimo terceiro em produtividade, evidenciando que ainda existe muito por ser feito em termos do melhoramento e recursos genéticos desta cultura. Assim sendo, os objetivos deste trabalho foram estimar a divergência genética de acessos de meloeiro coletados em propriedades de agricultura tradicional do Nordeste brasileiro, tanto por descritores do fruto quanto por marcadores microssatélites e estudar a natureza da interação genótipo x ambiente (G x A) bem como estimar parâmetros genéticos e ganhos por seleção de famílias de melão, no polo Jaguaribe-CE/Assu-RN. O estudo de divergência genética mostrou grande variabilidade entre os acessos, entre e dentro dos grupos botânicos, possibilitando avanços no melhoramento genético do caracteres de qualidade dos frutos. A análise de agrupamento por descritores do fruto formou oito grupos, sem critérios taxonômicos. Os caracteres dâmetro lateral, número de frutos por planta, espessura da cavidade e sólidos solúveis foram os descritores que mais contribuiram para a dissimilaridade dos genótipos. Os marcadores SSR amplificaram 41 alelos com média de 2,41 alelos e três genótipos por loco.  A análise filogenética molecular separou os acessos em 13 grupos, também sem coerência taxonômica nos grupos formados. O grau de associação entre as matrizes de distâncias genéticas morfoagronômica e molecular foi nulo, não havendo associação entre os descritores e os marcadores SSR, o que era previsível devido ao número distino de grupos, a natureza quantitativa dos descritores e a forma de distribuição dos marcadores SSR no genoma. No estudo de interação genótipo x ambiente, houve heterofeneidade entre as famílias para todas as características avaliadas. As herdabilidades estimadas nas análises conjuntas foram sempre inferiores àquelas estimadas em cada ambiente. A parte simples da interação G x A foi sempre superior a 99% exceto para firmeza da polpa, com amplo predomínio da parte complexa entre pares de ambientes A¹ e A³ e A² e A³. Os ganhos diretos com seleção foram maiores do que os ganhos indiretos para todas as características, em todos os ambientes avaliados. Os ganhos foram mais próximos dos ganhos genéticos diretos quando se praticou a seleção pela média dos três ambientes. As estimativas de parâmetros genéticos associadas à natureza simples da interação família x ambiente permitem progresso genético por meio de métodos de melhoramento menos sofisticados. Como a interação genótico x ambiente superestima o coeficiente de variação genética entre família em um ambiente, são necessárias avaliações dos genótipos em mais de um local, desde que a seleção seja praticada considerando a média das famílias nos ambiente. Portanto, ficou comprovado o potencial de melhoramento genético tanto no germoplasma utilizado no estudo de divergência genética quanto do germoplasma avaliado nas análises da interação genótipo x ambiente.

  • WELDER DE ARAÚJO RANGEL LOPES
  • ANÁLISE DO CRESCIMENTO DE TOMATE ‘SM-16’ CULTIVADO SOB DIFERENTES COBERTURAS DE SOLO

  • Data: 26/02/2010
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  • A utilização da cobertura do solo tornou-se uma prática importante e bastante difundida e têm levado ao incremento em crescimento e produtividade em várias hortaliças, incluindo o tomateiro. A análise do crescimento tem sido bastante utilizada para a investigação do efeito de fenômenos ecológicos sobre o comportamento das plantas. Com o objetivo de avaliar o crescimento, desenvolvimento e índices fisiológicos de plantas de tomate ‘SM-16’, cultivadas sob diferentes coberturas de solo conduziu-se um experimento na WG Fruticultura, Baraúna/RN entre julho e novembro de 2008. O delineamento experimental adotado foi o de blocos casualizados completos, com quatro repetições. Os tratamentos foram dispostos em parcelas subdivididas, sendo as parcelas representadas pelos tipos de cobertura de solo: solo descoberto, filme de polietileno preto, filme de polietileno prateado, filme de polietileno branco e polipropileno preto (TNT), e as sub-parcelas pelas épocas de amostragens das plantas: 14, 28, 42, 56, 70, 84 e 98 dias após o transplantio (DAT). Foram avaliadas: Área foliar, acúmulo de massa seca nas folhas (AMSF), ramos (AMSR), inflorescências (AMSI), frutos (AMSFR) e total (AMST), índice de área foliar (IAF), razão de área foliar (RAF), área foliar específica (AFE), razão de peso foliar (RPF), taxa de crescimento absoluto (TCA), taxa de crescimento relativo (TCR) e taxa assimilatória líquida (TAL). As coberturas de solo influenciaram o crescimento da área foliar, acúmulo de massa seca nas folhas, ramos e frutos, índice de área foliar e taxas de crescimento absoluto e relativo, sendo o TNT a cobertura que promoveu as maiores médias. O valor máximo de área foliar foi obtido aos 74 DAT. Os frutos se comportaram como dreno preferencial da planta, chegando ao final do ciclo com 52,5% do total da massa seca acumulada. A razão de área foliar e de peso foliar decresceram com a idade do tomateiro, enquanto que a área foliar específica e as taxas de crescimento absoluto, relativa e assimilatória líquida atingiram o máximo aos 40, 64, 31 e 28 DAT, respectivamente, decrescendo posteriormente até o final da avaliação.

  • DORALICE FERNANDES
  • INTERFERÊNCIA DE PLANTAS DANINHAS NA PRODUÇÃO E QUALIDADE DE FRUTOS DE MELÃO NOS SISTEMAS DE PLANTIO DIRETO E CONVENCIONAL.

  • Data: 25/02/2010
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  • Este trabalho teve como objetivo avaliar a interferência de plantas daninhas sobre a produção e a qualidade de frutos de meloeiro cultivado nos sistemas de plantio direto e convencional, sob diferentes estratégias de manejo das plantas infestantes. O delineamento experimental foi de blocos casualizados no esquema de parcelas subdivididas. As parcelas foram compostas por dois sistemas de plantio (plantio direto e convencional) e as sub-parcelas, sete sistemas de manejo de plantas
    daninhas (cobertura com filme de polietileno; com capina aos 14 dias após o transplantio (DAT); aos 14 e 28 DAT; aos 14, 28 e 42 DAT; aos 28 DAT; aos 28 e 42 DAT; e testemunha sem capinas). As sub-parcelas foram constituídas de uma fileira de 11 m de comprimento espaçada de 1,80m das demais. O transplantio do melão amarelo foi realizado com mudas espaçadas de 0,4m, na fileira. No sistema de plantio direto o solo foi coberto com palhada de Brachiaria brizantha, obtida em cultivo consorciado com o milho. Foram realizadas avaliações de densidade e massa seca de plantas daninhas aos 14, 28 e 60 DAT. Para a cultura do meloeiro, foram avaliadas as seguintes características: número de frutos comercializáveis por planta; número total de frutos por planta; massa de frutos comerciais por planta; massa de frutos por planta; produção de frutos comercializáveis por planta; produção total de frutos por planta; produtividade comercializável e produtividade total, além das seguintes características qualitativas dos frutos: comprimentos longitudinal e transversal; espessura de polpa; firmeza da polpa, pH, sólidos solúveis (SS), vitamina C, acidez total (AT) e relação AT/SS. Verificou-se que o sistema de plantio direto reduziu em mais de 80% a densidade e a massa seca de plantas daninhas em relação ao plantio convencional e a convivência da cultura com as plantas daninhas por todo o ciclo no sistema de plantio convencional
    resultou em perda total na produção comercial. No sistema de plantio convencional houve necessidade de realização de capinas aos 14 e 28 DAT, enquanto que no sistema de plantio direto houve necessidade de realização de apenas uma capina entre 14 e 42 DAT. O uso do filme de polietileno no sistema de plantio direto se destacou em relação aos demais tratamentos para a produção de frutos comercializáveis. As características físicas e químicas dos frutos de melão foram
    afetadas pela interferência das plantas daninhas, principalmente, nos tratamentos sem capinas e com capinas somente aos 14 DAT, no sistema de plantio convencional. Não houve variação na produção e na qualidade dos frutos de melão entre os sistemas de plantio direto e convencional, sob manejo adequado de plantas daninhas.

  • ALINE ELLEN DUARTE DE SOUSA
  • Atividade antifúngica de óleos vegetais no controle de podridão-por-fusarium em melão e fusariose em abacaxi

  • Data: 22/02/2010
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  • A utilização de óleos essenciais de plantas medicinais tem mostrado resultados promissores no controle de patógenos de plantas. Entretanto, sabe-se que grande parte da flora brasileira ainda não foi estudada, sendo de grande importância a descoberta de novos compostos químicos, a partir de plantas, capazes de controlar o desenvolvimento de fitopatógenos. O presente trabalho objetivou avaliar in vitro e in vivo, o efeito dos óleos essenciais de alecrim-pimenta (Lippia sidoides Cham.), alfavaca-cravo (Ocimum gratissimum L.), Ocimum sp., manjerição (Ocimum micranthum), elixir paregórico (Ocimum selloi), laranja (Citrus sinensis), pimenta de macaco (Piper aducum) e capim-santo (Cymbopogon citratus Stapf.), como forma de controle de doenças causadas pelos fungos Fusarium pallidoroseum e Fusarium subglutinans, em frutos de melão e abacaxi, respectivamente. No teste in vitro, os óleos foram adicionados ao meio BDA nas concentrações de 0, 500, 1500 e 3000 μL L-1. Avaliou-se o crescimento micelial dos patógenos e germinação de esporos. Nos testes in vivo, os frutos foram inoculados usando suspensão de esporos e discos de micélio. Após 24 horas os frutos de melão foram submersos nas soluções dos tratamentos por dez segundos. Para o abacaxi, os tratamentos foram aplicados antes e após a inoculação, como tratamento preventivo e curativo. Os resultados mostram que no teste in vitro os óleos de capim-limão, alecrimpimenta, alfavaca-cravo e manjericão apresentaram potencial inibidor sobre o desenvolvimento micelial e germinação de esporos de Fusarium pallidoroseum e F. subglutinans. No teste in vivo todos os óleos essenciais testados causaram queimaduras e depressões nos frutos de melão. Em infrutescências de abacaxi, como tratamento curativo, houve controle de 100% da incidência de F. subglutinans com os óleos de alecrim-pimenta e alfavaca-cravo em todas as concentrações. Já como tratamento preventivo, os óleos de alecrim-pimenta e manjericão, controlou controlaram em 100% a incidência de F. subglutinans a partir da concentração de 1500 μL L-1.

  • MAIELE LEANDRO DA SILVA
  • Viabilidade agroeconômica da beterraba adubada com jitirana (Merremia aegyptia L.) sob diferentes quantidades e tempos de incorporação ao solo

  • Data: 11/02/2010
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  • Este trabalho teve por objetivo avaliar a viabilidade agroeconômica da beterraba adubada com jitirana sob diferentes quantidades e tempos de incorporação ao solo. Um experimento foi conduzido na Fazenda Experimental Rafael Fernandes da Universidade Federal Rural do Semi-Árido – UFERSA, no período de julho a novembro de 2009. O delineamento experimental utilizado foi em blocos completos casualizados, com os tratamentos arranjados em esquema fatorial 4 x 4 + 1 com 3 repetições, sendo o primeiro fator constituído pelas quantidades de jitirana (5,4; 8,8; 12,2 e 15,6 t ha-¹ em base seca) o segundo, pelo tempos de sua incorporação ao solo (0, 10, 20, e 30 dias após a semeadura - DAS) e o tratamento adicional da adubação de 80 t ha-¹ de esterco bovino. A cultivar de beterraba plantada foi a Early Wonder. As características avaliadas foram: altura de plantas, rendimentos de massa fresca e seca da parte aérea, produtividade comercial de raízes, rendimento de massa seca de raízes e produtividade classificada de raízes. Alguns indicadores agroeconômicos tais como: renda bruta e renda líquida, taxa de retorno e índice de lucratividade, foram utilizados para verificar a viabilidade econômica. A maior performance produtiva da beterraba foi obtida na quantidade de 15,6 t ha-¹ de jitirana incorporada ao solo no tempo 0 dia da incorporação. Os indicadores econômicos na quantidade de jitirana de 15,6 t ha-¹ no tempo de 0 dia de sua incorporação ao solo foram superiores aos obtidos com o uso de 80 t ha-¹ de esterco bovino. O cultivo da beterraba é viável agroeconomicamente com o uso da jitirana como adubo verde.

  • CARLOS EDUARDO SOUZA BEZERRA
  • Biologia e exigências térmicas de Chrysoperla genanigra Freitas (Neuroptera: Chrysopidae)

  • Data: 26/01/2010
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  • .

2009
Descrição
  • CARMEM VALDENIA DA SILVA SANTANA
  • Reação de genótipos de melancia à Monosporascus cannonballus e caracterização molecular por meio de marcadores RAPD.

  • Data: 29/12/2009
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  • Foram realizados dois experimentos, o primeiro objetivando avaliar a reação de
    genótipos de melancia à Monosporascus cannonballus e o segundo, caracterizar
    molecularmente os genótipos utilizando marcadores RAPD. Utilizou-se 29
    genótipos de melancia, os quais foram semeados em bandejas de poliestireno
    expandido contendo substrato comercial e transplantadas 15 dias após semeio para
    vasos com capacidade para 2 kg. O primeiro experimento foi avaliado sessenta dias
    após transplante, tendo como variáveis: altura da planta, massa fresca e seca de
    parte aérea, volume de raiz, massa fresca e seca de raiz, danos às raízes, índice
    geral de doença, frequênca de isolamento, população inicial e final de ascósporos e
    incremento populacional. O delineamento estatístico adotado foi o inteiramente
    casualizado com 5 repetições por tratamento e a análise estatística foi realizada
    através de teste de comparações múltiplas de Kruskal-Wallis. Além disso, visando
    relacionar os danos às raízes de melancia sobre as variáveis analisadas, os dados
    médios foram submetidos à análise de correlação de Spearman, aos níveis de 1 e
    5% de probabilidade. Os genótipos ML-SF-44, ML-SF-45, Melancia 40, Nr 06,
    Kudam, Premium, Style, Bobbie, TPC-00247, TPX-03521, TPX-03522 e TPX-
    06637 foram classificados como medianamente resistentes. Os genótipos Crimson
    Sweet, Quetzali, ML-SF-43, ML-SF-41, Nr 03, Boston, Pixie, Ivona, Fashion,
    TPC-31181, Jenny, Vanessa, Nun 6034, Tiger Baby, Sy 7780 como suscetíveis e,
    Nr 02 e Sy 3151 classificados como muito suscetíveis. Houve correlação
    significativa entre danos às raízes e MFPA, VR, MFRAIZ e MSRAIZ. No segundo
    experimento, realizou-se a extração e quantificação dos DNAs dos 29 genótipos de
    melancia. A amplificação do DNA foi através da técnica de PCR utilizando 20
    primers RAPD, dos quais, apenas 6 geraram produto de amplificação. A análise de
    dissimilaridade genética foi realizada utilizando-se o software Genes e o
    polimorfismo revelado por estes marcadores foi utilizado para estimar os
    coeficientes de similaridade de Jaccard médios para cada genótipo e realizar a
    análise de agrupamento pelo método de UPGMA. Formou-se 6 grupos distintos. O
    grupo I foi formado pelo genótipo Crimson Sweet. O grupo II foi constituído pelos
    genótipos ML-SF-44 e ML-SF-41. O grupo III foi formado pela maioria dos
    genótipos (ML-SF-45, Nr 06, Ivona, TPX-03521, TPC-31181, TPX-06637,
    Melancia 40, TPC-00247, Kudam, TPX-03522, Fashion, Nr 03, Bobbie, Sy 7780,
    Jenny, Nun 6034, Premium, Boston, Pixie, Tiger Baby e Sy 3151), os quais são
    provenientes de empresas diferentes. Os grupos IV, V e VI foram constituídos por
    apenas um genótipo cada, o ML-SF-43, Vanessa e Nr 02, respectivamente. Os
    marcadores mais polimórficos foram OPF-02 e OPO-15, com formação de 11 e 10
    bandas, respectivamente. Os genótipos ML-SF-43 e Nr 02 foram os mais
    divergentes.
    Foram realizados dois experimentos, o primeiro objetivando avaliar a reação degenótipos de melancia à Monosporascus cannonballus e o segundo, caracterizarmolecularmente os genótipos utilizando marcadores RAPD. Utilizou-se 29genótipos de melancia, os quais foram semeados em bandejas de poliestirenoexpandido contendo substrato comercial e transplantadas 15 dias após semeio paravasos com capacidade para 2 kg. O primeiro experimento foi avaliado sessenta diasapós transplante, tendo como variáveis: altura da planta, massa fresca e seca departe aérea, volume de raiz, massa fresca e seca de raiz, danos às raízes, índicegeral de doença, frequênca de isolamento, população inicial e final de ascósporos eincremento populacional. O delineamento estatístico adotado foi o inteiramentecasualizado com 5 repetições por tratamento e a análise estatística foi realizadaatravés de teste de comparações múltiplas de Kruskal-Wallis. Além disso, visandorelacionar os danos às raízes de melancia sobre as variáveis analisadas, os dadosmédios foram submetidos à análise de correlação de Spearman, aos níveis de 1 e5% de probabilidade. Os genótipos ML-SF-44, ML-SF-45, Melancia 40, Nr 06,Kudam, Premium, Style, Bobbie, TPC-00247, TPX-03521, TPX-03522 e TPX-06637 foram classificados como medianamente resistentes. Os genótipos CrimsonSweet, Quetzali, ML-SF-43, ML-SF-41, Nr 03, Boston, Pixie, Ivona, Fashion,TPC-31181, Jenny, Vanessa, Nun 6034, Tiger Baby, Sy 7780 como suscetíveis e,Nr 02 e Sy 3151 classificados como muito suscetíveis. Houve correlaçãosignificativa entre danos às raízes e MFPA, VR, MFRAIZ e MSRAIZ. No segundoexperimento, realizou-se a extração e quantificação dos DNAs dos 29 genótipos demelancia. A amplificação do DNA foi através da técnica de PCR utilizando 20primers RAPD, dos quais, apenas 6 geraram produto de amplificação. A análise dedissimilaridade genética foi realizada utilizando-se o software Genes e opolimorfismo revelado por estes marcadores foi utilizado para estimar oscoeficientes de similaridade de Jaccard médios para cada genótipo e realizar aanálise de agrupamento pelo método de UPGMA. Formou-se 6 grupos distintos. Ogrupo I foi formado pelo genótipo Crimson Sweet. O grupo II foi constituído pelosgenótipos ML-SF-44 e ML-SF-41. O grupo III foi formado pela maioria dosgenótipos (ML-SF-45, Nr 06, Ivona, TPX-03521, TPC-31181, TPX-06637,Melancia 40, TPC-00247, Kudam, TPX-03522, Fashion, Nr 03, Bobbie, Sy 7780,Jenny, Nun 6034, Premium, Boston, Pixie, Tiger Baby e Sy 3151), os quais sãoprovenientes de empresas diferentes. Os grupos IV, V e VI foram constituídos porapenas um genótipo cada, o ML-SF-43, Vanessa e Nr 02, respectivamente. Osmarcadores mais polimórficos foram OPF-02 e OPO-15, com formação de 11 e 10bandas, respectivamente. Os genótipos ML-SF-43 e Nr 02 foram os maisdivergentes.

  • PAULO CESAR FERREIRA LINHARES
  • Vegetação espontânea como adubo verde no desempenho agroeconômico de hortaliças folhosas

  • Data: 28/12/2009
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  • Os adubos verdes constituem importante fonte de nutrientes para as plantas e sua eficiência depende do estabelecimento de sistemas de manejo, cujos períodos de liberação de nutrientes pelos adubos verdes e os de maior demanda por culturas subseqüentes coincidam. O estudo foi conduzido na horta do Departamento de Ciências Vegetais da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), Mossoró-RN, com o objetivo de avaliar a utilização de espécies espontâneas da caatinga, no desempenho agroeconômico de hortaliças folhosas. Três experimentos com as folhosas alface, rúcula e coentro foram realizados no período de junho a outubro de 2008 no delineamento experimental de blocos completos casualizados com os tratamentos arranjados em esquema fatorial 4 x 3 + 2, com três repetições. Os tratamentos consistiram da combinação de quatro quantidades de adubos (5,4; 8,8; 12,2 e 15,6 t ha-1 de matéria seca) com três tipos de adubos verdes (jitirana, flor-de-seda e mata-pasto) mais dois tratamentos adicionais (ausência de adubação e 80 t ha-1 de esterco bovino). As cultivares de alface, rúcula e coentro plantadas foram: Babá de Verão, Cultivada e Verdão, respectivamente. As características avaliadas na alface foram: altura e diâmetro de plantas, número de folhas por planta, produtividade e massa da matéria seca da parte aérea; na rúcula foram: altura de plantas, número de folhas por planta, rendimento de massa verde e massa da matéria seca da parte aérea e no coentro foram: altura de plantas, número de hastes por planta, rendimento de massa verde e massa da matéria seca da parte aérea. Também foram avaliados alguns indicadores econômicos como: renda bruta, renda líquida, taxa de retorno e índice de lucratividade. Não houve interação significativa entre os fatores-tratamentos estudados nas culturas da alface e coentro. Na rúcula foi observada interação significativa entre os fatores estudados nas características avaliadas, com exceção do número de folhas por planta. Os melhores desempenhos agroeconômicos da alface e coentro foram observados nas quantidades de 15,6 e 12,2 t ha-1 de adubos verdes, respectivamente. Os adubos verdes jitirana e flor-de-seda proporcionaram os maiores rendimentos agronômico e econômico da alface e do coentro. O melhor desempenho agroeconômico da rúcula foi obtido quando ela foi adubada com flor-de-seda na quantidade de 15,6 t ha-1.

  • EDMONDSON REGINALDO MOURA FILHO
  • Cobertura do solo e épocas de capina nas culturas de alface e beterraba.

  • Data: 15/12/2009
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  • O presente trabalho avaliou estratégias de manejo de plantas daninhas no cultivo de hortaliças, para tal, foram conduzidos dois experimentos no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte - IFRN, Campus Ipanguaçu-RN. I - Produção de alface em função da cobertura do solo e época de capina, em que se utilizou o delineamento de blocos casualizados, em esquema
    fatorial 2 x 7, duas estratégias de controle de plantas daninhas (com capina e sem capina) e sete diferentes coberturas do solo (palha de carnaúba, palha de sorgo seco picado, palha de sorgo verde picado, palha de capim elefante inteiro, palha de capim elefante picado, filme de polietileno e solo sem cobertura); II – Cobertura do solo e épocas de capinas no manejo de plantas daninhas na cultura da beterraba, onde se utilizou o delineamento de blocos casualizados, em esquema fatorial 2 x 9, dois tipos de cobertura do solo (solo com cobertura com palha de carnaúba e solo sem cobertura) e nove épocas de capinas (testemunha sem capina, capina aos 14 dias após o transplantio (DAT), capinas aos 14 e 28 DAT, aos 14, 28 e 42 DAT, aos 14 e 42 DAT, aos 28 e 42 DAT, aos 42 DAT e testemunha mantida no limpo). A incidência de plantas daninhas foi avaliada por meio de uma amostragem por parcela em quadrado, com 0,50 m de lado (0,25 m2). As plantas daninhas foram colhidas ao nível do solo, separadas em monocotiledôneas e dicotiledôneas e
    levadas à estufa com circulação forçada de ar a 65°C, até obtenção de massa constante, para determinação da massa seca. No experimento com alface a cobertura com filme de polietileno foi a que proporcionou menor incidência de plantas daninhas. As coberturas do solo com palha de carnaúba e filme de polietileno preto foram os tratamentos que apresentaram maior número de folhas por planta e diâmetro do caule de alface. O uso de cobertura do solo com filme de polietileno preto mostrou-se vantajoso no controle de plantas daninhas na cultura da alface. No experimento com beterraba a cobertura do solo com palha de carnaúba reduziu a incidência de plantas daninhas e aumentou a produtividade da beterraba em relação aos tratamentos sem cobertura do solo. Houve necessidade de realização de capinas aos 14, 48 e 42 DAT, independente do uso ou não da palha de carnaúba.

  • TALIANE MARIA DA SILVA TEÓFILO
  • INTERFERÊNCIA DE PLANTAS DANINHAS NO CRESCIMENTO E NA EFICIÊNCIA DE USO DA ÁGUA NA CULTURA DO MELOEIRO NOS SISTEMAS DE PLANTIO DIRETO E CONVENCIONAL

  • Data: 14/12/2009
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  • Com o objetivo de avaliar a interferência de plantas daninhas no crescimento, produção e eficiência no uso da água na cultura do melão, submetido à estratégias de manejo de plantas daninhas nos sistemas de plantio convencional e direto, conduziu se dois experimentos no campus da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, no esquema de parcelas subdivididas, distribuídas no delineamento
    experimental de blocos casualizados com três sistemas de manejo de plantas daninhas (cobertura do solo com filme de polietileno, com capinas e sem capinas) nos sistemas de plantio direto e convencional. No primeiro experimento foram realizadas avaliações de crescimento do meloeiro aos 0, 14, 28, 42, 56 e 62 dias após o transplantio, para as seguintes características: área foliar, índice de área foliar, massa seca de folhas, caule e frutos e as taxas de crescimento absoluto, relativo e de assimilação líquida. Por ocasião da colheita avaliou-se a massa seca de plantas daninhas. No segundo experimento, avaliou-se a produtividade do meloeiro e a eficiência no uso da água (kg de frutos por m³ de água), baseada na lâmina de água aplicada para cada tratamento, determinada pela leitura de tensiômetros instalados a 15 e 30 cm de profundidade, em cada unidade experimental. O sistema de plantio direto apresentou índices de crescimento superiores aos do sistema de plantio convencional em todas estratégias de manejo de plantas daninhas. No tratamento sem capinas o sistema de plantio direto reduziu em 86,7 e 70,9%, o acúmulo de massa seca de plantas daninhas, aos 30 dias após o transplantio e na colheita, respectivamente, em relação ao plantio convencional e a interferência destas reduziu a produtividade comercial em 100% no plantio convencional e 28,8% no plantio direto. A cobertura do solo com filme de polietileno, no plantio convencional, a palhada mais filme de polietileno e a palhada no plantio direto reduziram o consumo de água em 23% (388,8 m³/ha), 21% (363,0 m³/ha) e 13% (215,0 m³/ha), respectivamente, em relação ao tratamento com capinas no plantio convencional. Maior eficiência no uso da água foi verificada no tratamento com filme de polietileno no plantio direto (25,58 kg m -3 ). No tratamento sem capinas no sistema de plantio convencional, além da perda total na produtividade comercial, a interferência das plantas daninhas aumentou o consumo de água em 10%.

  • ANDREA ANDRADE GUIMARÃES
  • Adubação fosfatada na produção da goiabeira no distrito irrigado do baixo Assu/RN

  • Data: 14/12/2009
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  •  

    Com o objetivo de estudar a adubação fosfatada sobre nas características
    de produção da goiabeira (Psidium guajava L.), conduziu-se experimento em
    campo, durante o ciclo de cultivo agrícola, 2008/2009, utilizando-se cultivares
    Paluma e Pedro Sato. As plantas com idade de três anos foram cultivadas em
    vertissolo eutrófico, com espaçamento de 6x5 e irrigadas por aspersão, sendo a
    água fornecida de acordo com a evapotranspiração potencial de referência (ETo)
    média dos últimos cinco dias, utilizando-se o coeficiente da cultura Kc de 0,60 e
    conforme a equação de Penmam-Monteith. no município de Alto do Rodrigues,
    estado do Rio Grande do Norte. O delineamento experimental foi inteiramente
    casualizado (DIC) com cinco tratamentos (doses de superfosfato simples 0; 100;
    200; 300 e 400 g/planta), que foram aplicados em cobertura, no inicio da brotação,
    quatro repetições e cinco plantas por parcela, sendo utilizada para análise três
    plantas centrais (parcela útil). Ao final do ciclo produtivo, que corresponde a dois
    meses após a aplicação do adubo, avaliou-se o número total de frutos, número de
    frutos comercializáveis, número de frutos não comercializáveis, produção total de
    frutos, produção de frutos comercializáveis, e produção de frutos não
    comercializáveis. Não houve efeito significativo das doses de adubação fosfatada
    para as características estudadas nas duas cultivares.

    Com o objetivo de estudar a adubação fosfatada sobre nas característicasde produção da goiabeira (Psidium guajava L.), conduziu-se experimento emcampo, durante o ciclo de cultivo agrícola, 2008/2009, utilizando-se cultivaresPaluma e Pedro Sato. As plantas com idade de três anos foram cultivadas emvertissolo eutrófico, com espaçamento de 6x5 e irrigadas por aspersão, sendo aágua fornecida de acordo com a evapotranspiração potencial de referência (ETo)média dos últimos cinco dias, utilizando-se o coeficiente da cultura Kc de 0,60 econforme a equação de Penmam-Monteith. no município de Alto do Rodrigues,estado do Rio Grande do Norte. O delineamento experimental foi inteiramentecasualizado (DIC) com cinco tratamentos (doses de superfosfato simples 0; 100;200; 300 e 400 g/planta), que foram aplicados em cobertura, no inicio da brotação,quatro repetições e cinco plantas por parcela, sendo utilizada para análise trêsplantas centrais (parcela útil). Ao final do ciclo produtivo, que corresponde a doismeses após a aplicação do adubo, avaliou-se o número total de frutos, número defrutos comercializáveis, número de frutos não comercializáveis, produção total defrutos, produção de frutos comercializáveis, e produção de frutos nãocomercializáveis. Não houve efeito significativo das doses de adubação fosfatadapara as características estudadas nas duas cultivares.

     

  • PRISCILLA VANÚBIA QUEIROZ DE MEDEIROS
  • Produção e qualidade de frutos de mangueira "Tommy Atkins" adubada com superfosfato simples

  • Data: 11/12/2009
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  • A mangueira cultivada sob irrigação, em condições de clima semi-árido, apresenta alto potencial de produção. Para que esse potencial seja completamente explorado torna-se necessário o aporte de quantidades suficientes de fertilizantes. Com o objetivo de verificar os efeitos da adubação, fosfatada sobre a produção e qualidade da mangueira „Tommy Atkins‟, foi conduzido um experimento na Fazenda São Francisco, em Ipanguaçú-RN. O experimento foi conduzido em delineamento em blocos ao acaso cinco tratamentos de adubação (0; 50; 100; 150 e 200 g/planta P2O5) e quatro repetições. Como fonte de P foi utilizado o superfosfato simples (18% P2O5). Ao iniciar a produção, as mangas foram colhidas seguindo recomendações do mercado americano, pesadas e separadas quanto ao seu destino de mercado (interno ou externo). Avaliou-se o número de frutos/planta, peso médio dos frutos e produtividade/ha. A qualidade pós-colheita foi realizada no Laboratório de Pós-colheita da UFERSA, avaliando características químicas (pH, ºBrix, vit. C e acidez) e físicas (firmeza, diâmetro lateral e transversal, peso médio) dos frutos. Observou-se que não houve influência das doses de fósforo sob as variáveis analisadas. Considerando as características de produção e de qualidade do fruto, a produtividade média foi 13 t/ha, com sólidos solúveis 9,6%, firmeza de 39 N e peso médio de 502 gramas/fruto..

  • IZAIAS DA SILVA LIMA NETO
  • INTERAÇÃO GENÓTIPO X AMBIENTE NA REAÇÃO DE PROGÊNIES DE MELANCIA À ALTERNARIOSE NO SUBMÉDIO SÃO FRANCISCO

  • Data: 03/07/2009
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  • Este trabalho objetivou avaliar genótipos de melancia quanto à expressão de alternariose (Alternaria cucumerina) em dois ambientes (anos), visando identificar parentais contrastantes, bem como obter informações relacionadas às variâncias genética e ambiental, inclusive a interação genótipo x      ambiente (G x A), que possam subsidiar as estratégias a serem seguidas em programas de  melhoramento da cultura. Realizou-se dois experimentos no Campo Experimental do Departamento de Tecnologia e Ciências Sociais (DTCS), localizado no Campus III da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Juazeiro-BA, nos anos de 2006 e 2007. Em ambos os ensaios, os tratamentos consistiram de 14 genótipos de melancia, representados por 12 progênies e duas testemunhas (variedades Sugar Baby e Charleston Gray). As mudas foram produzidas em casa de vegetação e
    transplantadas para áreas com histórico de alta incidência e severidade da doença. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, com três repetições, sendo a unidade experimental constituída por cinco plantas. O espaçamento foi de 3,0 mentre fileiras e 0,8 m entre plantas e a irrigação por infiltração por sulco, empregando-se os tratos culturais normalmente utilizados para a cultura, sem uso de fungicidas. Avaliou-se as plantas aos 75 dias após o transplantio, sendo atribuída uma escala de notas variando de: um – planta mais resistente; a cinco – planta mais suscetível. Verificou-se que houve interação G x A na avaliação de genótipos de melancia quanto à resistência à alternariose no Submédio São Francisco com predomínio da parte complexa e que a maior parte da variância
    fenotípica observada foi explicada por fatores genéticos (74,5 %). Identificou-se uma fonte consistente para resistência à alternariose representada pela progênie P5 (91-0043) e como parental contrastante (suscetível) selecionou-se a variedade Sugar Baby. Ambas, demonstraram um alto potencial para fins de melhoramento, podendo ser utilizadas em estudo de herança da resistência a alternária.

  • ADRIANO DA SILVA ALMEIDA
  • Qualidade, compostos bioativos e atividade antioxidante total de pedúnculos de cajueiros e frutos umbuzeiros nativos do semi-árido do Piauí

  • Data: 07/04/2009
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  • O presente trabalho teve como objetivo avaliar a qualidade, os conteúdos de compostos bioativos e a atividade antioxidante total de pedúnculos de cajuizeiros (Anacardium microcarpum Ducke) e frutos de umbuzeiros (Spondias Tuberosa Arruda) de diferentes genótipos nativos da região semi-árida do Piauí. Foram colhidos manualmente pedúnculos de 14 genótipos de cajuizeiros no estádio de maturação fisiológica e frutos de 12 genótipos de umbuzeiros no estádio de maturação de vez. As características avaliadas foram peso, diâmetro, comprimento, firmeza, cor, sólidos solúveis totais (SST), acidez total titulável (ATT), pH, relação SST/ATT, vitamina C, açúcares solúveis totais e redutores, carotenóides, flavonóides, polifenóis e atividade antioxidante total pelos métodos ABTS, ácido linoléico/-caroteno e DPPH. Para cada espécie foram utilizadas 25 repetições por planta para a análise física e três repetições para as análises químicas. Os dados obtidos foram analisados através de estatística descritiva utilizando o programa Genes. A caracterização morfológica dos pedúnculos de genótipos de cajuizeiro demonstrou que há uma grande variabilidade genética para esta espécie na região Semi-Árida do Piauí. Entre os genótipos predominaram os pedúnculos de cor amarela e os genótipos 2, 3, 6, 9 e 11 apresentaram os melhores valores de sólidos solúveis, firmeza e açúcares totais, indicando um bom potencial para o mercado de mesa. O teor de vitamina C foi bastante elevado para a maioria dos pedúnculos dos genótipos avaliados, apresentando valores acima de 200 mg/100g. Observou-se também que existe uma relação direta entre os polifenóis e a atividade antioxidante total. Os pedúnculos dos genótipos 2 e 10 se destacaram dos demais por apresentarem os melhores valores de vitamina C, polifenóis extraíveis totais e a atividade antioxidante total pelos dois métodos. Quanto ao umbuzeiro, do ponto de vista dos recursos genéticos, os frutos mostraram pequena variabilidade morfológica, sendo bastante uniformes quanto a peso total, comprimento e diâmetro, portanto, um bom indicador para o processamento, associado à acidez elevada e ao rendimento acima de 85% encontrado na maioria dos genótipos. A atividade antioxidante nos frutos de umbuzeiro oscilou de 1,12 a 3,89 μM de Trolox/g de polpa fresca. A maior % de inibição de oxidação foi observada na concentração de 300 g/L, e os genótipos que mais se destacaram foram o 4, 2 e 11 com 83,78%, 82,70% e 81,60% de inibição da oxidação respectivamente.

  • RONIALISON FERNANDES QUEIROZ
  • DESENVOLVIMENTO DE MAMÃO FORMOSA ‘TAINUNG 01’ CULTIVADO EM RUSSAS-CEARÁ

  • Data: 26/02/2009
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  • O estudo da curva de crescimento dos frutos de mamão tem grande importância para o conhecimento das diferentes fases fenológicas envolvidas no seu desenvolvimento, como a época de maior ganho de massa ou a época de início da maturação para definir os períodos de colheitas. A partir de estudos dessa natureza, podem se revelar períodos críticos em seu desenvolvimento que possibilitem a produção dos mesmos com alta qualidade, como também a colheita na época correta, satisfazendo, assim, os consumidores mais exigentes. Apesar de sua importância, as informações disponíveis sobre a curva de crescimento de frutos de mamão do grupo ‘Formosa’ ainda são escassas. Diante dessa problemática esse trabalho teve como objetivo caracterizar parâmetros físicos e químicos do fruto do mamoeiro, através da curva de crescimento, a fim de determinar possíveis indicadores do ponto de colheita (maturidade fisiológica ideal). Os frutos de idade conhecida, provenientes do desenvolvimento de flores previamente marcadas, foram colhidos ao longo dos 4,5 meses seguintes para a avaliação de seu crescimento na Fazenda Frutacor no município de Russas-CE. O intervalo entre a coleta das amostras foi semanal no primeiro mês (28 dias) e após 88 dias do desenvolvimento do fruto, e quinzenal dos 28 aos 88 dias após a marcação das flores. Após as coletas os frutos foram transportados até a Embrapa Agroindústria Tropical, para avaliação de parâmetros físicoquímicos como matéria fresca e seca total da polpa e das sementes, comprimento transversal e longitudinal, diâmetro da cavidade ovariana, espessura e firmeza de polpa, coloração da epiderme e da polpa, quantificação de clorofilas e carotenóides da casca, carotenóides da polpa, sólidos solúveis, acidez e açúcares solúveis totais. O delineamento experimental para os estudos de crescimento do fruto foi inteiramente casualizado, com 5 repetições, sendo cada repetição composta por três frutos. Com base nos valores médios de todos os parâmetros analisados nos frutos colhidos, verificou-se que a colheita pode ser realizada a partir dos 130 dias após a frutificação efetiva (DAFE), pois os valores obtidos estavam dentro do intervalo considerado ideal para comercialização de frutos do grupo ‘Formosa’ destinados ao mercado e quando submetidos ao armazenamento amadureceram normalmente estando aptos para o consumo. Aos 123 DAFE, apesar dos parâmetros físico-químicos indicarem que os
    frutos apresentavam maturidade fisiológica, estes permaneceram verdes e ix murchos quando armazenados em temperatura ambiente (25±2ºC e 60±2% UR) por 7 dias.

  • KARIDJA KALLYANY CARLOS DE FREITAS MOURA
  • PRODUÇÃO, QUALIDADE E ACÚMULO DE MACRONUTRIENTES EM PIMENTÃO CULTIVADO SOB ARRANJOS ESPACIAIS E ESPAÇAMENTOS NA FILEIRA.

  • Data: 20/02/2009
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  • O experimento foi desenvolvido no período de julho a dezembro de 2006, na W.G. Fruticultura, Baraúna - RN, com o objetivo de avaliar a produção, qualidade e acúmulo de nutrientes em pimentão cultivado sob diferentes arranjos espaciais e espaçamentos na fileira. Para produção e qualidade do pimentão ‘Atlantis F1’o delineamento experimental utilizado foi o de blocos completos casualizados, em esquema fatorial 3 x 4, com três repetições. Os fatores avaliados foram compostos por três arranjos espaciais em fileiras duplas: 1,5 m x 0,5 m; 1,6 m x 0, 4 m e 1,7 m x 0,3 m e quatro espaçamentos entre plantas na fileira 0,2 m; 0,3 m; 0,4 m e 0,5 m (E1; E2; E3 e E4, respectivamente). As características avaliadas foram: produtividade comercial e não comercial de
    frutos (t ha-1); produção comercial e não comercial por planta (kg planta-1); número de frutos comerciais e não comerciais (frutos ha-1); número de frutos comerciais e não comerciais por planta; massa média de frutos comerciais e não comerciais; acidez total, pH, sólidos solúveis e vitamina C. As características de produção e qualidade de pimentão não foram influenciadas pelos arranjos
    espaciais. Maior produtividade, número de frutos comerciais e não comerciais de pimentão por unidade de área foram observadas no espaçamento de 0,2 m entre plantas na fileira. Maior número de frutos e produção comercial por planta foi observado no espaçamento de 0,5 m entre plantas na fileira. As características de qualidade não foram influenciadas pelos fatores dos tratamentos, exceto os teores de sólidos solúveis que aumentaram em função do espaçamento entre plantas na fileira. Para o acúmulo de nutrientes, o delineamento experimental utilizado foi o de blocos completos casualizados, em esquema fatorial 2 x 5, com três repetições. Os fatores avaliados foram compostos por dois espaçamentos entre plantas na fileira (0,2 m e 0,5 m) e cinco épocas de avaliações: 14, 42, 70, 98 e 126 dias após transplantio (DAT). As plantas coletadas foram fracionadas em folhas, hastes e frutos, secas e submetidas à determinação das concentrações de nutrientes (N, P, K, Ca e Mg). A partir das concentrações de N, P, K, Ca e Mg e da massa seca da parte vegetativa (folhas + caules) e frutos, determinou-se o acúmulo de nutrientes da parte vegetativa, frutos e total em cada época (DAT), expresso em kg ha-1. O maior acúmulo total de nutrientes foi observado no espaçamento de 0,2 m entre plantas na fileira. O acúmulo de nutrientes na planta foi lento até os 42 DAT sendo que com a frutificação houve forte incremento na quantidade de nutrientes acumulados, com maior acúmulo a partir dos 70 DAT. O acúmulo de nutrientes na parte vegetativa e nos frutos de pimentão, expresso em kg ha-1, foi: 254,82 e 190,73 de N; 226,30 e 159,75 de K; 183,68 e 56,32 de Ca; 56,04 e 21,16 de Mg; 6,88 e 4,19 de P, respectivamente. 

  • ROMENIQUE DA SILVA DE FREITAS
  • Qualidade de grãos de feijão armazenados sob atmosfera modificada.

  • Data: 18/02/2009
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  • ISAIAS PORFIRIO GUIMARÃES
  • COMPARAÇÃO DE MÉTODOS PARA CORREÇÃO DE ESTANDE EM EXPERIMENTOS COM O MELOEIRO

  • Data: 17/02/2009
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  • Este trabalho objetivou determinar o método de correção de estande mais adequado aos dados de produtividade e teor de sólidos solúveis na cultura do meloeiro, na avaliação de 11 híbridos de melão amarelo em doze ambientes. Os métodos avaliados foram: sem correção, regra de três, método de Zuber, covariância de estande médio, covariância de estande ideal, o método proposto por Cruz, o método proposto por Vencosky e Cruz e da correção estratificada com base no agrupamento de cultivares, para característica estande final, pelo teste de Scott-Knott. Os métodos de regra de três
    e o proposto por Zuber apresentaram as maiores médias de produtividade e sólidos solúveis, o que superestima o valor real. O método da correção estratificada foi o mais adequado para correção, pois apresentou baixos valores de coeficiente de variação e altos valores de F, confirmados pelos baixos valores de Pi e Pim multivariado na análise conjunta.

  • FRANCISCO JOZIVAN DO NASCIMENTO
  • Extrato de Derris sp no controle de Spodoptera frugiperda na cultura do milho nas condições de campo, Mossoró - RN.

  • Data: 10/02/2009
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2008
Descrição
  • HALEN VIEIRA DE QUEIROZ TOMAZ
  • Manejo de plantas daninhas, crescimento e produtividade do meloeiro em sistemas de plantio direto e convencional.

  • Data: 11/11/2008
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  • A região semi-árida é caracterizada por apresentar diversos fatores que
    favorecem o cultivo do melão (Cucumis melon L.), dentre eles, temperaturas
    elevadas, baixo índice pluviométrico e baixa umidade relativa do ar, que
    contribuem para o desenvolvimento da fruticultura tropical. E por apresentar
    essas características ideais, a região de Mossoró se destaca na produção dessa
    cultura. Dentre os fatores que oneram seu cultivo destacam-se as plantas
    daninhas, que por competir com a cultura por água, luz e nutrientes, prejudicam
    a qualidade do fruto, reduz a produtividade. Diante disso, uma técnica que vem
    se apresentando com bons resultados é o sistema de plantio direto na palha, que
    além de melhorar as características físicas do solo, dificulta a emergência de
    várias espécies de plantas daninhas por meio da barreira física e da liberação de
    substâncias alelopáticas. Com o objetivo de avaliar a interferência de plantas
    daninhas no cultivo do meloeiro nos sistemas de plantio direto e convencional,
    bem como a capacidade produtiva desse sistema de plantio, conduziram-se dois
    experimentos no campus da UFERSA, em Mossoró-RN. No primeiro, foram
    avaliados quatro sistemas de manejo de plantas daninhas (cobertura do solo
    com mulching de polietileno, cobertura do solo com manta TNT, com capinas e
    sem capinas) nos sistemas de plantio direto e convencional. Foram realizadas
    avaliações de densidade e massa seca de plantas daninhas aos 15, 30, 45 e 60
    dias após o transplantio (DAT) e número de frutos por planta, massa média de
    frutos e rendimento de frutos do meloeiro por ocasião da colheita. Verificou-se
    que o sistema de plantio direto reduziu a densidade e a massa seca de plantas
    daninhas e, também, que o tratamento com uso do mulching de polietileno, no
    sistema de plantio direto, apresentou maior número de frutos por planta, peso
    médio e rendimento de frutos. No segundo experimento, avaliou-se o
    crescimento do meloeiro nos sistemas de plantio direto convencional com e sem
    capinas. Foram realizadas análises de área foliar (AF), índice de área foliar
    (IAF), massa seca de folhas (MSF), caule (MSC), frutos (MSFr), e as taxas de
    crescimento absoluto (TCA), relativo (TCR) e de assimilação líquida (TAL) aos
    0, 14, 28, 42, 56 e 70 DAT. Verificou-se para todas as características que os
    tratamentos mantidos com capina foram semelhantes no plantio direto e no
    convencional, enquanto que na ausência das capinas, o plantio direto superou o
    convencional em razão da menor competição exercida pelas plantas daninhas.
    A região semi-árida é caracterizada por apresentar diversos fatores quefavorecem o cultivo do melão (Cucumis melon L.), dentre eles, temperaturaselevadas, baixo índice pluviométrico e baixa umidade relativa do ar, quecontribuem para o desenvolvimento da fruticultura tropical. E por apresentaressas características ideais, a região de Mossoró se destaca na produção dessacultura. Dentre os fatores que oneram seu cultivo destacam-se as plantasdaninhas, que por competir com a cultura por água, luz e nutrientes, prejudicama qualidade do fruto, reduz a produtividade. Diante disso, uma técnica que vemse apresentando com bons resultados é o sistema de plantio direto na palha, quealém de melhorar as características físicas do solo, dificulta a emergência devárias espécies de plantas daninhas por meio da barreira física e da liberação desubstâncias alelopáticas. Com o objetivo de avaliar a interferência de plantasdaninhas no cultivo do meloeiro nos sistemas de plantio direto e convencional,bem como a capacidade produtiva desse sistema de plantio, conduziram-se doisexperimentos no campus da UFERSA, em Mossoró-RN. No primeiro, foramavaliados quatro sistemas de manejo de plantas daninhas (cobertura do solocom mulching de polietileno, cobertura do solo com manta TNT, com capinas esem capinas) nos sistemas de plantio direto e convencional. Foram realizadasavaliações de densidade e massa seca de plantas daninhas aos 15, 30, 45 e 60dias após o transplantio (DAT) e número de frutos por planta, massa média defrutos e rendimento de frutos do meloeiro por ocasião da colheita. Verificou-seque o sistema de plantio direto reduziu a densidade e a massa seca de plantasdaninhas e, também, que o tratamento com uso do mulching de polietileno, nosistema de plantio direto, apresentou maior número de frutos por planta, pesomédio e rendimento de frutos. No segundo experimento, avaliou-se ocrescimento do meloeiro nos sistemas de plantio direto convencional com e semcapinas. Foram realizadas análises de área foliar (AF), índice de área foliar(IAF), massa seca de folhas (MSF), caule (MSC), frutos (MSFr), e as taxas decrescimento absoluto (TCA), relativo (TCR) e de assimilação líquida (TAL) aos0, 14, 28, 42, 56 e 70 DAT. Verificou-se para todas as características que ostratamentos mantidos com capina foram semelhantes no plantio direto e noconvencional, enquanto que na ausência das capinas, o plantio direto superou oconvencional em razão da menor competição exercida pelas plantas daninhas.

  • BRÍGIDA SAVANA DE SOUZA
  • GERMINAÇÃO E ARMAZENAMENTO DE SEMENTES DE TANCHAGEM (Plantago major L.)

  • Data: 17/04/2008
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  • ROBERTA KÉLIA BEZERRA SILVA
  • TÉCNICA DE CRIAÇÃO E ASPECTOS DO PARASITISMO DE Opius sp. (HYMENOPTERA: BRACONIDAE) SOBRE A MOSCAMINADORA Liriomyza trifolii (DIPTERA: AGROMYZIDAE), EM MELOEIRO.

  • Data: 02/04/2008
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  • A mosca-minadora Liriomyza trifolii (Diptera: Agromyzidae), é atualmente a principal praga do meloeiro Cucumis melo L., na região da Chapada do Apodi, nordeste brasileiro. Devido às altas infestações deste inseto, o controle baseado exclusivamente no uso de inseticidas não tem sido plenamente satisfatório. Por outro lado, índices consideráveis de parasitismo, ocasionados pelo parasitóide Opius sp. (Hymenoptera: Braconidae), têm sido constatado em campo, principalmente no início da safra. Em função deste fato, estudos básicos com este parasitóide estão sendo realizados no Laboratório de Entomologia da UFERSA, Mossoró, RN. Dessa forma, o presente trabalho objetivou descrever uma técnica para criação de Opius sp., em condições de laboratório, e estudar aspectos de seu parasitismo, visando sua utilização em futuros programas de manejo integrado da mosca-minadora do meloeiro, nas condições do semi-árido do Rio Grande do Norte. Inicialmente, folhas de meloeiro infestadas com larvas da mosca-minadora foram coletadas em campo para obtenção dos parasitóides. A partir dos primeiros parasitóides obtidos foi adaptada uma técnica para multiplicação destes sobre L. trifolii em plantas de meloeiro. Nas observações sobre os aspectos do parasitismo do Opius sp., constatou-se que estes preferem ovipositar em larvas de 2º e 3º ínstar. Além disso, foi observado que as fêmeas do Opius sp. apresentam maiores índices de parasitismo nos primeiros dois dias de vida.

  • NORMA DANIELLE SILVA BARRETO
  • Utilização de fertilizantes a base de fosfito e micronutrientes na cultura do melão

  • Data: 08/02/2008
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  • Apesar da alta tecnologia utilizada na cultura do melão, no que diz respeito à
    maioria dos nutrientes, principalmente micronutrientes, as doses aplicadas no
    pólo fruticultor Assú-Mossoró, estado do Rio Grande do Norte, são as mesmas
    utilizadas em regiões com características edafoclimáticas completamente
    diferentes, sendo muitas vezes definidas pelas empresas comercializadoras dos
    insumos. Em razão disso, foi conduzido um estudo para avaliar a utilização de
    fertilizantes foliares contendo fosfito e micronutrientes na cultura do melão. O
    experimento foi conduzido em solo Latossolo Vermelho Eutrófico, em área
    pertencente à fazenda Santa Júlia, município de Mossoró, utilizando-se um
    esquema fatorial em blocos completos casualizados com quatro repetições. Os
    tratamentos consistiram das combinações de fertilizantes (Fosfitotal®,
    Fosfitototal Multielementos® e MicroUFERSA) e doses (0; 0,75; 1,5; 2,25 e 3,0
    kg ha 1). Os fertilizantes foram aplicados via foliar antes do florescimento,
    através de três pulverizações espaçadas de dez dias. As características avaliadas
    foram número, peso médio e produtividade de frutos comercializáveis (mercados
    interno e externo), refugos e totais, bem como firmeza e espessura de polpa,
    relação de formato, teor de sólidos solúveis, acidez titulável e teor de nutrientes
    nas folhas. O teor de sólidos solúveis foi maior nos frutos das plantas
    pulverizadas com Fosfitotal®, mas os teores de P, Mg, Cu, Zn e Fe diminuíram
    com o aumento das doses deste fertilizante. As plantas de melão submetidas à
    aplicação de MicroUFERSA apresentaram maiores teores de Mg, K, P, Cu, Mn
    e Zn, resultando em maiores produtividades. A maior renda líquida foi obtida
    com a dose 1,50 kg ha-1 de MicroUFERSA.

2007
Descrição
  • SILVIA BEZERRA DE GÓES
  • Desempenho agroeconômico de alface lisa em função de quantidades de jitirana incorporadas ao solo e de seus tempos de decomposição.

  • Data: 27/12/2007
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  • É necessário desenvolver novos conceitos de sistemas de produção agrícola, baseados na
    conservação do solo, diversificação de culturas, aporte de nutrientes de fontes renováveis, que
    busquem equilibrar a produtividade com a conservação ambiental. Seguindo esta linha, o
    objetivo do presente trabalho foi avaliar o desempenho agroeconômico de alface lisa em
    função de quantidades de jitirana incorporadas ao solo e de seus tempos de decomposição.
    Dois experimentos foram conduzidos na Horta Didática do Departamento de Ciências
    Vegetais da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), Mossoró-RN. O primeiro
    experimento (com jitirana verde) foi realizado no período de abril a junho de 2006 e o
    segundo (com jitirana seca) no período de outubro a dezembro de 2006. Nos dois
    experimentos, o delineamento experimental foi em blocos completos casualizados com os
    tratamentos arranjados em esquema fatorial 4 x 4 + 4, com 3 repetições. No primeiro
    experimento, os tratamentos consistiram da combinação de quatro quantidades de jitirana
    verde incorporadas ao solo (2,2; 4,4; 6,6 e 8,8 t ha-1 de matéria seca) com quatro tempos de
    decomposição (0; 10; 20 e 30 dias após o transplantio da alface - DAT) mais quatro
    tratamentos adicionais (ausência de adubação, 80 t ha-1 de esterco bovino, 80 t ha-1 de esterco
    bovino + adubação mineral, com 160 kg ha-1 de N, 60 kg ha-1 de P2O5 e 30 kg ha-1 de KCl e
    apenas adubação mineral, nestas mesmas quantidades. No segundo experimento, os
    tratamentos consistiram da combinação de quatro quantidades de jitirana seca incorporadas ao
    solo (2,6; 5,2; 7,8 e 10,4 t ha-1) com quatro tempos de decomposição (0; 10; 20 e 30 dias após
    o transplantio da alface) mais os mesmos tratamentos adicionais do primeiro experimento. A
    cultivar de alface utilizada foi a Babá de Verão. As características avaliadas foram: altura e
    diâmetro de plantas, número de folhas por planta, matéria seca da parte aérea e produtividade
    da alface, macronutrientes do solo e indicadores econômicos. Interação significativa entre as
    quantidades de jitirana incorporadas ao solo e seus tempos de decomposição foi observada
    apenas na produtividade da alface no primeiro experimento e no número de folhas por planta
    no segundo experimento, com melhor desempenho produtivo obtido na quantidade de jitirana
    verde incorporada ao solo de 7,21 t ha-1 no tempo de decomposição de 20 DAT e maior
    número de folhas por planta obtido na quantidade de jitirana seca incorporada de 4,49 t ha-1
    no tempo de decomposição também de 20 DAT. Por outro lado, a maior produtividade da
    alface lisa com a incorporação de jitirana seca foi obtida com a quantidade de 7,01 t ha-1 no
    tempo de decomposição de 30 DAT. Para a altura e diâmetro de plantas de alface em ambos
    os experimentos, foi observado aumentos nos valores médios em função das quantidades de

    É necessário desenvolver novos conceitos de sistemas de produção agrícola, baseados na

    conservação do solo, diversificação de culturas, aporte de nutrientes de fontes renováveis, que

    busquem equilibrar a produtividade com a conservação ambiental. Seguindo esta linha, o

    objetivo do presente trabalho foi avaliar o desempenho agroeconômico de alface lisa em

    função de quantidades de jitirana incorporadas ao solo e de seus tempos de decomposição.

    Dois experimentos foram conduzidos na Horta Didática do Departamento de Ciências

    Vegetais da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), Mossoró-RN. O primeiro

    experimento (com jitirana verde) foi realizado no período de abril a junho de 2006 e o

    segundo (com jitirana seca) no período de outubro a dezembro de 2006. Nos dois

    experimentos, o delineamento experimental foi em blocos completos casualizados com os

    tratamentos arranjados em esquema fatorial 4 x 4 + 4, com 3 repetições. No primeiro

    experimento, os tratamentos consistiram da combinação de quatro quantidades de jitirana

    verde incorporadas ao solo (2,2; 4,4; 6,6 e 8,8 t ha-1 de matéria seca) com quatro tempos de

    decomposição (0; 10; 20 e 30 dias após o transplantio da alface - DAT) mais quatro

    tratamentos adicionais (ausência de adubação, 80 t ha-1 de esterco bovino, 80 t ha-1 de esterco

    bovino + adubação mineral, com 160 kg ha-1 de N, 60 kg ha-1 de P2O5 e 30 kg ha-1 de KCl e

    apenas adubação mineral, nestas mesmas quantidades. No segundo experimento, os

    tratamentos consistiram da combinação de quatro quantidades de jitirana seca incorporadas ao

    solo (2,6; 5,2; 7,8 e 10,4 t ha-1) com quatro tempos de decomposição (0; 10; 20 e 30 dias após

    o transplantio da alface) mais os mesmos tratamentos adicionais do primeiro experimento. A

    cultivar de alface utilizada foi a Babá de Verão. As características avaliadas foram: altura e

    diâmetro de plantas, número de folhas por planta, matéria seca da parte aérea e produtividade

    da alface, macronutrientes do solo e indicadores econômicos. Interação significativa entre as

    quantidades de jitirana incorporadas ao solo e seus tempos de decomposição foi observada

    apenas na produtividade da alface no primeiro experimento e no número de folhas por planta

    no segundo experimento, com melhor desempenho produtivo obtido na quantidade de jitirana

    verde incorporada ao solo de 7,21 t ha-1 no tempo de decomposição de 20 DAT e maior

    número de folhas por planta obtido na quantidade de jitirana seca incorporada de 4,49 t ha-1

    no tempo de decomposição também de 20 DAT. Por outro lado, a maior produtividade da

    alface lisa com a incorporação de jitirana seca foi obtida com a quantidade de 7,01 t ha-1 no

    tempo de decomposição de 30 DAT. Para a altura e diâmetro de plantas de alface em ambos

    os experimentos, foi observado aumentos nos valores médios em função das quantidades de

    jitirana incorporadas ao solo até os valores máximos de 14,03 cm e 24,68 cm, correspondendo

    às quantidades de jitirana verde de 7,23 t ha-1 e 7,22 t ha-1 e até os valores máximos de 22,76

    cm e 23,14 cm, correspondendo às quantidades de jitirana seca de 8,96 t ha-1 e 9,22 t ha-1,

    respectivamente, decrescendo em seguida até a quantidade mais alta de jitirana incorporada.

    A altura e o diâmetro de plantas da alface decresceram com o tempo de decomposição da

    jitirana verde e aumentaram com o tempo de decomposição da jitirana seca. A incorporação

    da jitirana verde ou seca ao solo influenciou de forma positiva no desempenho agronômico da

    alface lisa e na química do solo, mostrando-se promissora para ser utilizada como adubo

    verde. Pelos indicadores econômicos, independentemente das quantidades de jitirana verde ou

    seca incorporadas ao solo e dos tempos de decomposição testados, o produtor dispõe de um

    leque de possibilidades de obter eficiência econômica no cultivo da alface.

  • HAROLDO SANTOS JÚNIOR
  • INTERAÇÃO GENÓTIPO x AMBIENTE E ADAPTABILIDADE E ESTABILIDADE DE HÍBRIDOS DE MELÃO GALIA.

  • Data: 26/12/2007
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  • A diversidade de ambientes existente no Rio Grande do Norte devido às diferentes condições de clima e solo podem interferir na adaptabilidade, estabilidade e conseqüentemente, no desenvolvimento da cultura do meloeiro, com reflexos na produtividade e qualidade de frutos, uma vez que essas características são diretamente influenciadas pela correlação entre genótipos e ambientes. Os objetivos deste trabalho foram verificar a contribuição das partes simples e complexa da interação genótipo x ambiente e avaliar a adaptabilidade e estabilidade de híbridos de melão Galia. Foram testados nove híbridos de melão Galia (GPS 400, DRG 1531, DRG 1537, Solarbel, Solar King, Galileu, Supra, Num 1502 e Arava) em doze ambientes do Estado do Rio Grande Norte (MO-00, MO-01, MO-02, BA-00, BA-01, BA-02, AS-00, AS-01, AS-02, AR-00, AR-01, AR-02) no período de 2000, 2001 e 2002. Os ensaios foram conduzidos em blocos casualizados com três repetições. Os dados foram submetidos à análise de variância individual e conjunta e os métodos estatísticos Toler, Wrick e AMMI (Additive Main effect and Multiplicative Interaction) foram usados para avaliar a adaptabilidade e estabilidade. A parte complexa é a maior responsável pela interação genótipo x ambiente para a produtividade e o teor de sólidos solúvel dos frutos. Os ambientes associados com Mossoró e Assu são os mais adequados para a avaliação de melão Galia. Por ser estável, apresentar alta produtividade e ter elevado teor de sólidos solúveis, o híbrido DRG 1537 é o mais promissor para o cultivo no Agropolo Mosoró-Assu.

  • MARCIO ARLEI GERHARDT
  • Manejo de irrigação do melão cantaloupensis no semi-árido nordestino

  • Data: 31/05/2007
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  • Atualmente, o meloeiro é uma das olerícolas de maior expressão econômica e social para a
    Região Nordeste do Brasil. O cultivo do melão não proporciona apenas benefícios econômicos,
    mas também benefícios sociais, pois garante cerca de 40 mil empregos diretos e indiretos.
    Diante disto, o objetivo deste trabalho foi avaliar o comportamento de híbridos de melão
    rendilhado submetido a cinco lâmina de irrigação (70, 85, 100, 115 e 130% do Kc) nos
    parâmetros de produtividade e qualidade dos frutos. Um experimento foi conduzido no período
    de junho de 2006 a janeiro de 2007, na fazenda Água, produtora de melão, localizada no
    município de Quixeré-CE. Na avaliação do experimento, foi usado o delineamento
    experimental de blocos completo casualizados em parcelas subdivididas, com três repetições.
    O primeiro fator alocado as parcelas foram as cinco lâminas de irrigação (70% da ETO, 85%
    da ETO, 100% da ETO, 115% da ETO, 130% da ETO) e o alocado as subparcelas foram os
    seis híbridos de melão (melão tipo Cantaloupe: Hy – Mark, Torreon e Cristobal e o tipo Gália:
    AF 3360, Gallardo, Yupi). As características avaliadas foram: produtividade, número de
    frutos, peso médio do fruto, variabilidade do tamanho do fruto, época de maturidade, dias a
    primeira fruta madura, período de maturação: número de dias da primeira flor à primeira fruta
    madura, peso total de fruto por planta, espessura da polpa, diâmetro da cavidade interna,
    firmeza da polpa e teor de sólidos solúveis totais. A colheita do melão teve um período de 9
    dias com início aos 62 dias após o plantio (DAP). Diferenças ocorreram através do tempo em
    que se atinge o valor máximo de açúcar entre os dias 64 e 66DAP com 12,7 a 13,5 ºBrix,
    havendo um decréscimo do teor de açúcar conforme o incremento da lamina de irrigação. O
    manejo da irrigação na preparação e condução da colheita do melão Torreon, implicou na
    redução do Kc, a partir de 55 DAP de 0,7 para 0,53 fazendo com que o volume de água
    ofertada aos 55 diminuísse de 26,7mm para 11,6, 12,5 e 11,6 mm aos 59, 63 e 67 DAP. Os
    híbridos de melão apresentaram comportamento produtivo semelhante e teores de açúcar
    superiores 10o Brix.
    Atualmente, o meloeiro é uma das olerícolas de maior expressão econômica e social para aRegião Nordeste do Brasil. O cultivo do melão não proporciona apenas benefícios econômicos,mas também benefícios sociais, pois garante cerca de 40 mil empregos diretos e indiretos.Diante disto, o objetivo deste trabalho foi avaliar o comportamento de híbridos de melãorendilhado submetido a cinco lâmina de irrigação (70, 85, 100, 115 e 130% do Kc) nosparâmetros de produtividade e qualidade dos frutos. Um experimento foi conduzido no períodode junho de 2006 a janeiro de 2007, na fazenda Água, produtora de melão, localizada nomunicípio de Quixeré-CE. Na avaliação do experimento, foi usado o delineamentoexperimental de blocos completo casualizados em parcelas subdivididas, com três repetições.O primeiro fator alocado as parcelas foram as cinco lâminas de irrigação (70% da ETO, 85%da ETO, 100% da ETO, 115% da ETO, 130% da ETO) e o alocado as subparcelas foram osseis híbridos de melão (melão tipo Cantaloupe: Hy – Mark, Torreon e Cristobal e o tipo Gália:AF 3360, Gallardo, Yupi). As características avaliadas foram: produtividade, número defrutos, peso médio do fruto, variabilidade do tamanho do fruto, época de maturidade, dias aprimeira fruta madura, período de maturação: número de dias da primeira flor à primeira frutamadura, peso total de fruto por planta, espessura da polpa, diâmetro da cavidade interna,firmeza da polpa e teor de sólidos solúveis totais. A colheita do melão teve um período de 9dias com início aos 62 dias após o plantio (DAP). Diferenças ocorreram através do tempo emque se atinge o valor máximo de açúcar entre os dias 64 e 66DAP com 12,7 a 13,5 ºBrix,havendo um decréscimo do teor de açúcar conforme o incremento da lamina de irrigação. Omanejo da irrigação na preparação e condução da colheita do melão Torreon, implicou naredução do Kc, a partir de 55 DAP de 0,7 para 0,53 fazendo com que o volume de águaofertada aos 55 diminuísse de 26,7mm para 11,6, 12,5 e 11,6 mm aos 59, 63 e 67 DAP. Oshíbridos de melão apresentaram comportamento produtivo semelhante e teores de açúcarsuperiores 10o Brix.

  • ROMEU DE CARVALHO ANDRADE NETO
  • Efeitos de adubos verdes nas propriedades químicas do solo, crescimento e rendimento de sorgo. 

  • Data: 23/02/2007
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  • O trabalho objetivou estudar o efeito da adubação verde sobre as propriedades químicas
    do solo, crescimento e rendimento de cultivares de sorgo. Para tanto, foi instalado um
    experimento em blocos casualizados completos com três repetições em esquema de
    faixas na horta experimental da Universidade Federal Rural do Semi-árido. Nas parcelas
    foram plantadas sete espécies de leguminosas (Mucuna aterrima, Canavalia ensiformis,
    Cajanus cajan, Dolichos lab-lab, Crotalária juncea, Crotalária spectabilis e Vigna
    unguiculata), além de um “coquetel” resultante da mistura de todas as leguminosas mais
    milho, sorgo e girassol. A testemunha constou de vegetação espontânea. Nas faixas
    foram implantados duas cultivares de sorgo, BR 601 e IPA 467, ambas de aptidão
    forrageira. Foram avaliadas a biomassa verde e seca dos adubos verdes, assim como
    sua composição química; propriedades químicas do solo; matéria verde e seca, altura de
    plantas, número de folhas e teor de nutrientes nas folhas do sorgo. Os adubos verdes
    influenciaram as quantidades de potássio, carbono, matéria orgânica e nitrogênio do
    solo. A mucuna preta apresentou maior produção de matéria fresca e a espécie lab-lab
    apresentou maiores quantidades de matéria seca e maior acúmulo de nutrientes em sua
    parte aérea. Além da resposta diferenciada de cada cultivar de sorgo, suas características
    agronômicas foram influenciadas pelo tempo e pelo tipo de adubo verde empregado. O
    teor de nutrientes nas folhas da cultivar BR 601 não foi influenciado pela adubação
    verde. Maiores quantidades de sódio e magnésio nas folhas da cultivar IPA 467 foram
    observados nos tratamentos com lab-lab e coquetel, respectivamente.

  • MARILENE SANTOS DE LIMA
  • RENDIMENTOS DO MILHO EM RESPOSTA AOS CONTROLES DE PLANTAS DANINHAS E DA LAGARTA-DO-CARTUCHO

  • Data: 15/02/2007
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  • As plantas daninhas e a lagarta-do-cartucho podem causar perdas consideráveis no rendimento do milho. O objetivo deste trabalho foi avaliar os rendimentos de espigas verdes e de grãos de milho em resposta aos controles de plantas daninhas e da lagarta-do-cartucho. Utilizou-se o delineamento de blocos completos casualizados com parcelas subdivididas e cinco repetições. A cultivar AG 1051 foi cultivada sem e com controle de plantas daninhas (efeito com capinas, realizadas aos 20 e 40 dias após o plantio). Para avaliar o controle da praga (aplicado às subparcelas) foram feitas pulverizações com: água (testemunha); deltamethrin (5 g do ingrediente ativo ha-1); óleo de nim, obtido comercialmente, à base de 0,5% (diluição em água); e extrato foliar de nim, a 5%. Cada produto foi pulverizado três vezes, no intervalo de sete dias, a partir do sétimo dia após o plantio, à base de 150 L ha-1. O rendimento de milho verde, rendimento de grão, e a maioria das outras características avaliadas foram reduzidas devido à falta do controle de plantas daninhas (27 espécies predominante). Nas parcelas capinadas, o controle da praga não influenciou os rendimentos de milho verde e o rendimento de grãos, com exceção da massa de espigas despalhadas comercializáveis, que foi reduzida quando a lagarta não foi controlada. Sem o controle de plantas daninhas, a pulverizações com extrato de nim e deltamethrin forneceram os maiores rendimentos em todas as características avaliadoras do milho verde, exceto para massa de espiga despalhada comercializável. Os melhores resultados para o rendimento de grãos foram obtidos com deltamethrin e extrato de nim, respectivamente.

2006
Descrição
  • JOSÉ MILTON DA SILVA
  • Interação genótipos x ambiente na seleção de famílias de meloeiro avaliadas no agropolo Mossoró-Assu.

  • Data: 28/08/2006
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  • MARIA ELIZABETE CARVALHO DOS SANTOS FILHA
  • Qualidade e conservação pós-colheita de frutos de seis cultivares de coqueiro anão

  • Data: 27/07/2006
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  • No objetivo de comparar a potencialidade das cultivares vermelhas e amarelas em relação a cultivar Anão Verde de Jiqui comercialmente mais explorada, o presente trabalho foi dividido em dois experimento, onde o primeiro experimento teve como objetivo avaliar a qualidade da água de coco de seis cultivares de coqueiro Anão (Verde de Jiqui – AveJ, Amarelo de Gramame – AAG, Amarelo-da-Malásia – AAM, Vermelho de Gramame – AVG, Vermelho-da-Malásia – AVM, Vermelho-dos-Camarões – AVC), e no segundo experimento foi avaliado o potencial de conservação desses frutos sob refrigeração e atmosfera modificada, os frutos foram submetidos a armazenamento (12±1°C e 90±2% UR), nos quais foram avaliados nos intervalos de 0, 7, 14, 26, 40 e 50 dias de armazenamento após a colheita, observando seu comportamento físico e sensorial da água de coco. Os frutos foram colhidos aos sete meses após a fecundação, na Embrapa Meio-Norte, em Parnaíba-PI, e conduzidos ao Laboratório de Pós-colheita da Embrapa, Fortaleza-CE. No primeiro experimento, no campo foram sorteadas duas plantas de cada cultivar e colhidas dois frutos por planta, estes foram avaliados logo após a colheita, e no laboratório o experimento foi realizado em delineamento inteiramente casualizado (DIC), com esquema fatorial de 6x4 (seis cultivares e quatro repetições cada). Foram realizadas as caracterizações físicas (comprimento, diâmetro, peso, volume da água, relação água/fruto e cor da casca) desses frutos individualmente e em seguida a avaliação físico-químicas da água de coco (Sólidos Solúveis Totais - SST, Açúcares Solúveis Totais e redutores, Acidez Total Titulável - ATT, SST/ATT, pH e turbidez), além da análise dos minerais e atributos sensoriais da água de coco. ESTAT foi o programa operacional utilizado para análise de variância dos dados. No segundo experimento, o delineamento experimental foi inteiramente casualizado (DIC), em esquema fatorial 6x6, ou seja, foram seis tratamentos (cultivares) e seis tempos avaliados (0, 7, 14, 26, 40 e 50 dias após a colheita), com quatro repetições. Os frutos das seis cultivares de coqueiro anão, foram individualmente envolvidos com filme PVC de 15μ e armazenados em câmara refrigerada. Foram feitas avaliações físico-químicas como foi realizada no experimento anterior, além da aparência externa e cor da casca. A análise de variância dos dados foi feita com o auxílio do programa operacional Sisvar. A qualidade da água de coco das cultivares amarela e vermelha foram semelhantes aos da cultivar Verde, indicando que estes apresentaram o mesmo potencial para consumo in natura e/ou a industrialização, cujas estas cultivares vermelhas, principalmente AVC e AVG, apresentaram boa aceitação pelos provadores da sua água de coco, apresentando bom desempenho até os 50 dias de armazenamento. Sendo assim admitise que as cultivares vermelhas e amarelas constituem-se uma nova alternativa viável para exportar esses frutos para os mercados mais distantes.

  • LEONARDO PORPINO ALVES
  • Crescimento e produção de pimentão, tipo páprica, sob diferentes níveis de adubação de nitrogênio e fósforo

  • Data: 31/03/2006
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  • Visando avaliar os aspectos produtivos da cultura do pimentão, tipo páprica, submetido a diferentes níveis de fósforo e nitrogênio, realizou-se um experimento na Fazenda Bahama Agroindustrial, situada no município de Parazinho-RN, que possui um solo classificado como luvissolo crômico. Os tratamento constaram de 5 diferentes doses de nitrogênio e fósforo: 0, 85, 100, 115 e 130% da dosagem convencional utilizada pela fazenda, sendo o fósforo diferenciado apenas em fundação. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso com parcelas compostas de três fileiras duplas de plantas espaçadas 1,5 m entre ruas, 0,30 m entre fileiras duplas e 0,25 m entre plantas com 25 m de comprimento, totalizando 48 plantas por fileira (em média), a variedade utilizada foi a Ver. Foram coletados aos 64, 86, 126, 147 e 163 dias após a semeadura (DAS), duas plantas de tamanho médio por parcela para cada época, retirada das fileiras laterais, sendo que para a análise de produção foram considerados como frutos comerciais apenas aqueles retirados na última coleta. Dentro dos fatores estudados observou-se que a dose de nitrogênio aplicado via fertirrigação que mais se destacou entre os tratamentos, independente da variável estudada, foi a padrão utilizada na fazenda de 295 kg.ha-1, notou-se também que o fósforo quando aplicado em fundação, a maior dose aplicada P4 (144 kg.ha-1) obteve os melhores rendimento em matéria seca de fruto, além de produtividade total, além disso, o tratamento N2P4, dose de nitrogênio convencional da fazenda (295 kg.ha-1 de N) combinado a maior dose de Fósforo (144 kg.ha-1 de P), obteve maiores valores de Renda Bruta, Renda Líquida, Taxa de Retorno e Índice de Lucratividade, representando assim o melhor custo benefício para o produtor.

  • JAILMA SUERDA SILVA DE LIMA
  • DESEMPENHO AGROECONÔMICO DE CULTIVARES DE COENTRO EM FUNÇÃO DE ESPAÇAMENTOS E ÉPOCAS DE CULTIVO.

  • Data: 09/02/2006
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2005
Descrição
  • GIANY PAIVA PEDROSA
  • PRODUÇÃO DA ERVA SAL (Atriplex mummularia) IRRIGADA COM ÁGUA SALINA ASSOCIADA AO CULTIVO DE CAMARÕES.

  • Data: 29/04/2005
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  • SAINT CLAIR LIRA SANTOS
  • Produção e qualidade de melão cantaloupe influenciado por coberturas do solo, agrotêxtil e lâminas de irrigação no período seco.

  • Data: 28/04/2005
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  • MARIA SANTANA DE ARAÚJO TRINDADE
  • Efeito de derivados de nim e sua associação com defensivos comerciais no controle de mosca branca em  meloeir em Baraúna - RN.

  • Data: 31/03/2005
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  • ADRIANA KALINY DA COSTA LIMA
  • Desempenho de sementes de melão em função de seu peso e tamanho.

  • Data: 30/03/2005
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  • MAYARA KELLY MARTINS DE MEDEIROS DIAS
  • Qualidade e vida útil pós-colheita de melão "Pele de sapo" sob armazenamento refrigerado.

  • Data: 30/03/2005
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  • MICHELLE DAMASCENO RIBEIRO
  • Utilização de 1 metilciclopropeno (1-MCP, Smart freshTM na conservação pós-colheita do mamão "formosa" c.v. tainung 01).

  • Data: 30/03/2005
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2000
Descrição
  • ANTONIO DE PADUA ARAUJO
  • Cobertura do solo e métodos de plantio no cultivo de melão amarelo

  • Data: 24/03/2000
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  • Com o objetivo de avaliar os efeitos da cobertura do solo e métodos de plantio no cultivo do melão amarelo conduziu-se um experimento na Fazenda Água Branca (FRUNORTE), no município de Carnaubais–RN. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados completos, em esquema de parcelas subdivididas com quatro tratamentos e quatro repetições. As parcelas foram constituídas pelas coberturas do solo: palha de carnaúba, filme de polietileno preto, filme de polietileno dupla-face (prateado) e solo descoberto; As subparcelas pelos métodos de semeadura: semeadura direta e transplante direto, com produção de mudas em bandejas de 72 células, copos plástico de 180 ml e tubetes de 125 ml. Foram os efeitos sobre a temperatura e a umidade do solo, o número de ninfas de mosca-branca por planta, os conteúdos de sólidos solúveis e açúcares totais, p teor de cálcio total na polpa, a firmeza da polpa, a relação de formato, o peso médio de fruto, o número e a produtividade de frutos comerciáveis, o número e a produtividade de frutos refugos e classificação dos frutos.  As coberturas palha de carnaúba e polietileno dupla-face proporcionaram menor aquecimento do solo que o polietileno preto e o solo descoberto. O solo descoberto proporcionou maior tensão de água no solo que as  coberturas com polietileno preto, polietileno dupla-face e palha de carnaúba. Os filmes de polietileno dupla-face e preto apresentaram maior efeito repelente á mosca-branca que a palha de carnaúba e o solo descoberto. As coberturas do solo e os tipos de semeadura não apresentaram efeito significativo para número, peso médio e produtividade de frutos comerciáveis, bem como sólidos solúveis e açucares totais. O solo descoberto proporcionou menor fimeza da polpa que as coberturas com filme de polietileno preto, dupla-face (prateado) e palha de carnaúba. O sistema de produção em solo descoberto com semeadura direta e polietileno dupla-face (prateado) com produção de mudas em tubete de 125 ml proporcionaram a maior e menor renda líquida, respectivamente.

1999
Descrição
  • GEOMAR GALDINO DA SILVA
  • Qualidade de híbridos de melão após a aplicação de Imidacloroprid para controle de mosca branca (Bemisia argentifolii).

  • Data: 29/04/1999
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  • FRANCIELZA MARROCOS DA SILVA
  • Crescimento e desenvolvimento de três híbridos de meloeiro.

  • Data: 13/04/1999
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  • ANA VERUSKA CRUZ DA SILVA
  • Qualidade de manga Tommy Atkins submetida a aplicação pré-colheita de CaCl2 e armazenada sob refrigeração.

  • Data: 11/01/1999
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1998
Descrição
  • FRANCISCO RODRIGUES FILHO
  • Rendimento e qualidade do melão (Cucumis melo L.) híbrido gold mine adubado mineral e organicamente.

  • Data: 03/07/1998
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  • ALDENOR FERNANDES DE SOUSA
  • Rendimento de grãos verdes e secos de milho em resposta à seleção massal estratificada.

  • Data: 15/04/1998
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1997
Descrição
  • LEILSON COSTA GRANGEIRO
  • Densidade de plantio em híbridos de melão amarelo.

  • Data: 15/12/1997
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  • MARTA GORETE CAVALCANTE TEIXEIRA
  • Incidência de vírus em mamoeiro em treze municípios do Rio Grande do Norte.

  • Data: 16/09/1997
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  • MARCOS ALBERTO LOPES
  • Conservação do mamão em condições ambiente submetido a aplicação de cera e cloreto de cálcio.

  • Data: 27/05/1997
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  • JOSÉ DJANIR DOS SANTOS
  • Flutuação populacional de moscas-das-frutas do gênero Anatrepha (Diptera-Tephritidae) em goiabeira (Psidium guajava L.) no município de Mossoró - RN. 

  • Data: 20/05/1997
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  • INÁCIO MARINHO DAS CHAGAS
  • Tamanho de recipiente e tempo de permanência na formação de mudas de maracujá amarelo.

  • Data: 06/05/1997
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  • NELSON VIEIRA RIBEIRO FILHO
  • Caracterização físico-química de dezoito cultivares de mangueira produzidas no Vale do Açu - RN, visando a diversificação da exploração.

  • Data: 20/02/1997
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1996
Descrição
  • PAULO SÉRGIO DA FONSECA CORREIA
  • Períodos de permanência e tipos de recipientes na formação das mudas, produção e qualidade do melão Gold mine.

  • Data: 25/10/1996
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  • OTHON JOSÉ DE SOUZA SILVA
  • Conservação do melão gália submetido a tratamento pós-colheita com nitrato de cálcio.

  • Data: 18/10/1996
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  • ALEK SANDRO DUTRA
  • Qualidade da semente de algodão herbáceo, em função do teor de umidade, condição de armazenamento e da embalagem na sua conservação.

  • Data: 19/09/1996
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  • TEREZINHA MARIA DE OLIVEIRA MEDEIROS
  • Calagem e gessagem em solo álico do município de Serra do mel, cultivado com amendoim (Arachis hypogaea L.)

  • Data: 05/01/1996
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1995
Descrição
  • JOSÉ EDNY DE LIMA RAMOS
  • Efeito do sombreamento e de tipos de recipientes na formação de mudas e produção de cultivares de alface.

  • Data: 07/12/1995
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  • PEDRO PAULO BEZERRA DA SILVA
  • Efeitos de tipos de recipiente e do tempo de permanência na formação e desenvolvimento pós plantio de mudas de mamoeiro (Carica papaya L.)

  • Data: 30/11/1995
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  • SOLANGE DA COSTA DANTAS
  • Efeitos dos volumes de diferentes recipientes e dos tempos de permanência no crescimento de mudas de cupuaçuzeiro.

  • Data: 29/09/1995
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  • JOSÉ MARIA DA COSTA ANDRADE
  • Produção de folhas de mamona em cinco épocas e o efeito da desfolha artificial na produção de sementes.

  • Data: 20/09/1995
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1994
Descrição
  • FRANCISCO CESAR DE GOIS
  • Análise multidimensional de sorgo (Sorghum bicolor (L.) Moench), cultivado em solos afetados por sais no Estado do Rio Grande do Norte.

  • Data: 23/03/1994
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1991
Descrição
  • RAMIRO GUSTAVO VALERA CAMACHO
  • Influência de diferentes materiais de cobertura do solo na produção de alface.

  • Data: 28/05/1991
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